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Disambig grey.svg Nota: Se procura o clássico de Santa Maria, Rio Grande do Sul, veja Rio-Nal (Rio Grande do Sul).
Rio-Nal
Rio Negro 47 vitória(s), 159 gol(s)
Nacional 76 vitória(s), 237 gol(s)
Empates 63
Total de jogos 186
Total de gols 396
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Rio-Nal é a denominação do maior clássico do futebol amazonense e o mais antigo da Região Norte.[1] É disputado entre o Atlético Rio Negro Clube e o Nacional Futebol Clube, os dois maiores clubes do estado do Amazonas, ambos da cidade de Manaus.

Índice

Rio x Nal, os papões de títulosEditar

No Amazonas, Nacional e Rio Negro são os maiores campeões estaduais, somando 57 títulos dos 96 campeonatos disputados. Quando estes se enfrentam, o confronto recebe o nome de Rio-Nal, simplesmente o clássico mais antigo do Amazonas, da Região Norte e ainda um dos mais antigos do Brasil, o clássico foi o principal atrativo de lazer de Manaus até o inicio dos anos 90, quando estes causavam grande movimento na cidade de Manaus, pois eram e ainda são os clubes de maior torcida do estado do Amazonas, na maioria dos jogos o Vivaldão lotava os seus mais de 40.000 lugares até então, até 1992, raramente os públicos eram inferiores a 20 mil.

A rivalidade era forte, quem tivesse a ousadia de passar na torcida rival levava um "banho de urina" ou levada uma "pedrada" de laranja, qualquer coisa do tipo, como escoroes, bandeiradas e ameaças. Mas, em todo o histórico, não se tem noticias de casos de agressões mais fortes ou de brigas generalizadas. O caso mais ameaçador de que se tem noticia foi a de uma decisão onde os torcedores nacionalinos invadiram o campo e tomaram e quebraram a taça que estava nas mãos do elenco e dos dirigentes rionegrinos, sendo que a policia precisou intervir para evitar confrontos e brigas de proporções maiores.

Apesar do crescimento repentino de vários clubes na cidade de Manaus, o Rio-Nal ainda é considerado por uma grande maioria dos entendedores do futebol como o maior Clássico de Futebol do Amazonas, sendo que alguns o consideram o único clássico de fato dentro do estado. O confronto envolve fatores históricos, e se confunde com a própria história da cidade de Manaus, dia de RIONAL em Manaus, é dia de festa, o dia em que a cidade parava em torno dos dois gigantes para ver quem levava a melhor.

O NacionalEditar

O Nacional foi fundado em 13 de Janeiro de 1913 onde jovens se uniram a dissidentes do Manaos Sporting Club para fundar um clube de futebol. O principal símbolo do clube é a estrela azul, e seu mascote, o Leão. Disputou seu primeiro campeonato estadual em 1914, e conquistou seu primeiro titulo em 1916. Foi um dos clubes do Norte que mais participou da 1° divisão do campeonato Brasileiro, com uma das torcidas mais presentes da região. Um clube de grandes glórias e feitos para o futebol amazonense, seus símbolos são adorados por sua torcida, que é a 3º maior da Região Norte, a maior do estado do Amazonas.

O Nacional é o maior campeão do futebol amazonense, possuindo 43 títulos do Campeonato Amazonense de Futebol.

O Rio NegroEditar

Fundado em 13 de Novembro de 1913, para a prática do futebol, sua fundação foi dada apenas 10 meses após a do rival. O Galo dos barrigas preta estreou no estadual também em 1914, sendo que conquistou seu primeiro Campeonato em 1921, já quebrando uma sequencia de títulos do rival, vencendo o na final. Seu ultimo titulo conquistado foi o campeonato amazonense de 2001, e já acumula jejum de 11 anos sem títulos importantes, e 9 sem finais.

Fora do Amazonas, participou dos mais importantes torneios regionais e nacionais, somando 7 participações na divisão principal do Campeonato Brasileiro de Futebol. Sendo que possui algumas conquistas em âmbito regional.

