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Super NES CD-ROM System,[1][2] também chamado de SNES-CD, e nos Estados Unidos de Super Famicom CD-ROM Adapter, foi um protótipo de periférico de leitor de CD para o SNES, mas as negociações com Sony e Philips não funcionaram e as duas lançaram os próprios consoles baseados nos periféricos não lançados: PlayStation e CD-i respectivamente.[3]

Por conta de desacordos de licenciamento, o projeto não foi adiante. Avançando no desenvolvimento do periférico para o Super Famicom, a Nintendo concebeu o projeto do Nintendo Disc (ND). Ele seria uma mídia ótica envolta em uma capa de acrílico, um formado exclusivo para uso no SNES CD, como foi batizado o leitor. No entanto, a Sony não aceitou a proposta do Nintendo Disc e desejava que o SNES CD funcionasse com os CDROMs comuns.[4]

Embora o S-NES CD jamais tenha sido lançado, a experiência foi decisiva para todas a partes. Após o fracasso colossal do caro e fraco CD-i, a Philips percebeu que o mercado dos games era muito mais complexo do que ela imaginava. Já a Nintendo concluiu que usar CDROMs em consoles ainda seria algo bastante distante e não teria benefícios a curto prazo em seus aparelhos — especialmente pensando nos loadings — e decidiu manter os cartuchos como mídia principal do Nintendo 64. Enquanto isso, a Sony foi quem se deu melhor em toda essa turbulenta história. Aproveitando a experiência adquirida com a Nintendo, ela decidiu levar adiante o projeto da "Estação de Jogo" anunciada em 1991, mas abandonando qualquer compatibilidade com mídias da Nintendo, e concebeu, em 1994, o PlayStation.[3]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Super NES Technology Update: CD-ROM». Nintendo Power (35). Abril de 1992. p. 70-71 
  2. «Super NES CD-ROM System documentation» (PDF). Nintendo of America, Inc. 1 de fevereiro de 1993. Consultado em 24 de novembro de 2017. Arquivado do original em 17 de março de 2016 
  3. a b nintendoblast.com.br/
  4. br.ign.com/