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Sangue infecto era a característica dada aos judeus, mouros, gentílicos e seus descendentes. Esta prática denominação surgiu na Península Ibérica no fim da Idade Média[1] e servia para discriminar estas populações, sendo utilizada como motivo para proibir seu acesso a cargos públicos e religiosos e títulos honoríficos. Os interessados nestes cargos eram investigados pelos menos até a quarta geração.[1] Esta prática foi também adotada no Brasil, em relação aos títulos de nobreza.

Fontes de referênciaEditar

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