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Disambig grey.svg Nota: Para a ribeira localizada nos Açores, veja Ribeira da Laje.
Ribeira da Laje
Rio de Mouro
Ribeira da Estribeira
Rio das Parreiras
Ribeira de Oeiras
Ribeira da Laje, Oeiras. Outubro 2017.jpg

Ribeira da Laje em Oeiras.

Localização
País
Hidrografia
Tipo
Distrito
Maior cidade
Nascente
Altitude da nascente
176 m
Afluentes
esquerda
Ribeira da Azenha
Ribeira do Marmelo
Ribeira de Polima
Ribeira do Arneiro
Afluentes
direita
Ribeira da Estribeira
Ribeira de Talaíde
Ribeira de Leião
Caudal máximo
12 26 m³/s
Débito mínimo
0 01 m³/s
Foz

A ribeira da Laje é uma ribeira portuguesa que nasce na zona do Casal de São José e da Urbanização do Pinhal, em Mem Martins, na encosta oriental da Serra de Sintra. No seu percurso de quase 16 quilómetros, atravessa três concelhos e desagua no Estuário do Tejo, na extremidade poente da Praia de Santo Amaro de Oeiras. O seu troço inicial denomina-se ribeira da Laje até convergir com a ribeira do Marmelo, quando passa a ser conhecida por ribeira da Estribeira. Após a sua passagem por Talaíde, e por todo o seu troço final, adquire o nome de rio ou ribeira das Parreiras. Foi também conhecido como o rio de Mouro, epónimo da vila por onde passa.[1] Tem como principais afluentes as ribeiras de Talaíde, Leião e Arneiro.

Está classificada pela Agência Portuguesa do Ambiente como tendo um histórico de má qualidade da água[2], sendo que esta se concentra, durante os períodos intersticiais de maré enchente e vazante, na praia de Santo Amaro e atingindo a Praia da Torre em períodos de maré vazante.[3] A sua bacia apresenta cerca de metade do território coberto por núcleos urbanos descontínuos, com atividades industriais e comerciais a norte, e o aproveitamento agrícola dos restantes territórios desta bacia.[3]

Foi junto à sua foz que o Marquês de Pombal mandou construir o seu palácio.

Referências

  1. 500 anos do Foral Manuelino de Cascais (PDF). Col: Coleção Memórias Digitais de Cascais. Cascais: Câmara Municipal de Cascais. 2014. ISBN 978-972-637-267-7. […] possuir propriedades em Asfamil e «além e aquém da água do dito Rio de Mouro» 
  2. Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (2012). «Perfil de Água Balnear de Santo Amaro de Oeiras» (PDF). Agência Portuguesa do Ambiente 
  3. a b Aplicação do Modelo SWAT ao estudo hidrológico das Ribeiras da Costa do Estoril (PDF). [S.l.: s.n.] 2009 

Ligações externasEditar