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Regina Casé
Nome completo Regina Maria Loureiro Barreto Casé
Nascimento 25 de fevereiro de 1954 (65 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileira
Ocupação Atriz, comediante e apresentadora de televisão
Cônjuge Hamilton Vaz Pereira (1973-1977)

Luíz Zerbini (1983-1996)
Estêvão Ciavatta (1999-presente)

Outros prêmios
Festival de Sundance de Melhor Atriz
2015 - Que Horas Ela Volta?

2013 - OMC - cavaleiro (grau)

ReginaCasé.com.br Página oficial

Regina Maria Loureiro Barreto Casé (Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 1954) é uma atriz, comediante e apresentadora de TV brasileira.

Índice

BiografiaEditar

Nascida e criada em Botafogo, é filha do escritor Geraldo Casé e de Heleida Barreto. Seus avós paternos eram Graziela e do radialista pernambucano Ademar Casé. Ele foi um dos pioneiros na chegada da rádio ao Brasil. Os pais de Regina se desquitaram em 1964, e Geraldo casou-se novamente, indo morar em São Paulo. Regina ficou no Rio com a mãe e as duas irmãs, Patrícia, nascida em 9 de janeiro de 1958 e Virgínia, nascida em 2 de janeiro de 1959. Regina é a filha mais velha e conta que sentia ciúme das irmãs ainda pequenas. Alguns anos mais tarde sua mãe casou-se novamente, dessa vez com um português de Lisboa, que era comandante da TAP (Linhas Aéreas Portuguesas). Regina, já adolescente, não queria se afastar de seus amigos e parentes, e quis ficar no Rio de Janeiro. Sua mãe, o padrasto e as irmãs se mudaram para Portugal, onde residem até hoje na cidade de Sintra.

Nessa época, Regina foi morar com sua melhor amiga, que também era sua vizinha em Botafogo. Depois de 6 meses, decidiu se mudar para a casa de suas tias-avós Maria Amélia e Julinha, em Copacabana. Regina sempre foi muito próxima as suas tias-avós, em especial Julinha, tendo sido criada por elas até ficar adulta.

Regina fez o maternal no Colégio Ofélia de Agostini, e depois o primário e o ginásio no Colégio Sacre-Coeur de Marie, tradicional escola de freiras em Copacabana. Não gostava de ir a escola na infância, mas conta que apesar da rigidez disciplinar, tirava boas notas e sempre amou ter sido educada em um colégio religioso. O atual ensino médio, na época chamado de ensino secundário, cursou no Colégio Rio de Janeiro, tendo concluído em 1973. No ano seguinte passou em Comunicação Social para a UFF e também foi aprovada para a PUC, mas preferiu se dedicar ao teatro.[1]

CarreiraEditar

 
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a artista Regina Casé, e a presidente Dilma Rousseff, durante da entrega da Ordem do Mérito Cultural 2012, em cerimônia no Palácio do Planalto.

Em 1970, aos 16 anos, Regina Casé entrou para o curso de teatro de Sergio Britto, onde conheceu seu primeiro marido. Aos 20 anos, já familiarizada no curso, Regina fundou com os amigos que fez lá Hamilton Vaz Pereira, Jorge Alberto Soares, Luiz Arthur Peixoto e Daniel Dantas um grupo teatral, no qual batizaram de Asdrúbal Trouxe o Trombone, que movimentou o cenário cultural carioca no final dos anos 1970. Entre os trabalhos do grupo, destacam-se a adaptação de O Inspetor Geral, de Nikolai Gogol, feita em 1974, e que rendeu o Prêmio Governador do Estado de atriz revelação à Regina Casé, a peça Trate-me Leão (1977), de Hamilton Vaz Pereira, pela qual recebeu o Prêmio Molière. Ainda na década de 70 fez sua estreia no cinema, participando do filme Chuvas de Verão (1978), de Cacá Diegues. Sua carreira inclui atuações em clássicos do cinema brasileiro como Eu Te Amo (1981), de Arnaldo Jabor; Os Sete Gatinhos (1980), de Neville de Almeida; O Segredo da Múmia (1982), de Ivan Cardoso; e A Marvada Carne (1985), de André Klotzel. Também atuou nos filmes Cinema Falado (1986), de Caetano Veloso; Luar sobre Parador (1988), de Paul Mazursky; O Grande Mentecapto (1989), de Oswaldo Caldeira; e Eu, Tu, Eles (2001), de Andrucha Waddington. Sua estreia na televisão aconteceu na Rede Globo em 1983, com uma participação na novela Guerra dos Sexos, de Sílvio de Abreu. Naquele ano, trabalhou ainda no seriado infantil Sítio do Pica Pau Amarelo, então dirigido por seu pai, Geraldo Casé. Em 1984, integrou o elenco de Vereda Tropical, de Carlos Lombardi e participou do infantil Plunct, Plact, Zuuum.

