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Taxi Driver

Filme de 1976, estrelado por Robert de Niro
Disambig grey.svg Nota: Se procura por uma canção da banda estado-unidense Gym Class Heroes, veja Taxi Driver (canção).
Taxi Driver
Taxi Driver (PRT)
Taxi Driver – Motorista de Táxi[1] (BRA)
Pôster original de lançamento do filme.
 Estados Unidos
1976 •  cor •  113 min 
Direção Martin Scorsese
Produção Julia Phillips
Michael Phillips
Roteiro Paul Schrader
Narração Robert De Niro
Elenco Robert De Niro
Cybill Shepherd
Peter Boyle
Jodie Foster
Harvey Keitel
Género drama, crime, thriller
Música Bernard Herrmann
Direção de fotografia Michael Chapman
Edição Marcia Lucas
Tom Rolf
Melvin Shapiro
Companhia(s) produtora(s) Bill/Phillips Productions
Italo/Judeo Productions
Distribuição Columbia Pictures
Lançamento Estados Unidos 8 de fevereiro de 1976
Brasil 22 de março de 1976[1]
Idioma inglês
Orçamento US$ 1,9 milhões[2][3]
Receita US$ 28.262.574
(receita doméstica)[4]
Página no IMDb (em inglês)

Taxi Driver (bra: Taxi Driver – Motorista de Táxi [1]) é um filme americano de 1976 dirigido por Martin Scorsese. O filme é estrelado por Robert de Niro e Jodie Foster; Foster estava com 13 anos durante as filmagens. Bernard Herrmann, foi o responsável pela trilha sonora, que acabou sendo a última antes de sua morte.

Nomeado a quatro categorias do Oscar, incluindo Melhor Filme, ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1976. Considerado "cultural, histórica e esteticamente significante" pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, foi selecionado para ser preservado no National Film Registry em 1994 e é considerado por muitos (público e crítica) como um dos melhores filmes de todos os tempos.

EnredoEditar

Travis Bickle é um jovem de 26 anos frustrado e alienado do meio-oeste dos Estados Unidos, que alega ter sido recentemente dispensado do Corpo de Fuzileiros Navais. Ele sofre de insônia e consequentemente arranja um emprego como taxista na cidade de Nova Iorque, oferecendo-se para trabalhar no turno da madrugada. Travis passa o seu tempo livre assistindo a filmes pornográficos em cinemas imundos, dirigindo sem rumo pela periferia de Manhattan. Também observa Nova York de seu táxi e irrompe com violência contra o que julga ser a escória que contamina a cidade.

Travis é incomodado pelo que considera o declínio moral a seu redor, e quando Iris, uma prostituta de 12 anos de idade, entra no seu táxi certa noite para fugir de um cafetão, Travis torna-se obcecado em salvá-la, apesar da completa falta de interesse da jovem pela ideia. Ela explica que estava drogada quando tentou fugir e que o cafetão, Sport, é na verdade uma pessoa gentil e prestável.

Travis é também obcecado por Betsy, que trabalha no comitê eleitoral do senador Palantine, candidato à presidência, cuja campanha promete mudanças sociais drásticas; Travis também decide apoiar a candidatura de Palantine após conhecer Betsy. Ela inicialmente fica intrigada com Travis e, identificando-se com sua própria solidão, concorda em sair com ele. No encontro, entretanto, Travis ingenuamente leva-a para ver um filme pornô e a moça o abandona, perturbada.

Na tentativa de encontrar uma saída para suas frustrações, Travis inicia um programa de intenso treinamento físico. Um colega taxista o encaminha para um traficante ilegal de armas, "Easy" Andy, de quem Travis compra quatro revólveres. Em casa, Travis pratica o uso de suas armas e modifica uma para permitir que ele a esconda embaixo de sua manga e a use de maneira mais ágil. Ele também começa a participar dos comícios de Palantine para garantir sua segurança. Uma noite, Travis entra em uma loja de conveniência momentos antes de uma tentativa de assalto à mão armada e atira fatalmente no ladrão; para ajudá-lo a escapar da prisão, uma vez que o porte de armas de Travis é ilegal, o dono da loja assume a responsabilidade pela ação, reivindicando uma das armas de Travis como sua.

Travis procura Iris, através de seu cafetão Sport, e duas vezes tenta convencê-la a parar de se prostituir, um esforço que a convence parcialmente. Depois de um café da manhã com Iris, Travis lhe envia uma carta contendo dinheiro, implorando para ela voltar para casa. Travis corta seu cabelo em um moicano e participa de uma manifestação pública onde ele pretende assassinar Palantine; Travis chega a quase sacar uma de suas armas, mas os agentes do Serviço Secreto o notaram colocando a mão dentro do casaco. Ele quase é pego, mas escapa com sucesso do comício.

Naquela noite, Travis dirige para o bordel de Sport no East Village. Travis atira em Sport, causando um tiroteio; ele atira em um gângster na mão, mas Sport se levanta e atira no pescoço dele antes que Travis o atinja novamente. Então o cliente de Iris entra pela porta do quarto e atira no braço dele e Travis o mata com a sua arma escondida na manga. Ele é atacado pelo gângster novamente, que esfaqueia a sua mão, mas Travis finalmente atira nele mortalmente antes de Iris começar a chorar desesperada. Quando a polícia chega, Travis tenta suicidar-se com um tiro na cabeça, mas fica sem munição e desmaia devido à perda de sangue.

O tiroteio de Travis é visto pela polícia e pela imprensa como uma tentativa de resgatar Iris de bandidos armados. Travis acaba não respondendo criminalmente e é aclamado como um herói local na imprensa. Ele recebe uma carta do pai de Iris, agradecendo por salvá-la e revelando que ela voltou para casa em Pittsburgh, onde está indo para a escola. Após semanas de recuperação e retorno ao trabalho, Travis encontra Betsy na rua dando sinal para pegar o seu táxi; Travis a leva para casa, mas se recusa a deixá-la pagar a tarifa, indo embora com um sorriso. Quando Travis se afasta, ele fica subitamente agitado depois de notar algo em seu espelho retrovisor antes dos créditos finais surgirem.

ElencoEditar

ProduçãoEditar

No rascunho original, o roteirista Paul Schrader havia descrito Sport como uma personagem negra. Havia também outros papéis negativos de negros. Como Scorsese acreditou que isso daria ao filme um viés racista exagerado, essas personagens foram alteradas para homens brancos,[5] apesar de o filme sugerir que o próprio Travis é racista. O roteiro original de Schrader também fazia o filme se passar em Los Angeles, o que foi alterado posteriormente para Nova York, já que havia muito mais táxis lá do que em Los Angeles na década de 1970.

Quando Bickle determina que vai assassinar o Senador Palantine, ele corta seu cabelo no estilo moicano. Tal detalhe foi sugerido pelo ator Victor Magnotta, amigo de Scorsese, que havia estado na Guerra do Vietnã. No filme, Magnotta teve um pequeno papel como um agente do Serviço Secreto. Mais tarde, Scorsese observaria que "Magnotta falou sobre alguns soldados que iam para a selva. Eles cortavam seus cabelos de um jeito particular; parecia um moicano... e você sabia que eles estavam em uma situação especial, do tipo de comando. Achamos que era uma boa ideia".[5]

Na sua crítica do filme, o crítico de cinema Stephen Hunter sugere que a suposição de que Travis Bickle é um veterano da Guerra do Vietnã pode não estar correta. Hunter alega que o comportamento diante de armas de fogo e que as vestimentas militares da personagem são incongruentes para um veterano de guerra. A teoria de Hunter é que Bickle pode ter adotado essa persona como parte de seus problemas pessoais e psicológicos.

Enquanto se preparava para seu papel como Travis Bickle, Robert De Niro estava filmando 1900, de Bernardo Bertolucci. De acordo com Peter Boyle, ele "terminava de filmar numa sexta-feira em Roma, pegava um avião da Itália para Nova York" - cidade na qual ele obteve uma licença de taxista. Então, ia para uma garagem, onde pegava um táxi real e dirigia por Nova York, devolvendo o veículo antes de retornar para Roma novamente.[5] De Niro também reconheceu que, enquanto preparava o sotaque de Travis, nas folgas da filmagem de 1900, ele ia para uma base militar no norte da Itália e gravava o sotaque de alguns dos presentes no local, já que acreditava que seriam úteis a sua personagem.[5]

A atriz que interpretou a amiga de Iris no filme era uma prostituta de verdade, estudada por Jodie Foster para ajudar a compor seu papel.[5]

Taxi Driver foi fortemente influenciado pelo livro Notas do Subsolo, de Fiódor Dostoiévski.[6][7][8] Sobre a relação do filme com o livro, Scorcese disse: "[...]Eu fiz muita leitura ao longo dos anos, e passei uma vida no cinema em certo sentido, assistindo muitos filmes. Mas um dos primeiros livros que eu li e causaram um forte impacto em mim, que eu realmente quis fazer (filmar) ou fazer versões - ou outras versões de outras obras deste autor - é Notas do Subsolo de Dostoiévski. Então, essa é a coisa mais próxima que eu cheguei a fazer.[...]".[8]

MúsicaEditar

Taxi Driver: Original Soundtrack Recording
Trilha sonora de Bernard Herrmann
Lançamento 19 de maio de 1998
Gravação 22 e 23 de dezembro de 1975[9]
Gênero(s) Orquestra
Jazz
Duração 61:13
Gravadora(s) Arista Records
Produção Michael Phillips, Neely Plumb
Cronologia de Bernard Herrmann
 
Obsession
(1976)
 

A trilha sonora de Bernard Herrmann foi sua partitura final antes de sua morte, em 24 de dezembro de 1975; o filme é dedicado à sua memória. Robert Barnett, da MusicWeb International, disse que contrasta ruídos profundos e desprezíveis, representando a "escória" que Travis vê por toda a cidade, com o saxofone, uma contrapartida musical de Travis, criando um trovador melifluamente desencantado, interpretado por Tom Scott. Barnett também observa que os ruídos opostos na trilha sonora (pequenas figuras de harpa, duras como cacos de aço, além de uma bateria de jazz colocando o drama na cidade) são indicativos de solidão no meio de multidões. Latão profundo e sopros também são evidentes. Barnett ouviu na batida um ar marcial de olhos arregalados, registrando a pressão sobre Bickle, que é cada vez mais oprimido pela corrupção ao seu redor, e que a harpa, o tambor e o saxofone desempenham papéis importantes na música.[10]

A canção "Late for the Sky", de Jackson Browne, também aparece no filme, aparecendo em uma cena em que casais estão dançando no programa American Bandstand enquanto Travis assiste televisão.[11]

ControvérsiasEditar

Presença de Jodie FosterEditar

Alguns críticos expressaram sua preocupação com a presença da jovem Jodie Foster durante a cena do tiroteio. No entanto, Foster explicou que ela estava presente durante a montagem dos efeitos especiais usados durante a cena; o processo inteiro foi explicado e demonstrado para ela, passo a passo. Em vez de ficar traumatizada ou transtornada, Foster disse ter ficado "fascinada" e "entretida" pela preparação envolvida nos bastidores da cena.[5] Além disso, antes de ganhar o papel, Foster foi sujeitada a testes psicológicos para assegurar que seu papel não a afetaria emocionalmente, de acordo com as leis trabalhistas da Califórnia.[12]

Preocupações adicionais em torno da idade de Foster se concentraram no papel que ela desempenhou como Iris, uma prostituta. Anos depois, apesar das supracitadas alegações positivas, ela confessou o quão desconfortável era o tratamento de sua personagem no set. Scorsese não sabia como abordar diferentes cenas com a atriz; o diretor contou com Robert De Niro para entregar suas instruções para Foster. Foster costuma expressar como De Niro, naquele momento, tornou-se um mentor para ela, afirmando que sua carreira de atriz foi altamente influenciada pelos conselhos do ator durante as filmagens de Taxi Driver.[13]

John Hinckley, Jr.Editar

Taxi Driver fazia parte das fantasias e delírios de John Hinckley, Jr.,[14][15] os quais o motivaram a tentar assassinar o presidente Ronald Reagan em 1981, não sendo considerado culpado sob a alegação de insanidade.[16][17] Hinckley declarou que suas ações eram uma tentativa de impressionar a atriz Jodie Foster, por quem era obcecado, tendo até imitado o corte de cabelo moicano que Travis Bickle usava no comício do candidato a presidência Palantine. Seu advogado concluiu sua defesa mostrando o filme para o júri.

Classificação REditar

O tiroteio no clímax do filme foi explícito visualmente.[18] Para conseguir a classificação R nos EUA, Scorsese acabou reduzindo a saturação das cores, deixando o vermelho do sangue menos vivo.[19] Em entrevistas posteriores, Scorsese comentou que ficou satisfeito pela mudança de cores, considerando-a uma melhora em relação à cena filmada originalmente, que foi perdida. No entanto, na edição especial do DVD, Michael Chapman, diretor de fotografia do filme, lamenta a decisão e o fato de não existirem mais cópias com as cores inalteradas.

RecepçãoEditar

ComercialEditar

O filme estreou no Coronet Theatre em Nova York e arrecadou um recorde de US$ 68.000 em sua primeira semana de exibição.[20] Taxi Driver arrecadou US$ 28,3 milhões nos Estados Unidos,[21] tornando-o a décima sétima maior bilheteria de 1976.

