Silvina Ocampo

escritora argentina

Silvina Inocência Ocampo (Buenos Aires, 28 de julho de 1903 – 14 de dezembro de 1993) foi uma escritora, contista e poeta argentina. Seu primeiro livro foi Viaje olvidado (1937) e o último Las repeticiones, publicado postumamente em 2006. Durante grande parte de sua vida, sua figura foi ofuscada pelas de sua irmã Victoria, seu esposo, Adolfo Bioy Casares, e seu amigo Jorge Luis Borges, mas com o tempo sua obra tem sido reconhecida e passou a ser considerada uma autora fundamental da literatura argentina do século XX.

Silvina Ocampo
Silvina Ocampo, 1959.
Nascimento 28 de julho de 1903
Buenos Aires (Argentina)
Morte 14 de dezembro de 1993 (90 anos)
Buenos Aires
Nacionalidade Argentina
Cônjuge Adolfo Bioy Casares (1940 - 1993)
Ocupação Escritora

Antes de consolidar-se como escritora, Ocampo foi artista plástica.[1] Estudou pintura e desenho em Paris onde conheceu, em 1920, a Fernand Léger e Giorgio de Chirico, precursores do surrealismo.[2]

Recebeu, entre outros, o Prêmio Municipal de Literatura em 1954 e o Prêmio Nacional de Poesia em 1953 e 1962.


Filmes baseados em suas obrasEditar

Prêmios e distinçõesEditar

  • Premio Municipal de Poesía 1945 por Espacios métricos[7]
  • Premio Municipal de Poesía 1953 por Los nombres[7]
  • Premio Municipal de Literatura 1954
  • Premio Nacional de Poesía 1962 por Lo amargo por dulce[7]
  • Premio Konex - Diploma al Mérito 1984[8]
  • Premio Club de los 13 1988
  • Gran Premio de Honor de la SADE 1992[9]

Ocampo sugeriu que algumas de suas obras teriam ganhado outros prêmios se não tivessem sido tão cruéis. "Ter-lhes-á parecido imoral", afirmou e, em referência a contos como "La boda" ou "La casa de los relojes", disse: "Os atos mais cruéis que há em meus contos foram tirados da realidade".[7]

Ver tambémEditar

Referências

  1. Cobas Carral, Andrea.
  2. Ocampo, Silvina.
  3. Portela, María Alejandra. Un diccionario de films argentinos II. [S.l.: s.n.] ISBN 950-05-1525-3 
  4. «La película de las cajas chinas». Clarín 
  5. «Impostores de película». La Nación 
  6. «Si Lynch fuera gaucho». Página 12 
  7. a b c d Domínguez & Mancini 2009, p. 18
  8. «Silvina Ocampo». Fundación Konex 
  9. Domínguez; Mancini (2009), p. 31

Ligações externasEditar

 
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