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Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

ordem dinástica de Portugal
Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
Descrição
País Portugal
Outorgante Duque de Bragança
Criação 6 de Fevereiro de 1818
Tipo Ordem dinástica
Motto "Padroeira do Reino"
Estado ativa
Organização
Grão-Mestre Duarte Pio de Bragança
Graus Grão-Mestre (GMNSC)
Grã-Cruz (GCNSC)
Comendador (ComNSC)
Cavaleiro (CvNSC)
Servente (SNSC)
Hierarquia
Inferior a nenhuma
Superior a Ordem da Rainha Santa Isabel
Fita PRT Ordem de Nossa Senhora da Conceicao de Vila Vicosa Cavaleiro ribbon.svg

A Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa[1] é uma ordem dinástica portuguesa cujo título de grão-mestre é usado por Duarte Pio de Bragança.

HistóriaEditar

A ordem foi instituída pelo rei D. João VI de Portugal a 6 de fevereiro de 1818, dia da sua aclamação, no Rio de Janeiro, Brasil. O objectivo do rei, grão-mestre da nova Ordem Militar Leiga, era homenagear a padroeira Nossa Senhora da Conceição (designada por alvará de 1646) pelo motivo de Portugal ter sobrevivido, como país independente, às guerras napoleónicas que tinham assolado o país e a Europa. Até 1910 foram agraciados com esta ordem várias personalidades, essencialmente oriundas da nobreza e da aristocracia. O governo provisório, em Outubro de 1910, extinguiu-a como ordem militar, embora o rei D. Manuel II no exílio e os pretendentes a Duques de Bragança que lhe sucederam tenham continuado a utilizar as insígnias desta ordem.

GrausEditar

  1. Grão-mestre (o rei)
  2. Grã-cruz (GCNSC)
  3. Comendador (ComNSC)
  4. Cavaleiro / dama (CvNSC / DmNSC)
  5. Servente (SNSC)

InsígniaEditar

A insígnia desta ordem (de banda azul com riscas laterais brancas) é constituída por um medalhão coroado, em forma de estrela, com um círculo ao centro onde se lêem as letras AM, com a inscrição Padroeira do Reino. A insígnia foi desenhada por Jean-Baptiste Debret, em 1818.

AgraciadosEditar

Referências

  1. "Mercês Honoríficas do Século XX (1900-1910)", Jorge Eduardo de Abreu Pamplona Forjaz, Guarda-Mor, 1.ª Edição, Lisboa, 2012, p. 181
  2. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (2000). «Joaquim Ferreira dos Santos - Conde de Ferreira (1782 - 1866)». Santa Casa da Misericórdia do Porto 
  3. Seção Histórica, Luis de Mattos Pereira e Castro, Barão do Flamengo (1875). Arquivo Nacional do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Decretos Nacionais 
  4. presscentr. «Національний педагогічний університет імені М.П. Драгоманова». npu.edu.ua (em ucraniano). Consultado em 19 de março de 2017 

BibliografiaEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar