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Tabata Amaral

cientista política, ativista pela educação e deputada brasileira
Tabata Amaral
Deputada federal por São Paulo
Período 1º de fevereiro de 2019
até a atualidade
Dados pessoais
Nome completo Tabata Claudia Amaral de Pontes
Nascimento 14 de novembro de 1993 (26 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Alma mater Universidade Harvard
Prêmio(s) Faz a Diferença (2017)
Next Generation Women Leader Awards (2017)
Gente Que Faz (2018)
Partido PDT (2018-presente)
Profissão cientista política

Tabata Claudia Amaral de Pontes (São Paulo, 14 de novembro de 1993) é uma cientista política, congressista e ativista pela educação brasileira. Filiada ao Partido Democrático Trabalhista, é deputada federal por São Paulo, tendo sido a sexta candidata mais votada no estado, com 264 450 votos, nas eleições de 2018.[1]

Tabata Amaral é cofundadora do Movimento Mapa Educação,[2][3] e do Movimento Acredito,[4] movimento político nacional e suprapartidário,[5][6] que busca a renovação do congresso.[4]

Em outubro de 2017, foi uma das onze lideranças a participar de um encontro com o ex-presidente americano Barack Obama em sua passagem por São Paulo.[7][8] Em julho de 2018, foi a mais jovem liderança a participar de um debate com a ativista paquistanesa e Nobel da Paz Malala Yousafzai em sua primeira visita ao Brasil.[9][10] Em 2019, foi indicada pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo.[11]

Formada em ciências políticas e astrofísica pela Universidade Harvard, representou o Brasil em cinco competições internacionais de ciências, tendo sido também colunista da rádio CBN em São Paulo[12] e da revista Glamour.[13] Desde abril de 2019, é colunista do jornal Folha de S.Paulo[14] e do Nexo Jornal[15]

Família e educaçãoEditar

Tabata Amaral de Pontes é filha de Maria Renilda Amaral Pires, diarista, e Olionaldo Francisco de Pontes, cobrador de ônibus, e irmã de Allan Thales Amaral de Pontes. Foi criada na Vila Missionária, bairro pobre localizado na Zona Sul de São Paulo, periferia da cidade.[16][17]

Iniciou seus estudos na Escola Estadual Prof. João Ernesto de Souza Campos e, no 6º ano, ingressou na Escola Estadual Prof. Isaltino de Melo, pela qual participou pela primeira vez da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Em 2005, foi medalhista de prata na competição.[18] Por conta do bom desempenho escolar, obteve uma bolsa de estudos no Colégio ETAPA. Em 2006, foi medalhista de ouro na OBMEP e nos anos seguintes representou o Brasil em olimpíadas internacionais de química, astronomia e astrofísica.[19]

Em 2012, Amaral foi aprovada em seis prestigiosas universidades estadunidenses, sendo ofertada bolsa integral para todas: Harvard, Yale, Columbia, Princeton, Pensilvânia e Caltech, e no vestibular da Universidade de São Paulo.[20][21][22]

Formação acadêmicaEditar

É graduada em Ciências Políticas pelo Departamento de Governo da Universidade Harvard. Pela mesma instituição, possui graduação em Astrofísica, sua segunda opção acadêmica.[23] Em sua dissertação, elaborou uma análise política de reformas educacionais em municípios brasileiros, na qual argumentava sobre a expansão do acesso à educação no Brasil nas duas últimas décadas, como resultado de uma reforma educacional federal, porém sua qualidade permaneceria pobre, de acordo com os padrões internacionais.[24][25][26]