Histórias do ClássicoEditar

O Primeiro Rio-NalEditar

O primeiro confronto entre as duas equipes ocorreu no dia 02 de Março de 1914, e foi promovido pela Liga Amazonense de Football, que até então era a entidade que comandava o futebol amazonense. O confronto válido pelo primeiro Campeonato Amazonense de Futebol foi jogado no campo do Bosque Municipal, na hoje Avenida Constantino Nery. Pela data é o confronto mais antigo entre clubes ainda em atividade de toda a região norte, sendo também um dos mais antigos do Norte-Nordeste e Centro-Oeste.

O resultado deste confronto foi de 9-0 a favor do Nacional, segundo historiadores, o Rio Negro vinha com um grupo de garotos ainda inexperientes no esporte. Os gols da segunda maior goleada da história do clássico fora todos da equipe nacionalina: 5 de Cícero, 3 de Paulo e 1 de Cazuza.[2]

A maior goleadaEditar

A maior goleada da história do clássico ocorreu no dia 19 de Abril de 1914, era o segundo confronto entre os dois e foi válido pelo returno do Campeonato Amazonense de Futebol daquele ano. O Nacional voltou a vencer o Rio Negro por placar elástico, desta vez por 12-0. O Galo jogou todo o primeiro tempo com apenas 9 jogadores em campo e terminou perdendo por apenas 1-0, já no segundo tempo, com o time completo o clube barriga preta tomou outros 11 gols.

Os marcadores dos gols do Nacional foram:

  • Cícero - 5' gols, Linares - 3' gols, Cazuza - 3' gols e Paiva - 1'gol.

A maior goleada do futebol profissional, Nacional 7-0 Rio NegroEditar

O jogo era mais uma prova da infinita crise alvinegra, o Galo na zona de rebaixamento entrou em campo sabendo que o máximo que poderia fazer era perder por poucos gols, pois, mesmo com um elenco fraco, parte do elenco titular estava desfalcando a equipe, o técnico Iane Geber Jamel, que jogou pelo clube nos anos 80 chegou a dizer que levou o time a campo para o clube não desistir do restante do campeonato.

No dia 18 de Fevereiro de 2012 em campo, o Rio Negro começou atacando, porem não resistiu muito, pois aos 16 minutos do primeiro tempo o Nacional abriu o placar com o meia Hugo, dai pra frente foi só se confirmar a goleada, o Nacional era um dos lideres do Campeonato e buscava uma boa classificação, e foi justamente o que aconteceu, o Nacional acabou sendo o campeão do 1° turno e o Rio Negro o lanterna.

18 de Fevereiro de 2012, 15:00h
Campeonato Amazonense
Nacional 7-0 Rio Negro Estádio do SESI, Manaus

Público: 567

A segunda maior goleada do profissionalismo, Rio negro 7-2 NacionalEditar

O clássico como sempre movimentou a cidade, o dia era 22 de Agosto de 1965, um domingo. o galo da Praça da Saudade vinha de uma derrota por 3-0 para o São Raimundo que era até então um clube de pequena expressão no estado, logo o clube se reforçou pois perder para o clube da colina na época não era coisa comum para o Rio Negro, ainda mais por 3-0.

Na sequencia,reforçado com Sabá Burro Preto e Edson Angelo o Rio Negro seguiu para o embate contra o Nacional, o jogo foi dominado pelo clube alvinegro que ao final do primeiro tempo já marcava 3-1. Os torcedores do Naça já culpavam o goleiro Marcus pela derrota de 3-1 que já era vergonhosa para os azulinos, segundo os torcedores o até então jovem teria ingerido bebida alcoólica antes da partida, e no seu lugar entrou o veterano Chicão para o Segundo tempo.

No segundo tempo, com outro goleiro o Nacional que esperava melhorar sua atuação se decepcionou, o Score foi aumentado para 7-2, sendo que o Nacional ficou arrasado pela tão humilhante derrota para o maior rival. Os torcedores barriga-Preta desceram a antiga Rua Belém rumo a Praça da saudade cantarolando:

-É freguês, É freguês, seremos campeões

O clube Alvinegro foi o campeão da temporada em uma final com o mesmo Nacional, com nova goleada, desta vez vencendo por 4-1.

Times:

  • Rio Negro — Clovis, Valdér, Edson Ângelo (estreante), Catita e Damasceno; Ademir e Rubens; Nonato, Thomaz, Sabá Burro Preto (estreante) e Horácio.
  • Nacional — Marcus (Chicão), Téo, Russo, Jayme Basílio e Vivaldo; Hugo e Ribas; Maneca, Dernilson, Holanda e Quisso (Lacinha).

