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Silvino Elvídio Carneiro da Cunha

Silvino Elvídio Carneiro da Cunha, primeiro e único barão de Abiaí, (Paraíba, 31 de agosto de 1813Recife, 8 de abril de 1892) foi um político brasileiro.

BiografiaEditar

Filho de Manuel Florentino Carneiro da Cunha[1], formou-se na Faculdade de Direito de Olinda em 1853.[1] Foi deputado provincial durante várias legislaturas na Paraíba.[1]

Foi presidente das províncias da Paraíba, de 16 de abril a 11 de junho de 1869, de 17 de outubro de 1873 a 10 de abril de 1876, do Rio Grande do Norte, de 22 de março de 1870 a 11 de janeiro de 1871, de Alagoas, de 28 de maio de 1871 a 22 de dezembro de 1872, do Maranhão, de 4 de março a 4 de outubro de 1873.[1]

Também foi inspetor da alfândega da Paraíba, do Amazonas e do Maranhão.[1] Além de Delegado de Policia, promotor público e secretário do governo, foi também Director da instrução pública e procurador fiscal da Fazenda na Paraíba. [1] Era membro do Instituto Histórico e Geográfico de Pernambuco.[1]

Morreu a bordo de um vapor quando esse se aproximava do litoral recifense, vindo de Olinda.[1]

Casou-se em 1850 com Adelina Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, baronesa consorte de Abiaí.

Títulos nobiliárquicos e honrariasEditar

 
Armas do barão de Abiaí.

Recebeu a comenda da Imperial Ordem da Rosa e da Imperial Ordem de Cristo, oficial do Mérito Agrícola e da Legião de honra da França.[1] Foi fidalgo cavaleiro da Casa Imperial.[1]

Barão de AbiaíEditar

Título conferido por decreto imperial em 18 de janeiro de 1882. Faz referência à localidade paraibana de Abiaí, posteriormente batizada como Pitimbu.

Referências

  1. a b c d e f g h i j VASCONCELOS, José Smith de; VASCONCELOS, Rodolfo Smith de (1918). Archivo nobiliarchico brasileiro. Lausanne: Imprimerie La Concorde. pp. 27–28 

Ligações externasEditar