Também nessa época, integrou o elenco do humorístico Chico Anysio Show. Em 1986, ganhou seu primeiro personagem de grande sucesso em telenovelas, a Albertina Pimenta, ou simplesmente Tina Pepper, de Cambalacho, escrita por Silvio de Abreu. Tina Pepper foi criada especialmente para a atriz e fez tanto sucesso que Regina Casé chegou a se apresentar com a personagem no Cassino do Chacrinha (1982). Essa personagem a fez ter fama internacional, já que os outros países vibravam com o jeito divertido de Tina. Tornou-se nacionalmente conhecida com o programa TV Pirata, humorístico criado em 1988 com a proposta de satirizar a própria televisão. Passou a fazer muito sucesso com comédia, por ser simpática e estar sempre divertindo as pessoas. Em abril de 1991, estreou o Programa Legal, comandado por ela e Luiz Fernando Guimarães, com direção de Guel Arraes e Belisário Franca. Idealizado por Regina Casé e pelo antropólogo Hermano Vianna, o programa misturava documentário, ficção e humor, e ganhou o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria humor. Na mesma época, atuou na peça Nardja Zulpério, monólogo escrito por Hamilton Vaz Pereira e que ficou em cartaz durante cinco anos. Em 1992, foi eleita a melhor comediante do ano pelo júri do Troféu Imprensa, que também premiou o Programa Legal como melhor humorístico da televisão. Apesar da grande repercussão, o programa deixou de ser produzido em dezembro daquele mesmo ano. Sua equipe, porém, passaria a produzir o quadro Na Geral, exibido pelo Fantástico a partir de 1994. Ao longo de sua trajetória na Rede Globo, também participou de programas especiais da emissora, como a comemoração dos 25 anos d'Os Trapalhões, em 1991, e o show anual de Roberto Carlos, em dezembro de 1993, em que representou uma tiete do cantor.

Em dezembro de 1992, a Rede Globo transmitiu o especial Brasil Legal, que seria a atração seguinte comandada por ela na emissora, a partir de maio de 1995. Com o programa, Regina Casé viajava o país para mostrar lugares e tipos interessantes ou inusitados, quase sempre anônimos. Criado pelo núcleo de produção do diretor Guel Arraes com o objetivo de explorar a veia humorística da atriz, acabou se tornando uma espécie de documentário semanal de costumes e incluía também viagens ao exterior. O programa foi dirigido por diferentes nomes, como Sandra Kogut, João Alegria, Luís Felipe de Sá, Alberto Renault e Estevão Ciavatta. Pela redação do Brasil Legal passaram Pedro Cardoso, Cláudio Paiva, Jorge Furtado, Hermano Vianna, Guel Arraes, entre outros. Em 1997, fez uma participação no quadro Vida ao Vivo Show, apresentado no Fantástico por Luiz Fernando Guimarães e Pedro Cardoso, que daria origem ao programa exibido pela Rede Globo entre 1998 e 1999. O término do Brasil Legal, em 1998, foi imediatamente seguido da estreia de Muvuca em 1999, programa semanal comandado por ela e produzido pelo núcleo de Guel Arraes. Muvuca misturava talk-show e reportagens especiais, unindo pessoas de diferentes universos. Famosos e anônimos eram convidados a participarem juntos do mesmo programa, que tinha como característica a espontaneidade e informalidade, marcas da apresentadora. Não havia um tema definido, nem um roteiro fixo. A edição final aproveitava as situações mais espontâneas e as melhores informações dos entrevistados. O programa, no entanto, ao contrário do Brasil Legal, foi retirado do ar no final de 2000, por baixa audiência. As experiências do Programa Legal e do Brasil Lega geraram séries educativas, como o Escola Legal, dentro do projeto Tele Escola (1996), da Fundação Roberto Marinho, e o Histórias do Brasil Legal (1998), para o canal Futura.