A terceira maior goleada do profissionalismo, Rio Negro 6-1 NacionalEditar

A goleada do Rio Negro acabou com o sonho do rival: Era a última rodada do quadrangular final do Campeonato Amazonense de 1992. O Rio Negro chegava a última rodada já sem chances de título, e o Nacional precisava vencer e torcer para o Sul América não vencer o São Raimundo para conquistar a taça.

A partida foi disputada no dia 06 de dezembro de 1992, e o Rio Negro acabou com todas as chances de título do rival aplicando uma goleada histórica por 6-1.

Campeão e Vice-CampeãoEditar

A dupla de papões fez Campeão e Vice-Campeão nos seguintes campeonatos, em alguns anos não houve necessidade de finais.


Histórico dos clubes no Estadual(Era profissional)Editar

Nacional Futebol ClubeEditar

O Galo AlvinegroEditar

*Por falta de registros, só foram computados os anos de profissionalismo

DecadênciaEditar

PúblicosEditar

O clássico Amazonense, que facilmente levava mais de 20 mil pessoas aos estádios manauaras entrou em declínio, a partir dos anos 90 o publico começou a cair, e hoje o derby manauara, antes um dos maiores do Norte/Nordeste, não tem publico superior a 10.000 pessoas por jogo. Antigamente, não era raro o estádio ficar lotado nos dias de clássico, a população desde cedo de movimentava rumo ao Estádio Vivaldo Lima, que até então ficava na região mais central de Manaus. Os grupos de torcedores, passavam cedo rumo ao estádio, com bandeiras e convocando a "galera" para comparecer, no hora do jogo, o estádio geralmente estava lotado, uma torcida de cada lado, esperando ver o seu time entrar em campo, e, competiam entre si para ver qual fazia a melhor festa.

Voltaram pra casa.

Em 1969, no clássico que registrou o maior público do Estádio Ismael Benigno, mais de 23 mil pessoas conseguiram comprar o ingresso a tempo, mas ficaram impossibilitados de entrar no estádio pois uma das arquibancadas não estaria apta pra receber o público, além disso, muitos que deixaram pra comprar o bilhete no momento do jogo, também voltaram. Alguns torcedores tentaram arrombar os portões pra entrar no estádio, que já estava superlotado.

Voltaram pra casa, 2.

Em 2013 o clássico que marcava o ano em que a dupla faz 100 anos, levou uma multidão ao pequeno estádio do SESI, cerca de 10 mil pessoas foram até o estádio, sendo que apenas cerca de 6.500 conseguiram entrar, os outros, ou assistiram de fora ou voltaram pra casa.

Amistoso em casa cheia.

Em 26 de Setembro de 1971, um simples amistoso promovido pela ACLEA, arrastou 30.004 pagantes para o Estádio Vivaldo Lima, era o povo demonstrando mais uma vez fanatismo pelos dois clubes, que, eram sempre escolhidos para jogos envolvendo festejos e projetos de arrecadação na cidade.

TorcidaEditar

Os dois, a pouco mais que 20 anos, detinham as duas maiores torcidas absolutas em Manaus(incluindo clubes de fora do estado), e tinham certa popularidade no interior do estado, onde eram convidados constantemente para se apresentar e para bons públicos. A popularidade dos clubes ultrapassava as fronteiras do estado do Amazonas, foram fundados inúmeros clubes no Amazonas, Pará, Roraima e até Maranhão inspirados nos gigantes de Manaus, os clubes tinham os chamados "consulados" de torcedores fora de Manaus, e, na maioria dos jogos fora de Manaus lá estavam seus grupos de apoio.

Há indícios de que o Nacional sempre detinha a maior torcida, o que fazia muitos o ligar ao chamado "povão" enquanto o Rio Negro era mais ligado a "Elite de Manaus". Porém, isso foi um fator que envolveu apenas os fundadores dos clubes, fator que não foi transmitido para a torcida, que, em ambos, contava com representantes de todas as classes sociais.

Pesquisas.

Pesquisas antigas, como publicadas em revistas e jornais davam como média de apoio em Manaus(como Nacional ou Rio Negro sendo o primeiro clube na preferencia):

Nacional:

  •  % Máximo: 65% em edição da Revista Placar de 1971
  • Média no período de 1970 a 1984 de até 48,7% em Manaus.

