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RecordTV Rio

Emissora de televisão brasileira do Rio de Janeiro, RJ
Disambig grey.svg Nota: Se procura pela TV Record Rio de Janeiro que funcionou entre 1982 e 1987, veja TV Corcovado.
RecordTV Rio
Televisão Record do Rio de Janeiro Ltda.
Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Tipo Comercial
Canais Digital: 39 UHF
Virtual: 13 PSIP
Outros canais 24 (NET)
13 (Oi TV)
516 (Vivo TV)
ver mais
Analógico:
13 VHF (1988-2017)
Sede Bandeira da cidade do Rio de Janeiro.svg Rio de Janeiro, RJ
Casablanca Estúdios - Estrada dos Bandeirantes, 23505 - Vargem Grande
Slogan Reinventar é a nossa marca
Rede RecordTV
Fundador Nilson Fanini
Pertence a Grupo Record
Proprietário Edir Macedo
Antigo proprietário Nilson Fanini (1988-1994)
Cláudio Macário (1988)
Múcio Athayde (1988-1992)
Administração Fabiano Freitas
Presidente Luiz Cláudio Costa
Fundação 1 de junho de 1988 (30 anos)
CNPJ 27.906.734/0001-90
Prefixo ZYB 513
Nome(s) anteriore(s) TV Rio (1988-1994)
TV Record Rio de Janeiro (1994-2016)
Emissoras irmãs Rádio Contemporânea
Cobertura Cobertura - RecordTV Rio.png
Coord. do transmissor 22° 57' 2.1" S 43° 13' 51.5" O
Potência 2,5 kW
Página oficial recordtvrio.com.br

RecordTV Rio é uma emissora de televisão brasileira sediada na cidade do Rio de Janeiro, capital do estado homônimo. Opera no canal 13 (39 UHF digital), e é uma emissora própria e co-geradora da RecordTV juntamente com a RecordTV São Paulo. Seus estúdios estão localizados no backlot do Casablanca Estúdios em Vargem Grande, e sua antena de transmissão está no alto do Morro do Sumaré, no Rio Comprido.

Índice

HistóriaEditar

TV Rio (1988–1994)Editar

AntecedentesEditar

Ver também: TV Rio

O canal 13 VHF do Rio de Janeiro havia sido inicialmente ocupado pela TV Rio, fundada em 17 de julho de 1955 por João Batista do Amaral, que notabilizou-se como uma das principais emissoras do país nas décadas de 1950 e 1960, liderando junto com a TV Record de São Paulo a Rede das Emissoras Unidas, primeira rede de televisão nacional. Porém, com o investimento das concorrentes em uma programação mais qualificada e mais integrada nacionalmente, a TV Rio começou a sofrer problemas de audiência e de faturamento que se agravaram na década de 1970. Em 1972, foi vendida para a Ordem dos Capuchinhos, dona da TV Difusora de Porto Alegre, e afundada em dívidas, saiu do ar em 5 de abril de 1977.

Em 29 de novembro de 1983, a concessão do canal 13 é outorgada à Radiodifusão Ebenézer Ltda., controlada pelo pastor Nilson Fanini, líder da Primeira Igreja Batista de Niterói, tendo como sócio o empresário Cláudio Macário, numa licitação onde também concorreram a Editora Abril, Rádio Metropolitana, Rádio Capital, Governo do Estado do Rio de Janeiro e outras 14 empresas. O pastor teria conseguido a concessão com o apoio do deputado federal Arolde de Oliveira, que era ex-diretor regional do Departamento Nacional de Telecomunicações (DENTEL) e aliado político do presidente João Figueiredo, que havia participado das comemorações do aniversário de 7 anos do programa Reencontro (que Nilson Fanini apresentava na TVE Rio de Janeiro) naquele ano, e também seria supostamente sócio do pastor.[1][2] Com o plano de criar uma nova TV Rio, cujo nome fantasia ocioso foi comprado e patenteado, Fanini investe US$ 6.000.000,00 (o equivalente a Cz$ 180.000.000,00) na importação de equipamentos vindos do Japão e na reforma de um prédio centenário de três pavimentos na extinta Rua Miguel de Frias, 57, no bairro da Cidade Nova, onde antes havia funcionado a ala infantil da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, que encontrava-se fechado desde 1975 e serviria como sede da emissora.[1]

