Luas de Galileu

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Luas de Galileu, ou luas galileanas, é o nome usado para designar o conjunto dos satélites naturais de Júpiter descobertos por Galileu Galilei: Europa, Ganímedes (ou Ganimedes), Io e Calisto.[1] São também os maiores satélites naturais de Júpiter, com uma complexidade geológica que muito tem motivado os planetólogos.

As luas de Galileu; de cima para baixo: Io, Europa, Ganímedes (ou Ganimedes) e Calisto.

NomenclaturaEditar

Os nomes das quatro luas são derivados de quatro paixões de Júpiter (ou Zeus) nas mitologias romana e grega. Estes nomes foram dados por Simon Marius, que reivindicava a descoberta desses satélites.[2]

ObservaçãoEditar

Em condições favoráveis, quando a posição da Terra e de Júpiter permitem que este último tenha a sua face iluminada voltada para o nosso planeta, é possível visualizar esses quatro satélites com um telescópio caseiro, ou até mesmo com um bom binóculo.

Nome Imagem Estrutra
interior
Diâmetro
(km)
Massa
(kg)
Densidade
(g/cm3)
Semi-eixo maior
(km)
Período orbital
(dias)
Io     3 643 8,93×1022 3,528 421 800 1,77
Europa     3 122 4,8×1022 3,014 671 100 3,55
Ganímedes     5 262 1,48×1023 1,942 1 070 400 7,16
Calisto     4 821 1,08×1023 1,834 1 882 700 16,69

Ver tambémEditar

Referências

  1. Galilei, G (1987). A Mensagem das Estrelas. Rio de Janeiro: Museu de Astronomia e Ciências Afins. p. 56-72 
  2. The Discovery of the Galilean Satellites (site da NASA)

Ligações externasEditar