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Francisco Rangel Pestana (Nova Iguaçu, 26 de novembro de 1839São Paulo, 17 de março de 1903) foi um jornalista, político e jurista brasileiro, formado pela Faculdade de Direito de São Paulo (formou-se em 1863).

Signatário do Manifesto Republicano (1870), foi deputado da província de São Paulo em diversas legislaturas e, proclamada a República, assumiu a direção da província no triunvirato em que também faziam parte Prudente de Morais e o coronel Joaquim de Sousa Mursa.[1]

Em 1890 foi eleito senador, cargo que exerceu até 1896. Foi reeleito ao Senado, vindo a falecer no cargo em 1903, passando a assumir a sua vaga o Barão de Miracema.[2] Exerceu o cargo presidente do Banco do Brasil no período de 6 de setembro de 1893 a 2 de setembro de 1895[3]

Em 1871, casou-se com Damiana Quirino dos Santos, filha do capitão Joaquim Quirino dos Santos.

Referências

  1. LACOMBE, Lourenço Luiz. Os chefes do Executivo Fluminense. Petrópolis, RJ : Museu Imperial, 1973.
  2. Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil; Cláudio Beserra de Vasconcelos. «Dicionário da Elite Política Republicana (1889-1930), verbete: Lourenço Maria de Almeida Batista, Barão de Miracema» (PDF). Fundação Getulio Vargas. Consultado em 30 de novembro de 2017 
  3. «Banco do Brasil – Relação dos presidentes (desde 1853)». Banco do Brasil. Consultado em 6 de fevereiro de 2015 


Precedido por
José Vieira Couto de Magalhães
Junta Governativa Paulista de 1889
1889
Sucedido por
Prudente de Morais
Precedido por
Manuel Pinto de Sousa Dantas
Presidente do Banco do Brasil
6/9/1893 a 10/9/1893 (interino)
29/1/1894 a abril/1894 (interino)
abril/1894 a 2/9/1895
Sucedido por
Fernando Lobo Leite Pereira
(interino)


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