Rio negro

  • Média no período de 1970 a 1984 de até 22,3% em Manaus.

Nessas pesquisas geralmente se perguntavam qual clube se torcia, independente de simpatia por qualquer outro clube a mais, o percentual da Revista Placar talvez tenha envolvido apenas os clubes de Manaus. Nas mesmas pesquisas foi constatada a presença de torcedores do Nacional pelo interior, nas Regiões próximas a Manaus, sendo que o Rio Negro era um clube mais caseiro, atendo-se a Manaus, porém com presença marcante em municípios limítrofes.

Melhor o sol do que do lado do rival.

Depois de construído o Vivaldão, e do aumento da rivalidade, as torcidas começavam a frequentar o novo estádio. Não precisou muito tempo pra nacionalinos e rionegrinos começarem a não querer mais se misturar, o que acontecia com frequência no Parque e na Colina. Depois de algumas confusões, a administração do estádio propôs que as torcidas fossem separadas em clássicos por um cordão policial, na arquibancada coberta pela sombra. A torcida rionegrina não concordou em dividir o mesmo lado que os rivais e preferiu mudar-se para o lado oposto da arquibancada, onde o sol manauara castigava. Mas, isso não fez mal aos rionegrinos, que, viram nisto um incentivo para fazer festas ainda mais memoráveis. Nasceu daí a famosa queima de fogos da marquise do Vivaldão. A cada vez que o time rionegrino vinha a campo, uma enxurrada de fogos de artifícios eram acesos.

Água do Rio Negro, não!

Em alguns casos, o fanatismo era tanto que alguns torcedores do Nacional se recusavam a beber água do Rio Negro, sendo que os mesmos procuravam outras fontes de abstecimento.

EstatísticasEditar

É desconhecido o numero exato de vezes em que os dois clubes se enfrentaram oficialmente, já que os dados disponíveis são todos dos jogos disputados após 1964, ano em que o futebol Amazonense se tornou profissional, estima-se que tenham sido disputados ao todo cerca de 300 a 500 confrontos desde 1914, sendo que as equipes não se enfrentaram durante o profissionalismo nos anos de 1977, 1978, 1991, 1994, 2010 e 2014 pela ausência do Rio Negro e em 1997 pela ausência de ambos, foram adicionadas correções.

Maiores PúblicosEditar

No histórico de confrontos do clássico, muitos registros de Público(presente, pagante e renda) ainda são desconhecidos, ou seja, é muito difícil montar uma lista de maiores públicos. Aqui, vamos listar a lista de maiores públicos conhecidos até o momento, obtidos através de pesquisas que a passos lentos, vai montando o histórico estatístico dos confrontos.

Problemas

Durante o período áureo, muito se falava em falsificação de borderôs, por parte de dirigentes, que diminuíam os públicos para ficar com parte da renda. Foram presenciadas situações em que o Vivaldão estava lotado por completo, e o borderô marcava apenas 15 a 20 mil pagantes.

No Vivaldo LimaEditar

No Estádio Vivaldo Lima o clássico segurou o recorde de público entre clássicos regionais da Região Norte até 1979.

  • 1º - Nacional 1 x 0 Rio Negro - 41.661, 27/08/1986 - Campeonato Amazonense
  • 2º - Nacional 1 x 0 Rio Negro - 40.193, 26/09/1979 - Campeonato Amazonense
  • 3º - Nacional 1 x 0 Rio Negro - 33.123, 15/06/1975 - Campeonato Amazonense
  • 4º - Rio Negro 2 x 1 Nacional - 32.857, 08/06/1975 - Campeonato Amazonense
  • 5º - Nacional 1 x 0 Rio Negro - 31.097, 25/08/1976 - Campeonato Amazonense

Em jogo amistoso:

  • Nacional 2 x 2 Rio Negro - 30.003 26/09/1971, Amistoso promovido pela ACLEA

No Estádio Ismael BenignoEditar

A capacidade máxima histórica do Estádio Ismael Benigno, mais conhecido como "Colina" era de 15 mil até 22 mil pessoas, em alguns clássicos, o estádio esteve superlotado e obrigou muitas pessoas a voltarem pra casa.

  • 1º - Nacional 0 x 0 Rio Negro - 23.152, 27/04/1969 - Campeonato Amazonense

Maior público registrado neste estádio.

  • 2º - Nacional 0 x 0 Rio Negro - 20.783, 26/04/1970 - Campeonato Amazonense
  • 3º - Rio Negro 2 x 1 Nacional - 19.542, 20/07/1969 - Campeonato Amazonense

Campeonato BrasileiroEditar

No Campeonato Brasileiro de Futebol - Série AEditar

  • 05 Jogos
  • 01 Vitórias do Nacional
  • 01 Vitórias do Rio Negro
  • 03 Empates
  • 03 Gols do Nacional
  • 03 Gols do Rio Negro

18 de Novembro de 1973 - Rio Negro 0-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

18 de Maio de 1974 - Rio Negro 1-1 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

24 de Agosto de 1975 - Rio Negro 0-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

7 de Setembro de 1976 - Rio Negro 1-2 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

17 de Outubro de 1976 Rio Negro 1-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

No Campeonato Brasileiro de Futebol - Série BEditar

  • 02 Jogos
  • 00 Vitória do Nacional
  • 00 Vitória do Rio Negro
  • 02 Empates
  • 00 Gol do Nacional
  • 00 Gols do Rio Negro

23 de Setembro de 1989 - Rio Negro 0-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

23 de Outubro de 1989 - Rio Negro 0-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

No Campeonato Brasileiro de Futebol - Série CEditar

  • 08 Jogos
  • 04 Vitórias do Nacional
  • 03 Vitórias do Rio Negro
  • 01 Empate
  • 13 Gols do Nacional
  • 10 Gols do Rio Negro

25 de Março de 1992 - Rio Negro 0-2 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

12 de Abril de 1992 - Rio Negro 1-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

03 de Setembro de 1995 - Rio Negro 1-0 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

17 de Setembro de 1995 - Rio Negro 3-1 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

28 de Agosto de 2002 - Rio Negro 1x3 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

25 de Setembro de 2002 - Rio Negro 1x2 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

21 de Setembro de 2003 - Rio Negro 2x2 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

1 de Outubro de 2003 - Rio Negro 1x3 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

Copa do BrasilEditar

O Rio-Nal na Copa do Brasil:

  • 02 Jogos
  • 00 Vitória do Nacional
  • 00 Vitória do Rio Negro
  • 02 Empates
  • 03 Gols do Nacional
  • 03 Gols do Rio Negro

22 de Março de 2000 - Rio Negro 2-2 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

30 de Março de 2000 - Rio Negro 1-1 Nacional, Estádio Vivaldo Lima

Notas atuaisEditar

  • O maior tempo sem perder pertence ao Nacional, que ficou de 22 de janeiro de 2006 a 7 de abril de 2017, 11 anos, 2 meses e 17 dias sem perder para o Rio Negro. O Nacional perdeu em 21 de janeiro de 2006 e voltou a perder apenas em 8 de abril de 2017.[1]
  • O maior número de jogos sem perder pertence ao Nacional, foram 18 jogos sem perder de 18 de Dezembro de 1983 a 27 de Agosto de 1986. Foram 9 vitórias e 9 empates.
  • Entre dezembro de 1984 e dezembro de 1985 os rivais se enfrentaram seis vezes e empataram em todos os jogos, a maior sequência de empates.
  • Maior goleada do Rio Negro: 7-2 em 1965, a segunda maior goleada do clássico na era profissional.
  • Maior goleada do Nacional: 7-0 em 2012, ao favor do Nacional, a maior goleada do profissionalismo.
Estatísticas
Número de jogos 186
Vitórias do Nacional 76
Vitórias do Rio Negro 47
Empates 63
Número de gols 396
Gols feitos pelo Nacional 237
Gols feitos pelo Rio Negro 159

Considerando jogos a partir do Profissionalismo em 1964.

Última partidaEditar

04 de abril de 2019, 20h00
Campeonato Amazonense
Nacional 5-0 Rio Negro Colina, Manaus

Público: 326 pagantes
Renda: R$ 3.420,00

Referências

  1. «Conheça os times e estádios de Manaus». Verminosos por Futebol. 26 de fevereiro de 2015. Consultado em 26 de julho de 2019 
  2. «Cópia arquivada». Consultado em 8 de janeiro de 2010. Arquivado do original em 24 de agosto de 2011