A partir de 2001, também para o Futura, Regina Casé e o diretor Estevão Ciavatta, passaram a produzir o programa Um pé de quê?, contando histórias sobre as origens e as características de diversas árvores. Depois de quinze anos sem atuar em novelas, participou de As Filhas da Mãe em 2001, de Sílvio de Abreu, Alcides Nogueira e Bosco Brasil, com a colaboração de Sandra Louzada. Também em 2001, apresentou Que História é Essa?, especial de fim de ano exibido pelo Canal Futura, no qual abordava histórias ocorridas com pessoas comuns, noticiadas no mesmo dia de acontecimentos históricos. Com parte de sua ação ambientada na Biblioteca Nacional, o especial voltou a ser produzido em dezembro de 2002, quando foi exibido no Fantástico. Em 2002, estreou como autora e diretora de televisão, ao lado do cineasta Fernando Meirelles, com o episódio "Uólace e João Victor", que deu origem ao seriado Cidade dos Homens do mesmo ano. Estrelado pela dupla de atores Darlan Cunha e Douglas Silva, Laranjinha e Acerola, o seriado mostrava o cotidiano de dois meninos numa favela carioca e teve outros três episódios assinados por Regina Casé: Tem Que Ser Agora (2003), Pais e Filhos (2004) e As Aparências Enganam (2005). Em 2003, apresentou Cena Aberta, de Jorge Furtado, Guel Arraes e da própria Regina, programa produzido pela TV Globo em parceira com a Casa de Cinema, de Porto Alegre. A atração ganhou Menção Especial no Festival Tout Écran, competição internacional de filmes e televisão, na Suíça. A série de quatro episódios foi premiada na categoria "Séries, Coleções e Dramas de Longa Metragem". Também levou o prêmio de melhor programa de televisão da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2004, esteve à frente de São Paulo de Piratininga, série de reportagens exibida pelo Fantástico em comemoração aos 450 anos de fundação da cidade.

Durante o ano de 2006, comandou o Central da Periferia, programa de auditório ao ar livre voltado exclusivamente para a produção cultural das regiões menos favorecidas do país. A mesma equipe de produção do Central da Periferia era responsável pelo quadro Minha Periferia, exibido semanalmente, aos domingos, no Fantástico. Em 2007, atuou pela primeira vez em uma minissérie, Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, de Glória Perez. Com a série de reportagens Minha Periferia é o Mundo, voltou a apresentar um quadro no Fantástico, focalizando a vida dos grandes centros urbanos, agora não só do Brasil, mas do mundo. Em 2008, faz uma Participação Especial como a Apresentadora Eunice Jardim no Remake de Ciranda de Pedra. Em 2009, a biografia dela foi enredo da escola de samba de São Paulo Leandro de Itaquera. No mesmo ano, participou na minissérie Som & Fúria (Rede Globo) e no quadro do Fantástico, Vem com Tudo, além de fazer participação especial no programa Papai Noel Existe. Em 2011, Regina iniciou um novo programa dominical na Globo, o Esquenta!, que na estreia marcou 17 pontos de audiência. Com direção de Guel Arraes, Estevão Ciavatta, Leonardo Netto, Monica Almeida e Mário Meirelles, a atração traz várias personalidades da música brasileira, em um estilo animado e despojado. No programa, a apresentadora continua sua ligação com a periferia, trazendo atrações musicais e entrevistas com diversos personagens. Desde sua estreia, o programa já é um sucesso de público e tem se destacado pelo improviso e pela informalidade. Em 2014, o programa, que conta com a participação dos sambistas Péricles, Arlindo Cruz e Xande de Pilares, ganhou uma versão ao vivo durante a Copa do Mundo e alcançou o prestígio da emissora e do público, mantendo a liderança com média de 14 pontos, segundo Ibope.

O Canal Futura exibiu no mesmo ano a nova edição do programa Um Pé de Quê?. Realizada pela Pindorama, com apresentação de Regina Casé e direção de Estevão Ciavatta, a atração contou com sete episódios inéditos da temporada que resgatou a trajetória das “árvores viajantes” da época das grandes navegações europeias, quando espécies de vários continentes foram difundidas pelo mundo.

Além do Esquenta!, em 2014 Regina voltou as telonas. Em Made in China, de Estevão Ciavatta, a atriz vive Francis, vendedora em uma das lojas do Saara que tenta entender porque as mercadorias chinesas da concorrência são as mais baratas do centro comercial do Rio de Janeiro. A produção marcou a estreia do cantor Xande de Pilares como ator e esteve em cartaz nos principais cinemas do país, com a participação dos globais Juliana Alves e Otávio Augusto.