Fanini também convidou Walter Clark, responsável pelo auge da TV Rio nos anos 60 e também pela consolidação nacional da Rede Globo (de onde havia saído em 1977) para cuidar da direção geral da nova emissora.[3] Clark desejava fazer uma programação focada em jornalismo, além de recriar programas clássicos da antiga emissora, como TV Rio é o Show e Sob a Luz do Meu Bairro, porém os recursos da Fundação Ebenézer eram poucos. Ele então decide criar uma programação formada por clipes musicais (que eram fornecidos gratuitamente para divulgação pelas gravadoras) e comandada por radialistas, cujos programas ficaram conhecidos como radiais. A futura emissora também abriu um processo seletivo para novos profissionais, destinando 40 vagas divididas entre repórter, cinegrafista e locutor/apresentador para mais de 1000 candidatos.[4][2]

Estreia e alterações no quadro societárioEditar

 
Logotipo da emissora entre 1988 e 1994

A TV Rio estava prevista para ir ao ar inicialmente em 1987, mas aconteceram pelo menos três adiamentos ao longo do ano,[1][5][3] que retardaram sua inauguração para 1988. Sua primeira transmissão, ainda em caráter experimental, foi o culto ecumênico pelo aniversário de 13 anos do programa Reencontro realizado no Estádio do Maracanã, em 26 de março de 1988, para cerca de 40.000 pessoas. A transmissão, iniciada as 14h, foi feita com o auxílio da TVE Rio de Janeiro e da Rede Manchete (esta última cedeu seus equipamentos como permuta em troca de utilizar o show para gravar o último capítulo da telenovela Carmem, que tinha Darlene Glória, futura apresentadora da emissora, como uma das atrizes), e depois de encerrada as 17h, era previsto que a TV Rio ficasse com uma programação experimental até o fim de abril, quando seria oficialmente inaugurada.[6][7] Porém, a TV Rio não reunia condições técnicas para iniciar sua programação nesta data, e adiou mais uma vez a sua estreia. O prazo dado pelo DENTEL para a implantação definitiva da emissora estava vencendo, e contrariando as decisões de Walter Clark, a TV Rio iniciou suas operações regulares em 1.º de junho,[8] com apenas 20% da sua capacidade de transmissão e em meio a desentendimentos entre Clark e os sócios da emissora.[9]

A programação da nova TV Rio era inicialmente composta, de 11h às 19h, pelos radiais, com módulos de clipes musicais e variedades com duração de duas horas, cada um apresentado por um locutor de rádio. Nomes como Selma Vieira, Negro Filó, Breno Moroni e Adriana Rimmer comandaram essas atrações. As 19h, Maria Lúcia Priolli apresentava o Rio Hit Parade, que selecionava os oito clipes mais votados pelos telespectadores ao longo do dia. Já no horário nobre, Afonso Soares apresentava o jornalístico Rio Cidade Alerta, com os fatos policiais do dia, às 20h. Meia hora depois, era exibida a Sessão Preto e Branco, que apresentava seriados como Além da Imaginação, Paladino do Oeste, O Fugitivo, Na Corda Bamba, Cidade Nua, The Mod Squad, entre outros. A programação era fechada com a revista eletrônica Rio 9 e Meia, apresentada por João Luiz de Albuquerque e Juliana Reis. Aos sábados, iam ao ar no horário nobre programas como TV Rio in Concert, que exibia espetáculos musicais; Deixa Falar, apresentado por Adelzon Alves, que falava sobre a MPB; e O Grito dos Independentes, apresentado por Lorena Calabria, que exibia produções audiovisuais de empresas independentes. Aos domingos iam ao ar os programas Semana Rio, revista eletrônica com os fatos da semana; Acesso Público, com Neila Tavares; Sessão Science Fiction, com os seriados Perdidos no Espaço e O Túnel do Tempo; TV Rio é o Show, com Iran Melo e Dirceu Bellizi; e Domingo Perfeito, apresentado por Perfeito Fortuna ao vivo do Circo Voador.[10][11][12]

