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Rio Pavuna
uma ilustração licenciada gratuita seria bem-vinda
Localização
País
Localização
Altitude
7 mVisualizar e editar dados no Wikidata
Coordenadas
Hidrografia
Tipo
Nascente
Pântano do Sítio do Retiro[1]
Foz

O Rio Pavuna é um rio que banha a cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.[2] Possui catorze quilômetros de comprimento e nasce no Pântano do Sítio do Retiro, na Serra de Bangu, na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro.[1] Após determinado ponto, próximo à divisa da capital com São João de Meriti, passa a ser considerado um outro rio, de nome Rio Meriti.[1]

Pouco depois de sua nascente, já passa a receber esgoto in natura e despejos de resíduos industriais. Seu fluxo foi retificado em vários pontos e suas margens ou sofrem com grandes processos erosivos ou pelo alto índice de urbanização dos municípios do Grande Rio de Janeiro.

EtimologiaEditar

Segundo o Dicionário Aurélio, "pavuna" é um termo que designa vales fundos e escarpados. O termo é originário do tupi pab'una, que significa "lugar de trevas".[3][4] No entanto, o tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro tem uma outra explicação para a origem do topônimo: seria derivado de upabuna, termo tupi que significa "lagoa escura" através da junção dos termos upaba (lagoa) e una (escura).[5] Dá nome ao bairro da Pavuna.

Referências

  1. a b c d José de Sousa Azevedo Pizarro e Araújo (1820). «Memórias históricas do Rio de Janeiro e das provincias annexas a ...». p. 17 e 18. Consultado em 10 de março de 2017 
  2. Fórum Popular de Acompanhamento do Plano Diretor do Rio de Janeiro; IAB - seção Rio de Janeiro; mandato do vereador Eliomar Coelho (22 de junho de 2001). «Dez anos de plano diretor: a quem interessa e o que está em jogo na revisão.» (PDF). p. 157. Consultado em 10 de março de 2017 
  3. FERREIRA. A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 287
  4. «Origem do nome Pavuna» (html). Secretaria de Governo. Consultado em 4 de Julho de 2009 
  5. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 591.
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