Segundo a parlamentar, os países da América Latina têm sido capazes de alcançar progressos importantes no provimento de seguro social, assistência social e determinados serviços sociais. No entanto, a educação permanece com uma qualidade muito baixa ao longo de toda a região. Sua tese traça um novo conjunto de dados sobre os 5.570 municípios do Brasil e é resultado de um trabalho de campo em sete deles para explicar os níveis de variação municipal nos resultados educacionais.[24] Defende que as reformas na educação são mais prováveis de serem introduzidas, sustentadas e bem-sucedidas quando há continuidade política no governo municipal. Além disso, segundo ela, a competição política não afeta a implementação de reformas educacionais difíceis, e níveis mais altos de disputa têm efeitos negativos nos resultados educacionais nas cidades pequenas.[24]

Amaral graduou-se com honras máximas e recebeu o Prêmio Kenneth Maxwell em estudos brasileiros e o Prêmio Eric Firth para o melhor ensaio sobre o tema de ideais democráticos por sua tese. Logo após a sua graduação, retornou ao Brasil para dedicar-se ao seu ativismo social.[23][27][28][29]

Ativismo socialEditar

Mapa EducaçãoEditar

Fundou em 2014, com os colegas Lígia Stocche e Renan Ferreirinha, o Movimento Mapa Educação,[30] um movimento social que tem como missão engajar os jovens na luta por uma educação de qualidade para todos os brasileiros. O movimento se propõe a trabalhar para que a educação seja prioridade na agenda política nacional e para que o jovem seja o protagonista dessa mudança.[3]

Em sua primeira iniciativa, o Manifesto Mapa do Buraco,[31][32] o grupo entrevistou mais de cem líderes educacionais para a construção de um documento apontando os principais problemas da educação brasileira, apresentando, também, algumas soluções criadas e implementadas em diferentes cidades pelo país afora. Depois do lançamento do Manifesto Mapa do Buraco, foram realizados debates educacionais durante o período das eleições de 2014 almejando que aquelas fossem as "eleições da educação". Com o fim das eleições, o Movimento passou a desenvolver uma série de projetos, como documentos, conferências e formações, com vistas a formar lideranças regionais engajadas com a causa da educação.

Manifesto Voz do JovemEditar

O Movimento Mapa Educação acredita que o poder para mudar a realidade educacional brasileira está na mão dos jovens. Por isso, foi descobrir suas motivações, dificuldades e o que eles esperam da educação de seu país. Nada mais coerente, portanto, que nomear este compilado de informações de Manifesto Voz do Jovem.[33]

O Manifesto Voz do Jovem foi lançado em 2016. Trata-se de uma leitura que buscou responder o que os alunos esperam e pensam sobre educação. Quais suas principais motivações e o que os afasta das salas de aula; qual a relevância de sua participação nos conteúdos, na formação crítica e na construção de uma relação com professores; além de abordar outros pontos, como a infraestrutura das escolas e qualidade dos materiais, a influência da participação da família no ensino e a falta de incentivo para os alunos.[34][35]

Foram aplicados mais de doze mil questionários e realizadas mais de 20 entrevistas em profundidade com estudantes e professores. O resultado final é um registro do que querem os jovens brasileiros com relação à sua educação e que tem como objetivo servir de guia para aqueles que querem lutar pela mudança que a educação brasileira precisa. 

Dentre as conclusões do estudo estão:

  • Motivação dos alunos: “os entrevistados falaram repetidamente sobre o problema da motivação dos alunos. Dois fatores surgiram como os principais culpados: o conteúdo desinteressante apresentado em sala de aula (incluindo o formato tradicional como ele é apresentado, limitado em grande parte à exposição) e a falta de participação dos alunos nas decisões da escola”[36].
  • Currículo: “os entrevistados foram unânimes em que uma educação voltada apenas para uma formação exclusivamente técnica, altamente conteudista, é insuficiente e desatualizada. Uma crítica constante foi que o ensino brasileiro está voltado demais ao vestibular. (...) Essa prática, além de ocupar o tempo dos alunos com conhecimentos que eles não usarão, causa desinteresse em muitos deles. Dentre as alternativas a esse conteudismo, uma frequente foi a contextualização de assuntos com a realidade do aluno. Muitos alunos disseram que não se interessam pelo conteúdo não apenas devido à dificuldade de entendê-lo ou de compreender seu propósito, mas por não se identificar com ele e com a linguagem com que é transmitido"[37]
  • Formação crítica e cidadã: “nossos entrevistados apontaram a importância do papel da escola no combate a diversos preconceitos para que eles não sejam levados à vida adulta. É através da informação que muitos preconceitos são deixados para trás e é possível transformar o ambiente escolar em um espaço de crescimento social e de troca de experiências entre todos os membros da comunidade escolar”[38] 
  • Valorização do professor: “Todos os entrevistados, sejam alunos ou professores, foram unânimes em concordar que os docentes não recebem um salário justo para o cargo que exercem. (...) Além do baixo salário, a falta de propósito e de identificação com o conteúdo são fatores que pesam na motivação dos professores"[39]

