Telecomunicações de São Paulo

Telecomunicações de São Paulo S/A - TELESP foi a empresa operadora de telefonia do sistema Telebras[1] no estado de São Paulo, sucessora da Companhia Telefônica Brasileira (CTB), incorporando posteriormente a Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo (COTESP) e outras operadoras. Permaneceu em atividade de maio de 1973 até o processo de privatização em julho de 1998[2], quando foi adquirida pela empresa espanhola Telefónica, formando a Telefônica Brasil[3], que em 2012 adotou a marca Vivo para suas operações de telefonia fixa[4].

Telecomunicações de
São Paulo S/A -
TELESP
Razão social Telecomunicações de São Paulo S/A
Empresa de capital aberto
Cotação
Atividade Telecomunicações
Gênero Sociedade anônima
Fundação 12 de abril de 1973 (47 anos)
Encerramento 29 de julho de 1998 (22 anos)
Sede São Paulo
Área(s) servida(s)  São Paulo
Proprietário(s) Telebras
Produtos Rede de telefonia fixa
Subsidiárias Telesp Celular
Antecessora(s) Companhia Telefônica Brasileira
Sucessora(s) Telefônica Brasil (atual Vivo)
Website oficial www.telesp.com.br

Dos atuais 645 municípios do estado de São Paulo a Telesp só não operava em 43 municípios, que eram atendidos pelas empresas Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC), Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC) e Centrais Telefônicas de Ribeirão Preto (CETERP).

HistóriaEditar

AntecedentesEditar

Desde as décadas de 40 e 50 as cidades brasileiras, principalmente os grandes centros urbanos, estavam com alta demanda reprimida de telefones, pois um conjunto de fatores de ordem técnica e econômica faziam com que as operadoras privadas de telefonia do país deixassem de investir na ampliação e na modernização dos sistemas telefônicos, provocando sérios atritos com os poderes concedentes.

As mudanças institucionais no setor de telecomunicações começam efetivamente em 1962 com a instituição do Código Brasileiro de Telecomunicações[5] e resultam na criação da Embratel (1965), na intervenção e estatização da Companhia Telefônica Brasileira (1966), na criação do Ministério das Comunicações (1967) e na criação do sistema Telebrás (1972), acabando com a enorme incompatibilidade existente entre os sistemas telefônicos da época[6].

InícioEditar

Constituída como subsidiária da Telebras em 12 de abril de 1973[7], iniciou suas atividades operacionais em 31 de maio de 1973 com a incorporação do patrimônio da Companhia Telefônica Brasileira no estado de São Paulo[8], empresa que atendia São Paulo, Campinas, Santos e mais cerca de 190 cidades por todo o estado[9]. A Telesp foi credenciada como empresa-pólo no estado pela Portaria nº 369 de 31 de maio de 1973, de acordo com as diretrizes e com a política de unificação do sistema de telefonia adotada pelo Ministério das Comunicações, uma vez que o sistema telefônico era concedido na época para diversas operadoras, tanto privadas como públicas[10].

Integração da telefonia estadualEditar

Após sua criação em abril de 1973, o processo de incorporação das diversas operadoras existentes no estado foi gradativo a partir de maio de 1973 até 1980, restando por último a Teleoeste, incorporada apenas em fins de 1987 devido a vacância da concessão. Na maioria dos casos a Telesp primeiro adquiria o controle acionário ou se tornava acionista para depois incorporá-la.

1973 [10]

1974 [22]

1975 [27]

1976 [33]

1977 [41]

1978 [43]

1979 [44]

1980 [45]

1987 [46]

  • Telecomunicações do Oeste Paulista de Jales

Estrutura operacionalEditar

Devido a empresa atuar em todo o estado, para administrá-la havia uma estrutura hierárquica descentralizada, com sua sede administrativa na capital. Para a comercialização dos serviços e assistência ao usuário, a Telesp dividia-se em seis gerências regionais, duas na Grande São Paulo e quatro no interior.

Sede administrativaEditar

Teve como primeira sede administrativa o edifício localizado na rua Sete de Abril, 309 - República, que foi a sede da Diretoria de Operação São Paulo (DOSP) da CTB. No ano de 1975 foi inaugurado o novo edifício-sede da empresa na rua Martiniano de Carvalho, 851 - Paraíso, com 22 andares[27]. Sua construção foi iniciada em 1972 pela CTB[47], com a demolição do antigo centro telefônico Avenida que havia sido instalado no local em 1920 e que foi desativado em 1969. Após a mudança de sede o edifício da rua Sete de Abril continuou sendo utilizado como centro de atendimento aos assinantes.

PresidentesEditar

  • 1973-1978: Antônio Salles Leite
  • 1979-1984: Carlos de Paiva Lopes
  • 1985-1989: Antônio Ignácio de Jesus
  • 1990-1992: Oswaldo Lopes do Nascimento Filho
  • 1993-1994: Waldemar Fernandes Neves
  • 1995-1998: Carlos Eduardo Sampaio Doria

Gerências regionaisEditar

A finalidade de cada gerência regional[48] era comercializar e operar os serviços de telecomunicações, além de administrar, operar, manter e controlar sistemas de telecomunicações e respectivas atividades de apoio. As seis gerências regionais eram a São Paulo Leste (OL) e a São Paulo Oeste (OW) criadas em 1979 através da divisão da regional com sede em São Paulo, a Centro-Sul (OA) criada em 1976 com sede em Campinas, a Centro-Oeste (OB) criada em 1977 com sede em Bauru, a Norte (OT) criada em 1978 com sede em São José do Rio Preto e a Sudeste (OS) criada em 1979 com sede em Santos. Eram divididas em setores chamados distritos, cada qual era responsável pelo atendimento de uma determinada área de abrangência.

Nas mais importantes cidades de cada distrito haviam os Postos de Serviço Telesp[49], onde se podia fazer ligações, comprar fichas e cartões telefônicos, receber e transmitir fac-símile, consultar listas telefônicas, etc. Haviam também as Lojas Telesp[50], instalações estrategicamente distribuídas pelas principais cidades do estado e que eram estruturadas e organizadas para oferecer todo tipo de atendimento que não podia ser feito através do atendimento telefônico.

Gerências regionais e distritos
Gerências regionais Distritos Áreas atendidas Localidades com atendimento (Posto de Serviço / Loja)
São Paulo Leste OL1 - Consolação 011 (Capital) Centro, Zona Leste, Zona Norte
OL2 - Penha
OL3 - Ipiranga
OL4 - Anhangabaú
OL5 - Vila Gustavo
OL6 - Cumbica 011 (Guarulhos) Guarulhos
São Paulo Oeste OW1 - Vila Mariana 011 (Capital) Zona Oeste, Zona Sul
OW2 - Campo Belo
OW3 - Jabaquara
OW4 - Lapa
OW5 - Palmeiras
OW7 - Campo Limpo
OW6 - Osasco 011 (região de Osasco) Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi, Osasco e São Roque
Centro-Sul OA1 - Campinas 0192 (parte) Águas de Lindóia, Campinas, Indaiatuba, Paulínia, Serra Negra e Valinhos
OA2 - Jundiaí 011 (região de Jundiaí) Atibaia, Bragança Paulista, Itatiba, Itu, Jundiaí, Mairiporã e Salto
OA3 - Rio Claro 0195 Araras, Leme, Pirassununga, Porto Ferreira e Rio Claro
OA4 - Sorocaba 0152, 0155 Itapetininga, Porto Feliz, Sorocaba e Tatuí; Apiaí, Capão Bonito, Itapeva e Itararé
OA5 - Piracicaba 0194 Águas de São Pedro, Americana, Capivari, Limeira, Nova Odessa, Piracicaba, Rio das Pedras, Santa Bárbara d'Oeste e São Pedro
OA6 - São João da Boa Vista 0196, 0192 (parte) Casa Branca, Espírito Santo do Pinhal, Mococa, São João da Boa Vista e São José do Rio Pardo; Itapira, Mogi Guaçu e Mogi Mirim
Centro-Oeste OB1 - Bauru 0142, 0146, 0147, 0149 Agudos, Bauru, Lençóis Paulista e Pederneiras; Barra Bonita e Jaú; Avaré; Botucatu e São Manuel
OB2 - Presidente Prudente 0182, 0183 Presidente Epitácio, Presidente Prudente e Presidente Venceslau; Assis e Paraguaçu Paulista
OB3 - Marília 0143, 0144, 0145 Ourinhos, Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo; Garça, Marília e Tupã; Lins e Promissão
Norte OT1 - São José do Rio Preto 0172, 0173, 0175 São José do Rio Preto; Barretos e Bebedouro; Catanduva
OT2 - Araçatuba 0186, 0187, 0188, 0189 Araçatuba, Birigui e Penápolis; Andradina e Ilha Solteira; Dracena; Adamantina
OT3 - Araraquara 0162, 0163, 016 (parte) Araraquara e São Carlos; Jaboticabal; Sertãozinho
OT4 - Votuporanga 0174, 0176 Fernandópolis e Votuporanga; Jales
Sudeste OS1 - Santos 0132 (parte) Bertioga, Cubatão, Guarujá, Santos e Vicente de Carvalho
OS2 - Praia Grande 0132 (parte), 0138 Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e São Vicente; Iguape e Registro
OS3 - São José dos Campos 0123, 0124 Jacareí e São José dos Campos; Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba
OS4 - Taubaté 0122, 0125 Caçapava, Campos do Jordão, Pindamonhangaba e Taubaté; Aparecida, Cruzeiro e Guaratinguetá

Serviços prestadosEditar

 
Poço de visita com logotipo da Telesp.

Telefonia fixaEditar

  • Ligações locais, ligações interurbanas (via DDD) com todo o Brasil e ligações internacionais (via DDI)
  • Sistema DDC: implantado gradativamente a partir de 1982
  • Telecard: lançado em 1982, cartão que permitia que se fizessem ligações sem fichas ou cartão telefônico, não tendo que pagar nada na hora, com as despesas debitadas numa conta telefônica designada pelo assinante
  • Facilidades das Centrais CPA: a partir de 1982 foram implantadas gradativamente em todo o estado, oferecendo ao usuário novas facilidades de serviço telefônico até então inéditas, que eram atendimento simultâneo, bloqueador de chamadas, teleconferência, discagem abreviada, transferência de chamadas, serviço não perturbe, entre outros
  • Videotexto: inaugurado em dezembro de 1982[51]
  • Áreafone: implantado em 1984, voltado à assinantes de alto tráfego para economia nas ligações[52]
  • Sistema de chamadas locais para cidades conurbadas: implantado em 1986[53]
  • Sistema DDR: implantado a partir do final da década de 80, atendia principalmente condomínios e empresas de maior porte

Telefonia celularEditar

 Ver artigo principal: Telesp Celular
  • Serviço iniciado em agosto de 1993 no sistema analógico[54]

InternetEditar

Telefones públicosEditar

Os telefones públicos inicialmente eram apenas os orelhões amarelos dotados de telefones vermelhos que funcionavam com fichas telefônicas locais, utilizados para realização de chamadas locais e interurbanas para cidades da mesma área de tarifação. Em 1975 surgem os orelhões azuis[55] dotados de telefones azuis que funcionavam com fichas telefônicas DDD, utilizados somente para realização de chamadas interurbanas para as cidades que fossem integradas ao sistema DDD. Haviam também os telefones "semipúblicos", que instalados em estabelecimentos credenciados como bares, restaurantes, hotéis e padarias funcionavam como telefone público e como telefone comum, graças a uma chave seletora no aparelho. E nas periferias das grandes cidades e em inúmeros bairros rurais que não dispunham de telefonia haviam os chamados "vilafones".

Em 1979 a Telesp lançou o comercial de TV “Morte do Orelhão” devido aos altos índices de vandalismo contra os orelhões, que tornou-se um ícone da publicidade brasileira[56].

Em 1981 são instalados os primeiros telefones públicos para deficientes físicos[57] e em 1982 é inaugurado o primeiro orelhão comunitário, telefone público que fazia e recebia chamadas. Em maio de 1989 são instaladas na capital as primeiras cabines de vidro e concreto para telefones públicos e no ano de 1993 a ficha telefônica começa a ser substituída pelo cartão telefônico[54].

Listas telefônicasEditar

No início eram as editoras que determinavam a abrangência das listas telefônicas oficiais. A partir de 1978 as listas oficiais de todo o país foram padronizadas, cada uma com região de abrangência específica e código nacional da Telebras, contendo lista de assinantes, lista de endereços das principais cidades e lista classificada (páginas amarelas)[58], dentre as quais as listas telefônicas oficiais da Telesp eram as seguintes: 100 e 105-São Paulo e Guarulhos[59], 115-Osasco e região (011), 130-Santos e região (0132, 0138), 135-Vale do Paraíba (0122, 0123, 0124, 0125), 140-Campinas e região (0192), 150-Piracicaba e região (0194, 0195, 0196), 160-Bauru e região (0142, 0143, 0144, 0145), 170-Sorocaba e região (0146, 0147, 0149, 0152, 0155)[60], 175-Presidente Prudente e região (0182, 0183, 0186, 0187, 0188, 0189), 180-São José do Rio Preto e região (0172, 0173, 0174, 0175, 0176) e 185-Araraquara e região (0162, 0163, 016).

Nessa época a Telesp tinha com a Editora de Guias LTB seu principal contrato para publicação de listas. Em 1983, através de legislação que regulava o setor, as operadoras foram obrigadas a licitar a produção de listas telefônicas[61][62][63]. Com isso a Editora de Guias LTB rescindiu seu contrato com a Telesp por considerá-lo lesivo à empresa e começou a publicar guias classificados sob a marca Páginas Amarelas, distribuindo-os paralelamente às listas oficiais ou suprindo a falta destas nas principais cidades, surgindo uma longa disputa judicial durante toda a década de 80[64].

Após uma defasagem de quase três anos, a partir de 1985 as listas telefônicas oficiais da Telesp voltaram a ser editadas e impressas[65] pelas editoras OESP (Grupo Estado)[66], LISTEL (Grupo Abril), LTP-Lista Telefônica Paulista e LTN-Listas Telefônicas Nacionais. Conforme a nova legislação continham somente lista de assinantes e classificada, sendo que as listas de endereços oficiais passaram a ser publicadas separadamente para as principais cidades. Depois as editoras oficiais passaram a ser[67]:

  • OESP[68]: listas 100 à 106-São Paulo e 107-Guarulhos[69];
  • LISTEL[70][71]: listas 132-Baixada Santista (0132)[72], 133-Litoral Sul e Vale do Ribeira (0138)[72], 135-Vale do Paraíba (0122, 0123, 0124, 0125)[73], 140-Campinas e região (0192)[74], 145-Rio Claro e região (0195, 0196)[75], 150-Piracicaba e região (0194), 155-Jundiaí e região (011)[76], 160-Bauru e região (0142, 0146, 0147, 0149) e 165-Marília e região (0143, 0144, 0145), além das listas de endereços. Posteriormente a lista 135 foi subdividida;
  • LTN (EPIL)[77]: listas 115-Osasco e região (011)[78], 170-Sorocaba e região (0152, 0155)[79], 175-Araçatuba e região (0186, 0187, 0188, 0189), 176-Presidente Prudente e região (0182, 0183), 180-São José do Rio Preto e região (0172, 0173, 0175)[80], 181-Noroeste Paulista (0174, 0176)[80] e 185-Araraquara e região (0162, 0163, 016), além das listas de endereços. Posteriormente as listas 115, 170 e 180 foram subdivididas.

Terminais telefônicosEditar

Planos de expansão e açõesEditar

 
Plano de expansão Telesp (década de 70).

Na política do governo brasileiro de expansão do sistema telefônico os usuários antecipavam recursos financeiros para financiá-lo, através do esquema de autofinanciamento das linhas telefônicas, institucionalizado em 1967 e que foi único em todo o mundo. Assim, o usuário recebia ações da empresa concessionária do serviço público de telecomunicações, ou seja, ele não estava apenas adquirindo a linha, mas também se tornando acionista da companhia[6].

Esse era o processo de expansão das empresas de telefonia: elas aumentavam o capital emitindo ações que eram compradas pelos interessados em ter um telefone. Depois, o dinheiro era usado para ampliar a rede de telefonia e instalar as linhas compradas. Entre a venda do plano de expansão e a instalação da linha o processo podia demorar dois anos ou mais.

Aqueles que adquiriram planos de expansão de janeiro de 1973 a dezembro de 1974 e de janeiro de 1996 a junho de 1997 se tornaram acionistas da Telesp, enquanto aqueles que adquiriram planos de expansão de janeiro de 1975 a dezembro de 1995 se tornaram acionistas da Telebrás[6].

Somente quem comprou telefones em planos de expansão tinha direito às ações. Quem comprou a linha de terceiros, o que era muito comum na época, não recebia as ações mas o que se transferia era apenas o direito de uso da linha, pois as ações não eram associadas ao número da linha telefônica e sim atribuídas ao primeiro titular com base no número de inscrição do plano de expansão efetuado diretamente pelo sistema de autofinanciamento da Telesp, que possuía dados de identificação do promitente-assinante. Sendo assim os usuários que vendiam suas linhas continuavam sendo acionistas, só que eles também podiam vender suas ações, o que ocorria com grande frequência.

Essa forma de financiamento foi extinta em 30 de junho de 1997, conforme Portaria nº 261 de 30/04/1997 do Ministério das Comunicações, mas os assinantes que receberam ações e não as venderam continuaram acionistas de outras empresas depois da reorganização ocorrida no sistema. Quem era acionista da Telesp também recebeu ações da Telesp Celular, uma vez que a empresa passou por cisão. Quem era acionista da Telebrás também recebeu ações das novas companhias após sua cisão, tais como Telesp e Embratel. Desde 1998 novas mudanças ocorreram, e quem ainda era acionista da Telebrás em maio daquele ano tornou-se também acionista da Telefônica Brasil, Oi, Embratel, TIM e outras[81].

TelefonesEditar

Plano de um milhão de telefones

Logo que iniciou as operações, a primeira ação da Telesp foi dar prosseguimento ao plano de um milhão de telefones aprovado pelo Ministério das Comunicações e iniciado pela Companhia Telefônica Brasileira em outubro de 1971[82][83], onde 375 mil terminais telefônicos eram destinados a capital[84] e 175 mil destinados ao interior[85], para serem instalados até 1976. Desse total já tinham sido contratados 240 mil terminais telefônicos pela CTB e a Telesp finalizou em 1973 as contratações que esgotaram a parcela desse plano atribuída ao estado de São Paulo. No planejamento global dessa expansão, mereceram destaque, além da capital, duas cidades de grande importância econômica em sua área de atuação: Campinas e Santos[86]. A partir de então a Telesp estabeleceu os seus próprios planos[87].

Plano adicional

Ação emergencial iniciada em julho de 1973 que, diferente dos planos de expansão, consistiu primeiro na implantação de centrais telefônicas automáticas em localidades definidas como prioritárias pela Telesp, para logo após o término das obras de implantação da central serem comercializadas e instaladas as linhas telefônicas[88].

Plano de dois milhões de telefones

Os altos níveis de evolução do desenvolvimento do estado na época indicaram a necessidade de iniciar a execução de novos planos visando atingir a meta fixada através do convênio firmado em outubro de 1973 entre a Telesp e a COTESP, onde foi elaborado em conjunto o Plano Diretor Estadual de Telecomunicações, sob a coordenação da Telebrás, pelo qual até o ano de 1980 a média de telefones no estado deveria ser de 12 por 100 habitantes e que cidades com mais de 10 mil habitantes deveriam estar interligadas ao sistema DDD[20]. Nesse convênio foi anunciado o plano de dois milhões de telefones, oficializado em janeiro de 1974[10].

Expansões posteriores

A partir de então as inscrições para planos de expansão passaram a ser abertas de forma constante, com a Telesp firmando todos os anos contratos com os principais fornecedores de equipamentos telefônicos. Assim em 1982 foi atingida a marca de três milhões de telefones em serviço[89] e em 1986 é atingida a marca de quatro milhões de telefones em serviço[90].

