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Ricardo Carriço

Ricardo Carriço
Nascimento 20 de agosto de 1964 (54 anos)
Cascais, Cascais
Nacionalidade Portugal portuguesa
Ocupação actor e cantor
Cônjuge Inês Vieira da Cruz Jordão (divorciados)
Emmys
Emmy Internacional ganho por Laços de Sangue, para a melhor telenovela de 2011

Ricardo Jorge Carriço de Carvalho[1] (Cascais, Cascais, 20 de Agosto de 1964), é um actor e cantor português.

Índice

BiografiaEditar

Filho de José de Carvalho e de sua mulher Elisa Carriço, tem um irmão João. Frequentou as oficinas de pintura no Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais e no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Fez o curso de Design de Interiores de Equipamentos Gerais, no IADE.

Viveu em Angra do Heroísmo dos 15 aos 18 anos. A moda aparece na sua vida no liceu, quando uma amiga o convidou para fazer uma passagem de modelos de escola, para angariar dinheiro para a viagem de finalistas.[2]

CarreiraEditar

Manequim durante a década de 80 e princípios de 90, fundou em 1985 os "Ibéria" banda composta por Paulo Alcobia Neves (teclas), Carlos Brito de Sá (baixo) e Artur Almaça (bateria) dando-se a conhecer através da televisão como apresentador do programa informativo da RTP2 Lusitânia Expresso de Paulo Miguel Fortes. Ligado maioritariamente à televisão, foi intérprete nas séries televisivas Claxon (1990) e A Grande Mentira (1990), começando a aparecer regularmente em novelas como Cinzas, Verão Quente, Filhos do Vento, A Grande Aposta entre outras, e mais tarde nas séries Major Alvega (1998), Médico de Família (1999) ou Querido Professor (2000).

Regular no teatro, estreou-se em Ricardo II, de William Shakespeare, sob a direcção de Carlos Avilez no Teatro Nacional D. Maria II, após o que integrou o elenco de Odeio Hamlet, de Paul Rudnick (encenado por Diogo Infante no Teatro Villaret). Foi dirigido por Fernanda Lapa nas peças Sétimo Céu, de Caryl Churchil; Callas, O Mito Absoluto (Expo98) e Coco Chanel - Uma Mulher Fora do Tempo (Coliseu do Porto), de Fernanda Lapa; Mulheres ao Poder, adaptado de Aristófanes. Interpretou Bertolt Brecht em A Queda do Egoísta Johan Fatzer dirigido por Jorge Silva Melo (Artistas Unidos), trabalhou com Maria Emília Correia em Auto da Cananeia de Gil Vicente e participou na comédia Picasso e Eistein de Steve Martin, encenado por por Rui Mendes no Teatro da Trindade. Disse poesia em espectáculos de Gastão Cruz para a Fundação Gulbenkian. No cinema participou em Trança Feiticeira co-produção internacional realizada por Yuanyuan Cai, entre vários filmes para a televisão.

Na sua autobiografia, "A Verdade de Cada Um", lançada em junho de 2018, Ricardo Carriço descreve um período da sua vida em que esteve viciado em cocaína[3].

É também conhecido por dar voz ao deus da guerra Kratos na versão portuguesa da franquia de videojogos God of War, papel que assumiu em God of War III.

CasamentoEditar

Casou civilmente com Inês Vieira da Cruz Jordão (Lisboa, 15 de Outubro de 1969), de quem foi segundo marido e de quem se divorciou, sem geração.

TelevisãoEditar

FilmografiaEditar

VideojogosEditar

DiscografiaEditar

Álbum de EstúdioEditar

  • 2014 O Meu Mundo EP
    • 1- Tu
    • 2- Amigos
    • 3- O Meu Mundo
    • 4- Sou do Mar
    • 5- Lágrima Lusitana
    • 6- Cru

Referências

  1. «Certidão de lista de associadas da Audiogest» (pdf). IGAC/Ministério da Cultura. 25 de julho de 2007. Consultado em 1 de Janeiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 24 de Dezembro de 2013 
  2. Revista Notícias Magazine n.º 1213, 23 de Agosto de 2015. Ricardo Carriço, pág. 26.
  3. Diário de Notícias
  4. pplware.sapo (16 de abril de 2013). «Análise God of War Ascension». Consultado em 5 de abril de 2018 
  5. IGN (8 de abril de 2018). «Ricardo Carriço comenta como foi regressar a Kratos». Consultado em 5 de abril de 2018