Abrir menu principal

Sistema Operacional em Camadas

Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2013). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde dezembro de 2013). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Searchtool.svg
Esta página ou seção foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo.

O Sistema Operacional em Camadas é um termo oriundo dos estudos referentes a sistemas operacionais, que designa os modelos de sistemas operacionais montados sobre uma hierarquia de camadas.

É organização o sistema operacional em camadas, construídas uma sobre a outra. O primeiro sistema construído dessa maneira foi o sistema criado no Technische Hogeschool Eindhoven, na Holanda, por E. W. Dijkstra (1968) e seus alunos. O sistema THE era um sistema de lote simples para um computador holandês, o Electrologica X8, que tinha 32K de palavras de 27 bits (bits eram caros naquela época).

O sistema tinha seis camadas. A camada 0 (zero) lidava com alocação do processador , alternando entre processos quando ocorriam interrupções ou quando os temporizadores expiravam. Acima da camada 0 (zero), o sistema consistia em processos sequenciais, cada um dos quais podia ser programado sem ser necessário preocupar-se com o fato de que múltiplos processos estavam executando em um único processador. Em outras palavras, a camada 0 (zero) proporcionava a multiprogramação básica da CPU.

  • A camada 1 fazia o gerenciamento da memória. Ela alocava espaço para os processos da memória principal e em um tambor (Antigo meio magnético de armazenamento de dados) com 512K de palavras utilizado para armazenar partes do processo (páginas) para os quais não havia lugar na memória principal. Acima da camada 1, os processos não tinha que se preocupar com o fato de eles estarem em memória ou no tambor, o software da camada 1 cuidava de assegurar que as páginas fossem levadas para a memória sempre que fossem necessárias.
  • Já a camada 2 fazia a comunicação entre o console do operador e cada processo.
  • A camada 3 gerenciava dispositivos de entrada e saída.
  • A camada 4 localizavam-se os programas de usuários.

Referências

  • TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais: projeto e implementação. Andrew S. Tanenbaum e Albert S. Woodhull; trad. Edson Furmankiewicz. -- 2ª Ed. -- Porto Alegre, Bookman, 2000.
  Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.