Número de terminais telefônicos (milhares)
Ano Terminais telefônicos
instalados
Total de
terminais telefônicos
Total de terminais
telefônicos em serviço
Total de
telefones em serviço
1973 [85][87][88] 83,7 597,1 530,0 827,0
1974 [88][91] 66,5 677,0 585,0 926,6
1975 [88][92] 134,0 824,0 695,0 1.112,9
1976 [92][93] 237,8 1.085,0 902,0 1.398,8
1977 207,6 1.314,1 1.077,0 1.684,5
1978 279,5 1.593,6 1.320,0 2.012,2
1979 206,7 1.800,3 1.531,0 2.365,4
1980 69,4 1.869,7 1.702,6 2.678,1
1981 [94][95][96] 92,0 1.960,3 1.806,8 2.938,8
1982 [97] 135,0 2.095,0 1.969,9 3.221,4
1983 135,0 2.229,9 2.111,7 3.470,8
1984 [98][99] 184,9 2.414,8 2.284,5 3.731,8
1985 118,8 2.533,6 2.417,6 3.991,3
1986 140,3 2.673,9 2.508,7 4.196,1
1987 119,9 2.793,8 2.567,1 4.466,4
1988 125,4 2.919,2 2.695,6 4.506,2
1989 192,0 3.111,0 2.814,9 4.533,4

Plano comunitário de telefonia

Em novembro de 1990 foi regulamentado pelo Ministério da Infraestrutura o Programa Comunitário de Telefonia (PCT), onde as subsidiárias da Telebrás foram autorizadas a transferir para companhias privadas a tarefa de expandir as redes de telefonia, tornando-as responsáveis pela comercialização e instalação dos telefones com prazo máximo de 18 meses. Com isso os telefones se popularizaram, sendo mais acessíveis[100].

Enquanto houve uma expansão de 97,9 mil terminais em 1990[101] e de 241,2 mil terminais em 1991[102], quando essas empresas passaram a implantar os PCT's para a Telesp em 1992 foram instalados 334 mil terminais. No ano de 1993 foram instalados 236 mil terminais[54] e em 1994 foram 221 mil terminais, totalizando cerca de 4,2 milhões de terminais telefônicos instalados e cerca de 3,9 milhões de terminais telefônicos em serviço[103].

Últimas expansões

No ano de 1995 o número de terminais telefônicos instalados era de 4,5 milhões, com 4,2 milhões de terminais telefônicos em serviço, e em 1996 o número de terminais instalados era de 4,9 milhões, com 4,6 milhões de terminais em serviço[104]. Em 1997 o número de terminais instalados chegou a 5,4 milhões, com percentual de digitalização de 55% da planta instalada, sendo que 94% dos terminais instalados estavam em serviço, chegando a 5 milhões. Destes terminais 67% eram residenciais (3,4 milhões), 20% não residenciais (1 milhão), 10% troncos (500 mil) e 3% terminais de uso público (150 mil). O número de terminais por 100 habitantes - teledensidade da Telesp - nesse ano era de 16,64[105][106].

Centrais telefônicasEditar

 
Logo da Telesp na central telefônica Cambuí em Campinas.

Implantação de centraisEditar

Quando da criação da Telesp uma parte das cidades do estado não possuía sistemas telefônicos, sendo somente atendidas por um Posto de Serviço (PS)[107], e algumas ainda eram zonas mudas, não tendo nem mesmo o PS. A finalização da implantação de sistemas telefônicos nas cidades que eram desprovidas de serviço telefônico em sua área de cobertura foi em 1979, sendo Rifaina a última cidade a ter sistema telefônico[108], inclusive um comercial foi feito para a TV noticiando este fato[109].

Centrais manuaisEditar

A maioria das cidades que possuíam sistemas telefônicos eram atendidas por centrais manuais com mesas operadas por telefonistas. A Telesp continuou implantando centrais manuais em sedes de município somente até o ano de 1979 e de forma emergencial. As últimas cidades que ganharam sistemas telefônicos através de centrais manuais foram Mariápolis, Marinópolis, Nova Guataporanga, Paulicéia, Pedranópolis, Pinhalzinho, Platina, Santa Mercedes, Santana da Ponte Pensa e São João do Pau d'Alho (1978)[110] e Pedra Bela (1979).

Por serem obsoletas, as centrais manuais foram substituídas gradativamente pela Telesp por centrais automáticas até o ano de 1985, quando terminou a automatização das centrais telefônicas de todas as sedes de municípios de sua área de cobertura.

Numeração telefônicaEditar

Nas cidades que possuíam centrais manuais a numeração dos telefones era sem prefixo e variava da seguinte forma: entre 01 e 099 e entre 100 e 999 nas cidades da antiga concessão Cia. Telefônica Alta Paulista, e entre 1 e 999 nas demais cidades.

Centrais automáticasEditar

CapitalEditar

Quando passou a ser atendida pela Telesp a cidade de São Paulo era servida por 52 centrais automáticas instaladas em 24 centros telefônicos, sendo as mais antigas eletromecânicas do tipo passo-à-passo (step-by-step) que foram instaladas e ampliadas pela CTB até 1966 (a maioria fabricada pela Automatic Electric), e as mais modernas eletromecânicas do tipo barras-cruzadas (crossbar) instaladas pela CTB a partir de 1967 (fabricadas pela Ericsson)[111].

A Telesp deu prosseguimento, sem solução de continuidade, às obras concluídas e não inauguradas pela CTB, que foram os prédios maiores anexos aos centros telefônicos mais antigos para ampliações do sistema (Brás, Campo Belo, Ipiranga, Jardins, Palmeiras, Perdizes e Vila Mariana), e às obras em andamento iniciadas pela CTB, que foram as dos centros telefônicos Guarani (inaugurado em 1973), Jaguaré (inaugurado em 1977), Tremembé e Vila Gustavo (inaugurados em 1978)[112]. A partir daí, através do seu próprio planejamento, passou a construir novos centros telefônicos, sendo os primeiros Parelheiros (inaugurado em 1978) e Ceagesp (inaugurado em 1981), sempre utilizando centrais automáticas crossbar até 1982[113].

Em 1977 foram feitos os primeiros testes com centrais digitais – as chamadas CPA (centrais controladas por programa armazenado). Inicialmente utilizou-se equipamento da marca Plessey na Vila Mariana (prefixo “544”). Os resultados, contudo, não foram satisfatórios e outra tecnologia digital, desta vez da série AXE (Ericsson), começou a operar em abril de 1982 também na Vila Mariana (prefixo “572”). No mesmo ano foram inauguradas mais duas, em setembro de 1982 - Guarani (prefixo "918") e em dezembro de 1982 - Lapa (prefixo "832")[114]. A partir de então só se instalavam na capital novas centrais com tecnologia digital, e os primeiros centros telefônicos inaugurados só com CPA's foram Americanópolis, Campo Limpo, Ibirapuera, Jaraguá, Morumbi, São Mateus e Vila Esperança, todos em 1984.

InteriorEditar

Nas cidades do interior que possuíam centrais automáticas elas eram do tipo passo-à-passo, rotativas e barras-cruzadas, de vários fabricantes (Automatic Electric, Ericsson, Standard Electrica e Plessey)[115][116]. Conforme havia necessidade de ampliação de terminais as centrais passo-à-passo e rotativas iam sendo substituídas por centrais barras-cruzadas. Nas cidades que já possuíam as centrais barras-cruzadas podia-se ampliar a quantidade de terminais sem necessidade de mudança do equipamento.

Das centrais recebidas da CTB foram mantidas as inauguradas entre 1970 e 1972 e que faziam parte do primeiro plano de expansão dessa empresa[117], algumas mais antigas que permitiam ampliação, como as centrais telefônicas de Araraquara, Bauru e Campinas, e algumas de redes administradas, como as centrais telefônicas de Jundiaí, Piracicaba e Rio Claro. As demais foram substituídas por prédios maiores e mais modernos construídos pela Telesp e com novo equipamento automático.

Todas as centrais automáticas inauguradas pela COTESP entre 1966 e 1971 foram mantidas. Além disso, antes de ser incorporada a COTESP implantou entre 1973 e 1974 centrais automáticas em várias cidades que ainda não tinham sido transferidas para a Telesp. A maioria dessas centrais eram decádicas do tipo UDK (Philips-Inbelsa) instaladas em prédios-padrão modulados com características próprias.

Já as centrais recebidas pela Telesp das diversas empresas incorporadas também foram substituídas por prédios maiores e mais modernos, recebendo novo equipamento automático, exceto as que permitiam ampliação.

As primeiras centrais automáticas que a Telesp inaugurou no interior foram as projetadas e construídas pela CTB e que faziam parte do plano de um milhão de telefones, nas cidades de Amparo, Ibitinga, Indaiatuba, Lorena, Matão, Paulínia e Taquaritinga (maio de 1973), Salto, São Roque e Sertãozinho (julho de 1973), Porto Feliz e São Manuel (agosto de 1973), São José dos Campos (dezembro de 1973). Outras centrais construídas pela CTB, nas cidades de Carapicuíba, Laranjal Paulista, Poá, Barretos, Bebedouro, Piraju e Pirajuí foram inauguradas posteriormente. Na sequência desse plano as primeiras centrais automáticas que a própria Telesp construiu e inaugurou foram em Águas da Prata e Icém (outubro de 1973)[118].

As centrais automáticas das cidades que faziam parte do plano adicional[88] eram caracterizadas por serem de pequeno porte e possuir uma estrutura de alvenaria bem simples, sendo que as primeiras foram inauguradas em Américo Brasiliense (julho de 1973), em Cândido Rodrigues, Dobrada e Santa Lúcia (setembro de 1973) e em Cerqueira César, Corumbataí, Itobi, Ribeirão Bonito, Rincão e Santa Gertrudes (outubro de 1973)[118], sendo as demais inauguradas entre 1974 e 1975[119][120][121].

Entre 1976 e 1977 foram inauguradas as centrais de Cachoeira Paulista, Caraguatatuba, Ibiúna e Piquete, projetadas e construídas pela COTESP[122], e foram implantadas em diversas cidades pequenas as centrais automáticas do tipo UDK (Philips-Inbelsa), a maioria instalada em prédios-padrão modulados[123]. Já entre 1978 e 1984 as centrais implantadas nas cidades pequenas passaram a receber uma estrutura melhor em alvenaria.

Em 1985 foram implantadas as centrais automáticas das últimas 37 cidades que ainda tinham centrais manuais. Essas centrais foram instaladas em prédios-padrão modulados com características próprias. Dessas cidades 17 foram integradas ao DDD somente em 1989, quando foi finalizada a implantação do sistema no estado, sendo elas Balbinos, Borá, Marinópolis, Monções, Nova Independência, Nova Luzitânia, Óleo, Pedranópolis, Platina, Rubiácea, São Francisco, São João das Duas Pontes, Sebastianópolis do Sul, Tejupá, Turmalina, União Paulista e Uru. Também essas cidades foram as últimas a terem prefixo telefônico, juntamente com as cidades de Álvares Florence, Anhumas, Florínea, Guarantã, Lavínia, Luís Antônio, Lutécia, Porangaba, Rifaina e Valentim Gentil, que foram integradas ao DDD também em 1989 mas receberam centrais automáticas antes de 1985.

Em 1983 foi inaugurada a primeira CPA do interior, em Osasco (prefixo “803”)[124]. Ainda na década de 80 elas passaram a substituir as centrais do tipo barras-cruzadas, sendo que algumas cidades permaneceram com as obsoletas centrais passo-à-passo sem serem ampliadas até a sua substituição pelas CPA's. A partir do final dessa década começaram a ser implantadas em todo o estado as centrais digitais de pequeno porte das séries TRÓPICO-R (Trópico) e CPR (Equitel)[125], que eram moduladas e instaladas em contêineres transportáveis. Mas foi na década de 90 que a implantação das CPA's começou a ser feita em larga escala, sendo que os principais tipos de centrais digitais implantados pela Telesp nas centrais de médio e grande porte foram as AXE (Ericsson), EWSD (Siemens), NEAX 61 (NEC), 5 ESS (Lucent) e TRÓPICO-RA (Trópico)[126].

Os prédios das centrais telefônicas são utilizados até hoje pela Vivo, mas são bens imóveis passíveis de reversão (bens reversíveis)[127][128][129][130].

Numeração telefônicaEditar

Até 1969 as ligações interurbanas eram feitas quase em sua totalidade via telefonista, então não havia necessidade dos números telefônicos possuírem prefixos, exceto nas cidades com mais de uma central. A cidade de São Paulo possuía centrais com prefixos de dois dígitos (mais antigas e que foram integradas ao DDD em 1971) e a partir de 1967 passou a ter as primeiras centrais com prefixos de três dígitos do país (que também foram as primeiras no estado a serem integradas ao DDD em 1970)[111].

Além da capital somente as cidades do ABC Paulista, de Guarulhos e de Osasco possuíam centrais com prefixos de dois dígitos. Já as cidades de Santos, Cubatão, Guarujá, São Vicente, Campinas, Sorocaba e Votorantim possuíam centrais com prefixos de um dígito. Nas cidades que não possuíam prefixo telefônico a numeração variava da seguinte forma: entre 20 e 99 nas menores localidades, entre 200 e 999 na maioria das cidades e entre 1000 e 9999 nas cidades de médio e grande porte.

Tendo em vista a realidade da implantação do DDD, a partir de 1970 todas as centrais automáticas inauguradas pela CTB no interior passaram a ter prefixos de um dígito[117]. Em 1971 a COTESP passou a utilizar prefixos de um dígito nas centrais automáticas de maior porte, mas todas as centrais inauguradas entre 1973 e 1974 já tinham prefixos de um dígito, inclusive as de pequeno porte, pois já eram preparadas para o DDD.

A numeração telefônica nas centrais com prefixos de um dígito variava entre 2-0000 e 9-9999. Não demorou muito e eles começaram a ser gradativamente substituídos pela Telesp por prefixos de dois dígitos para o que o sistema telefônico pudesse ser ampliado, sendo que os últimos substituídos foram o "6" de Sud Mennucci alterado para "56" (1989), o "8" de Campinas alterado para "34" (1993), o "2" de Campinas alterado para "36" (1994) e o "4" de Santos alterado para "284" (1995).

Quando assumiu a telefonia no estado a Telesp, tendo em vista a implantação do DDD e as ampliações rápidas do sistema, já começou a utilizar prefixos de dois dígitos nas centrais automáticas de médio e grande porte que iam sendo ativadas no interior. Marília foi a única exceção, mesmo recebendo o sistema DDD em 1973 seus telefones continuaram sem prefixo telefônico até 1978, quando sua central recebeu o prefixo "33". Em 1976 e 1977 todas as centrais automáticas, inclusive as de pequeno porte, foram ativadas com prefixos de dois dígitos, sendo que algumas nas áreas de Sorocaba e Itapeva foram ativadas com prefixos de três dígitos (que posteriormente passaram a utilizar prefixos de dois dígitos para padronização), pois já eram preparadas para o DDD.[123]. Mas a partir de 1978 as centrais telefônicas de pequeno porte passaram a ser ativadas sem prefixos telefônicos, só recebendo prefixos de dois dígitos com a implantação do DDD. A numeração telefônica nas centrais com prefixos de dois dígitos variava entre 20-0000 e 99-9999.

Na área de tarifação da capital, cuja demanda telefônica era maior, as centrais automáticas já eram ativadas com prefixos de três dígitos, sendo utilizados prefixos iniciados por 2xx no Centro, Zona Norte da Capital e em Guarulhos, por 5xx na Zona Sul da Capital, por 8xx na Zona Oeste da Capital e por 9xx na Zona Leste da Capital e em Guarulhos, e posteriormente passaram a ser utilizados nessas áreas os prefixos iniciados por 6xx. Já na região do ABC Paulista foram utilizados prefixos iniciados por 41x, 44x, 45x, 71x, 74x e 75x, na região do Alto Tietê iniciados por 46x, 47x e 77x, na região de Osasco iniciados por 42x, 49x, 70x, 72x e 79x e na região de Jundiaí iniciados por 40x, 43x, 48x, 73x e 78x.

No nordeste do estado onde a Telesp possuía concessões nas áreas de tarifação de Ribeirão Preto e Franca juntamente com a CETERP e com a CTBC-Brasil Central o padrão seguido inicialmente era o de prefixos de dois dígitos, mas passou a ser de três dígitos para padronização com aquelas companhias.

Em 1982 com a implantação do sistema de Discagem Direta a Cobrar (DDC) todas as centrais do interior que possuíam o prefixo 90 tiveram os prefixos alterados. No início dos anos 90 as centrais do interior que possuíam o prefixo 97 e algumas que possuíam o prefixo 98, além das centrais da área da capital que possuíam os prefixos iniciados por 9xx também tiveram seus prefixos alterados devido a implantação do sistema de telefonia celular.

A partir de 1995 a Telesp começou a alteração na numeração telefônica em todo o estado[131]. Na área 011 começou a ser implantado os prefixos de quatro dígitos, quando em julho desse ano o prefixo "61" da central Campo Belo foi alterado para "5561", sendo o primeiro prefixo telefônico com quatro dígitos no Brasil[132]. Os prefixos foram sendo substituídos gradativamente, na capital sempre iniciando com 3xxx, 5xxx e 6xxx (os prefixos iniciados por 6xxx foram posteriormente substituídos por 2xxx) e nas demais cidades da área iniciando com 7xxx e depois com 4xxx (os prefixos iniciados por 7xxx foram posteriormente substituídos também por 4xxx, exceto em Osasco, onde os prefixos iniciados por 70xx e 720x foram substituídos por 36xx).

As áreas do litoral e do interior passaram a seguir a padronização nacional de DDD com três dígitos (012 à 019) e prefixos de três dígitos também. O acréscimo do quarto dígito nos prefixos telefônicos dessas áreas iniciou-se no ano 2000 e foi finalizado em dezembro de 2005.

Automatização das centrais telefônicas
Ano Cidades com
centrais automáticas
Cidades com
centrais manuais
Cidades sem
sistemas telefônicos
1973 148 314 66
1974 [nota 1] 218 259 51
1975 236 254 38
1976 [nota 2] 260 241 28
1977 335 181 13
1978 366 161 2
1979 398 131 -
1980 [nota 3] 410 120 -
1981 450 80 -
1982 486 44 -
1983 490 40 -
1984 493 37 -
1985 530 - -
1988 [nota 4] 531 - -
1989 [nota 5] 532 - -

Cooperativas ruraisEditar

 
Central telefônica rural Horto Florestal no km 139 da via Anhanguera em Limeira.

Após a iniciativa pioneira da Cooperativa Rural de Telecomunicações de Mogi das Cruzes (área de operação da CTBC), quando foram inauguradas duas centrais telefônicas rurais automáticas no ano de 1975[133], foi aberto o caminho para que surgissem cooperativas rurais de telecomunicações por todo o estado com a mesma iniciativa para solucionar o problema das comunicações entre os seus cooperados através da implantação de sistemas de telefonia rural[134][135].

Os projetos foram elaborados e executados pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE em parceria com a Telesp[136], onde ao todo foram beneficiadas 17 cooperativas rurais[137][138]. A Telesp começou a assumir a operação desses sistemas a partir do final da década de 70[139], a maioria em 1981 (8 centrais) e 1982 (15 centrais), até que em 1985 foi lançado o Plano Diretor de Telecomunicações Rurais para a atuação nessa área[140].

Das centrais telefônicas rurais instaladas destaca-se a que fica localizada no antigo núcleo rural de Holambra, na época pertencente aos municípios de Jaguariúna e Artur Nogueira e que em 1993 se tornou município.

Cooperativa rural Central rural
Cortemc - Coop. Rural Telecom. Mogi das Cruzes [141][142]
  • Cocuera
  • Pindorama
Cortenep - Coop. Rural Telecom. Nordeste Paulista
  • Alvorada [143]
  • Cachoeiro
  • Maracanã
Cortelju - Coop. Rural Telecom. Região Jundiaí
Cortelim - Coop. Rural Telecom. Itu Mairinque [145]
Coterso - Coop. Telef. Rural Região Sorocabana
Cetril - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Ibiúna
  • Rio Una
Cetert - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Tapiraí
Coop. Eletrif. Telef. Rurais Itaí Paranapanema Avaré
  • Holambra II
  • Jurumirim
Cetermm - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Região Mogi Mirim
  • Holambra
Cortelpa - Coop. Rural Telecom. Região Paulista [153]
Cetersj - Coop. Eletrif. Telef. Rurais São João da Boa Vista
Cortelvap - Coop. Rural Telecom. Vale do Rio Pardo
  • Canoas
  • Fazenda Varginha (desativ.)
  • Morro do Cruzeiro [157]
  • Visor (desativ.)
Cotersc - Coop. Telef. Rural Região São Carlos [158]
Corterc - Coop. Rural Telecom. Região Central Est. São Paulo
  • Fazenda Santa Cruz
Coteralp - Coop. Telef. Rural Alta Paulista
Cetrur - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Registro
  • Carapiranga

Sistemas DDD/DDIEditar

ImplantaçãoEditar

No início da década de 70 o sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) começou a ser implantado em todo o país. A partir de abril de 1973 a Telesp começou a implantar em conjunto com a Embratel o sistema DDD nas cidades em que operava. No início da implantação várias cidades receberam o DDD de entrada antes, ou seja, estas somente recebiam chamadas interurbanas via DDD de outras cidades mas não podiam fazer as ligações por DDD, estas tinham que ser via telefonista. Posteriormente é que receberam o DDD de saída, ou seja, quando passaram também a realizar chamadas interurbanas via DDD para outras cidades através de sua central telefônica, sem necessidade da telefonista. Mas a grande maioria das cidades recebeu de uma vez o sistema completo de entrada e saída.