Em 22 de junho, Walter Clark pede demissão do cargo de diretor geral da emissora, alegando, dentre outros motivos, que estava sendo censurado pelos gestores da TV Rio e que eles estavam atrasando os pagamentos dos funcionários.[9] Com menos de um mês no ar, em 24 de junho, a emissora já tinha demitido 22 profissionais e estava a ponto de quebrar, por conta da precariedade técnica, falta de infraestrutura e problemas financeiros.[13] Em um esforço para salvar a TV Rio, Nilson Fanini se associa com o político e empresário Múcio Athayde, que torna-se sócio da emissora adquirindo 49% das ações pertencentes à Cláudio Macário, que em troca ganhou terras do Grupo Desenvolvimento para empreendimentos da sua construtora na Barra da Tijuca. A TV Rio então passa a contar com sucursais em Brasília e Goiânia, onde Athayde mantinha emissoras de rádio e televisão.[14] Embora Fanini tivesse dito que iria manter a filosofia de programação implantada por Clark, a grade dos radiais logo é substituída por novas atrações criadas por uma equipe contratada por Athayde. Surgem programas como o Sábado Especial, apresentado em duas partes: uma pelo locutor esportivo José Cunha, e a outra pelo apresentador Raul Gil, e outros como Rio Mulher, O Repórter Sem Medo, Rio Urgente e Política Nacional (com Berto Filho).

A emissora consegue ganhar fôlego, mas os índices de audiência ainda eram baixos. A partir de 1989, a TV Rio passa a ter operação conjunta com a TV Goyá de Goiânia, que havia perdido a afiliação com o SBT para a recém-criada TV Serra Dourada. No mesmo ano, a emissora investe na cobertura esportiva, com a aquisição dos direitos de transmissão de alguns jogos da Taça Libertadores da América que envolviam os representantes brasileiros na competição, Bahia e Internacional. A TV Rio também chegou a organizar seu próprio torneio de futebol, intitulado Rio, Futebol e Samba, onde times formados por componentes de escolas de samba do Rio de Janeiro se enfrentavam aos domingos, às 9h, no Estádio Wolney Braune. O vencedor da única edição do torneio foi a Estação Primeira de Mangueira.

Compra pela Rede RecordEditar

Com a audiência baixa e os altos custos de se fazer uma programação totalmente independente numa época já dominada pelas redes de televisão nacionais, a nova TV Rio fracassa. Em 1992, Múcio Athayde vende seus 49% na emissora para o líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, por um valor estimado em US$ 20.000.000,00.[15] A partir de 16 de abril, a TV Rio torna-se afiliada à Rede Record, que estava em plena expansão pelo país, e sua programação local passa a se resumir apenas a alguns programas jornalísticos e produções feitas pela Fundação Ebenézer, que ainda detinha 51% das ações por parte de Nilson Fanini.[16] Boa parte dos profissionais da TV Rio é aproveitada pela Record, como o locutor de chamadas Sérgio Luís Drodowsky, que se torna também a voz padrão da rede. Nessa fase de transição, a TV Rio também produziu o programa Top TV, exibido em rede nacional nas tardes de domingo e apresentado por Fabiola Villanova e PH, como um programa de variedades voltada para a cultura nerd, ficando no ar entre 1992 e 1994.[17]

Emissora própria da Record (1994–presente)Editar

Em meados de 1994, Nilson Fanini vende seus 51% para a Central Record de Comunicação, que passa a deter então 100% do controle acionário da TV Rio, em transação que só foi aprovada dois anos depois por causa de denúncias de uso de laranjas.[18][19] A emissora passa a se chamar TV Record Rio de Janeiro, tornando-se oficialmente uma emissora própria da Rede Record. A antiga razão social, Radiodifusão Ebenézer Ltda., só seria trocada em 2001 para a atual Televisão Record do Rio de Janeiro Ltda.. Em 1996, a emissora deixa os antigos estúdios na Cidade Nova, onde hoje se encontra o Centro de Convenções SulAmérica, e migra para uma nova sede no bairro de Benfica, na Zona Norte da cidade.

