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A Taça de Portugal 1987-88 foi a 56ª edição da Taça de Portugal, competição sob alçada da Federação Portuguesa de Futebol.

A final foi realizada a 18 de maio de 1989, no Estádio Nacional do Jamor, entre o Benfica e o Sporting. O Benfica derrotou o Sporting, por 3-1, e conquistou a sua 23ª Taça de Portugal.

Durante o jogo, um adepto do Benfica lançou um very-light que causou a morte de um adepto do Sporting.

Oitavos de FinalEditar

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Marítimo 2 - 0 Vila Real
Felgueiras 1 - 2 Penafiel


Portimonense 0 - 1 U. Leiria
Portimonense 2 - 3 Estoril
Farense 1º: 1 - 1 (a.p.)
2º: 1 - 3
Benfica
Lamego 1º: 1 - 1 (a.p.)
2º: 0 - 1
FC Porto
V. Guimarães 1 - 0 Belenenses

Quartos de FinalEditar

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FC Porto 2 - 0 Penafiel


Olhanense 1 - 2 Sporting CP
Benfica 1 - 0 V. Guimarães
U. Leiria 2 - 1 Marítimo

Meias-FinaisEditar

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FC Porto 1º: 1 - 1 (a.p.)
2º: 0 - 1
Sporting CP
Benfica 2 - 0 U. Leiria

FinalEditar

18 de Maio de 1996 Benfica 3 – 1 Sporting CP Estádio Nacional do Jamor,   Lisboa
Público:
Árbitro: Vitor Pereira

Mauro Airez   9'
João Pinto   39'   67'
Carlos Xavier   83'

CampeãoEditar

Taça de Portugal 1995-96
 
Benfica
23º Título

Morte de um adepto na finalEditar

Na final realizada a 18 de maio de 1996, um very-light causou a morte de um adepto do Sporting.

Um adepto benfiquista, Hugo Inácio, que então fazia parte da claque do Benfica «No Name Boys» foi considerado pela Justiça o autor do disparo que causou a morte ao adepto leonino Rui Mendes, de 36 anos. Foi condenado a quatro anos de prisão por negligência grosseira, sentença que não se alterou após repetição do julgamento em Janeiro de 1998.[1] Em 2000, quando lhe faltavam 15 meses e 6 dias de pena efetiva, não regressou à prisão após uma saída precária. Foi recapturado em fevereiro de 2011. Em 2012 foi novamente detido por arremessar uma cadeira que atingiu um agente da autoridade, causando-lhe ferimentos na mão e na perna. Foi condenado a 18 meses de prisão efetiva e impedido de entrar em recintos desportivos durante dois anos.[2] Em 2017 voltou a ser condenado a uma pena de prisão efetiva. Desta vez, Hugo Inácio foi punido com três anos de cadeia e proibido de frequentar recintos desportivos durante sete anos, por ter feito deflagrar uma tocha no Estádio da Luz e por ter sido detido pela PSP, já no exterior, na posse de outra.[3]

Foi novamente detido, em 20 de janeiro de 2018, quando estava a assistir ao encontro entre o Benfica e o Desportivo de Chaves.

FontesEditar

Referências