Quando a Telesp iniciou as operações o sistema DDD somente estava implantado em São Paulo (1970/1971)[162][163], Santos, Cubatão e Guarujá (maio de 1971 - entrada)[164] e Presidente Prudente (junho de 1972). As primeiras cidades em que a Telesp implantou o sistema DDD foram Santos (abril de 1973 - saída), Marília (junho de 1973), Taubaté (julho de 1973), Bauru, Botucatu e São Manuel (agosto de 1973), São José dos Campos (dezembro de 1973), Cubatão e Guarujá (junho de 1974 - saída), Tremembé (agosto de 1974) e Avaré (novembro de 1974). Algumas cidades foram integradas ao DDD antes de serem incorporadas pela Telesp, como Sorocaba (junho de 1973), Osasco (julho de 1973), Campos do Jordão (abril de 1974) e São Vicente (julho de 1974)[43].

Como pelo convênio firmado em outubro de 1973 sob a coordenação da Telebras as cidades com mais de 10 mil habitantes deveriam estar interligadas ao sistema DDD até o ano de 1980[20], as últimas cidades de grande e médio porte que receberam o sistema foram Americana e Sumaré (1978), Limeira, Praia Grande e Santa Bárbara d'Oeste (1979) e São Carlos (1980). O processo de instalação do sistema DDD se prolongou até 1989 quando as últimas 50 cidades que não possuíam esse melhoramento foram atendidas, finalizando o processo nas 532 cidades de cobertura da Telesp na época[165].

As cidades que compartilhavam a central telefônica de outra cidade próxima por facilidade técnica foram integradas ao DDD antes de terem suas próprias centrais, no caso Barueri integrada ao DDD em 1976 compartilhando a central de Carapicuíba, Igaraçu do Tietê integrada ao DDD em 1978 compartilhando a central de Barra Bonita, Fronteira integrada ao DDD em 1978 compartilhando a central de Icém e Vargem Grande Paulista integrada ao DDD em 1983 compartilhando a central de Cotia.

Vários distritos que se emanciparam também foram integrados ao sistema DDD em centrais próprias, como São Lourenço da Serra (1977), Holambra (1978), Bertioga e Hortolândia (1979), Cajati, Engenheiro Coelho e Saltinho (1982), Ilha Solteira (1984), Ilha Comprida, Pratânia, Jumirim e Gavião Peixoto (1985), Pedrinhas Paulista (1988), Novais (1991), etc. Os demais compartilhavam a central da cidade-sede, vários deles através de PABX, sendo integrados ao DDD antes de terem suas próprias centrais, como Alumínio, Arco-Íris, Canitar, Trabiju, etc.

Também na década de 70 o Brasil integrou-se ao sistema de Discagem Direta Internacional (DDI), por meio da estação terrena de Tanguá (RJ) da Embratel. O sistema de comunicações por satélite foi ampliado em 1976 com a inauguração da Estação de Monitoramento de Satélites, também situada em Tanguá. Neste mesmo ano a Telesp começa a implantar o sistema DDI gradativamente nas cidades de sua área de cobertura. A partir de 1980 todas as cidades que eram integradas ao sistema DDD também eram integradas simultaneamente ao sistema DDI[166].

Implantação dos sistemas DDD/DDI
Ano Cidades que receberam
DDD de entrada
Cidades que receberam
DDD de saída
Cidades com sistema DDD
completo (entrada e saída)
Cidades que receberam
DDI
Total de cidades
com DDI
1970 1 1 1 - -
1971 3 - 1 - -
1972 1 1 2 - -
1973 8 9 11 - -
1974 6 6 17 - -
1975 18 10 26 - -
1976 16 17 42 21 21
1977 34 37 80 43 64
1978 63 67 148 72 136
1979 [nota 6] 62 57 203 64 200
1980 34 23 228 26 226
1981 47 42 270 42 268
1982 46 42 312 44 312
1983 [nota 7] 12 12 324 12 324
1984 3 4 328 4 328
1985 24 24 352 24 352
1986 40 40 392 40 392
1987 10 10 402 10 402
1988 [nota 8] 67 80 482 80 482
1989 37 50 532 50 532

Áreas de tarifaçãoEditar

A numeração dos códigos de área (DDD) seguiu o plano do Ministério das Comunicações para o sistema de tarifação interurbano área-a-área da Embratel[167], implantado em julho de 1972 através da Portaria 639 do Dentel, dividindo o estado em áreas de tarifação, que são um conjunto de cidades com o mesmo código DDD e onde a principal delas é chamada de centro de tarifação, sendo a referência geodésica das demais para cálculo das tarifas de ligações interurbanas de longa distância. As cidades integrantes de uma mesma área faziam parte do chamado DDD regional, onde as ligações interurbanas entre elas eram mais baratas, podendo ser feitas como uma ligação local sem a necessidade de se discar o código DDD antes do número telefônico.

As áreas de tarifação originais tiveram alterações em sua implantação:

  • as áreas de Cotia (0133), de Jundiaí (0134) e do Alto Tietê (0136) não foram implantadas, sendo integradas na área de tarifação da Capital (011)
  • o código da área de Registro era (0158) mas foi implantado como (0138)
  • os códigos das área de Ribeirão Preto (0166) e de Franca (0167) foram alterados para (016) em julho de 1980[nota 9] e em agosto de 1977[nota 10] respectivamente, e o código da área de São Joaquim da Barra era (0168) mas foi implantado como (016). Apesar do mesmo código, essas áreas de tarifação continuaram sendo distintas
  • Auriflama fazia parte da área de Jales e na implantação do DDD em 1978 passou a integrar a área de Votuporanga
  • Juquitiba fazia parte da área de Registro e na implantação do DDD em 1981 passou a integrar a área da Capital
  • Salesópolis na implantação do DDD em 1977 foi integrada na área de São José dos Campos, mas na década de 90 passou a integar a área de tarifação da Capital

No estado somente nas regiões do ABC Paulista e do Alto Tietê (área de tarifação da Capital) e na área de São Joaquim da Barra a Telesp não operava em nenhum município. Nas áreas de Ribeirão Preto, Franca e Barretos a Telesp operava na maior parte dos municípios. Já na área de Jales a Telesp operava somente nos municípios paulistas, pois esta área abrangia na época alguns municípios de Mato Grosso do Sul.

Nos anos de 1995 e 1996 o código DDD das áreas de tarifação foram alterados de quatro para três dígitos, sendo o quarto dígito acrescentado aos prefixos telefônicos:

  • abr/95: parte do (0132) para (013)[168]
  • mai/95 à jul/95: parte do (0192) para (019)[169]
  • jun/95: parte do (0132) para (013)[170]; (0189) para (018)
  • ago/95: (0138) para (013); (0186, 0187 e 0188) para (018)[171]
  • set/95: (0146) para (014); (0162 e 0163) para (016)[172]
  • out/95: (0149) para (014)[173]; (0172, 0173 e 0175) para (017)[174]
  • fev/96: (0125) para (012)[175]
  • mar/96: (0122) para (012)[175]; parte do (0192) para (019)[176]
  • abr/96: (0124) para (012)[175]; (0174 e 0176) para (017)[177]
  • mai/96: (0123) para (012)[175]; (0143, 0144 e 0145) para (014)[178]; parte do (0152) para (015)
  • jul/96: parte do (0152) para (015); (0182 e 0183) para (018)[179]; (0195 e 0196) para (019)[180][181]
  • ago/96: (0194) para (019)[182]
  • set/96: (0142 e 0147) para (014)
  • out/96: (0155) para (015)
Implantação do sistema DDD completo por número de cidades / áreas de tarifação
Área de
tarifação[nota 11]
DDD 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
São Paulo 011 1 1
Osasco 011 1 1 2 4 3 1 2 1 1
Jundiaí 011 4 5 1 4 3 1 1 1
Taubaté 0122 1 2 1 1 2 1 3
São José dos Campos 0123 1 2 1 1 1 2
Caraguatatuba 0124 4
Guaratinguetá 0125 2 3 1 1 2 4
Santos 0132 1 3 4 2
Registro 0138 1 3 1 2 1 1
Bauru 0142 1 1 2 2 1 3 8 3
Ourinhos 0143 4 2 1 1 2 1 4 2
Marília 0144 1 1 3 1 5 7 1
Lins 0145 3 1 3
Jaú 0146 1 4 1 2 1 1 1
Avaré 0147 1 1 1 3 2
Botucatu 0149 2 1 1 4 1
Sorocaba 0152 1 2 10 4 1 2 3
Itapeva 0155 3 1 1 2 3 4
Araraquara 0162 1 1 1 2 2 3 3 1 1 3 2
Jaboticabal 0163 1 2 1 1 1
Ribeirão Preto 016 1 2 3 1 2 1 1 1
Franca 016 2 1 2 2 1 1
São José do Rio Preto 0172 1 4 1 2 7 9 2 4 1
Barretos 0173 1 1 1 1 1 1 2
Votuporanga 0174 4 2 1 1 5 1 1 11
Catanduva 0175 2 2 1 3 1 1 4 1
Jales 0176 2 3 4 4 5
Presidente Prudente 0182 1 4 3 3 2 1 1 11 1
Assis 0183 1 3 2 1 1 4
Araçatuba 0186 2 3 1 3 7 1 3 3
Andradina 0187 3 1 1 1 3
Dracena 0188 3 1 2 5 1 1
Adamantina 0189 1 2 2 1 2 2
Campinas 0192 1 1 4 7 4 3 3 1
Piracicaba 0194 1 1 6 2 1 1 1 1
Rio Claro 0195 1 1 4 1 1 1 2 3
São João da Boa Vista 0196 2 2 2 1 4 2 1 2

Evolução do sistemaEditar

Instalação de centrais automáticas e implantação do sistema DDD por município no período 1970-1989:

1970 [117]

Centrais automáticas: [183][184][185][186]

  • Bragança Paulista, Itatiba e Itu
  • Cruzeiro
  • Lençóis Paulista; Garça; Barra Bonita; Avaré; Botucatu
  • Itapetininga, Piedade e Tatuí; Itapeva
  • Jaboticabal
  • Penápolis
  • Itapira, Mogi Guaçu e Mogi Mirim; Mococa

Sistema DDD: [162]

  • São Paulo (parcial)

1971 [83][187]

Centrais automáticas:

  • Cotia
  • Santa Branca; Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba
  • Registro
  • Buri e Guapiara
  • Votuporanga
  • Mirante do Paranapanema; Ilha Solteira
  • Louveira

Sistema DDD: [163]

  • São Paulo (parcial)

1972 [47][188]

Centrais automáticas:

  • Jacareí
  • Promissão
  • Patrocínio Paulista
  • Saltinho

Sistema DDD:

  • Presidente Prudente

1973 [10]

Centrais automáticas: [85][88][118]

  • Carapicuíba e São Roque; Campo Limpo Paulista e Salto
  • Paraibuna; Lorena
  • Miracatu
  • Cerqueira César; São Manuel
  • Laranjal Paulista e Porto Feliz
  • Américo Brasiliense, Cândido Rodrigues, Dobrada, Ibitinga, Matão, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Lúcia e Taquaritinga; Sertãozinho
  • Icém
  • Birigui
  • Amparo, Indaiatuba e Paulínia; Corumbataí e Santa Gertrudes; Águas da Prata e Itobi

Sistema DDD:

  • Osasco
  • Taubaté; São José dos Campos
  • Santos
  • Bauru; Marília; Botucatu e São Manuel
  • Sorocaba

1974 [22][189]

Centrais automáticas: [88][91][119][121]

  • Jandira, Juquitiba e Santana de Parnaíba; Bom Jesus dos Perdões, Franco da Rocha, Mairiporã, Nazaré Paulista e Várzea Paulista
  • Roseira e Tremembé; Canas, Lavrinhas e Silveiras
  • Itariri e Pedro de Toledo; Cananéia e Eldorado
  • Avaí, Cabrália Paulista e Pirajuí; Herculândia, Oriente e Quintana; Getulina; Itapuí e Mineiros do Tietê; Pereiras
  • Angatuba, Cesário Lange, Salto de Pirapora e São Miguel Arcanjo; Iporanga e Ribeira
  • Fernando Prestes; Barrinha, Pradópolis, Serra Azul e Serrana; São José da Bela Vista
  • Altair, Cedral, Guaraci, José Bonifácio, Monte Aprazível, Neves Paulista, Potirendaba, Severínia e Tanabi; Barretos; Auriflama, Estrela d'Oeste, Gastão Vidigal, General Salgado, Indiaporã, Macaubal e Meridiano; Cajobi, Ibirá e Tabapuã; Populina e Santa Rita d'Oeste
  • Teodoro Sampaio; Maracaí; Avanhandava e Clementina; Guaraçaí, Pereira Barreto e Sud Mennucci
  • Charqueada e Santa Maria da Serra; Analândia e Itirapina

Sistema DDD:

  • Campos do Jordão e Tremembé
  • Cubatão, Guarujá e São Vicente
  • Avaré

1975 [27]

Centrais automáticas: [88][92]

  • Cabreúva, Caieiras e Morungaba
  • Areias e São José do Barreiro
  • Manduri; Oscar Bressane; Guaiçara; Torrinha; Itatinga
  • Tietê
  • Guariba; Pitangueiras e São Simão
  • Bebedouro e Jaborandi
  • Cosmópolis e Monte Alegre do Sul

Sistema DDD:

  • Guarulhos; São Roque
  • Caçapava; Cruzeiro e Lorena
  • Garça
  • Araraquara
  • Campinas; Piracicaba; Rio Claro

1976 [33]

Centrais automáticas: [92][93]

  • Embu-Guaçu e Itapevi; Jarinu e Joanópolis
  • Quiririm e Redenção da Serra; Caraguatatuba
  • Campos Novos Paulista; Águas de Santa Bárbara; Pardinho e Pratânia
  • Boituva e Iperó
  • Ibaté; Taiúva; Jeriquara
  • Palestina e Uchoa; Terra Roxa; Fernandópolis
  • Alfredo Marcondes e Santo Expedito; Monte Castelo
  • Elias Fausto e Sousas; Capivari e Rafard; Ipeúna

Sistema DDD:

  • Barueri e Carapicuíba; Bragança Paulista, Caieiras, Jundiaí e Salto
  • Quiririm; Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba
  • Taquaritinga; Jaboticabal
  • São José do Rio Preto; Barretos
  • Paulínia; Águas da Prata e São João da Boa Vista

1977 [41]

Centrais automáticas: [123]

  • Pirapora do Bom Jesus e São Lourenço da Serra
  • Natividade da Serra e Santo Antônio do Pinhal; Jambeiro, Monteiro Lobato e São Bento do Sapucaí; Cachoeira Paulista, Cunha e Piquete
  • Iguape
  • Agudos, Duartina, Iacanga, Macatuba, Pederneiras, Pongaí e Reginópolis; Bernardino de Campos, Fartura, Piraju, São Pedro do Turvo e Timburi; Alvinlândia, Júlio Mesquita, Lupércio, Queiroz e Vera Cruz; Cafelândia, Guaimbê e Sabino; Dois Córregos; Coronel Macedo e Itaí; Bofete
  • Capela do Alto, Cerquilho, Guareí, Ibiúna, Sarapuí e Tapiraí; Apiaí, Barão de Antonina, Itaberá, Ribeirão Branco e Riversul
  • Jaci, Olímpia e Poloni; Colina; Américo de Campos, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Macedônia, Magda e Mira Estrela; Aparecida d'Oeste, Dolcinópolis, Guzolândia e Paranapuã
  • Caiabu, João Ramalho, Pirapozinho, Presidente Venceslau e Rancharia; Braúna; Murutinga do Sul; Ouro Verde e Panorama; Adamantina e Salmourão
  • Águas de Lindóia e Lindóia; Mombuca

Sistema DDD:

  • Cotia, Embu das Artes, Itapevi, Jandira e São Lourenço da Serra; Itu
  • Jacareí e Salesópolis; Cachoeira Paulista, Guaratinguetá e Piquete
  • Agudos, Lençóis Paulista e Pederneiras; Dois Córregos
  • Matão; Sertãozinho
  • José Bonifácio, Monte Aprazível, Olímpia e Tanabi; Bebedouro; Cardoso, Fernandópolis, Nhandeara e Votuporanga
  • Martinópolis, Presidente Venceslau, Rancharia e Santo Anastácio; Araçatuba e Penápolis; Andradina, Mirandópolis e Pereira Barreto
  • Amparo, Indaiatuba, Mogi Mirim e Serra Negra; Araras

1978 [110]

Centrais automáticas:

  • Itapecerica da Serra e Mairinque, Jordanésia e Francisco Morato
  • Queluz
  • Mongaguá
  • Ipaussu e Santa Cruz do Rio Pardo; Bariri; Taquarituba
  • Araçoiaba da Serra e Porangaba
  • Itápolis; Cravinhos, Pontal e Santa Rosa de Viterbo
  • Novo Horizonte
  • Presidente Epitácio; Cândido Mota, Palmital e Paraguaçu Paulista; Buritama, Guararapes e Valparaíso; Junqueirópolis
  • Artur Nogueira, Barão Geraldo, Pedreira, Santo Antônio de Posse e Socorro; Águas de São Pedro, Nova Odessa e São Pedro

Sistema DDD:

  • Itapecerica da Serra, Mairinque e Taboão da Serra; Atibaia, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itatiba, Mairiporã e Várzea Paulista
  • Pindamonhangaba; Paraibuna; Cunha
  • Registro
  • Duartina e Pirajuí; Ipaussu, Ourinhos, Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo; Pompéia, Tupã e Vera Cruz; Cafelândia, Lins e Promissão; Bariri, Barra Bonita, Igaraçu do Tietê e Jaú; Taquarituba
  • Itapetininga e Tatuí
  • Ibitinga e Itápolis; Guariba e Monte Alto; Cravinhos e São Simão
  • Icém; Colina; Auriflama e Estrela d'Oeste; Catanduva e Novo Horizonte
  • Assis; Birigui, Guararapes e Valparaíso; Dracena, Junqueirópolis e Panorama; Adamantina
  • Águas de Lindóia, Barão Geraldo, Cosmópolis, Itapira, Pedreira, Sumaré, Valinhos e Vinhedo; Americana; Descalvado, Pirassununga, Porto Ferreira e Santa Rita do Passa Quatro; Espírito Santo do Pinhal e Mococa

1979 [108]

Centrais automáticas:

  • Moreira César
  • Bertioga; Juquiá
  • Ibirarema e Taguaí; Bocaina e Brotas; Arandu e Holambra II
  • Nova Europa e Tabatinga; Dumont e Luiz Antônio; Itirapuã e Rifaina
  • Bady Bassitt, Bálsamo e Guapiaçu; Monte Azul Paulista, Pirangi e Viradouro; Guarani d'Oeste e Valentim Gentil; Ariranha, Itajobi e Santa Adélia; Jales e Palmeira d'Oeste
  • Anhumas, Marabá Paulista e Taciba; Bilac; Tupi Paulista; Lucélia
  • Conchal, Hortolândia e Nova Veneza

Sistema DDD:

  • Moreira César; Santa Branca; Aparecida
  • Bertioga, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Praia Grande
  • Iacanga; Bernardino de Campos e Fartura; Getulina; Bocaina; Holambra II e Itaí
  • Angatuba, Araçoiaba da Serra, Cerquilho, Ibiúna, Laranjal Paulista, Piedade, Porto Feliz, Salto de Pirapora, Tietê e Votorantim; Capão Bonito, Itapeva e Itararé
  • Américo Brasiliense e Ribeirão Bonito; Pitangueiras, Pontal e Santa Rosa de Viterbo
  • Monte Azul Paulista; Jales e Palmeira d'Oeste
  • Pirapozinho, Presidente Epitácio e Teodoro Sampaio; Cândido Mota, Palmital e Paraguaçu Paulista; Buritama; Tupi Paulista; Lucélia e Osvaldo Cruz
  • Conchal, Hortolândia, Louveira, Mogi Guaçu, Nova Veneza, Socorro e Sousas; Águas de São Pedro, Capivari, Limeira, Nova Odessa, Santa Bárbara d'Oeste e São Pedro; Leme; Aguaí e São José do Rio Pardo

1980 [166]

Centrais automáticas:

  • Alphaville
  • Cajati, Ilha Comprida e Jacupiranga
  • Bastos; Paranapanema; Conchas
  • Borborema
  • Paraíso e Pindorama
  • Pacaembu
  • Jaguariúna; Cordeirópolis; Santo Antônio do Jardim

Sistema DDD:

  • Embu-Guaçu; Cajamar
  • São Bento do Sapucaí
  • Bastos; Brotas e Mineiros do Tietê; Conchas
  • Apiaí
  • Nova Europa, São Carlos e Tabatinga; Igarapava e Pedregulho
  • Pirangi; Itajobi e Santa Adélia
  • Jaguariúna, Monte Alegre do Sul e Monte Mor; Iracemápolis e Rio das Pedras; Cordeirópolis; Tambaú

1981 [57]

Centrais automáticas: [94][95][96]

  • Itupeva, Pedra Bela e Piracaia
  • Gália, Guarantã e Piratininga; Chavantes; Iacri; Anhembi e Areiópolis
  • Pilar do Sul
  • Boa Esperança do Sul, Dourado e Santa Ernestina; Cristais Paulista
  • Mendonça, Nova Aliança, Nova Granada, Orindiúva e Paulo de Faria; Álvares Florence e Ouroeste; Irapuã e Urupês; Santa Albertina e Urânia
  • Álvares Machado, Indiana, Regente Feijó e Rosana; Echaporã, Lutécia e Quatá; Barbosa, Coroados e Glicério; Castilho; Irapuru; Parapuã e Rinópolis
  • Santa Cruz da Conceição; São Sebastião da Grama

Sistema DDD:

  • Juquitiba e Santana de Parnaíba; Cabreúva, Itupeva, Joanópolis e Piracaia
  • Cananéia, Iguape e Miracatu
  • Gália, Macatuba e Piratininga; Chavantes; Itapuí
  • Boa Esperança do Sul, Dourado e Ibaté; Serrana
  • Nova Granada e Paulo de Faria; Urupês; Santa Albertina, Santa Fé do Sul e Urânia
  • Álvares Machado, Mirante do Paranapanema e Regente Feijó; Echaporã e Quatá; Castilho; Irapuru e Pacaembu; Parapuã e Rinópolis
  • Artur Nogueira, Elias Fausto e Santo Antônio de Posse; Itirapina; Caconde, Santa Cruz das Palmeiras, São Sebastião da Grama e Vargem Grande do Sul

1982 [51]

Centrais automáticas: [97]

  • Pinhalzinho
  • Lagoinha e São Luís do Paraitinga
  • Arealva e Boraceia; Salto Grande e Sarutaiá; Álvaro de Carvalho e Ubirajara
  • Itaporanga
  • Gavião Peixoto; Taiaçu e Vista Alegre do Alto; Ibitiúva e Taquaral
  • Adolfo e Riolândia; Pontes Gestal; Palmares Paulista e Sales
  • Euclides da Cunha Paulista e Porto Primavera; Cruzália, Florínea e Pedrinhas Paulista; Bento de Abreu, Lavínia, Luiziânia, Piacatu, Planalto e Santópolis do Aguapeí; Nova Guataporanga, Paulicéia, Santa Mercedes e São João do Pau d'Alho; Flórida Paulista, Inúbia Paulista e Mariápolis
  • Divinolândia e Tapiratiba

Sistema DDD:

  • Pirapora do Bom Jesus; Bom Jesus dos Perdões, Jarinu e Pinhalzinho
  • Roseira e São Luís do Paraitinga
  • Cajati e Juquiá
  • Salto Grande; Águas de Santa Bárbara, Cerqueira César e Paranapanema
  • Boituva, Iperó, Pilar do Sul e São Miguel Arcanjo; Itaberá
  • Borborema; Dumont e Pradópolis; Patrocínio Paulista
  • Cedral, Guapiaçu, Mirassol, Neves Paulista, Poloni, Potirendaba e Riolândia; Viradouro; General Salgado; Ibirá, Pindorama e Tabapuã
  • Iepê, Porto Primavera e Presidente Bernardes; Maracaí; Flórida Paulista
  • Lindóia; Charqueada e Saltinho; Analândia e Santa Gertrudes; Casa Branca e Divinolândia

1983

Centrais automáticas:

  • Presidente Alves
  • Restinga
  • Três Fronteiras
  • Alto Alegre

Sistema DDD:

  • Vargem Grande Paulista; Nazaré Paulista
  • Itariri e Pedro de Toledo; Eldorado e Jacupiranga
  • Buri e Itaporanga
  • Rincão; Taiúva; Barrinha
  • Rafard

1984 [52]

Centrais automáticas: [98][99]

  • Barueri
  • Ribeirão do Sul
  • Catiguá
  • Piquerobi

Sistema DDD:

  • Morungaba
  • Pariquera-Açu
  • Catiguá
  • Piquerobi; Ilha Solteira

1985 [140]

Centrais automáticas:

  • Balbinos, Lucianópolis e Uru; Óleo e Tejupá; Ocauçu; Itaju
  • Barra do Turvo
  • Mirassolândia, Nipoã, Onda Verde e União Paulista; Monções, Nova Luzitânia, Pedranópolis, São João das Duas Pontes e Sebastianópolis do Sul; Marinópolis, Rubineia, Santa Clara d'Oeste, Santana da Ponte Pensa, São Francisco e Turmalina
  • Caiuá, Estrela do Norte, Narandiba, Sandovalina e Tarabai; Borá, Platina e Tarumã; Gabriel Monteiro, Rubiácea e Turiúba; Itapura e Nova Independência; Flora Rica; Sagres

Sistema DDD:

  • Ilha Comprida
  • Ibirarema e Taguaí; Torrinha; Itatinga e Pratânia
  • Cesário Lange
  • Gavião Peixoto; Jeriquara e São José da Bela Vista
  • Adolfo, Altair, Bady Bassitt, Bálsamo, Guaraci, Orindiúva, Palestina, Severínia e Uchoa; Jaborandi e Terra Roxa; Macaubal; Paraíso
  • Avanhandava, Braúna e Clementina; Guaraçaí

1986 [53]

Sistema DDD:

  • Bananal e Queluz
  • São Pedro do Turvo; Herculândia, Oriente, Oscar Bressane, Queiroz e Quintana; Guaiçara, Guaimbê e Sabino
  • Serra Azul; Cristais Paulista e Itirapuã
  • Mendonça e Nova Aliança; Américo de Campos, Cosmorama, Floreal, Indiaporã e Pontes Gestal; Aparecida d'Oeste, Paranapuã, Populina e Três Fronteiras
  • Bilac, Coroados, Glicério, Luiziânia, Piacatu, Planalto e Santópolis do Aguapeí; Nova Guataporanga, Ouro Verde, Paulicéia, Santa Mercedes e São João do Pau d'Alho; Inúbia Paulista e Mariápolis
  • Mombuca

1987 [46]

Sistema DDD:

  • Lagoinha; Areias, Lavrinhas, São José do Barreiro e Silveiras
  • Gastão Vidigal
  • Alfredo Marcondes; Bento de Abreu; Monte Castelo
  • Tapiratiba

1988 [190]

Centrais automáticas:

  • Igaraçu do Tietê

Sistema DDD:

  • Pedra Bela
  • Natividade da Serra, Redenção da Serra e Santo Antônio do Pinhal; Jambeiro e Monteiro Lobato
  • Sete Barras
  • Arealva, Avaí, Boraceia, Cabrália Paulista, Lucianópolis, Pongaí, Presidente Alves e Reginópolis; Manduri, Ribeirão do Sul, Sarutaiá e Timburi; Alvinlândia, Campos Novos Paulista, Iacri, Júlio Mesquita, Lupércio, Ocauçu e Ubirajara; Itaju; Anhembi, Areiópolis, Pardinho e Pereiras
  • Capela do Alto e Guareí; Barra do Turvo, Iporanga e Ribeirão Branco
  • Cândido Rodrigues, Fernando Prestes e Santa Ernestina; Taiaçu; Restinga
  • Jaci, Mirassolândia, Nipoã e Onda Verde; Guarani d'Oeste e Ouroeste; Ariranha, Cajobi, Palmares Paulista e Sales; Rubineia, Santa Clara d'Oeste, Santa Rita d'Oeste e Santana da Ponte Pensa
  • Caiabu, Caiuá, Estrela do Norte, Indiana, João Ramalho, Marabá Paulista, Narandiba, Sandovalina, Santo Expedito, Taciba e Tarabai; Cruzália e Pedrinhas Paulista; Alto Alegre, Gabriel Monteiro e Turiúba; Itapura; Flora Rica; Sagres e Salmourão
  • Santa Maria da Serra; Corumbataí, Ipeúna e Santa Cruz da Conceição; Itobi e Santo Antônio do Jardim

1989 [165]

Centrais automáticas:

  • Vargem Grande Paulista

Sistema DDD:

  • Balbinos, Guarantã e Uru; Óleo e Tejupá; Álvaro de Carvalho; Arandu e Coronel Macedo; Bofete
  • Porangaba, Sarapuí e Tapiraí; Barão de Antonina, Guapiara, Ribeira e Riversul
  • Dobrada e Santa Lúcia; Vista Alegre do Alto; Luiz Antônio; Rifaina
  • União Paulista; Álvares Florence, Macedônia, Magda, Meridiano, Mira Estrela, Monções, Nova Luzitânia, Pedranópolis, São João das Duas Pontes, Sebastianópolis do Sul e Valentim Gentil; Irapuã; Dolcinópolis, Guzolândia, Marinópolis, São Francisco e Turmalina
  • Anhumas; Borá, Florínea, Lutécia e Platina; Barbosa, Lavínia e Rubiácea; Murutinga do Sul, Nova Independência e Sud Mennucci

Área de coberturaEditar

Permutas com outras operadorasEditar

A Telesp e a Companhia Telefônica da Borda do Campo fizeram permutas de alguns municípios por razões técnicas e operacionais, entre os anos de 1973 e 1975[191]. Dessa forma, Cubatão foi transferida da CTBC para a Telesp, enquanto que os municípios de Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Poá (antiga concessão CTB), Arujá, Biritiba Mirim, Igaratá, Salesópolis, Santa Branca e Santa Isabel (antiga concessão Cotesp), além de Guararema e Jacareí (antiga concessão Telefônica Jacareí) foram transferidos da Telesp para a CTBC[13][192]. Em 1979 os municípios de Jacareí, Salesópolis e Santa Branca foram transferidos novamente para a Telesp e na década de 90 Salesópolis foi transferida em definitivo para a CTBC[193].

Já os municípios de Paraty e Sapucaí-Mirim (antiga concessão Cotesp) foram transferidos respectivamente para a Telerj e para a Telemig. A Telesp também operava no município de Fronteira, que não possuía central própria, sendo seus telefones ligados a central do município de Icém. Em 1997 esse município passou a ser atendido pela Companhia Telefônica do Brasil Central, hoje Algar Telecom.

Cidades atendidasEditar

Relação das cidades de cobertura da Telesp, com todas as centrais automáticas adquiridas e as instaladas pela Telesp no período de 1970 à 1989, quando houve a implantação completa do sistema DDD nas cidades de cobertura à época, num total de 532 cidades. Também consta do quadro o número de terminais telefônicos em serviço (manuais e automáticos)[194] e os anos em que foram instalados nas centrais telefônicas. Após a criação de novos municípios a área de cobertura passou a ser de 583 cidades (1993) e de 602 cidades (1997).

Central
telefônica
automática
Inst.
central
Pref.
central
Inst.
DDD
DDD Pref.
após
DDD
DDD
atual
Pref.
atual
Concessão
anterior
Term.
CTB
Cotesp
Term.
serv.
(mil)
Term.
Telesp
73-80
Term.
serv.
(mil)
Term.
Telesp
80-85
Term.
serv.
(mil)
Term.
Telesp
85-89
Term.
serv.
(mil)
Adamantina 1977 21 1978 0189 21 18 3521 CTRP 0,65 1977 1,95 1983 2,96 3,67
Adolfo 1982 s/pref. 1985 0172 44 17 3814 COTESP 0 0,04 1982 0,08 1989 0,13
Aguaí 1962 s/pref. 1979 0196 52 19 3652 CTB 0,2 1978, 1980 1,23 1,51 1986 2,01
Águas da Prata 1973 s/pref. 1976 0196 42 19 3642 CTB 0,16 1973, 1979 0,51 0,67 0,77
Águas de Lindóia 1977 94 1978 0192 94 19 3824 CTB 0,22 1977 0,89 0,97 1989 2,04
Águas de Santa Bárbara 1976 43 1982 0147 43 14 3765 COTESP 0,05 1976, 1978 0,21 1982 0,36 1988 0,49
Águas de São Pedro 1978 s/pref. 1979 0194 82 19 3482 T A S Pedro 0,19 1978 0,45 0,59 0,65
Agudos 1977 inst. c/DDD 1977 0142 62 14 3262 CTB 0,3 1977 1 1982 1,44 1987 1,87
Alfredo Marcondes 1976 s/pref. 1987 0182 66 18 3266 STM 0,06 1976 0,07 0,1 1987 0,2
Altair 1974 s/pref. 1985 0172 89 17 3889 CTB 0,01 1974 0,04 1982 0,09 1989 0,12
Alto Alegre 1983 s/pref. 1988 0186 57 18 3657 CTB 0,01 0,07 1983, 1985 0,12 1988 0,19
Álvares Florence 1981 s/pref. 1989 0174 86 17 3486 COTESP 0,02 0,07 1981 0,1 0,2
Álvares Machado 1981 inst. c/DDD 1981 0182 73 18 3273 ETP 0,18 0,18 1981 0,58 1988 0,79
Álvaro de Carvalho 1982 66 1989 0144 66 14 3484 E T Tibiriçá Feio 0,04 0,05 1982 0,08 0,1
Alvinlândia 1977 73 1988 0144 73 14 3473 COTESP 0,02 1977 0,05 1982 0,09 0,1
Americana 1952 s/pref. 1978 0194 61 19 3461 E T Americana 2 1977, 1978 9,08 12,28 16
Americana 1985 1985 0194 62 19 3462 1985 12,28 1986 16
Americana 1989 1989 0194 60 19 3406 1989 16
Americana - Praia Azul 0194 49-2 desativ. coop. rural
Américo Brasiliense 1973 s/pref. 1979 0162 92 16 3392 CTB 0,05 1973, 1979 0,29 1982, 1985 0,77 0,98
Américo de Campos 1977 55 1986 0174 45 17 3445 COTESP 0,07 1977 0,16 1984 0,28 0,33
Amparo 1973 70 1977 0192 70 19 3807 CTB 0,76 1973, 1976, 1979 2,55 2,63 1985, 1988 5,11
Analândia 1974 s/pref. 1982 0195 66 19 3566 CTB 0,05 1974 0,1 1980, 1982 0,28 0,29
Andradina 1957 s/pref. 1977 0187 22 18 3722 EMA 1,97 1974, 1976 2,76 3,04 1986, 1988, 1989 4,25
Angatuba 1974 5-5 1979 0152 55 15 3255 COTESP 0,17 1974, 1977 0,43 0,48 1986, 1988 0,75
Anhembi 1981 1981, 1988 0149 65 14 3884 COTESP 0,01 0,1 1981 0,14 0,24
Anhumas 1979 s/pref. 1989 0182 46 18 3286 STM 0,02 1979 0,03 0,04 1989 0,1
Aparecida 1968 s/pref. 1979 0125 36 12 3105 COTESP 1971 0,7 1979 1,56 2,04 1986, 1987 2,56
Aparecida d'Oeste 1977 52 1986 0176 35 17 3635 COTESP 0,04 1977 0,09 1982 0,18 0,21
Apiaí 1977 552 1980 0155 52 15 3552 COTESP 0,21 1977 0,39 1981 0,6 1988 0,96
Araçatuba 1956 s/pref. 1977 0186 23 18 3623 CTRP 2,03 1977 8,05 1981, 1983 12,55 12,75
Araçatuba 1985 1985 0186 22 18 3622 1985 12,55 1988 12,75
Araçoiaba da Serra 1978 81 1979 0152 81 15 3281 STM 0,08 1978 0,44 0,76 1988 1,1
Araçoiaba da Serra - Ipanema 0152 91 15 3291 coop. rural
Arandu 1979 s/pref. 1983, 1989 0147 46 14 3766 CTB 0,01 1979 0,04 1983 0,1 0,13
Araraquara 1959 2 (ant. s/pref.) 1975 0162 32 16 3332 CTB 1973 4,04 10,27 22,02 22,52
Araraquara 1975 1975 0162 22 16 3322 1975, 1978 10,27 1980 22,02 22,52
Araraquara - Fonte Luminosa 1984 1984 0162 36 16 3336 1984 22,02 22,52
Gavião Peixoto 1982 s/pref. 1985 0162 38 16 3308 1982
Araras 1960 s/pref. 1977 0195 41 19 3541 E T Ararense 1,2 1977, 1979 4,97 1983, 1985 7,03 1987, 1988 10,07
Arealva 1982 s/pref. 1988 0142 56 14 3296 COTESP 0,04 0,21 1982 0,35 0,44
Areias 1975 s/pref. 1987 0125 67 12 3107 CTB 0 1975 0,07 0,1 1987 0,14
Areiópolis 1981 1981, 1988 0149 76 (alt.46) 14 3846 CTB 0,03 0,07 1981 0,18 0,19
Ariranha 1979 1979, 1988 0175 76 17 3576 STM 0,02 1979 0,14 1982 0,2 1985 0,34
Artur Nogueira 1978 77 1981 0192 77 19 3877 STM 0,23 1978 0,46 1981, 1983 1,22 1989 1,56
Engenheiro Coelho 1982 1982 0192 67 19 3857 1982
Assis 1954 s/pref. 1978 0183 22 18 3322, 3325 ETP 1,5 1978 5,06 1983 6,21 1987 8,34
Tarumã 1985 s/pref. 1990-95 0183 29 18 3329 1985
Atibaia 1966 s/pref. 1978 011 484 11 4412 C T Atibaia 0,8 1978 2,98 1982, 1984, 1985 6,59 1988 9,81
Atibaia - Maracanã 011 487-1 11 4415 coop. rural
Auriflama 1974 8-2 1978 0174 82 17 3482 COTESP 0,1 1974, 1978 0,38 1985 0,57 1988 0,77
Avaí 1974 s/pref. 1988 0142 47 14 3287 CTB 0,01 1974 0,05 1981, 1983 0,14 0,14
Avanhandava 1974 s/pref. 1985 0186 51 18 3651 CTB 0,07 1974 0,17 0,2 1987 0,3
Avaré 1970 2 1974 0147 22 14 3732 CTB 1970 1,01 1978 3,03 1984 4,05 1987 5,09
Bady Bassitt 1979 s/pref. 1985 0172 58 17 3258 CTRP 0,01 1979 0,09 1981 0,19 1989 0,34
Balbinos 1985 s/pref. 1989 0142 83 14 3583 COTESP 0 0,01 1985 0,03 0,05
Bálsamo 1979 s/pref. 1985 0172 64 17 3264 STM 0,08 1979 0,19 1983 0,29 1989 0,39
Bananal 1968 s/pref. 1986 0125 76 12 3116 COTESP 1971 0,14 1977, 1979 0,35 1980, 1983 0,46 1988 0,71
Barão de Antonina 1977 573 1980, 1989 0155 73 15 3573 COTESP 0,02 1977 0,04 1983 0,07 0,07
Barbosa 1981 55 (ant. s/pref.) 1989 0186 55 18 3655 COTESP 0,02 0,1 1981 0,18 0,22
Bariri 1978 inst. c/DDD 1978 0146 62 14 3662 E T Paulista 0,39 1978 0,98 1982, 1985 2,1 2,52
Barra Bonita 1970 4 1978 0146 41 14 3641 CTB 1970 0,36 1976 1,38 1980, 1982 2,16 1986, 1988 4,01
Barra do Turvo 1985 s/pref. 1988 0155 77 15 3577 COTESP 0 0,01 1985 0,04 1987 0,11
Barretos 1974 22 1976 0173 22 17 3322 CTB 1,88 1974, 1979 4,99 1982 6,06 1986, 1987, 1988 9,94
Barrinha 1974 s/pref. 1983 016 643 16 3943 CTB 0,07 1974 0,2 1983 0,29 1988 0,5
Barueri 1984 1976 011 422 11 4198 CTB 0,01 1984 9,27 1987 11,91
Barueri - Alphaville 1980 1980 011 421 11 4191 1980 3,08 1981 9,27 1987 11,91
Bastos 1980 inst. c/DDD 1980 0144 45 14 3478 CTAP 0,49 1980 1,06 1985 1,41 1,71
Bastos - União 0144 45 desativ. coop. rural
Bauru 1964 2 (ant. s/pref.) 1973 0142 22 (ant.2) 14 3222 CTB 1970, 1972 4,74 14,69 18,07 28,29
Bauru 1987 1987 0142 32 14 3232 1987, 1988 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1977 1977 0142 23 14 3223 1977, 1979 14,69 18,07 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1981 1981 0142 24 14 3224 1981 18,07 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1987 1987 0142 34 14 3234 1987, 1988 28,29
Bebedouro 1975 42 1977 0173 42 17 3342 CTB 1,02 1975, 1976, 1977, 1979 3,03 1981, 1985 3,97 1987, 1988 6,89
Bento de Abreu 1982 s/pref. 1987 0186 76 18 3601 COTESP 0,02 0,04 1982 0,1 1989 0,13
Bernardino de Campos 1977 46 1979 0143 46 14 3346 CTB 0,12 1977 0,31 0,57 1989 0,81
Bilac 1979 s/pref. 1986 0186 81 18 3659 CTRP 0,05 1979 0,14 1981, 1984 0,29 1989 0,46
Birigui 1973 4 1978 0186 42 18 3642 CTRP 1973 0,65 1976, 1977 2 1982, 1985 3,02 1987 4,66
Boa Esperança do Sul 1981 inst. c/DDD 1981 0162 46 16 3346 E T Cammarosano 0,05 0,23 1981, 1985 0,46 1987 0,59
Bocaina 1979 inst. c/DDD 1979 0146 66 14 3666 CTB 0,2 1979 0,29 1981 0,58 0,77
Bofete 1977 53 1983, 1989 0149 53 14 3883 CTB 0,02 1977 0,07 0,09 1986 0,19
Boituva 1976 s/pref. 1980, 1982 0152 63 15 3263 CTB 0,16 1976, 1980 0,39 1982 1,1 1989 2,01
Boituva - Águia da Castelo 0152 64 15 3264 coop. rural
Bom Jesus dos Perdões 1974 s/pref. 1982 011 402-7 11 4012 CTB 0 1974 0,09 1982, 1985 0,49 1988 0,68
Borá 1985 s/pref. 1989 0183 67 18 3367 COTESP 0 0,01 1985 0,02 0,02
Boraceia 1982 s/pref. 1988 0142 55 14 3295 COTESP 0,05 0,09 1982 0,14 0,2
Borborema 1980 s/pref. 1982 0162 66 16 3266 CTB 0,16 1980 0,29 1982, 1984 0,5 1987 0,6
Botucatu 1970 2 1973 0149 22 (ant.2) 14 3882 CTB 1970, 1973 1,6 1977 4,41 1980, 1984 6,57 1988 7,66
Bragança Paulista 1970 3 1976 011 433 11 4033 CTB 1970 1,38 1976, 1979 5,51 1985 7,47 8,18
Bragança Paulista - Alvorada 011 401-1 11 4031 coop. rural
Vargem 1984 s/pref. 1990-95 011 401-4 11 4598 1984 1989
Tuiuti 1987 s/pref. 1990-95 011 401-6 11 4015 1987
Braúna 1977 82 1985 0186 82 18 3692 COTESP 0,04 1977 0,09 1983 0,15 1987 0,24
Brotas 1979 53 1980 0146 53 14 3653 CTB 0,25 1979 0,6 1982 1,01 1988 1,43
Buri 1971 s/pref. 1980, 1983 0155 46 15 3546 COTESP 1971 0,13 1980 0,16 1983 0,29 1988 0,37
Buritama 1978 91 1979 0186 91 18 3691 COTESP 0,11 1978 0,36 0,58 0,78
Cabrália Paulista 1974 s/pref. 1988 0142 45 14 3285 CTB 0,01 1974 0,05 1981, 1984 0,11 0,14
Cabreúva 1975 s/pref. 1981 011 406-4 11 4528 CTB 0,07 1975 0,27 1981, 1983 0,78 1988 1,32
Cabreúva - Bairro Jacaré 1977 s/pref. 1981 011 406-7 11 4529 1977 0,27 1981, 1983 0,78 1988 1,32
Caçapava 1969 s/pref. 1975 0122 52 12 3652 COTESP 0,61 1975, 1976 2,59 1982, 1985 4,01 1988 6,22
Cachoeira Paulista 1977 inst. c/DDD 1977 0125 61 12 3101 COTESP 0,44 1977 0,97 1982 1,39 1988 1,86
Caconde 1966 s/pref. 1981 0196 62 19 3662 T Botelhos 0,14 0,15 1981 0,58 1988 0,78
Cafelândia 1977 62 1978 0145 62 14 3554 CTB 0,34 1977 0,59 1981 1,03 1988 1,28
Caiabu 1977 85 1988 0182 85 18 3285 n/d 0 1977 0,03 0,04 1987 0,07
Caieiras 1975 431 1976 011 431 11 4605 C T Caieiras 0,16 1975 0,99 1982, 1984 2,58 1987 3,2
Caiuá 1985 s/pref. 1988 0182 78 18 3278 ETP 0,02 0,05 1985 0,09 1988 0,12
Cajamar - Jordanésia 1978 s/pref. 1980 011 407-4 11 4447 CTB 0,06 1978, 1980 0,66 0,99 1989 1,9
Cajamar - Polvilho 1984 1984 011 788 11 4448 1984 0,99 1989 1,9
Cajobi 1974 s/pref. 1988 0175 63 17 3563 CTB 0,05 1974 0,21 1980, 1984 0,39 1988 0,59
Campinas 1930 9 (ant. s/pref.) desativ. 28,42
Campinas 1962 8 1975 0192 8 (alt.34) 19 3234 CTB 28,43 71,36 110,05 136,23
Campinas 1964 2 1975 0192 2 (alt.36) 19 3236 1970, 1972 28,42 71,36 110,05 136,23
Campinas 1975 1975 0192 31 19 3231 1975 71,36 110,05 136,23
Campinas 1979 1979 0192 32 19 3232 1979 71,36 1983 110,05 136,23
Campinas 1985 1985 0192 33 19 3233 1985 110,05 1989 136,23
Campinas - Castelo 1976 1976 0192 41 19 3241 1976 71,36 110,05 136,23
Campinas - Castelo 1976 1976 0192 42 19 3242 1976, 1979 71,36 110,05 136,23
Campinas - Castelo 1983 1983 0192 43 19 3243 1983, 1985 110,05 1987 136,23
Campinas - Cambuí 1976 1976 0192 51 19 3251 1976 71,36 110,05 136,23
Campinas - Cambuí 1976 1976 0192 52 19 3252 1976, 1979 71,36 110,05 136,23
Campinas - Cambuí 1983 1983 0192 53 19 3253 1983, 1985 110,05 136,23
Campinas - Campos Elíseos 1984 1984 0192 47 19 3227 1984 110,05 136,23
Campinas - Campos Elíseos 1985 1985 0192 48 19 3228, 3268 1985 110,05 136,23
Sousas 1976 s/pref. 1979 0192 37 (alt.58) 19 3258 1976, 1979
Barão Geraldo 1978 1978 0192 39 19 3289 1978 1988, 1989
Nova Aparecida 1987 1987 0192 40 19 3281 1987, 1989
Campo Limpo Paulista 1973 439 1978 011 439 11 4039 COTESP 0,11 1973, 1977 0,49 1981, 1983, 1985 2,35 1988 3,14
Campos do Jordão - Abernéssia 1959 s/pref. 1974 0122 62 12 3662 COTESP 1,49 1974 2,96 1982 4,38 5,05
Campos do Jordão - Emílio Ribas 1959 s/pref. 1974 0122 63 12 3663 1,49 1974 2,96 1982 4,38 1988 5,05
Campos Novos Paulista 1976 76 1988 0144 76 14 3476 COTESP 0,03 1976 0,05 1982 0,1 0,13
Cananéia 1974 5-1 1980, 1981 0138 51 13 3851 COTESP 0,08 1974, 1977 0,19 1981, 1984 0,47 0,62
Cananéia - Porto Cubatão 1981 s/pref. 1990-95 0138 51-6 13 3851-6 1981
Cândido Mota 1978 41 1979 0183 41 18 3341 ETP 0,3 1978 0,58 1985 1,05 1988 1,32
Cândido Rodrigues 1973 s/pref. 1988 0162 57 16 3257 CTB 0,01 1973 0,05 1982 0,1 1988 0,15
Capão Bonito 1955 42 (ant. s/pref.) 1979 0155 42 15 3542 T Sul Paulista 1971 0,29 1977 0,74 1981, 1985 1,57 1988 1,79
Capela do Alto 1977 217 1981, 1988 0152 67 15 3267 COTESP 0,02 1977 0,1 1981 0,2 1986 0,29
Capivari 1976 91 1979 0194 91 19 3491 CTB 0,52 1976 0,98 1982, 1984 2,39 1987 3,4
Caraguatatuba 1976 inst. c/DDD 1976 0124 22 12 3882 COTESP 0,53 1976, 1979 2,4 1981, 1985 5,75 1987, 1988 8,16
Caraguatatuba - Massaguaçu 1981 1981 0124 24 12 3884 1981 5,75 1989 8,16
Carapicuíba 1973 429 1976 011 429 11 4184 CTB 1973 2,64 1982, 1984 6,04 1985 9,5
Carapicuíba - Vl. Dirce 1988 1988 011 727 11 4187 1988 9,5
Cardoso 1977 inst. c/DDD 1977 0174 53 17 3453 COTESP 0,15 1977 0,37 1985 0,47 1989 0,75
Casa Branca 1967 s/pref. 1982 0196 71 19 3671 C T Média Mogiana 0,4 1975, 1979 0,97 1982, 1984 2,12 1989 2,35
Casa Branca - Morro do Cruzeiro 0196 96 (ant.90) 19 3696 coop. rural
Castilho 1981 inst. c/DDD 1981 0187 41 18 3741 EMA 0,17 0,17 1981 0,29 1989 0,39
Catanduva 1953 s/pref. 1978 0175 22 17 3522 T Nacional 2,05 1978 5,68 1980, 1982, 1984 8,22 1988 10,27
Catiguá 1984 inst. c/DDD 1984 0175 64 17 3564 T Nacional 0,01 0,07 1984 0,12 1988 0,21
Cedral 1974 s/pref. 1982 0172 66 17 3266 CTRP 0,05 1974, 1979 0,14 1982 0,29 1989 0,39
Cerqueira César 1973 s/pref. 1982 0147 42 14 3714 CTB 0,16 1973 0,19 1982 0,39 1985 0,82
Cerquilho 1977 84 1979 0152 84 15 3284 CTB 0,06 1977 0,93 0,97 1989 1,93
Cesário Lange 1974 s/pref. 1985 0152 54 (alt.46) 15 3246 CTB 0,03 1974, 1979 0,19 1981, 1984 0,34 1986, 1989 0,45
Charqueada 1974 s/pref. 1982 0194 86 19 3486 STM 0,03 1974 0,19 1982, 1983 0,39 1986 0,48
Chavantes 1981 inst. c/DDD 1981 0143 42 14 3342 CTB 0,16 0,35 1981, 1985 0,76 1989 0,97
Clementina 1974 8-6 1985 0186 58 18 3658 COTESP 0,03 1974 0,07 1980, 1983 0,17 0,21
Colina 1977 41 1978 0173 41 17 3341 CTB 0,25 1977 0,4 1983 0,98 1,2
Conchal 1979 inst. c/DDD 1979 0192 66 19 3866 STM 0,15 1979 0,29 1982 0,62 1985 0,95
Conchas 1980 inst. c/DDD 1980 0149 85 (alt.55) 14 3845 CTB 0,16 1980 0,33 1984 0,84 1,08
Cordeirópolis 1980 inst. c/DDD 1980 0195 46 19 3546 T Limeira 0,16 1980 0,38 1981, 1982 0,6 1,27
Coroados 1981 s/pref. 1986 0186 45 18 3645 COTESP 0 0,04 1981 0,13 0,24
Coronel Macedo 1977 63 1983, 1989 0147 63 14 3767 COTESP 0,02 1977 0,05 0,09 0,11
Corumbataí 1973 s/pref. 1988 0195 77 19 3577 CTB 0,03 1973, 1979 0,1 1982 0,15 1986 0,23
Cosmópolis 1975 72 1978 0192 72 19 3872 E T Cosmópolis 0,17 1975, 1978 1,08 1980, 1985 1,63 1987 2,52
Cosmorama 1977 56 1986 0174 46 17 3836 COTESP 0,07 1977 0,16 0,19 1987 0,31
Cotia 1971 s/pref. 1977 011 493 11 4703 T Anhanguera 0,2 1979 3,49 1982, 1983 8,75 1985 10,75
Cotia - Granja Viana 1971 s/pref. 1977 011 492 11 4702 3,49 1981, 1983 8,75 1987 10,75
Cotia - Caucaia do Alto 1988 1988 011 721 11 4611 1988 10,75
Cravinhos 1978 inst. c/DDD 1978 016 651 (ant.51) 16 3951 CTB 0,2 1978 0,97 1982 1,58 1,93
Cristais Paulista 1981 s/pref. 1986 016 733 16 3133 CTB 0,01 0,1 1981 0,2 0,22
Cruzália 1982 s/pref. 1988 0183 76 18 3376 ETP 0,08 0,17 1982 0,49 0,62
Pedrinhas Paulista 1982 s/pref. 1988 0183 75 18 3375 0,17 1982, 1984 0,49 1988 0,62
Cruzeiro 1970 4 1975 0125 44 12 3144 CTB 1970 0,72 1973, 1974, 1975 3,22 1984 4,54 1986 5,06
Cubatão 1962 6 1971, 1974 0132 61 (ant.6) 13 3361 CTBC 0,65 1977 3,48 1983, 1985 5,18 6,36
Cubatão - Jd. Casqueiro 1984 1984 0132 63 13 3363 1984 5,18 1989 6,36
Cunha 1977 71 1978 0125 71 12 3111 COTESP 0,13 1977 0,4 1983 0,65 1988 0,85
Descalvado 1966 s/pref. 1978 0195 83 19 3583 T Descalvado 0,52 0,97 1982 1,99 1987, 1989 2,9
Divinolândia 1982 inst. c/DDD 1982 0196 63 19 3663 STM 0,1 0,1 1982, 1985 0,39 0,4
Dobrada 1973 s/pref. 1982, 1989 0162 86 16 3386 CTB 0,06 1973 0,1 1982 0,2 1988 0,3
Dois Córregos 1977 inst. c/DDD 1977 0146 52 14 3652 CTB 0,33 1977, 1978 0,92 1,06 1986, 1989 1,75
Dolcinópolis 1977 76 1989 0176 36 17 3636 COTESP 0 1977 0,04 0,05 0,06
Dourado 1981 inst. c/DDD 1981 0162 45 16 3345 E T Dourado 0,13 0,17 1981, 1985 0,48 1988 0,67
Dracena 1958 s/pref. 1978 0188 21 18 3821 CTAP 0,52 1978 2,19 2,98 3,86
Duartina 1977 42 1978 0142 42 14 3282 COTESP 0,17 1977 0,45 0,5 1989 0,9
Dumont 1979 s/pref. 1982 016 644 16 3944 CTB 0,05 1979 0,14 1982 0,29 0,33
Echaporã 1981 inst. c/DDD 1981 0183 56 18 3356 COTESP 0,08 0,14 1981 0,27 0,32
Eldorado 1974 7-1 1979, 1983 0138 71 13 3871 COTESP 0,01 1974, 1979 0,2 1983, 1985 0,29 1986 0,41
Elias Fausto 1976 s/pref. 1981 0192 91 (ant.90) 19 3821 CTB 0,07 1976 0,19 1981, 1983 0,39 1986 0,5
Embu das Artes 1968 s/pref. 1977 011 494 11 4704 CTB 0,19 1974, 1979 1,8 1981, 1983 4,98 1989 6,73
Embu-Guaçu 1976 s/pref. 1980 011 496 11 4661 STM 0 1976, 1980 0,19 1982 1,98 1987, 1989 2,88
Espírito Santo do Pinhal 1959 s/pref. 1978 0196 51 19 3651 T Pinhal 0,83 1978, 1980 2,16 1982 3,02 1986 3,54
Estrela do Norte 1985 s/pref. 1988 0182 49 18 3999 n/d 0 0,02 1985 0,05 1988 0,07
Estrela d'Oeste 1974 4-3 1978 0174 43 17 3833 COTESP 0,15 1974, 1977 0,27 0,37 0,43
Fartura 1977 82 1979 0143 82 14 3382 T Fartura 0,29 1977 0,48 1980 0,67 0,9
Fernando Prestes 1974 s/pref. 1988 0162 58 16 3258 CTB 0 1974 0,07 1982, 1984 0,23 1988 0,29
Fernandópolis 1976 42 1977 0174 42 17 3442 CTRP 0,48 1976, 1977 2,84 3,05 1986, 1988, 1989 5,3
Flora Rica 1985 s/pref. 1988 0188 66 18 3866 n/d 0 0,04 1985 0,07 1988 0,07
Floreal 1977 82 1986 0174 47 17 3847 COTESP 0,01 1977 0,09 1982 0,18 0,21
Flórida Paulista 1982 inst. c/DDD 1982 0189 41 18 3581 CTAP 0,22 0,33 1982 0,53 0,57
Florínea 1982 s/pref. 1989 0183 77 18 3377 ETP 0,02 0,04 1982, 1983 0,13 1989 0,15
Francisco Morato 1978 inst. c/DDD 1978 011 438 11 4488 CTB 0 1978 0,49 1982, 1985 1,28 1,4
Franco da Rocha 1974 1974, 1978 011 432 11 4449, 4819 CTB 0,06 1974, 1978 1,52 1982, 1983, 1985 3,11 3,77
Gabriel Monteiro 1985 s/pref. 1988 0186 87 18 3602 COTESP 0 0,04 1985 0,09 1988 0,15
Gália 1981 inst. c/DDD 1981 0142 43 14 3274 CTB 0,17 0,26 1981 0,36 0,43
Garça 1970 2 1975 0144 61 14 3471 CTB 1970 0,95 2,03 1982 2,55 1987 3,16
Gastão Vidigal 1974 8-3 1987 0174 48 17 3848 COTESP 0,06 1974 0,1 1983 0,17 0,2
General Salgado 1974 8-1 1982 0174 41 17 3832 COTESP 0,08 1974 0,15 1981, 1983 0,44 1988 0,55
Getulina 1974 5-2 1979 0145 52 14 3552 COTESP 0,18 1974 0,3 1982 0,56 0,64
Glicério 1981 s/pref. 1986 0186 47 18 3647 CTB 0,02 0,05 1981 0,13 0,16
Guaiçara 1975 s/pref. 1986 0145 47 14 3547 CTB 0,04 1975 0,1 1981, 1984 0,18 0,2
Guaimbê 1977 53 1986 0145 53 14 3553 COTESP 0,05 1977 0,1 1982 0,19 0,23
Guapiaçu 1979 s/pref. 1982 0172 67 17 3267 CTRP 0,05 1979 0,14 1982 0,38 1989 0,49
Guapiara 1971 s/pref. 1981, 1989 0155 47 15 3547 COTESP 1971 0,06 0,1 1981, 1982 0,2 1986 0,27
Guaraçaí 1974 s/pref. 1985 0187 75 18 3705 CTRP 0,08 1974, 1979 0,18 1981, 1983 0,33 1989 0,43
Guaraci 1974 s/pref. 1985 0172 85 17 3815 CTB 0,08 1974, 1979 0,14 1981, 1984 0,37 0,46
Guarani d'Oeste 1979 s/pref. 1988 0174 40 (ant.70) 17 3834 COTESP 0 1979 0,1 0,16 0,28
Ouroeste 1981 s/pref. 1988 0174 70 17 3843 1981 0,16 0,28
Guarantã 1981 s/pref. 1989 0142 86 14 3586 CTB 0,08 0,13 1981 0,18 1989 0,25
Guararapes 1978 inst. c/DDD 1978 0186 61 18 3606 CTRP 0,33 1978 0,98 1983 1,51 2,09
Guaratinguetá 1961 s/pref. 1977 0125 22 12 3122 SMTA 3 1977 5,41 7,12 8,93
Guaratinguetá 1979 1979 0125 32 12 3132 1979 5,41 1985 7,12 1988, 1989 8,93
Guareí 1977 214 1983, 1988 0152 58 15 3258 COTESP 0,06 1977 0,09 1983, 1985 0,15 1987 0,24
Guariba 1975 51 1978 0163 51 16 3251 CTB 0,15 1975 0,29 1981, 1984 0,78 1988 0,98
Guarujá 1964 9 1971, 1974 0132 86 (ant.9) 13 3386 CTB 2,89 1974, 1975, 1977, 1978 15,28 20,42 30,76
Guarujá 1978 1978 0132 87 13 3387 1978 15,28 1980, 1981, 1984 20,42 30,76
Guarujá 1987 1987 0132 55 13 3355 1987, 1988 30,76
Guarujá - Enseada 1969 9-8 1971, 1974 0132 53 (ant.9-8) 13 3353 2,89 1974, 1978 15,28 20,42 1988 30,76
Guarujá - Vicente de Carvalho 1969 9-9 1971, 1974 0132 52 (ant.9-9) 13 3352 2,89 1974, 1978 15,28 1982, 1985 20,42 1988 30,76
Guarulhos 1961 49 1975 011 209 11 2409 C T Guarulhos 2,98 1976 18,8 39,26 49,42
Guarulhos 1976 1976 011 208 11 2408 1976, 1979 18,8 39,26 49,42
Guarulhos 1982 1982 011 913 (alt.603) 11 2443 1982, 1983 39,26 49,42
Guarulhos 1984 1984 011 940 11 2440 1984, 1985 39,26 1986 49,42
Guarulhos 1987 1987 011 964 11 2464 1987 49,42
Guarulhos - Cumbica 1984 1984 011 912 11 2412 1984, 1985 39,26 1988 49,42
Guarulhos - Cumbica 1984 1984 011 945 11 2445, 2465 1984 39,26 49,42
Guzolândia 1977 86 1989 0176 37 17 3637 COTESP 0 1977 0,04 1983 0,09 0,11
Herculândia 1974 46 (ant. s/pref.) 1986 0144 46 14 3486 CTB 0,03 1974 0,14 1980, 1982 0,21 1987 0,4
Iacanga 1977 54 1979 0142 54 14 3294 COTESP 0,12 1977 0,27 1982 0,41 1986 0,52
Iacri 1981 s/pref. 1988 0144 49 14 3489 CTAP 0,02 0,05 1981, 1983 0,15 1988 0,29
Ibaté 1976 s/pref. 1981 0162 73 16 3343 CTB 0,08 1976 0,2 1981, 1983, 1984 0,5 1986 0,7
Ibirá 1974 s/pref. 1979, 1982 0175 51 17 3551 CTRP 0,08 1974, 1979 0,29 1982 0,58 1989 0,77
Ibirarema 1979 s/pref. 1985 0143 70 14 3307 C T F Guerra 0,08 1979 0,09 1984 0,24 1988 0,31
Ibitinga 1973 42 1978 0162 42 16 3342 CTB 0,32 1973, 1974, 1978 1,99 2,02 1986, 1987, 1989 3,72
Ibiúna 1977 218 1979 0152 41 15 3241 COTESP 0,19 1977 0,53 1982 1,24 1986, 1988 2,11
Ibiúna - Rio Una 0152 94 15 3294-1 coop. rural
Icém 1973 s/pref. 1978 0172 82 17 3282 CTB 0,02 1973 0,28 1982 0,33 1987 0,74
Iepê 1968 s/pref. 1982 0182 54 18 3264 ETP 0,15 0,15 1982 0,41 0,52
Igaraçu do Tietê 1988 1978 0146 44 14 3644 CTB 0,36 1988 0,81
Igarapava (déc.60) s/pref. 1980 016 772 16 3172 E T Reunidas 0,25 1979, 1980 0,39 1984 1,6 1987 2,01
Iguape 1977 41 1980, 1981 0138 41 13 3841 C T Itanhaém 0,09 1977 0,48 1981 1,27 1989 1,99
Ilha Comprida 1980 42 1985 0138 42 13 3842 1980 0,48 1983 1,27 1989 1,99
Ilhabela 1971 7 1976 0124 72 12 3896 COTESP 1971 0,18 1976, 1978 0,99 1982 1,52 1989 1,64
Indaiatuba 1973 75 1977 0192 75 19 3875 CTB 0,35 1973, 1976 1,79 1982, 1985 5 6,43
Indiana 1981 s/pref. 1988 0182 56 18 3995 ETP 0,05 0,08 1981 0,1 1988 0,22
Indiaporã 1974 6-2 1986 0174 71 17 3842 COTESP 0,06 1974 0,13 1980 0,2 1987 0,29
Inúbia Paulista 1982 s/pref. 1986 0189 56 18 3556 CTAP 0,05 0,07 1982 0,11 0,14
Ipaussu 1978 inst. c/DDD 1978 0143 44 14 3344 CTB 0,16 1978 0,43 0,58 0,73
Iperó 1976 s/pref. 1981, 1982 0152 66 15 3266 CTB 0,05 1976 0,1 1981, 1982 0,28 1989 0,47
Ipeúna 1976 s/pref. 1988 0195 76 19 3576 STM 0,03 1976 0,1 1983 0,19 1987 0,27
Iporanga 1974 5-6 1982, 1988 0155 56 15 3556 COTESP 0 1974 0,05 1982 0,08 1987 0,08
Iracemápolis 1955 s/pref. 1980 0194 46 (alt.56) 19 3456 T Limeira 0,06 1980 0,28 1982, 1983 0,59 1989 0,96
Irapuã 1981 1981, 1989 0175 56 17 3556 COTESP 0,03 0,1 1981 0,18 1989 0,23
Irapuru 1981 inst. c/DDD 1981 0188 61 18 3861 CTAP 0,18 0,23 1981, 1985 0,39 1989 0,47
Itaberá 1977 562 1980, 1982 0155 62 15 3562 COTESP 0,11 1977 0,19 1981 0,29 1989 0,47
Itaí 1977 52 1979 0147 52 14 3761 STM 0,15 1977 0,46 1984 0,68 1989 0,96
Itaí - Jurumirim 1979 1979 0147 58-6 14 3768 1980
Itajobi 1979 46 1980 0175 46 17 3546 T Nacional 0,04 1979, 1980 0,32 0,38 1986, 1988 0,98
Itaju 1985 s/pref. 1988 0146 67 14 3667 E T Paulista 0 0,02 1985 0,04 0,06
Itanhaém 1961 s/pref. 1979 0132 92 13 3422 C T Itanhaém 0,51 1977, 1978, 1979 2,87 1982 4,78 1985 7,39
Itanhaém - Jd. Grandesp 1987 1987 0132 75 13 3429 1987 7,39
Itapecerica da Serra 1978 inst. c/DDD 1978 011 495 11 4666 CTB 0,12 1978, 1979 1,79 1983 4,49 1987 5,92
São Lourenço da Serra 1977 1977 011 490-1 11 4686 1977 1,79 1982, 1984 4,49 5,92
Itapetininga 1970 2 1975, 1978 0152 71 15 3271 CTB 1970 1 1973, 1976, 1977 4,04 4,14 6,57
Itapetininga 1986 1986 0152 72 15 3272 1986, 1988 6,57
Itapeva 1970 2 1975, 1979 0155 22 15 3522 CTB 1970 0,48 1977 1,87 3,45 3,91
Itapevi 1976 426 1977 011 426 11 4141 CTB 0 1976 1,54 1983 3 1987 3,57
Itapira 1970 7 1978 0192 63 19 3863 CTB 1970 0,93 1975 2,03 1981, 1982, 1985 3,36 1986 4,32
Itápolis 1978 inst. c/DDD 1978 0162 62 16 3262 CTB 0,33 1978 1,05 1982, 1983 2,14 1987 3,05
Itaporanga 1982 75 1983 0155 75 (alt.65) 15 3565 COTESP 0,19 0,2 1982 0,59 1989 0,66
Itapuí 1974 s/pref. 1981 0146 64 14 3664 CTB 0,07 1974 0,15 1981, 1982, 1984 0,49 1987 0,59
Itapura 1985 s/pref. 1988 0187 45 18 3745 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1988 0,14
Itararé 1952 3 (ant. s/pref.) 1979 0155 32 15 3532 COTESP 0,32 1974, 1977 0,97 1985 1,55 1987 2,34
Itariri 1974 9-7 1979, 1983 0132 97 (alt.78) 13 3418 COTESP 0 1974, 1979 0,21 1980, 1983, 1985 0,39 0,53
Itatiba 1970 5 1975, 1978 011 435 11 4538 CTB 1970 0,69 1973, 1977, 1979 3 1981, 1985 4,74 5,05
Itatinga 1975 4-0 1985 0149 54 14 3848 CTB 0,1 1975, 1979 0,32 0,35 1985 0,58
Itirapina 1974 s/pref. 1981 0195 75 19 3575 CTB 0,06 1974 0,15 1981, 1982, 1985 0,56 0,7
Itirapuã 1979 s/pref. 1986 016 746 16 3146 T Patrocínio Paulista 0,03 1979 0,1 1982 0,14 1989 0,19
Itobi 1973 s/pref. 1988 0196 47 19 3647 C T Média Mogiana 0,05 1973 0,1 1981, 1983 0,2 1988 0,29
Itu 1970 2 1975, 1977 011 482 11 4022 CTB 1970 1,55 1977 4,99 1981 8,33 8,63
Itu - Tiradentes 1984 1984 011 409 11 4024 1984 8,33 8,63
Itu - Taquaral 011 481-5 11 4026-1 coop. rural
Itupeva 1981 inst. c/DDD 1981 011 408-1 11 4591 T Jundiaí 0,05 0,12 1981, 1984 0,59 1989 1,03
Jaborandi 1975 s/pref. 1985 0173 47 17 3347 CTB 0,04 1975 0,1 1981, 1983 0,27 0,31
Jaboticabal 1970 2 1976 0163 22 16 3202 CTB 1970 1,02 1974, 1978 3,03 1980, 1984 5,06 1986 5,59
Jacareí 1972 5 1977 0123 51 12 3951 T Jacareí 1972 0,85 1977, 1979 4,89 1981, 1983 7,06 1986 11,98
Jacareí 1989 1989 0123 52 12 3952 1989 11,98
Jaci 1977 82 1988 0172 83 17 3283 COTESP 0,02 1977 0,04 0,05 1986 0,1
Jacupiranga 1980 1980, 1983 0138 64 13 3864 C T Itanhaém 0,05 1980 0,39 1983 0,87 1,44
Cajati 1980 54 1982 0138 54 13 3854 1980 0,389 0,87 1987, 1989 1,439
Jaguariúna 1980 inst. c/DDD 1980 0192 97 (alt.67) 19 3867 E T Jaguariúna 0,18 1980 0,4 1981, 1983 1,28 1986, 1988 2,89
Holambra 0192 60 19 3802 coop. rural
Jales 1979 inst. c/DDD 1979 0176 32 17 3632 TELEOESTE 0,58 0,82 1,63 1988 4,03
Jambeiro 1977 78 1988 0123 78 12 3978 COTESP 0 1977 0,07 1980 0,1 1985, 1986 0,18
Jandira 1974 427 1977 011 427 11 4707 CTB 0 1974, 1979 0,89 1981, 1983 2,6 1987 2,95
Jarinu 1976 s/pref. 1982 011 408-4 11 4016 STM 0,05 1976 0,09 1982, 1985 0,45 1989 0,59
Jaú 1930 s/pref. 1978 0146 22 14 3622 CTB 1972 1,42 1976, 1978 4,98 1981, 1983, 1985 7,97 1987 9,42
Jaú - Fazenda Santa Cruz 0146 23 14 3623 coop. rural
Jeriquara 1976 s/pref. 1985 016 734 16 3134 CTB 0 1976 0,05 1982 0,09 1989 0,11
Joanópolis 1976 s/pref. 1981 011 403-9 11 4539 CTB 0,02 1976 0,14 1981 0,28 1989 0,5
João Ramalho 1977 s/pref. 1988 0182 59 (alt.58) 18 3998 STM 0 1977 0,03 0,05 1986 0,1
José Bonifácio 1974 45 1977 0172 45 17 3245 CTRP 0,14 1974 0,36 1980, 1983 1,11 1989 2,08
Júlio Mesquita 1977 67 1988 0144 67 14 3487 COTESP 0,03 1977 0,04 1983 0,07 0,1
Jundiaí 1957 6 (ant. s/pref.) 1976 011 436 11 4586 T Jundiaí 7,93 17,75 32,8 39,6
Jundiaí 1973 4 1976 011 434 11 4521 1973 7,93 1976, 1980 17,75 32,8 39,6
Jundiaí - Vl. Arens 1982 1982 011 437 11 4607 1982, 1984 32,8 39,6
Jundiaí - Vl. Arens 1984 1984 011 731 11 4526 1984 32,8 1987 39,6
Jundiaí - Vl. Industrial 1989 1989 011 732 11 4582 1989 39,6
Jundiaí - Engordador 011 486-4 11 4599-8 coop. rural
Jundiaí - Terra Nova 011 486-7 11 4599-9 coop. rural
Junqueirópolis 1978 inst. c/DDD 1978 0188 41 18 3841 CTAP 0,31 1978 0,58 1982 0,99 1989 1,18
Juquiá 1979 s/pref. 1982 0138 44 13 3844 C T Itanhaém 0,04 1979 0,15 1982, 1985 0,47 0,58
Juquitiba 1974 7-7 1981 011 490-4 11 4681 COTESP 0 1974, 1979 0,15 1981 0,3 1986, 1988 0,96
Lagoinha 1982 s/pref. 1987 0122 47 12 3647 COTESP 0 0,08 1982 0,14 0,18
Laranjal Paulista 1973 83 1979 0152 83 15 3283 CTB 0,18 1973, 1977 1,03 1983 1,58 1989 1,92
Maristela 1975 s/pref. 1990-95 0152 87 15 3287-1 1975
Lavínia 1982 s/pref. 1989 0186 77 18 3698 COTESP 0,07 0,12 1982 0,19 0,28
Lavrinhas 1974 s/pref. 1987 0125 46 12 3146 CTB 0,01 1974 0,06 1983 0,1 1987 0,1
Leme 1962 s/pref. 1979 0195 71 19 3571 CTB 0,64 1977, 1979 2,91 1985 3,53 1989 4,57
Lençóis Paulista 1970 2 1975, 1977 0142 63 14 3263 CTB 1970 0,42 1977 1,82 2,09 1985 3,57
Limeira 1954 s/pref. 1979 0194 41 19 3441 T Limeira 4 1977, 1979 11,12 14 17,86
Limeira 1979 1979 0194 42 19 3442 1979 11,12 1984 14 1986 17,86
Limeira 1989 1989 0194 51 19 3451 1989 17,86
Limeira - Horto Florestal 0194 49-1 19 3449 coop. rural
Lindóia 1977 s/pref. 1982 0192 98 (alt.68) 19 3898 CTB 0,06 1977 0,19 1982 0,29 1988 0,47
Lins 1959 s/pref. 1978 0145 22 14 3522 SMTA 1,61 1978 3,05 1981 4,08 1986, 1988, 1989 6,74
Lorena 1973 52 1975 0125 52 12 3152 CTB 0,8 1973, 1977 2,99 1981 4,04 1988, 1989 5,96
Canas 1974 s/pref. 1990-95 0125 51 12 3151 1974
Louveira 1971 s/pref. 1979 0192 78 19 3878 C T Vinhedo 0,21 1977, 1979 0,54 1980 1 1986 1,36
Lucélia 1979 inst. c/DDD 1979 0189 51 18 3551 CTAP 0,62 1979 1,01 1984 1,34 1,47
Lucianópolis 1985 s/pref. 1988 0142 46 14 3286 COTESP 0,01 0,05 1985 0,07 1988 0,09
Luiz Antônio 1979 s/pref. 1989 016 683 16 3983 CTB 0,03 1979 0,13 1983 0,18 1989 0,24
Luiziânia 1982 s/pref. 1986 0186 88 18 3603 COTESP 0 0,05 1982 0,09 1989 0,17
Lupércio 1977 74 1988 0144 74 14 3474 COTESP 0,01 1977 0,06 0,09 1988 0,15
Lutécia 1981 s/pref. 1989 0183 68 18 3368 COTESP 0,07 0,06 1981 0,08 0,1
Macatuba 1977 88 1981 0142 88 14 3268 COTESP 0,09 1977 0,19 1981 0,3 1986 0,68
Macaubal 1974 7-3 1985 0174 73 17 3874 COTESP 0,09 1974 0,23 1980, 1984 0,36 0,47
Macedônia 1977 64 1989 0174 49 17 3849 COTESP 0 1977 0,06 0,1 0,11
Magda 1977 87 1989 0174 87 17 3487 COTESP 0,03 1977 0,06 1980 0,1 1986 0,2
Mairinque 1978 inst. c/DDD 1978 011 428 11 4708 CTB 0,14 1978 0,94 1982 1,84 1985 2,82
Alumínio 1986 1986 011 795 11 4715 1986, 1988 2,819
Mairiporã 1974 468 1978 011 430 11 4604 STM 0,3 1974, 1978 1,05 1982, 1985 5,37 6,04
Mairiporã - Pq. Petrópolis 1980 1980 011 485 11 4485 1980, 1982 5,37 6,04
Mairiporã - Campos de Mairiporã 1980 488-1 1981 011 488-1 11 4482 1980 5,37 1989 6,04
Mairiporã - Terra Preta 1980 489-1 1981 011 489-1 11 4486 1980 5,37 1989 6,04
Mairiporã - Jd. Cinco Lagos 1980 489-4 1981 011 489-4 11 4483 1980 5,37 6,04
Mairiporã - Pq. Suísso 1980 488-4 1982 011 488-4 11 4484 1980 5,37 6,04