Movimento AcreditoEditar

 Ver artigo principal: Movimento Acredito

Seu trabalho em educação levou Amaral a defender que no sistema brasileiro as decisões que podem garantir escola de qualidade a todos os brasileiros passam necessariamente pela esfera política e a política atual brasileira não favorece mudanças.

Essa hipótese a levou a cofundar o Acredito, junto aos colegas José Frederico Lyra Netto, Bruno Santos, Felipe Oriá e Renan Ferreirinha.

Atuação parlamentarEditar

 
Tabata discursando em encontro da Bancada Feminina do Congresso Nacional, em março de 2019.

Tabata Amaral é vice-líder da bancada que reúne os partidos PDT, PROS, AVANTE e PV. É membro titular da Comissão de Educação, da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e membro suplente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. É também membro titular da Comissão Especial da PEC 015/15, que torna o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) instrumento permanente de financiamento da educação básica.[40][41]

Amaral idealizou o primeiro "gabinete itinerante" do Congresso, projeto dividido com outros dois parlamentares do movimento Acredito. Um trailer semanalmente visita uma cidade diferente levando formação política para a população. O lançamento do projeto ocorreu em março de 2019. Segundo a parlamentar, a ideia é "quebrar esse muro que existe entre Brasília e o Brasil”.[42]

Após ser criticada por alguns militantes de esquerda, que não a consideravam como representante de suas ideologias, Amaral afirmou que era progressista e que estava na política para "renovar as práticas, e que o mais importante é dar menos atenção para essa guerra entre esquerda e direita, os dois extremos, e falar que está ali pelos princípios, pelos valores."[43]

Em uma reunião da Comissão de Educação realizada em 27 de março de 2019, fez um discurso de grande repercussão, com críticas contundentes ao desempenho do ministro da Educação Ricardo Vélez, presente na reunião.[43]

Como é possível gerir uma pasta tão complexa, tão grande, tão importante como é o MEC, sem conhecer os dados? Eu não conheço um bom gestor que não conhece o mínimo do que está fazendo.
— Tabata Amaral em resposta a Ricardo Vélez.[44]

Depois do embate no plenário entre Tabata e Ricardo Vélez - que seria logo depois exonerado do cargo - o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia criou uma Comissão Especial em abril de 2019, coordenada por Tabata Amaral, para elaborar um estudo sobre a execução de políticas públicas pelo Ministério da Educação. A Comissão divulgou um relatório preliminar em novembro de 2019, que indicava uma "paralisia tanto no planejamento quanto na execução de políticas públicas voltadas para a Educação e fragilidade do planejamento e da gestão do MEC", depois de sete meses da gestão de Abraham Weintraub à frente da pasta. Respondendo às conclusões do relatório, o MEC alegou que seriam lançados em breve os programas e que o descontingenciamento de recursos seria ainda recente.[45]

Reforma da previdência e conflitos com o PDTEditar

Em julho de 2019, o PDT tinha ameaçado expulsar Tabata do partido caso ela votasse a favor das mudanças apresentadas pelo governo de Jair Bolsonaro nas regras de aposentadoria.[46][47][48]

