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Transamérica Pop São Paulo

estação de rádio brasileira da cidade de São Paulo
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Transamérica Pop São Paulo
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Rádio Transamérica de São Paulo Ltda.
País Brasil
Frequência(s)
  • FM 100.1 MHz
  • Antigas frequências: FM 95.3 MHz (1976-1978)
Sede São Paulo, SP
Slogan A sua rádio onde você estiver
Fundação agosto de 1976 (43 anos)
Fundador Aloysio de Andrade Faria
Pertence a Conglomerado Alfa
Proprietário(s) Aloysio de Andrade Faria
Formato Comercial
Gênero música pop
Afiliações
Idioma Português
Prefixo ZYD 803
Nome(s) anterior(es) Transamérica FM São Paulo (1976-1999)
Dados técnicos Potência: 400 kW
Classe: E2
Página oficial www.radiotransamerica.com.br/pop/sao-paulo

Transamérica Pop São Paulo é uma emissora de rádio brasileira sediada em São Paulo, capital do estado homônimo. Opera no dial FM, na frequência 100.1 MHz, e é uma emissora própria e cabeça de rede da Transamérica Pop, vertente da Rede Transamérica. Seus estúdios e equipamentos estão localizados no Alto de Pinheiros e a transmissão é realizada pela Torre Transamérica, uma das maiores da capital.

Com uma potência efetiva de 400 kW, é portanto a rádio FM mais potente das Américas[1], superando a WBCT de Grand Rapids, Michigan, EUA com 320 kW. [2]

Índice

HistóriaEditar

 
Sede da Rádio Transamérica no Alto de Pinheiros em São Paulo e na direita antena Via satélite no canto Superior Direito

Cabeça de rede da programação da Rede Transamérica, a Transamérica FM de São Paulo foi a terceira a estrear e integrar a rede após as inaugurações em Recife e Brasília, ambas em agosto de 1976.[3] A programação gravada na capital paulista era enviada para as filiais por meio de fitas de rolo e era essencialmente musical, segmentada ao formato adulto-contemporâneo (MPB, jazz, blues e música instrumental) voltado as classes A e B[4], trazendo também pequenos boletins informativos sobre cultura e economia. A frequência inicial da emissora era 95.3 MHz, passando para a atual frequência no fim da década.

Com o declínio de audiência da rede a partir da década de 1980, a Transamérica FM investe na dance music em sua programação. A década também ficou marcada por um investimento no público jovem. Em novembro de 1983, a Transamérica inaugurou um moderno estúdio de gravação, considerado pela emissora um dos cinco melhores do mundo. O espaço era alugado para artistas que gostariam de gravar seus LPs — a meta era atrair artistas de fora.[5] No fim da década, a Transamérica FM viu sua audiência crescer em praticamente 1 ano. Em setembro de 1985, quando implantou a programação ao vivo, aparecia em 15.º lugar na pesquisa do Ibope, conseguindo no ano seguinte a segunda colocação, disputando audiência com a Rádio Cidade e a Jovem Pan 2 (líder na ocasião).[6]

A partir de 1990, a Transamérica FM passa a liderar a audiência em São Paulo e faz sucesso com seus programas de humor, principalmente por suas paródias musicais.[7][8] Nesta década, a rede passa a ser transmitida via satélite. A emissora também conquistou a liderança entre as rádios que faziam transmissão da Copa do Mundo de 1990. A fase de liderança da Transamérica acabou em 1993, com a ascensão da Transcontinental FM investindo em pagode e das estações voltadas às classes C, D e E. A partir de então, declinou em colocações de audiência até o final da década.[9] Em 1995, a programação musical deixa de dar destaque para a dance music e passa a dar destaque ao rock nacional.[10] Em 1997, a grade musical passa a adotar o formato atual com uma combinação de vários estilos musicais, como o rock, o reggae, o dance e a música pop.[11]