Inspirado na tradicional relação entre empregados e empregadores, Regina Casé interpretou a pernambucana Val, no longa Que Horas Ela Volta?, dirigido por Anna Muylaert, e mostrando a realidade das domésticas nordestinas que tentam a vida em São Paulo. O drama participou no ano de 2014 da sessão Carte Blanche do Festival Internacional de Cinema de Locarno, um importante evento que acontece anualmente na Suíça. Em 2015, o longa teve seu lançamento nos cinemas brasileiros, foi indicado ao Festival Internacional de Berlim, levando o prêmio do público na categoria melhor filme na mostra paralela Panorama, e rendeu à Regina e Camila Márdila o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sundance, nos Estados Unidos.

Em 2015, Regina Casé ainda celebra os 15 anos de Um Pé de Quê?. Em comemoração a data, a atração é reexibida com 155 episódios gravados em diversos lugares, do umbuzeiro típico da caatinga à sakura (cerejeira) do Japão. Regina ainda apresentou junto ao marido e diretor do programa, Estevão Ciavatta, um painel no RioContentMarket – um dos maiores eventos do mundo dedicado ao mercado audiovisual.[2][3] Em 2019, além de voltar aos palcos após 25 anos com o monólogo Recital da Onça, Regina voltará a atuar em novelas em Amor de Mãe, trama de Manuela Dias para o horário nobre da Rede Globo. Ela será uma das protagonistas da trama e viverá uma mãe que mora em Minas Gerais, mas se muda para o Rio de Janeiro atrás de seu filho, separado da mesma pelo pai.[4]

Vida pessoalEditar

De 1973 a 1977 Regina viveu junto com seu primeiro namorado, o diretor de teatro Hamilton Vaz Pereira. De 1977 a 1982 namorou com o ator Carlão Teixeira. No mesmo ano de sua separação conheceu o artista plástico Luiz Zerbini. Com um ano de namoro foram viver juntos. Em 1986 casaram-se oficialmente. Juntos, tiveram uma filha, chamada Benedita Casé Zerbini, nascida no Rio de Janeiro, em 19 de junho de 1989. O casal divorciou-se em 1996.[5] Após outros relacionamentos, conheceu em 1998 o diretor artístico Estevão Ciavatta. Os dois casaram-se em 1999, em uma cerimônia especial para Regina: Com ele foi a primeira vez que se casava no religioso, além do cartório.

Regina e Estevão se casaram no Rio de Janeiro, na Igreja de Nossa Senhora da Glória, a mesma igreja onde os pais de Regina casaram-se, em que Regina se batizou e fez a primeira comunhão. Regina sempre quis casar-se na igreja, sempre foi católica, gosta de orar aos santos e de ler histórias deles. O casal, no começo, moraram em casas separadas, mas depois de alguns meses foram morar juntos. Em 2008 perdeu seu pai, Geraldo Casé, que faleceu de problemas cardíacos. Algum tempo depois, Estevão, seu marido, sofreu um grave acidente, montando a cavalo. Ele quase ficou tetraplégico, e esses fatos a fizeram ficar um bom tempo afastada da mídia televisiva.[6] Após bastante tempo fazendo tratamento de fertilização para engravidar do marido, tendo sofrido quatro abortos espontâneos, descobriram possuir incompatibilidade genética. Regina e Estevão, então, entraram na fila de adoção, e em 2013 conseguiram adotar um menino, a quem batizaram de Roque Casé Ciavatta.