Em 10 de março de 2005, a Record finalizou as negociações para a compra dos estúdios da Renato Aragão Produções no bairro de Vargem Grande, onde eram produzidos os filmes do humorista Renato Aragão. Com a compra dos estúdios, o complexo passa a se chamar RecNov, e teve a sua capacidade aumentada de 40.000m² para 280.000m², onde passaram a ser produzidas as produções de teledramaturgia da Rede Record. O complexo tem 10 estúdios para produção audiovisual, o que possibilita produzir seis novelas simultaneamente, tornando-se assim o segundo maior complexo televisivo do Brasil, atrás apenas dos Projac da Rede Globo. Anos depois, em 15 de dezembro de 2016, a Record Rio deixou seus antigos estúdios no bairro de Benfica, e inaugurou uma área de 41.000m² no interior do complexo.[20]

Em outubro de 2013, a emissora promoveu uma "dança das cadeiras" nas apresentações dos seus programas jornalísticos. Wagner Montes, que apresentava a edição vespertina do Balanço Geral passou para as manhãs, no lugar de Luiz Bacci, que agora passaria a apresentar o Cidade Alerta local no lugar de Rogério Forcolen. Este por sua vez passou a ficar no lugar de Wagner Montes. Com a transferência de Bacci para a TV Record São Paulo no final do ano, o Cidade Alerta passou a ser apresentado por Ernani Alves.

Em 25 de abril de 2014, houve novamente uma "dança das cadeiras" dos programas da emissora, porém afetando apenas o Balanço Geral. Após sete meses no comando da edição vespertina do programa, Rogério Forcolen troca de posto com Wagner Montes, passando para a edição matutina.[21] Estima-se que a nova troca ocorreu para conter o avanço do jornal SBT Rio, que recentemente estava apresentando índices expressivos de audiência no horário da tarde.

Em 5 de agosto, foi anunciado que Rogério Forcolen rescindiu seu contrato com a emissora, que era válido até 2016, deixando assim o comando do Balanço Geral RJ Manhã.[22] Logo no mesmo dia, a TV Record Rio de Janeiro anunciou que a repórter Lívia Mendonça seria promovida para apresentadora, ocupando a lacuna deixada por Forcolen no jonalístico já no dia seguinte a sua saída.[23]

Em 10 de setembro, a emissora anuncia a contratação do radialista Tino Júnior, até então na Rádio Globo, para apresentar o RJ no Ar no lugar de Gustavo Marques, que voltaria a ser apresentador eventual.[24] A figura de Tino Júnior já é conhecida dos cariocas desde a época do rádio, por ser um cara extrovertido e que canta mulheres, e isso ficou ainda mais claro quando no dia 29 de setembro, durante um link ao vivo com a repórter Fernanda Sanches, falou em tom de brincadeira que "sonhou com ela durante a noite". O fato foi bastante comentado nas redes sociais, positivamente e negativamente.[25]

No fim do mês, foi anunciado que Tino Júnior passaria a apresentar o Cidade Alerta no lugar de Ernani Alves, enquanto Gustavo Marques reassumiria a apresentação do RJ no Ar.[26] O fato acabou desagradando tanto Ernani quanto Gustavo, que ameaçaram pedir demissão da emissora, porque esperavam ter sido promovidos, o primeiro, para a TV Record São Paulo, e o segundo, para o Cidade Alerta.[27] No entanto, a emissora acertou a situação dos dois, e Gustavo continuou no RJ no Ar, enquanto Ernani foi realocado no projeto do Balanço Geral RJ Especial, que estreou no mês seguinte.