Manduri 1975 s/pref. 1988 0143 56 14 3356 CTB 0,05 1975 0,11 1982, 1984 0,26 1988 0,38
Marabá Paulista 1979 s/pref. 1988 0182 96 18 3996 n/d 0,01 1979 0,03 0,04 1988 0,08
Maracaí 1974 s/pref. 1982 0183 71 18 3371 CTB 0,06 1974 0,14 1982, 1985 0,45 0,51
Mariápolis 1982 s/pref. 1986 0189 46 18 3586 CTAP 0 0,05 1982 0,07 1988 0,11
Marília 1940 s/pref. 1973 0144 33 (ant. s/pref.) 14 3433 CTB 2,79 1976, 1978 8,06 1982 12,21 16,28
Marília 1985 1985 0144 22 14 3422 1985 12,21 1987, 1988 16,28
Marinópolis 1985 s/pref. 1989 0176 95 17 3695 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,05
Martinópolis 1959 s/pref. 1977 0182 52 18 3275 ETP 0,29 1977 0,59 1982 0,96 1988 1,21
Matão 1973 82 1977 0162 82 16 3382 CTB 0,11 1973, 1974, 1977 2,02 1981, 1984 4,09 1989 4,74
Mendonça 1981 s/pref. 1986 0172 48 17 3248 COTESP 0 0,09 1981 0,16 1989 0,21
Meridiano 1974 4-6 1989 0174 75 17 3475 COTESP 0,03 1974 0,05 1981 0,1 0,13
Mineiros do Tietê 1974 s/pref. 1980 0146 46 14 3646 CTB 0,07 1974, 1975, 1980 0,26 1982, 1984 0,49 1987 0,59
Mira Estrela 1977 63 1989 0174 76 17 3846 COTESP 0 1977 0,03 0,08 0,1
Miracatu 1973 4-7 1980, 1981 0138 47 13 3847 COTESP 0 1973, 1978 0,24 1981, 1983, 1985 0,58 1987 0,71
Pedro Barros 1980 s/pref. 1990-95 0138 46 13 3846-1 1980, 1981
Mirandópolis 1953 s/pref. 1977 0187 71 18 3701 CTRP 0,29 1977 1 1,11 1987 1,97
Mirante do Paranapanema 1971 s/pref. 1981 0182 91 18 3991 ETP 0,17 0,2 1981 0,57 1989 0,71
Mirassol 1958 s/pref. 1982 0172 42 17 3242 CTRP 0,52 1977 1,77 1980, 1982 2,97 1987 3,9
Mirassolândia 1985 s/pref. 1988 0172 63 17 3263 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1988 0,12
Mococa 1970 5 1978 0196 55 (alt.56) 19 3656 CTB 1970 0,78 1974, 1975 2,8 1985 3,17 3,69
Mococa - Canoas 0196 98 (alt.78) 19 3678 coop. rural
Mococa - Fazenda Varginha 0196 97 (alt.77) desativ. coop. rural
Mogi Guaçu 1970 6 1979 0192 61 19 3861 CTB 1970 0,47 1974 2,49 4,17 1988 7,99
Mogi Mirim 1970 5 1977 0192 62 19 3862 CTB 1970 0,97 1973, 1974, 1978 3,91 1985 4,39 1986 5,77
Mombuca 1977 97 1986 0194 88 19 3488 COTESP 0,06 1977 0,07 0,1 1986 0,15
Monções 1985 s/pref. 1989 0174 84 17 3484 COTESP 0,02 0,03 1985 0,07 1989 0,12
Mongaguá 1978 s/pref. 1979 0132 98 13 3448 C T Itanhaém 0,11 1978, 1979 0,97 1,97 1988 4,04
Mongaguá - Agenor de Campos 1983 1983 0132 96 13 3446 1983 1,97 4,04
Monte Alegre do Sul 1975 s/pref. 1980 0192 99 19 3899 CTB 0,06 1975, 1980 0,23 1983, 1984 0,48 1987 0,57
Monte Alto (déc.50) s/pref. 1978 0163 42 16 3242 STM 0,39 1978 1,58 1981, 1984 2,43 1987 3,33
Monte Aprazível 1974 75 1977 0172 75 17 3275 CTRP 0,2 1974, 1977 0,45 1982 1,04 1987 1,46
Monte Azul Paulista 1979 inst. c/DDD 1979 0173 61 17 3361 CTB 0,32 1979 0,63 1982, 1985 1,26 1987 1,51
Monte Castelo 1976 55 1987 0188 55 18 3855 COTESP 0 1976 0,04 0,1 1987 0,16
Monte Mor 1966 s/pref. 1980 0192 79 19 3879 E T Monte Mor 0,14 1977, 1980 0,66 0,96 1986 1,61
Monteiro Lobato 1977 79 1988 0123 79 12 3979 COTESP 0 1977 0,06 1980 0,1 1985, 1986 0,17
Morungaba 1975 s/pref. 1984 011 408-7 11 4014 CTB 0,09 1975 0,24 1984 0,39 1987 0,5
Murutinga do Sul 1977 76 1989 0187 76 18 3788 COTESP 0,06 1977 0,09 1981 0,15 1987 0,2
Narandiba 1985 s/pref. 1988 0182 45 18 3992 COTESP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,07
Natividade da Serra 1977 77 1988 0122 77 12 3677 COTESP 0 1977 0,07 1980 0,1 1986 0,18
Nazaré Paulista 1974 s/pref. 1983 011 402-1 11 4597 CTB 0 1974 0,09 1982 0,29 1989 0,46
Neves Paulista 1974 s/pref. 1982 0172 71 17 3271 CTRP 0,11 1974, 1979 0,24 1982 0,39 0,48
Nhandeara 1965 7-2 (ant. s/pref.) 1977 0174 72 17 3472 COTESP 0,2 1974, 1977 0,55 1985 0,73 1989 0,97
Nipoã 1985 s/pref. 1988 0172 77 17 3277 COTESP 0,03 0,03 1985 0,09 1988 0,14
Nova Aliança 1981 s/pref. 1986 0172 41 17 3811 CTRP 0,01 0,12 1981 0,22 1989 0,28
Nova Europa 1979 s/pref. 1980 0162 87 16 3387 STM 0,08 1979, 1980 0,2 0,29 0,3
Nova Granada 1981 inst. c/DDD 1981 0172 62 17 3262 CTRP 0,14 0,34 1981, 1984 0,9 1,1
Nova Guataporanga 1982 s/pref. 1986 0188 56 18 3856 COTESP 0 0,05 1982 0,07 1988 0,09
Nova Independência 1985 s/pref. 1989 0187 44 18 3744 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,06
Nova Luzitânia 1985 s/pref. 1989 0174 83 17 3483 COTESP 0,02 0,03 1985 0,07 1989 0,12
Nova Odessa 1978 66 1979 0194 66 19 3466 T Nova Odessa 0,21 1978 0,59 1982, 1984 1,62 1989 2,46
Novo Horizonte 1978 inst. c/DDD 1978 0175 42 17 3542 CTRP 0,44 1978 1,44 1984 1,99 2,48
Ocauçu 1985 s/pref. 1988 0144 75 14 3475 COTESP 0,03 0,06 1985 0,12 0,18
Óleo 1985 s/pref. 1989 0143 57 14 3357 COTESP 0,02 0,04 1985 0,07 0,1
Olímpia 1977 inst. c/DDD 1977 0172 81 17 3281 CTB 1,13 1977 2 1983 3,01 3,8
Onda Verde 1985 s/pref. 1988 0172 68 17 3268 CTB 0,01 0,02 1985 0,09 1988 0,12
Oriente 1974 56 (ant. s/pref.) 1986 0144 56 14 3456 CTB 0,05 1974 0,1 1982 0,15 1987 0,29
Orindiúva 1981 s/pref. 1985 0172 96 17 3816 CTB 0,01 0,06 1981 0,1 1989 0,22
Osasco 1963 48 1973 011 701 (ant.801, 478) 11 3681 COTESPA 1973 3,01 1977 16,42 32,02 42,98
Osasco 1979 1979 011 702 (ant.802) 11 3682 1979 16,42 32,02 42,98
Osasco 1983 1983 011 703 (ant.803) 11 3683 1983, 1985 32,02 42,98
Osasco 1985 1985 011 704 (ant.804) 11 3684 1985 32,02 42,98
Osasco 1988 1988 011 705 11 3685 1988 42,98
Oscar Bressane 1975 57 (ant. s/pref.) 1986 0144 57 14 3457 COTESP 0,03 1975 0,05 1982 0,1 1987 0,18
Osvaldo Cruz 1959 s/pref. 1979 0189 61 18 3528 CTAP 0,51 1979 0,95 1982 1,99 2,45
Ourinhos 1964 s/pref. 1978 0143 22 14 3322 C T Ourinhos 1 1978 4,5 5,04 1986, 1988 7,09
Ouro Verde 1977 72 1986 0188 72 18 3872 COTESP 0 1977 0,08 0,16 0,18
Pacaembu 1980 62 1981 0188 62 18 3862 CTAP 0,3 1980 0,43 1985 0,77 0,84
Palestina 1976 s/pref. 1985 0172 93 17 3293 STM 0,14 1976, 1979 0,29 1984 0,49 1988 0,85
Palmares Paulista 1982 1982, 1988 0175 87 17 3587 CTB 0 0,05 1982 0,1 1988 0,2
Palmeira d'Oeste 1979 inst. c/DDD 1979 0176 51 17 3651 CETELVI 0,12 1979 0,31 0,46 0,57
Palmital 1978 51 1979 0183 51 18 3351 ETP 0,4 1978 0,59 1981 1 1986, 1988 1,42
Panorama 1977 71 1978 0188 71 18 3871 CTAP 0,16 1977 0,2 0,38 0,46
Paraguaçu Paulista 1978 61 1979 0183 61 18 3361 ETP 0,6 1978 0,99 1982 1,42 1986, 1988 2,02
Paraibuna 1973 6 1978 0123 62 12 3974 COTESP 0,16 1973, 1978 0,31 0,5 1989 0,6
Paraíso 1980 s/pref. 1985 0175 67 17 3567 CTB 0,04 1980 0,09 1983 0,2 1988 0,3
Paranapanema 1980 s/pref. 1982 0147 53 14 3713 CTB 0,04 1980 0,34 1982 0,44 0,71
Holambra II 1979 1979 0147 58-1 14 3769 1980 0,34 0,44 1988, 1989 0,71
Paranapuã 1977 72 1986 0176 38 17 3648 COTESP 0 1977 0,08 0,14 0,23
Parapuã 1981 inst. c/DDD 1981 0189 62 18 3582 CTAP 0,17 0,29 1981 0,49 0,58
Pardinho 1976 s/pref. 1983, 1988 0149 56 14 3886 CTB 0,01 1976 0,05 1983 0,1 1986 0,2
Pariquera-Açu 1967 s/pref. 1981, 1984 0138 56 13 3856 COTESP 0,11 0,25 1981, 1984, 1985 0,58 1989 0,79
Patrocínio Paulista 1972 s/pref. 1982 016 745 16 3145 T Patrocínio Paulista 0,17 1979 0,28 1982 0,52 0,61
Paulicéia 1982 s/pref. 1986 0188 76 18 3876 CTAP 0 0,06 1982 0,08 1988 0,14
Paulínia 1973 55 1976 0192 74 19 3874 CTB 0,11 1973, 1976, 1978, 1979 1,42 1985 2,5 1989 3,4
Paulo de Faria 1981 inst. c/DDD 1981 0172 92 17 3292 CTB 0,14 0,29 1981, 1984 0,49 0,57
Pederneiras 1977 inst. c/DDD 1977 0142 52 14 3252, 3284 CTB 0,32 1977 1,01 1981 1,67 1986, 1988 2,71
Pedra Bela 1981 s/pref. 1988 011 403-1 11 4037 CTB 0 0,05 1981 0,16 1988 0,19
Pedranópolis 1985 s/pref. 1989 0174 78 17 3838 COTESP 0 0,03 1985 0,07 0,08
Pedregulho (déc.60) s/pref. 1980 016 771 16 3171 E T Reunidas 0,06 1979, 1980 0,25 1985 0,48 0,58
Pedreira 1978 93 1978 0192 93 19 3893 CTB 0,32 1978 1,49 1981, 1985 2,19 2,59
Pedro de Toledo 1974 9-9 1979, 1983 0132 99 13 3419 COTESP 0,01 1974, 1979 0,15 1983 0,3 1986 0,39
Penápolis 1970 2 1977 0186 52 18 3652 CTB 1970 0,49 1977 2,49 1984 3 3,52
Pereira Barreto 1974 61 (ant. s/pref.) 1977 0187 61 18 3704 EMA 0,91 1974, 1976 1,87 2,76 1989 4,03
Ilha Solteira 1971 s/pref. 1984 0187 62 18 3742 1971 0,909 1973, 1975 1,869 2,759 1988, 1989 4,029
Pereiras 1974 s/pref. 1988 0149 58 14 3888 CTB 0,06 1974 0,1 1981, 1982, 1984 0,24 1988 0,34
Peruíbe 1966 5 (ant. s/pref.) 1979 0132 95 13 3455 COTESP 0,2 1974, 1976, 1977, 1979 1,4 1981 2,99 1985 4,87
Peruíbe - Guaraú 1985 1985 0132 77 13 3457 1985 2,99 1988 4,87
Piacatu 1982 s/pref. 1986 0186 83 18 3693 COTESP 0,04 0,06 1982 0,1 1989 0,19
Piedade 1970 4 1979 0152 42 (alt.44) 15 3244 CTB 1970 0,3 1979 0,99 1985 1,18 1986 1,99
Piedade - Liberdade 0152 99 15 3299 coop. rural
Pilar do Sul 1981 78 1982 0152 78 15 3278 COTESP 0,16 0,2 1981 0,67 1987 1,03
Pilar do Sul - Fazenda São Paulo 0152 98 15 3298 coop. rural
Pindamonhangaba 1967 s/pref. 1978 0122 42 12 3642 C T Pindamonhangaba 1 1978 3,15 1981, 1983, 1984 5,61 1988, 1989 8,33
Moreira César 1979 1979 0122 40 12 3641 1979 1981, 1982
Pindorama 1980 7-2 1982 0175 72 17 3572 CTRP 0,04 1980 0,22 1982 0,46 1986, 1988 0,77
Pinhalzinho 1982 inst. c/DDD 1982 011 403-4 11 4018 CTB 0 0,17 1982, 1985 0,34 1989 0,57
Piquerobi 1984 inst. c/DDD 1984 0182 76 18 3276 ETP 0,01 0,05 1984 0,12 0,13
Piquete 1977 inst. c/DDD 1977 0125 56 12 3156 COTESP 0,2 1977 0,57 1982 0,75 0,96
Piracaia 1981 inst. c/DDD 1981 011 403-7 11 4036 CTB 0,11 0,2 1981, 1984 0,71 0,95
Piracaia - Cachoeiro 011 487-7 11 4011 coop. rural
Piracicaba 1957 2 (ant. s/pref.) 1975 0194 22 19 3422 CIPATEL 11,65 19,54 27,31 35,23
Piracicaba 1972 3 1975 0194 33 19 3433 1972 11,65 1976 19,54 27,31 35,23
Piracicaba 1979 1979 0194 34 19 3434 1979 19,54 1983 27,31 35,23
Piracicaba - Vl. Resende 1987 1987 0194 21 19 3421 1987, 1989 35,23
Saltinho 1972 s/pref. 1982 0194 39 19 3439 1982 1986
Ártemis 1974 s/pref. 1986 0194 38-1 19 3438-1 1974 1982
Tupi 1974 s/pref. 1990-95 0194 38-7 19 3438-7 1974 1983
Ibitiruna 1978 s/pref. 1990-95 0194 38-4 19 3438-4 1978
Piraju 1977 51 1978 0143 51 14 3351 CTB 0,48 1977, 1978 0,99 1981, 1985 1,9 1989 2,42
Pirajuí 1974 72 1978 0142 72 14 3572 CTB 0,53 1974, 1978 0,98 1985 1,4 1,44
Pirangi 1979 86 1980 0173 86 17 3386 CTB 0,04 1979 0,29 0,29 1986, 1988 0,78
Pirapora do Bom Jesus 1977 s/pref. 1982 011 423 11 4131 CTB 0 1977 0,05 1982, 1984 0,47 0,56
Pirapozinho 1977 40 1979 0182 41 18 3269 ETP 0,18 1977 0,48 0,6 1986, 1988 1,01
Pirassununga 1962 s/pref. 1978 0195 61 19 3561 T Pirassununga 0,98 1978 3 1982, 1985 4,43 1987, 1988 7,84
Cachoeira de Emas 1989 1989 0195 65 19 3565 1989
Piratininga 1981 inst. c/DDD 1981 0142 65 14 3265 CTB 0,16 0,35 1981 0,58 1987 0,78
Pitangueiras 1975 52 1979 016 652 (ant.52) 16 3952 CTB 0,16 1975 0,4 1981, 1985 0,94 1987 1,23
Ibitiúva 1982 s/pref. 1990-95 016 658-1 16 3957 1982
Taquaral 1982 s/pref. 1990-95 016 658-6 16 3958 1982
Planalto 1982 s/pref. 1986 0186 95 18 3695 COTESP 0,04 0,06 1982 0,12 1989 0,19
Platina 1985 s/pref. 1989 0183 54 18 3354 COTESP 0 0,01 1985 0,03 0,06
Poloni 1977 99 1982 0172 99 17 3819 COTESP 0,09 1977 0,19 1982 0,27 1989 0,36
Pompéia 1941 52 (ant. s/pref.) 1978 0144 52 14 3452 CTB 0,19 1976, 1977 0,8 1980 1 1989 1,61
Pongaí 1977 81 1988 0142 81 14 3581 COTESP 0,07 1977 0,06 0,1 1987 0,18
Pontal 1978 53 1979 016 653 (ant.53) 16 3953 CTB 0,12 1978 0,31 1982 0,6 1987 1,01
Pontes Gestal 1982 s/pref. 1986 0174 74 17 3844 COTESP 0 0,05 1982 0,09 1989 0,13
Populina 1974 7-3 1986 0176 39 17 3639 COTESP 0 1974 0,1 1982 0,19 0,19
Porangaba 1978 s/pref. 1989 0152 57 15 3257 COTESP 0,05 1978 0,09 1981, 1984 0,19 1989 0,33
Porto Feliz 1973 62 1979 0152 62 15 3262 CTB 0,32 1973, 1974, 1977 0,98 1981, 1983 2,01 2,1
Porto Ferreira 1962 s/pref. 1978 0195 81 19 3581 STM 0,35 1975, 1978 1,5 1981 2,52 1986, 1988 3,8
Potirendaba 1974 s/pref. 1982 0172 49 17 3249 CTRP 0,05 1974, 1979 0,19 1982 0,58 1989 0,8
Pradópolis 1974 s/pref. 1982 016 681 16 3981 CTB 0,02 1974 0,17 1980, 1982, 1985 0,48 1988 0,59
Praia Grande - Boqueirão 1965 s/pref. 1979 0132 91 13 3491 C T Litoral Paulista 1,17 1977, 1979 6,03 1981, 1983 13,34 1985 17,37
Praia Grande - Vl. Caiçara 1979 1979 0132 70 (ant.90) 13 3477 1979 6,03 1981 13,34 17,37
Praia Grande - Solemar 1979 1979 0132 93 13 3493 1979 6,03 1983 13,34 17,37
Praia Grande - Cidade Ocian 1979 1979 0132 94 13 3494 1979 6,03 1982 13,34 1985, 1989 17,37
Presidente Alves 1983 s/pref. 1988 0142 77 14 3587 CTB 0,09 0,17 1983, 1984 0,21 1988 0,22
Presidente Bernardes 1966 s/pref. 1982 0182 62 18 3262 ETP 0,2 0,25 1982, 1985 0,78 0,95
Presidente Epitácio 1978 81 1979 0182 81 18 3281 ETP 0,59 1978 1,2 1,6 1987, 1989 2,02
Presidente Prudente 1964 s/pref. 1972 0182 33 (ant.3) 18 3223 ETP 3,58 1973 8,36 12,77 15,49
Presidente Prudente 1978 1978 0182 22 18 3222 1978 8,36 1981, 1983 12,77 15,49
Presidente Prudente 1985 1985 0182 21 18 3221 1985 12,77 15,49
Presidente Venceslau 1977 inst. c/DDD 1977 0182 71 18 3271 ETP 0,55 1977 1,59 1982 2,01 1986, 1988 3,04
Promissão 1972 4 1978 0145 41 14 3541 CTB 1972 0,27 1978 0,92 1,02 1986, 1989 1,83
Quatá 1981 inst. c/DDD 1981 0183 66 18 3366 ETP 0,18 0,3 1981 0,52 0,62
Queiroz 1977 s/pref. 1986 0144 58 14 3458 n/d 0 1977 0,04 1983 0,06 0,06
Queluz 1978 s/pref. 1986 0125 47 12 3147 CTB 0,15 1978 0,23 1983 0,33 1988 0,45
Quintana 1974 48 (ant. s/pref.) 1986 0144 48 14 3488 CTB 0,06 1974 0,1 1982 0,15 1987 0,21
Rafard 1976 s/pref. 1983 0194 96 19 3496 CTB 1976 0,2 1983 0,39 1986 0,49
Rancharia 1977 inst. c/DDD 1977 0182 51 18 3265 ETP 0,34 1977 0,97 1,07 1986, 1988 1,67
Redenção da Serra 1976 s/pref. 1988 0122 76 12 3676 COTESP 0 0,09 1982 0,1 1988 0,14
Regente Feijó 1981 inst. c/DDD 1981 0182 42 18 3279 ETP 0,16 0,35 1981, 1985 0,78 1989 0,88
Reginópolis 1977 80 1988 0142 89 14 3589 COTESP 0,06 1977 0,1 1982 0,17 1989 0,26
Registro 1971 2 (ant. s/pref.) 1978 0138 21 13 3821 C T Registro 1971 0,55 1974, 1976, 1978 1,57 1981 2,13 1986, 1988, 1989 3,88
Registro - Carapiranga 0138 29 13 3829-1 coop. rural
Restinga 1983 s/pref. 1988 016 743 16 3143 CTB 0,02 0,03 1983 0,06 1988 0,09
Ribeira 1974 5-5 1982, 1989 0155 55 15 3555 COTESP 0 1974 0,05 1982 0,07 0,07
Ribeirão Bonito 1973 s/pref. 1979 0162 44 16 3344 CTB 0,16 1973, 1979 0,32 1981, 1983, 1984 0,65 0,66
Guarapiranga 1989 1989 0162 44-6 16 3354 1989
Ribeirão Branco 1977 563 1980, 1988 0155 63 (alt.53) 15 3553 COTESP 0,04 1977, 1980 0,08 1983 0,14 1988 0,18
Ribeirão do Sul 1984 s/pref. 1988 0143 79 14 3379 STM 0,04 0,04 1984 0,08 0,11
Rifaina 1979 s/pref. 1989 016 735 16 3135 E T Reunidas 0 1979 0,09 1982 0,15 0,2
Rincão 1973 s/pref. 1980, 1983 0162 95 16 3395 CTB 0,06 1973, 1980 0,1 1983 0,29 1987 0,4
Rinópolis 1981 inst. c/DDD 1981 0189 63 18 3583 CTAP 0,2 0,33 1981 0,58 0,67
Rio Claro 1961 s/pref. 1975 0195 24 19 3524 CTB 1973 2,62 9,04 13,1 15,83
Rio Claro 1975 1975 0195 34 19 3534 1975, 1978 9,04 1982, 1985 13,1 15,83
Ajapi 1974 s/pref. 1987 0195 39 19 3539 1974 1983 1987