Seu voto a favor da proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro em 1.º turno em 10 de julho foi tido como inesperado. Ciro Gomes, que é do mesmo partido de Tabata, criticou-a por fazer "militância dupla" e disse que o Movimento Acredito, do qual ela faz parte e é co-fundadora, é um "partido clandestino".[49]

Todo mundo pode participar de qualquer movimento, mas se você tem um partido clandestino para burlar a legislação que proíbe financiamento empresarial, isso é uma coisa muito mais grave[...] Você pega um partido clandestino, que tem suas regras próprias, seu programa próprio, você se infiltra nos outros partidos e usa os outros partidos, fundo partidário, tempo de TV, quociente eleitoral para se eleger e fazer o serviço do outro partido? Aí é um problema de dupla militância, não tem nada a ver com a compreensão de reforma da Previdência que nós temos.
— Ciro Gomes, em evento em São Paulo

Tabata defendeu-se da polêmica criada, afirmando que seu voto foi consciente, não um um voto 'vendido', seguindo suas convicções e tudo o que havia estudado sobre o tema.[50]

Ser de esquerda não pode significar que a gente vai ser contra um projeto que, de fato, pode tornar o Brasil mais inclusivo e mais desenvolvido. Ao tomar esta decisão eu olho para o futuro do país, não para o próximo processo eleitoral. Meu voto pela Reforma da Previdência não foi vendido, é por convicção. A bancada da educação continua lutando pela manutenção da aposentadoria especial dos professores.
— Tabata Amaral em seu Twitter, 10 de julho de 2019

Em 17 de julho de 2019, o PDT decidiu suspender o mandato, bem como iniciou processo de punição, de oito deputados federais do partido que votaram a favor da proposta de reforma da Previdência, incluindo Tabata.[51] Na votação em 2.º turno da proposta, Tabata voltou a votar favoravelmente, sendo acompanhada pelos outros sete deputados do PDT.[52] A suspensão valeria até o fim do processo, que deveria durar de 45 a 60 dias.[53] No entanto, em entrevista ao programa Roda Viva em meados de outubro, Tabata declarou que não havia mais espaço para ela no partido, e que o seu destino partidário seria incerto. Segundo a deputada, a "lógica eleitoreira que prevaleceu no PDT durante o voto da reforma da Previdência" e as críticas que recebeu do partido por suas posições fizeram com que sua permanência na sigla se tornasse insustentável. Tabata anunciou que iria, junto com outros políticos que também sofreram a mesma retaliação, ingressar com uma ação na Justiça Eleitoral reivindicando a restituição do mandato. Tabata revelou que, devido à suspensão pelo partido, não estava mais conseguindo atuar como vice-líder e que projetos relevantes que tinha foram todos cancelados.[54] Dois dias depois da entrevista, Tabata e mais quatro deputados ajuizaram ações individuais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pleiteando a continuidade de seus mandatos e desfiliação dos partidos, argumentando que estariam sendo submetidos a "prática arbitrária tomada pelos partidos".[55]

Conquistas e premiaçõesEditar

PolêmicasEditar

Em julho de 2019 as revistas Veja e Exame revelaram que Tabata contratou, com o fundo eleitoral público do PDT, os serviços de seu namorado e ex-colega de curso em Harvard, o colombiano Daniel Alejandro Martínez, para análise estratégica de sua campanha a deputada federal. A parlamentar teria pago 23 mil reais pela prestação dos serviços, que foram feitos entre agosto e outubro de 2018. Não há irregularidade, segundo a legislação eleitoral, na contratação de parentes ou cônjuge com verbas eleitorais, conforme súmula vinculante expedida pelo Supremo Tribunal Federal, que veda nomear parentes para cargos comissionados.[74]

Referências

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  6. «Grupo de jovens lança o 'Acredito', um 'MBL progressista'». Folha de S.Paulo. 28 de março de 2017. Consultado em 28 de abril de 2019. Cópia arquivada em 29 de março de 2019 
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Ligações externasEditar