Abrir menu principal
SMS Moltke
SMS Moltke LOC hec 01144.jpg
Carreira  Alemanha
Operador Marinha Imperial Alemã
Fabricante Blohm & Voss, Hamburgo
Homônimo Helmuth von Moltke
Data de encomenda 17 de setembro de 1908
Batimento de quilha 7 de dezembro de 1908
Lançamento 7 de abril de 1910
Comissionamento 30 de agosto de 1911
Estado Desmontado
Fatalidade Deliberadamente afundado em Scapa
Flow
no dia 21 de junho de 1919
Características gerais
Tipo de navio Cruzador de batalha
Classe Moltke
Deslocamento 25 400 t
Maquinário 4 turbinas a vapor
Comprimento 186,6 m
Boca 30 m
Calado 9,2 m
Propulsão 4 hélices
- 84 610 hp (63 100 kW)
Velocidade 28,4 nós (52,6 km/h)
Autonomia 4 120 milhas náuticas a 14 nós
(7 630 km a 26 km/h)
Armamento 10 canhões de 280 mm
12 canhões de 150 mm
12 canhões de 88 mm
Blindagem Cinturão: 100 a 280 mm
Barbetas: 230 mm
Torres de artilharia: 230 mm
Convés: 25,4 a 76,2 mm
Torre de comando: 350 mm
Tripulação 1 053

O SMS Moltke foi o navio líder da classe homônima de cruzadores de batalha da Marinha Imperial Alemã, batizado em homenagem ao marechal-de-campo Helmuth von Moltke.

Moltke, junto com o seu navio-gêmeo Goeben, era uma versão maior do modelo de cruzador alemão Von der Tann. O navio era muito similar a este, mas possuía melhor blindagem e mais dois canhões numa torre adicional. Comparado com os seus rivais britânicos - da Classe Indefatigable - o Moltke e o seu irmão eram significativamente maiores e mais protegidos.

O navio participou da maioria das incursões navais conduzidas pela Marinha alemã na Primeira Guerra Mundial, inclusive na batalha de Dogger Bank, Jutlândia, Golfo de Riga e da operação Albion. Moltke foi danificado várias vezes durante a guerra: recebeu tiros de grosso calibre na batalha da Jutlândia e foi torpedeado duas vezes pelos submarinos britânicos enquanto avançava com a frota.

Ao final da Guerra, em 1918, o navio foi confinado em Scapa Flow, enquanto aguardava a decisão dos Aliados sobre o destino da frota alemã. Em 21 de junho de 1919, o contra-almirante Ludwig von Reuter ordenou o afundamento da frota alemã em Scapa Flow, temendo que os navios alemães cairiam nas mãos dos britânicos após a assinatura do Tratado de Versalhes.

Notas

BibliografiaEditar

  • Bennett, Geoffrey (2005). Naval Battles of the First World War. London: Pen & Sword Military Classics. ISBN 1-84415-300-2.
  • Gardiner, Robert; Gray, Randal, eds (1984). Conway's All the World's Fighting Ships: 1906–1922. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 0870219073.
  • Halpern, Paul G. (1995). A Naval History of World War I. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 1557503524.
  • Hawkins, Nigel (2002). Starvation Blockade: The Naval Blockades of WWI. Annapolis: Naval Institute Press. ISBN 0850529085.
  • Hore, Peter (2006). Battleships of World War I. London: Southwater Books. ISBN 978-1-84476-377-1.
  • Massie, Robert K. (2003). Castles of Steel. New York City: Ballantine Books. ISBN 0-345-40878-0.
  • Reuter, Ludwig von (1921). Scapa Flow: Das Grab Der Deutschen Flotte. Leipzig: von Hase and Koehler.
  • Rüger, Jan (2007). The Great Naval Game. Cambridge: Cambridge University Press. ISBN 0521875765.
  • Scheer, Reinhard (1920). Germany's High Seas Fleet in the World War. Cassell and Company, ltd.
  • Staff, Gary (2006). German Battlecruisers: 1914–1918. Oxford: Osprey Books. ISBN 978-1-84603-009-3.
  • Strachan, Hew (2001). The First World War: Volume 1: To Arms. Oxford: Oxford University Press. ISBN 0199261911.
  • Tarrant, V. E. (1995). Jutland: The German Perspective. Cassell Military Paperbacks. ISBN 0-304-35848-7.

Ligações externasEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre SMS Moltke
  Este artigo sobre tópicos navais é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.