Em 26 de abril de 2016, Tino Júnior migrou para a Rede Record, onde passou a apresentar o Balanço Geral Manhã no lugar de Luiz Bacci. Com isso, o RJ no Ar passou a ser apresentado por William Travassos, que reestreou no comando da atração em 27 de abril.[28] Após o retorno de Bacci ao programa, Tino novamente voltou a ancorar o RJ no Ar até 15 de dezembro do mesmo ano, quando Gustavo Marques assumiu o telejornal e Tino migrou para o Balanço Geral RJ.[29]

Em fevereiro de 2017, Wagner Montes se afasta da apresentação do Cidade Alerta para tratar de problemas de saúde, tendo seu posto assumido por Ernani Alves, que posteriormente se torna o titular do jornalístico. Em 25 de julho, juntamente com a estreia da nova programação da Record, a RecordTV Rio estreia novos programas. Na faixa matinal, Wagner Montes retorna a emissora e passa a ancorar o Balanço Geral Manhã,[30] e no horário noturno reestreia o RJ Record, apresentado por Lívia Mendonça. O novo telejornal porém acaba sendo tirado do ar em 26 de janeiro de 2018, em razão da baixa audiência.[31]

Sinal digitalEditar

 
Placa de inauguração da torre da emissora, quando ainda se chamava TV Rio, no Morro do Sumaré em 2012
Canal virtual Canal digital Resolução de tela Programação
13.1 39 UHF 1080i Programação principal da RecordTV Rio / RecordTV

Em 8 de outubro de 2012, todos os programas produzidos pela emissora passaram a ser exibidos em alta definição.[32]

Transição para o sinal digital

Com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a RecordTV Rio, bem como as outras emissoras da cidade do Rio de Janeiro, cessou suas transmissões pelo canal 13 VHF em 22 de novembro de 2017, seguindo o cronograma oficial da ANATEL.[33] A emissora cortou a transmissão às 23h59, durante a transmissão do Gugu. Durante o intervalo do programa, foi exibido um informativo sobre a TV digital apresentado por Fábio Porchat, e logo em seguida foi inserido o slide do MCTIC e da ANATEL sobre o switch-off.

ProgramaçãoEditar

Além de retransmitir a programação nacional da RecordTV, a RecordTV Rio produz os seguintes programas:

EquipeEditar

Membros atuaisEditar

Jornalistas e apresentadores
Repórteres
  • Adriana Oliveira
  • Adriana Rezende
  • Aline Pacheco
  • Anabel Reis
  • Bruna Dealtry
  • Carolina Novaes
  • Dennes Queiroz
  • Diana Rocha
  • Fábio Ramalho
  • Fernanda Sanches
  • Filipe Figueira
  • Jefferson Monteiro
  • João Pedro Barrocas
  • Karla Chaves
  • Leonardo Ach
  • Lívia Mendonça
  • Mariana Bispo
  • Mateus Koelzer
  • Michele Maia
  • Micheli Rosa
  • Monique Bittencourt
  • Munike Moret
  • Rael Policarpo
  • Renata Loures
  • Rodrigo Viana
  • Sérgio Frias
  • Sylvestre Serrano
  • Tiago Américo
  • Vanessa Libório
  • Vinicius Assis