Resposta críticaEditar

O filme foi recebido com aclamação pela crítica em geral. No Rotten Tomatoes, Taxi Driver tem uma pontuação de 98% com base em críticas de 82 críticos com uma classificação média de 9,05/10; o consenso do site afirma: "Um filme imperdível para os amantes de filmes, esta obra-prima de Martin Scorsese é tão contundente quanto convincente, com Robert De Niro em seu ápice".[22] O Metacritic dá ao filme uma pontuação de 94 de 100, com base em críticas de 23 críticos, indicando "aclamação universal".[23]

O crítico Roger Ebert o nomeou como um dos melhores filmes que já havia visto, alegando:

Taxi Driver é um inferno, desde a cena de abertura de um táxi emergindo de nuvens de vapor até a cena climática em que a câmera finalmente olha diretamente para baixo. Scorsese queria desviar o olhar da rejeição de Travis. Por alguns instantes, queremos realmente desviar o olhar da vida dele. Mas ele está lá, tranquilo, apesar de continuar sofrendo por dentro.[24]

Por outro lado, Leonard Maltin deu uma classificação de apenas 2 estrelas e chamou o filme de "uma história sangrenta que relata a lúgubre vinda do homem doente à violência", chamando o filme ainda de "feio e irrecusável".[25]

Interpretações do finalEditar

Roger Ebert escreveu sobre o final do filme:

"Há muita discussão sobre o final, no qual vemos manchetes de jornais sobre o 'heroísmo' de Travis salvando Iris, e então Betsy entra no seu táxi e parece demonstrar admiração por ele, em vez do repúdio visto até então. Isso é uma cena imaginária, uma fantasia? Travis sobreviveu ao tiroteio? Estamos vendo seus últimos pensamentos antes de morrer? Essa cena pode ser aceita como verdadeira? Não sei se pode haver resposta para essas perguntas. A seqüência final toca como música, não drama: completa a história a um nível emocional, não literal. Não terminamos com um massacre, terminamos com redenção, que é o objetivo de tantos personagens de Scorsese."[26]

James Berardinelli, em sua crítica do filme discute contra a interpretação de Ebert, declarando:

"Scorsese e o roteirista Paul Schrader montam uma conclusão perfeita para Taxi Driver. Impregnado de ironia, o epílogo de cinco minutos dá ênfase às extravagâncias do destino. A mídia transforma Bickle em herói, sendo que, se ele tivesse sido um pouco mais rápido ao sacar sua arma contra o Senador Palantine, ele teria sido revelado como um assassino. Enquanto o filme se encerra, o misantropo foi aceito como um cidadão modelo, alguém que parte para cima de cafetões, traficantes e mafiosos para salvar uma garotinha".[27]

Na faixa de comentários do Laserdisc do filme, Scorsese reconheceu as diversas interpretações do final do filme como sendo um sonho de partida de Bickle. No entanto, ele admitiu que a última cena de Bickle fitando um objeto não visto deixa implícito que ele pode entrar em um estado raivoso e negligente no futuro, e que ele é como uma bomba-relógio.[28] O roteirista Paul Schrader confirma isso no seu comentário do DVD de 30 anos do filme, dizendo que Travis "não está curado pelo final do filme", e que "ele não será um herói na próxima vez".[29]

PrêmiosEditar

Prêmios concedidosEditar

  • CannesPalme d'Or
  • New York Film Critics Circle Award na categoria "Melhor Actor" – (Robert De Niro)
  • BAFTA Award na categoria "Melhor Atriz Coadjuvante" – (Jodie Foster)
  • BAFTA Award na categoria "Melhor Ator Estreante" – (Jodie Foster)
  • BAFTA Award na categoria "Trilha Sonora" – (Bernard Herrmann)

IndicaçõesEditar

  • Oscar na categoria "Melhor Filme"
  • Oscar na categoria "Melhor Ator" – (Robert De Niro)
  • Oscar na categoria "Melhor Atriz Coadjuvante" – (Jodie Foster)
  • Oscar na categoria "Melhor Trilha Sonora" – (Bernard Herrmann)
  • BAFTA Award na categoria "Melhor Ator" - (Robert De Niro)
  • BAFTA Award na categoria "Direção" – (Martin Scorsese)
  • BAFTA Award na categoria "Melhor Edição" – (Marcia Lucas, Tom Rolf, Melvin Shapiro)
  • DGA Award na categoria "Melhor Direção em Filme" – (Martin Scorsese)
  • Golden Globe na categoria "Melhor Actor - Drama" - (Robert De Niro)
  • Golden Globe Award na categoria "Melhor Filme" – (Paul Schrader)
  • Grammy Award na categoria "Melhor Roteiro Cinematográfico" – (Bernard Herrmann)
  • WGA Award na categoria "Melhor Drama para Cinema" – (Paul Schrader)