No ano 2000, a Rede Transamérica se divide em três vertentes, sendo que a emissora de São Paulo passa a adotar a vertente Pop e começa a investir mais em programação esportiva com a estreia do Transamérica Esporte Clube. Também neste ano, a emissora corta relações com o Ibope por não concordar com os métodos de medição. Em 2001, estreia a Transamérica Esportes, vertente esportiva que entra na grade de programação de várias filiais e afiliadas, ocupando também grande espaço local em São Paulo. Mesmo com os investimentos e o bom retorno da grade esportiva, a Transamérica Pop amargou a 17.ª colocação em audiência em 2003.[9] Em resposta, a emissora iniciou uma campanha contra o instituto em spots lançados durante a programação.[12]

Em 2018, a Transamérica Pop de São Paulo foi incluída na plataforma de streaming PlayPlus.[13] Em julho de 2019, após 22 anos de emissora e 14 de 2 em 1, Gislaine Martins e Ricardo Sam deixam a Transamérica por conta de um novo alinhamento no formato da rede que foi implantado na emissora no período.[14]

ProgramasEditar

Locais
  • Esporte de Primeira
  • Resumo Esportivo
  • Esquenta
  • Papo de Craque
  • #DaBola
  • Debate Bola
Nacionais
  • Adrenalina
  • Programação Musical (durante a manhã, tarde e noite vai ao ar ar apenas localmente, ou em algumas afiliadas; durante a madrugada vai ao ar em rede)
  • Transamérica Esportes
  • Desperta
  • Estúdio Ao Vivo

ExtintosEditar

Nacionais
  • Transamérica Colecttion
  • Transamérica Rock Motor
  • Arquivo Transamérica
  • The Vibe
  • Super Transa
  • Sarcófago
  • Parada Obrigatória
  • As Mais Pedidas da Transamérica
  • Naftalina
  • Clube da Insonia
  • 2 em 1
  • Transtronic
  • Transalouca
  • Vibe Transamérica
  • Transnotícias (transmitido para todas as portadoras da Rede Transamérica)
  • Nitroglicerina
  • Transa 3
  • Hora Extra
  • Playlist Transamérica
  • Download Transamérica (Rede, menos São Paulo)
  • Bônus
  • Seleção Transamérica
  • Hot Hits
  • Rodeio transamerica
  • Café com bobagem
Locais
  • Detonando
  • Transrepórter
  • Transamérica Esporte Clube
  • Galera Show

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Dials - São Paulo». tudoradio.com. Consultado em 17 de setembro de 2018 
  2. «Map of radio stations in North America». World Radio Map. Consultado em 17 de setembro de 2018 
  3. «Jornal de Hoje». Diário de Pernambuco. 30 de julho de 1976. Consultado em 20 de julho de 2019 
  4. «Transamérica». Diário de Pernambuco. 23 de julho de 1981. p. B5. Consultado em 20 de julho de 2019 
  5. «Transamérica quer atrair artistas estrangeiros». Folha de S.Paulo. 30 de novembro de 1983. p. 5. Consultado em 20 de julho de 2019 
  6. Leão Serva (30 de setembro de 1986). «Transamérica é 2.º lugar em FM». Folha de S.Paulo. p. 34. Consultado em 20 de julho de 2019 
  7. Jean-Yves de Neufville (18 de março de 1990). «Transamérica faz pesquisa para manter liderança». Folha de S.Paulo. p. E-7. Consultado em 20 de julho de 2019 
  8. «Transamérica parodia Titãs e goza a seleção». Folha de S.Paulo. 30 de junho de 1990. p. E-3. Consultado em 20 de julho de 2019 
  9. a b Laura Mattos (9 de abril de 2003). «O ibope de 1993 a 2003 e a queda da Transamérica». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  10. Marcel Plasse (5 de junho de 1995). «Transamérica FM troca dance pelo rock de Green Day e Elastica». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  11. Alex Periscinoto (28 de julho de 1997). «Na Transamérica, o ouvinte é "o crítico"». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  12. Laura Mattos (4 de junho de 2003). «Pan e Transamérica entram em guerra contra Ibope e Cia.». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  13. Carlos Massaro (30 de outubro de 2018). «Transamérica se junta a outras rádios na plataforma PlayPlus». Tudo Rádio. Consultado em 20 de julho de 2019 
  14. Carlos Massaro (12 de julho de 2019). «Ricardo Sam e Gislaine Martins deixam a equipe da Transamérica em São Paulo». Tudo Rádio. Consultado em 20 de julho de 2019 

Ligações externasEditar