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Memorial aos que morreram a tentar cruzar o Muro de Berlim perto do Checkpoint Charlie, fotografia de 2004-05.

"Republikflucht" (em alemão: fuga da república ) e "Republikflüchtling(e)" (em alemão: fugitivos da república ) foram os termos usados pelas autoridades da República Democrática Alemã (RDA - Alemanha Oriental) para descrever o processo e as pessoas que o faziam, de deixar a RDA para viver na Alemanha Ocidental ou em qualquer outro país ocidental (ou seja, não pertencente ao Pacto de Varsóvia).

O termo aplica-se tanto às deserções em massa de milhões de alemães que puderam deixar a zona de ocupação soviética e depois a RDA antes da construção do Muro de Berlim (13 de agosto de 1961), como aos milhares que empreenderam a perigosa tentativa de cruzar ou o Muro de Berlim ou o resto da fronteira interna alemã, e aos que conseguiram obter vistos de saída temporária e não regressaram à RDA no período de 1961 a 1989.

Pensa-se que o total de pessoas que deixaram a zona de ocupação soviética e a RDA entre 1945 e 1961 foi entre 2,5 e 3 milhões.[carece de fontes?] Várias centenas de Republikflüchtlinge foram abatidos e cerca de 75000 foram apanhados e aprisionados[carece de fontes?].