Referências

  1. a b c Taxi Driver - Motorista de Táxi - AdoroCinema
  2. F. Dick, Bernard (1992). Columbia Pictures: Portrait of a Studio. [S.l.]: University Press of Kentucky. p. 193. Consultado em 8 de março de 2018. Cópia arquivada em 8 de março de 2018  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  3. Grist, Leighton (2000). The Films of Martin Scorsese, 1963–77: Authorship and Context. [S.l.]: Palgrave Macmillan. p. 130. Consultado em 8 de março de 2018. Cópia arquivada em 8 de março de 2018  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  4. «Taxi Driver (1976)». Box Office Mojo. Consultado em 23 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2011  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  5. a b c d e f Documentário do DVD: Making Taxi Driver
  6. The Free Library. S.v. The anguish of God's lonely men: Dostoevsky's underground man and Scorsese's Travis Bickle... Retrieved Dec 13 2017
  7. Denby, David. The New Yorker. Can Dostoevsky Still Kick You in the Gut?. June 11, 2012.
  8. a b Martin Scorsese and Paul Schrader. We're Looking at Taxi Driver by Brad Balfour
  9. Ruhlmann, William. «Bernard Hermann». CFBT-FM. Consultado em 16 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  10. Taxi Driver: Music composed by Bernard Hermann. musicweb-international.com. Retrieved on March 15, 2009 from http://www.musicweb-international.com/film/2004/Mar04/taxi_driver.html Arquivado em novembro 28, 2006[Erro data trocada], no Wayback Machine..
  11. Hyden, Steven (12 de fevereiro de 2008). «Song And Vision No. 1: "Late For The Sky" and Taxi Driver». The A.V. Club. Consultado em 27 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2016  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  12. Entrevista com Foster por Boze Hadleigh Arquivado outubro 26, 2009 no WebCite (março/junho 1992)
  13. «Forty Years After "Taxi Driver," Jodie Foster Recalls the Making of a Classic». Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2019  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  14. «Taxi Driver: Its Influence on John Hinckley, Jr». Law.umkc.edu. Consultado em 4 de abril de 2012. Arquivado do original em 2 de março de 2007 
  15. Taxi Driver by Denise Noe
  16. The John Hinckley Trial & Its Effect on the Insanity Defense Arquivado em 14 de setembro de 2008, no Wayback Machine. by Kimberly Collins, Gabe Hinkebein, and Staci Schorgl
  17. Verdict and Uproar by Denise Noe
  18. David Robinson. "Down these mean streets" (The Arts). The Times. Sexta-feira, 20 de agosto de 1976. Nº 59787, col. C, pág. 7.
  19. Taxi Driver (em inglês) no AllMovie. Acessado em 16 de setembro de 2007.
  20. «Taxi Driver Is Sensational». Variety. 18 de fevereiro de 1976. p. 24 
  21. Taxi Driver Arquivado em fevereiro 3, 2007[Erro data trocada], no Wayback Machine., Box Office Mojo Internet Movie Database. Retrieved March 31, 2007
  22. Taxi Driver Arquivado em outubro 1, 2008[Erro data trocada], no Wayback Machine., Rotten Tomatoes Fandango. Retrieved June 29, 2019
  23. Taxi Driver Arquivado em março 11, 2016[Erro data trocada], no Wayback Machine., Metacritic Flixster. Retrieved March 20, 2016
  24. «Taxi Driver». Chicago Sun-Times. Consultado em 18 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2016  Parâmetro desconhecido |url-status= ignorado (ajuda)
  25. Maltin, Leonard (2013). Leonard Maltin's 2014 Movie Guide The Modern Era. New York: Penguin Group. p. 1385. ISBN 978-0-451-41810-4 
  26. Crítica de Ebert de Taxi Driver, Rogerebert.com, 1 de janeiro de 2004. Acessada em 10 de março de 2007.
  27. ReelViews Movie Review
  28. Comentários no Laserdisc de Taxi Driver
  29. Comentário de Taxi Driver com Paul Schrader

Ligações externasEditar