TelevisãoEditar

Novelas
Ano Título Papel
1983 Guerra dos Sexos Carlotinha Bimbatti
1984 Vereda Tropical Clotilde Barbosa
1986 Cambalacho Albertina Pimenta (Tina Pepper)
2001 As Filhas da Mãe Rosalva Rocha Cavalcante
2008 Ciranda de Pedra Eunice Jardim
2012 Cheias de Charme Ela mesma
2020 Amor de Mãe Lourdes[7][8][9]
Minisséries e Seriados
Ano Título Personagem
1983 Sítio do Picapau Amarelo
2007 Amazônia, de Galvez a Chico Mendes Maria Ninfa
2009 Som & Fúria Graça
Especiais
Ano Título Papel
1984 Plunct, Plact, Zuuum... 2 Madrasta de Marinela
1986 Os Trapalhões Cleópatra
1991 Especial Escolinha do Professor Raimundo: 25 Anos dos Trapalhões Dona Bela
1993 Roberto Carlos Especial Tiete do Rei
1994 Programa de Auditório
1997 Vida ao Vivo Show Participação especial
2001 Os Normais, Ler é Normal Leonora Vorski
Que história é essa? (Canal Futura)
2002 Cidade dos Homens, Uólace e João Victor Marilene da Silva
2003 Cidade dos Homens, Tem que ser agora Marilene da Silva
Fantástico 30 Anos - Humor Apresentadora
2004 Cidade dos Homens, Pais e filhos Marilene da Silva
2005 Cidade dos Homens, As aparências enganam Marilene da Silva
Cidade dos Homens, Em Algum Lugar do Futuro Ela mesma
2010 Papai Noel Existe Francis
Especiais
Ano Título Papel
1980 Sexo sem Fronteira
1982 Chico Anysio Show Neide Taubaté
1986 Os Trapalhões Várias personagens
1988/1992 TV Pirata . Maria Helena, Dinalda, Mãe Repórter e Cabocla Jupira
1991/1992 Programa Legal Apresentadora
1995/1998 Brasil Legal
1998/2000 Muvuca
2001 Um Pé de Quê?
2003 Cena Aberta
2006 Central da Periferia
2011/2017 Esquenta!
Séries
Ano Título Papel
1994 Na Geral (Fantástico) Ela mesma
1996 Escola Legal (Canal Futura) Ela mesma
1998 Histórias do Brasil Legal (Canal Futura) Ela mesma
2002 Que história é essa? (Fantástico)
2004 São Paulo de Piratininga (Fantástico)
2006 Minha Periferia (Fantástico) Ela mesma
2007 Minha Periferia É o Mundo (Fantástico) Ela mesma
2009 Vem com Tudo (Fantástico) Ela mesma
2016 Fonte da Juventude (Fantástico) Ela mesma

TeatroEditar

CinemaEditar

Prêmios e indicaçõesEditar

PrêmioEditar

  Premio Iberoamericano de Cine Fénix

  • Melhor Atriz (indicada): 2015[12]

  Associação Paulista dos Críticos de Arte

  Prêmio Extra de Televisão

  • Apresentadora do Ano (indicada): 2014

  Festival de Cartagena

  Festival Sundance de Cinema

  Seattle International Film Festival

  • Melhor Atriz (4º lugar): 2015[16]

  Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

  • Melhor Atriz: 2016[17]

Referências

  1. «Regina Casé POR HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO». Consultado em 29 de junho de 2010 
  2. «Programa 'Um Pé de Quê?' celebra 15 anos no Canal Futura - O Dia - iG 31 de março de 2015». O Dia. Consultado em 7 de novembro de 2016 
  3. «Regina Casé fala sobre 'Um pé de quê?' no RioContentMarket». Consultado em 7 de novembro de 2016 
  4. TV, Notícias da (1 de fevereiro de 2019). «Regina Casé será mãe sofredora em sua volta às novelas após 18 anos». Notícias da TV. Consultado em 24 de abril de 2019 
  5. «Regina casé e estevão volta ao altar». Consultado em 29 de julho de 2010 
  6. Regina Fina, Folha de S. Paulo
  7. Patrícia Kogut (26 de maio de 2018). «Regina Casé será mãe de Cauã Reymond na novela 'Troia'». O Globo. Consultado em 26 de maio de 2018 
  8. «Amor de Mãe: Conheça a história central da novela de Manuela Dias». Observatório da Televisão. 13 de fevereiro de 2019. Consultado em 22 de fevereiro de 2019 
  9. Dia, O. (19 de abril de 2019). «Regina Casé diz que não sabe de onde veio sua fama ruim». O Dia - Diversão. Consultado em 22 de abril de 2019 
  10. Cinemateca Brasileira, O Segredo da Múmia ... participação especial (vítima do Professor) [em linha]
  11. Danilo Perelló (5 de novembro de 2014). «Com Regina Casé e Xande de Pilares, filme 'Made in China' retrata com bom humor a Saara». Extra. Consultado em 5 de novembro de 2014 
  12. «Prêmio Fenix 2015: Vencedores» 
  13. «Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1986». Consultado em 29 de julho de 2010 
  14. «Associação Paulista de Críticos de Artes premia Que Horas Ela Volta? e Guilherme Fontes». AdoroCinema. plus.google.com/105546701654529473289/. Consultado em 4 de dezembro de 2015 
  15. «Festival de Cartagena 2001». Consultado em 29 de julho de 2010 
  16. «SEATTLE INTERNATIONAL FILM FESTIVAL ANNOUNCES AUDIENCE & COMPETITION AWARDS». Seattle International Film Festival. 7 de junho de 2015. Consultado em 4 de dezembro de 2015 
  17. «Regina Casé é eleita a Melhor Atriz no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro». O Povo. www.opovo.com.br/. Consultado em 6 de outubro de 2016 

Ligações externasEditar