Membros antigosEditar

RetransmissorasEditar

Referências

  1. a b c Cezimbra, Márcia (27 de janeiro de 1987). «Breve no ar, a TV Rio». Jornal do Brasil. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  2. a b Cezimbra, Márcia (8 de março de 1988). «Em busca de um lugar ao Sol». Jornal do Brasil. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  3. a b «De Volta». Jornal do Brasil. 23 de maio de 1987. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  4. «Repórteres, Locutores, Câmeras: Ação!». Jornal do Brasil. 4 de março de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  5. «Pastor Batista reabre TV Rio». Jornal do Brasil. 24 de abril de 1987. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  6. «Hoje no ar a TV Rio com culto ecumênico». Jornal do Brasil. 26 de março de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  7. «TV Rio inicia nova fase com festa evangélica no Maracanã». Jornal do Brasil. 27 de março de 2018. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  8. «TV Rio abre hoje a sua programação». O Globo. 1 de junho de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  9. a b «Walter Clark se demite da direção da TV Rio». O Globo. 25 de junho de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  10. Maria, Cleusa (5 de março de 1988). «TV Rio, uma opção entra no ar». Jornal do Brasil. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  11. Rónai, Cora (3 de junho de 1988). «Enfim, o rádio com figurinhas!». Jornal do Brasil. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  12. «Não veja esse programa». Jornal do Brasil. 6 de junho de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  13. «TV Rio sem destino». Jornal do Brasil. 28 de junho de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  14. «TV Rio faz acordo e passa a integrar o Grupo Múcio Athayde». Jornal do Brasil. 6 de julho de 1988. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  15. «TV Grana». Jornal do Brasil. 6 de fevereiro de 1992. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  16. Souza, Ana Cláudia (25 de abril de 1992). «Record chega aos cariocas pelas ondas da TV Rio». Jornal do Brasil. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  17. «Programa TOP TV, O Retorno». Nerdmor.com. 8 de abril de 2012. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  18. «Inquérito vai apurar venda de TV no Rio». Folha de S.Paulo. 6 de fevereiro de 1996. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  19. Lobato, Elvira (11 de agosto de 1996). «FHC autoriza transferência de TVs da Igreja Universal». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de setembro de 2018. 
  20. «Record TV inaugura nova sede no Rio de Janeiro». RecordTV. 16 de dezembro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2016. 
  21. Sadok, Marcus (25 de abril de 2014). «Wagner Montes retorna ao "Balanço Geral" vespertino; Forcolen vai para manhãs». RD1. Consultado em 26 de abril de 2014. 
  22. Falcheti, Fabrício (5 de agosto de 2014). «Rogério Forcolen deixa a Record; contrato iria até 2016». Na Telinha - UOL. Consultado em 6 de agosto de 2014. 
  23. Rangel, Eduardo (5 de agosto de 2014). «Após saída de Rogério Forcolen, Record Rio já define sua substituta». Na Telinha - UOL. Consultado em 6 de agosto de 2014. 
  24. «Tino Júnior é o novo contratado da Rede Record». Portal Correio. 10 de setembro de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2014. 
  25. Cunha, Breno (29 de setembro de 2014). «Apresentador canta repórter ao vivo, na Record: "Sonhei com você essa noite"». RD1. Consultado em 2 de dezembro de 2014. 
  26. «Após brincadeira com repórter, Tino Junior ganha mais espaço na Record». 02-10-2014. 2 de outubro de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2014. 
  27. Vaquer, Gabriel (4 de outubro de 2014). «Record Rio contorna situação e apresentadores ficam; clima no canal é ruim». Na Telinha - UOL. Consultado em 2 de dezembro de 2014. 
  28. Vaquer, Gabriel (26 de abril de 2016). «Tino Júnior assumirá lugar de Luiz Bacci no "Balanço Geral" e "SP no Ar"». NaTelinha - UOL. Consultado em 7 de maio de 2016. 
  29. «Gustavo Marques passa a apresentar o RJ no Ar e Tino Jr., o Balanço Geral RJ a partir desta sexta». R7. 14 de dezembro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2016. 
  30. «Após 6 meses, Wagner Montes comemora volta à TV e mostra novo visual». BOL. 24 de julho de 2017. Consultado em 25 de julho de 2017. 
  31. Vaquer, Gabriel (24 de janeiro de 2018). «Depois de São Paulo, Record confirma cancelamento do jornal RJ Record; BA Record continua no ar». Observatório da Televisão. Consultado em 27 de janeiro de 2018. 
  32. Chagas, Anderson (9 de outubro de 2012). «Record Rio passa a exibir seus programas locais em HD». TVs do RJ. Consultado em 8 de outubro de 2012. 
  33. Castro, Daniel (23 de outubro de 2017). «No quintal da Globo, TV digital falha e apagão analógico é adiado». Notícias da TV - UOL. Consultado em 27 de outubro de 2017. 

Ver tambémEditar

BibliografiaEditar

Ligações externasEditar