Rio das Pedras 1968 s/pref. 1980 0194 93 19 3493 STM 0,2 1977 0,4 1981, 1984 0,97 1,27
Riolândia 1982 inst. c/DDD 1982 0172 91 17 3291 CTB 0,04 0,19 1982, 1985 0,38 0,43
Riversul 1977 571 1980, 1989 0155 71 15 3571 COTESP 0,07 1977 0,12 0,17 1988 0,2
Roseira 1974 s/pref. 1982 0122 46 12 3646 CTB 0,02 1974, 1979 0,19 1982 0,25 0,29
Rubiácea 1985 s/pref. 1989 0186 67 18 3697 COTESP 0,02 0,03 1985 0,05 1987 0,08
Rubineia 1985 s/pref. 1988 0176 61 17 3661 COTESP 0 0,03 1985 0,05 1987 0,13
Sabino 1977 46 1986 0145 46 14 3546 COTESP 0,03 1977 0,1 1983 0,15 1987 0,2
Sagres 1985 s/pref. 1988 0189 58 18 3558 CTAP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,06
Sales 1982 1982, 1988 0175 97 (alt.57) 17 3557 CTRP 0,01 0,08 1982 0,13 0,19
Salesópolis 1968 s/pref. 1977 0123 76 11 4696 COTESP 1971 0,11 1977, 1979 0,31 1983, 1984 0,59 0,76
Nossa Senhora do Remédio 1989 1989 0123 76-5 11 4696-5 1989
Salmourão 1977 57 1988 0189 57 18 3557 COTESP 0,04 1977 0,04 1983 0,08 0,09
Salto 1973 483 1975, 1976 011 483 11 4029 CTB 0,33 1973, 1976, 1978 1,99 1982, 1985 4,71 5,05
Salto - Europa 011 481-9 11 4027 coop. rural
Salto de Pirapora 1974 4-5 1979 0152 92 15 3292 COTESP 0,07 1974, 1977 0,37 1985 0,56 1986, 1988 1,06
Salto Grande 1982 inst. c/DDD 1982 0143 78 14 3378 C T F Guerra 0,15 0,14 1982 0,28 1988 0,38
Sandovalina 1985 s/pref. 1988 0182 97 (alt.77) 18 3277 COTESP 0 0,03 1985 0,05 1987 0,06
Santa Adélia 1979 71 1980 0175 71 17 3571 T Nacional 0,07 1979, 1980 0,2 1984 0,64 1989 0,84
Santa Albertina 1981 inst. c/DDD 1981 0176 33 17 3633 CETELVI 0,07 0,19 1981 0,29 1989 0,38
Santa Bárbara d'Oeste 1960 s/pref. 1979 0194 63 19 3463 T Barbarense 0,86 1978 2,97 1982, 1985 4,55 1988 7,3
Santa Branca 1971 7 1979 0123 72 12 3972 COTESP 1971 0,11 1978, 1979 0,36 0,5 1989 0,68
Santa Clara d'Oeste 1985 s/pref. 1988 0176 63 17 3663 COTESP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,09
Santa Cruz da Conceição 1981 s/pref. 1988 0195 67 19 3567 E T S C Conceição 0,04 0,12 1981, 1984 0,19 0,19
Santa Cruz das Palmeiras 1967 s/pref. 1981 0196 72 19 3672 C T Média Mogiana 0,2 1974 0,29 1981, 1983 0,97 1987 1,27
Santa Cruz do Rio Pardo 1978 inst. c/DDD 1978 0143 72 14 3372 CTB 0,44 1978 0,99 1981, 1985 2,1 1988 2,43
Santa Ernestina 1981 s/pref. 1988 0162 56 16 3256 E T Coração de Jesus 0,01 0,1 1981, 1983 0,14 1988 0,19
Santa Fé do Sul 1966 s/pref. 1981 0176 31 17 3631 TELUNI 0,2 1980 0,46 1981 0,98 1986 2,19
Santa Gertrudes 1973 s/pref. 1982 0195 45 19 3545 CTB 0,05 1973 0,15 1981, 1985 0,56 1987 0,79
Santa Lúcia 1973 s/pref. 1979, 1989 0162 96 16 3396 CTB 0,03 1973, 1979 0,09 1983 0,2 1986 0,3
Santa Maria da Serra 1974 87 (ant. s/pref.) 1988 0194 87 19 3487 CTB 0,05 1974 0,09 1982 0,15 1986 0,22
Santa Mercedes 1982 s/pref. 1986 0188 75 18 3875 CTAP 0 0,05 1982 0,08 1989 0,1
Santa Rita do Passa Quatro 1960 s/pref. 1978 0195 82 19 3582 C T Santa Rita 0,43 1978 1,27 1980 2,01 1988 2,51
Santa Rita d'Oeste 1974 6-4 1988 0176 30 17 3643 COTESP 0 1974 0,03 0,05 1986 0,1
Santa Rosa de Viterbo 1978 54 1979 016 654 (ant.54) 16 3954 CTB 0,15 1978 0,59 1982 0,98 1,28
Santana da Ponte Pensa 1985 s/pref. 1988 0176 92 17 3692 COTESP 0 0,04 1985 0,07 0,09
Santana de Parnaíba 1974 s/pref. 1981 011 424 11 4154 CTB 0 1974, 1979 0,09 1981, 1983 1,78 1,84
Santo Anastácio 1954 s/pref. 1977 0182 61 18 3263 ETP 0,5 1977 0,98 1,06 1986, 1988 1,69
Santo Antônio de Posse 1978 s/pref. 1981 0192 96 19 3896 E T Mogiana 0,11 1978 0,19 1981, 1983 0,67 0,84
Santo Antônio do Jardim 1980 s/pref. 1988 0196 54 19 3654 CTB 0,03 1980 0,13 1983 0,2 1988 0,24
Santo Antônio do Pinhal 1977 66 1988 0122 66 12 3666 COTESP 0,02 1977 0,09 1982, 1985 0,15 1986 0,27
Santo Expedito 1976 s/pref. 1988 0182 67 18 3267 STM 0,01 1976 0,03 0,05 1987 0,1
Santópolis do Aguapeí 1982 s/pref. 1986 0186 84 18 3605 COTESP 0 0,06 1982 0,14 0,2
Santos - Brás Cubas 1934 2 (ant. s/pref.) 1971, 1973 0132 2 desativ. 22,45 69,32
Santos - Tocantins 1948 4 1971, 1973 0132 4 13 3284 22,45 69,32 93,49 109,75
Santos - Washington Luiz 1971 3 1971, 1973 0132 31 (ant.3) 13 3231 CTB 1971, 1972 22,46 1973 69,33 93,5 109,76
Santos - Washington Luiz 1975 1975 0132 32 13 3232 1975 69,32 1980, 1983 93,49 109,75
Santos - Washington Luiz 1975 1975 0132 33 13 3233 1975 69,32 93,49 109,75
Santos - Washington Luiz 1975 1975 0132 34 13 3234 1975 69,32 1980, 1983 93,49 109,75
Santos - Washington Luiz 1975 1975 0132 35 13 3235 1975 69,32 93,49 109,75
Santos - Washington Luiz 1984 1984 0132 39 13 3239 1984 93,49 1986 109,75
Santos - Washington Luiz 1989 1989 0132 22 13 3222 1989 109,75
Santos - José Menino 1977 1977 0132 37 13 3237 1977 69,32 1983, 1984 93,49 1988 109,75
Santos - Ponta da Praia 1977 1977 0132 36 13 3236 1977 69,32 93,49 109,75
Santos - Ponta da Praia 1981 1981 0132 38 13 3238 1981, 1983 93,49 109,75
Santos - Ponta da Praia 1984 1984 0132 21 13 3221 1984 93,49 1988 109,75
Santos - Areia Branca 1982 1982 0132 30 13 3203, 3299 1982, 1985 93,49 1986, 1987, 1988, 1989 109,75
Bertioga 1979 1979 0132 57 13 3317 1979 1983
Bertioga - Jd. Indaiá 1987 1987 0132 56 13 3313 1987
São Bento do Sapucaí 1977 91 1980 0123 91 12 3971 COTESP 0,07 1977 0,27 1983, 1985 0,38 1987 0,51
São Carlos 1959 s/pref. 1980 0162 71 16 3371 T Central Paulista 3,13 1978, 1979 11,9 15,84 21,77
São Carlos 1979 1980 0162 72 16 3372 1979 11,9 1982, 1983, 1985 15,84 21,77
São Carlos 1989 1989 0162 74 16 3374 1989 21,77
São Carlos - Fazenda Babilônia 0162 78-1 (alt.79-5) 16 3379-5 coop. rural
São Carlos - Varjão 0162 78-7 (alt.79-7) 16 3378-7 coop. rural
Água Vermelha 1985 s/pref. 1990-95 0162 79 16 3378-3 1985
São Francisco 1985 s/pref. 1989 0176 93 17 3693 COTESP 0 0,05 1985 0,08 0,12
São João da Boa Vista 1961 s/pref. 1976 0196 22 19 3622 SMTA 1970 1,39 1975 3,94 6,11 7,85
São João da Boa Vista 1978 1978 0196 23 19 3623 1978 3,94 1982, 1985 6,11 1989 7,85
São João da Boa Vista - Capituba 0196 24 19 3624 coop. rural
São João das Duas Pontes 1985 s/pref. 1989 0174 81 17 3481 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,05
São João do Pau d'Alho 1982 s/pref. 1986 0188 57 18 3857 COTESP 0 0,07 1982 0,1 1989 0,12
São José da Bela Vista 1974 s/pref. 1985 016 742 16 3142 CTB 0,01 1974 0,1 1982, 1983 0,19 0,23
São José do Barreiro 1975 s/pref. 1987 0125 77 12 3117 CTB 0,01 1975 0,1 1983 0,14 1987 0,19
São José do Rio Pardo 1963 s/pref. 1979 0196 61 (alt.80) 19 3608 E T I Camargo 0,92 1979, 1980 2,3 2,61 1985 3,14
São José do Rio Pardo - Visor 0196 99 desativ. coop. rural
São José do Rio Preto 1954 s/pref. 1976 0172 21 (alt.35) 17 3235 CTRP 5,1 21,14 23,96 25,52
São José do Rio Preto 1976 1976 0172 32 17 3232 1976, 1978 21,14 23,96 25,52
São José do Rio Preto 1979 1979 0172 33 17 3233 1979 21,14 1982, 1984, 1985 23,96 25,52
São José dos Campos 1963 s/pref. 1973 0123 21 12 3921 CTB 3,52 1973 23,5 31,29 50,07
São José dos Campos 1978 1978 0123 22 12 3922 1978 23,5 31,29 50,07
São José dos Campos 1978 1978 0123 23 12 3923 1978, 1979 23,5 1980, 1981 31,29 50,07
São José dos Campos 1987 1987 0123 41 12 3941 1987, 1989 50,07
São José dos Campos - Jd. Satélite 1984 1984 0123 31 12 3931 1984 31,29 1986, 1989 50,07
São José dos Campos - Tatetuba 1988 1988 0123 29 12 3929 1988, 1989 50,07
São Luís do Paraitinga 1982 inst. c/DDD 1982 0122 71 12 3671 COTESP 0,1 0,15 1982 0,31 0,43
São Manuel 1973 inst. c/DDD 1973 0149 41 14 3841 CTB 0,34 1973, 1977 1,04 1981, 1985 1,97 1988 2,52
Pratânia 1976 s/pref. 1985 0149 44 14 3844 1976 1983
São Miguel Arcanjo 1974 7-3 1982 0152 79 15 3279 COTESP 0,2 1974 0,3 1982 0,58 1988 0,76
São Paulo CTB 336,75 946,7 1217,37 1566,54
Benjamin Constant 1929 32 (ant.2) 1971 011 32 (alt.232) 11 3242
Benjamin Constant 1935 33 (ant.3) 1971 011 33 desativ.
Benjamin Constant 1939 34 (ant.4) 1971 011 34 (alt.604) 11 3104
Benjamin Constant 1946 36 (ant.6) 1971 011 36 (alt.606) 11 3106
Benjamin Constant 1951 35 1971 011 35 (alt.605 11 3105
Benjamin Constant 1953 37 1971 011 37 (alt.607 11 3107
Benjamin Constant 1967 239 1970 011 239 11 3241 1967
Palmeiras 1928 51 (ant.5) 1971 011 66 (ant.51) 11 3666
Palmeiras 1948 52 1971 011 67 (ant.52) 11 3667
Palmeiras 1977 1977 011 826 11 3826 1977
Palmeiras 1977 1977 011 825 11 3825 1977 1987
Palmeiras 1986 1986 011 874 11 3874 1986
Jardins 1935 81 (ant.8) 1971 011 853 (ant.81) 11 3085
Jardins 1952 80 1971 011 852 (ant.80) 11 3062
Jardins 1967 282 1970 011 282 11 3082 1967, 1968
Jardins 1975 1975 011 280 11 3088 1975
Jardins 1976 1976 011 881 11 3081 1976
Jardins 1977 1977 011 64 11 3064 1977
Jardins 1980 1980 011 883 11 3083 1980 1986
Brás 1944 93 (ant.9) 1971 011 93 (alt.693) 11 2693 1967
Brás 1961 92 1971 011 92 (alt.692) 11 2692
Brás 1970 292 1970 011 292 11 2292 1970
Brás 1976 1976 011 291 11 2291 1976
Brás 1978 1978 011 264 11 2694 1978
Brás 1983 1983 011 948 11 2618 1983
Vila Mariana 1951 71 (ant.7) 1971 011 571 (ant.71) 11 5571 1966
Vila Mariana 1951 70 1971 011 570 (ant.70) 11 5579
Vila Mariana 1976 1976 011 549 11 5549 1976
Vila Mariana 1977 1977 011 544 11 5573 1977
Vila Mariana 1982 1982 011 572 11 5572 1982
Vila Mariana 1984 1984 011 575 11 5575 1984 1989
Campo Belo 1953 61 1971 011 61 11 5561 1967
Campo Belo 1967 267 1970 011 240 (ant.267) 11 5044 1967, 1968
Campo Belo 1973 1973 011 241 11 5041 1973
Campo Belo 1975 1975 011 543 11 5543 1975
Campo Belo 1976 1976 011 542 11 5542 1976
Campo Belo 1978 1978 011 531 11 5531 1978
Campo Belo 1979 1979 011 532 11 5532 1979
Campo Belo 1983 1983 011 533 11 5533 1983 1986
Campo Belo 1985 1985 011 530 11 5093 1985 1987
Campo Belo 1987 1987 011 535 11 5535 1987, 1989
Ipiranga 1955 63 1971 011 63 11 2063 1966
Ipiranga 1969 273 1970 011 273 11 2273 1969
Ipiranga 1969 274 1970 011 274 11 2274 1969 1973
Ipiranga 1976 1976 011 272 11 2272 1976
Ipiranga 1978 1978 011 215 11 2215 1978
Ipiranga 1983 1983 011 914 11 2914 1983
Perdizes 1956 62 1971 011 62 11 3862
Perdizes 1960 65 1971 011 65 11 3865 1967, 1969
Perdizes 1967 262 1970 011 262 11 3672 1967 1973
Perdizes 1976 1976 011 263 11 3673 1976
Perdizes 1978 1978 011 864 11 3864 1978
Perdizes 1984 1984 011 872 11 3872 1984, 1985
Perdizes 1988 1988 011 871 11 3871 1988
Jabaquara 1968 275 1970 011 275 11 2275 1968, 1969
Jabaquara 1969 276 1970 011 276 11 2276 1969, 1972
Jabaquara 1976 1976 011 577 11 2577 1976
Jabaquara 1979 1979 011 578 11 2578 1979
Jabaquara 1983 1983 011 579 11 5589 1983
Jabaquara 1986 1986 011 581 11 5581 1986
Lapa 1968 260 1970 011 260 11 3834 1968, 1969 1973
Lapa 1975 1975 011 261 11 3836 1975
Lapa 1978 1978 011 831 11 3831 1978
Lapa 1982 1982 011 832 11 3832 1982, 1983
Lapa 1988 1988 011 833 11 3833 1988
Penha 1968 295 1970 011 295 11 2295 1968, 1969
Penha 1973 1973 011 296 11 2296 1973
Penha 1976 1976 011 294 11 2294 1976
Penha 1978 1978 011 293 11 2293 1978
Penha 1979 1979 011 217 11 2097 1979
Penha 1983 1983 011 941 11 2941 1983
Santa Ifigênia 1968 220 1970 011 220 11 3331 1968
Santa Ifigênia 1969 221 1970 011 221 11 3221 1969 1973
Santa Ifigênia 1976 1976 011 222 11 3222 1976
Santa Ifigênia 1977 1977 011 223 11 3223 1977
Santana 1968 298 1970 011 298 11 2973 1968, 1969
Santana 1969 299 1970 011 299 11 2979 1969 1973
Santana 1976 1976 011 290 11 2976 1976
Santana 1978 1978 011 267 11 2977 1978
Santana 1984 1984 011 950 11 2950 1984
Santana 1987 1987 011 959 11 2959 1987
Anhangabaú 1969 227 1970 011 227 11 3227 1969
Anhangabaú 1970 228 1970 011 228 11 3228 1970
Anhangabaú 1976 1976 011 229 11 3229 1976
Casa Verde 1969 266 1970 011 266 11 3966 1969 1973
Casa Verde 1976 1976 011 265 11 3965 1976
Casa Verde 1979 1979 011 857 11 3857 1979 1983
Casa Verde 1983 1983 011 858 11 3858 1983, 1985 1986
Casa Verde 1987 1987 011 856 11 3856 1987
Consolação 1969 256 1970 011 256 11 3256 1969
Consolação 1970 257 1970 011 257 11 3257 1970 1973
Consolação 1976 1976 011 258 11 3258 1976
Consolação 1976 1976 011 259 11 3259 1976
Consolação 1978 1978 011 255 11 3255 1978
Consolação 1979 1979 011 231 11 3231 1979
Consolação 1980 1980 011 230 11 3311 1980
Consolação 1980 1980 011 234 11 3234 1980
Consolação 1980 1980 011 235 11 3235 1980
Liberdade 1969 278 1970 011 278 11 3208 1969
Liberdade 1970 279 1970 011 279 11 3209 1970
Liberdade 1976 1976 011 270 11 3207 1976, 1978
Liberdade 1984 1984 011 277 11 3277 1984 1988
Liberdade 1984 1984 011 254 11 3274 1984
Paraíso 1969 287 1970 011 287 11 3287 1969
Paraíso 1969 288 1970 011 288 11 3288 1969, 1972
Paraíso 1973 1973 011 289 11 3289 1973
Paraíso 1975 1975 011 285 11 3285 1975
Paraíso 1976 1976 011 284 11 3284 1976, 1978
Paraíso 1979 1979 011 283 11 3283 1979
Paraíso 1980 1980 011 286 11 3286 1980
Paraíso 1980 1980 011 251 11 3251 1980
Paraíso 1980 1980 011 252 11 3252 1980
Pinheiros 1969 286 1970 011 211 (ant.286) 11 3031 1969, 1972
Pinheiros 1973 1973 011 210 11 3032 1973
Pinheiros 1976 1976 011 212 11 3812 1976
Pinheiros 1978 1978 011 813 11 3813 1978
Pinheiros 1979 1979 011 814 11 3814 1979
Pinheiros 1979 1979 011 815 11 3815 1979
Santo Amaro 1969 269 1970 011 247 (ant.269) 11 5687 1969
Santo Amaro 1974 1974 011 246 11 5686 1974
Santo Amaro 1976 1976 011 548 11 5548 1976
Santo Amaro 1978 1978 011 521 11 5521 1978
Santo Amaro 1978 1978 011 522 11 5522 1978 1983, 1984
Santo Amaro 1979 1979 011 523 11 5523 1979 1983
Santo Amaro 1980 1980 011 545 11 5545 1980
Santo Amaro 1984 1984 011 524 11 5524 1984 1988
Ermelino Matarazzo 1970 297-4 1970 011 206 (ant.297) 11 2546 1970 1973 1983
Ermelino Maratazzo 1984 1984 011 943 11 2943 1984 1986, 1989
Guaianases 1970 297-8 1970 011 207 (ant.297) 11 2557 1970 1986
Itaquera 1970 297-6 1970 011 205 (ant.297) 11 2205 1970 1973 1983
Itaquera 1984 1984 011 944 11 2944 1984 1986
São Miguel Paulista 1970 297-0 1970 011 297 11 2297 1970, 1972 1983
São Miguel Paulista 1987 1987 011 956 11 2956 1987
Guarani 1973 1973 011 271 11 2211 1973
Guarani 1978 1978 011 216 11 2216 1978
Guarani 1982 1982 011 918 11 2918 1982 1986
Guarani 1984 1984 011 910 11 2910 1984 1989
Jaguaré 1977 1977 011 268 11 3768 1977
Jaguaré 1978 1978 011 869 11 3714 1978 1983
Jaguaré 1988 1988 011 819 11 3719 1988
Tremembé 1978 1978 011 203 11 2203 1978
Tremembé 1979 1979 011 204 11 2204 1979 1983
Tremembé 1988 1988 011 952 11 2952 1988
Vila Gustavo 1978 1978 011 201 11 2201 1978
Vila Gustavo 1979 1979 011 202 11 2212 1979 1983
Vila Gustavo 1984 1984 011 949 11 2949 1984 1986, 1988
Vila Gustavo 1988 1988 011 951 11 2951 1988
Parelheiros 1978 1978 011 520-1 (ant.246) 11 5928 1978 1983, 1985 1987
Ceagesp 1981 1981 011 859 desativ. 1981
Americanópolis 1984 1984 011 562 11 5562 1984
Americanópolis 1986 1986 011 565 11 5565 1986
Americanópolis 1989 1989 011 563 11 5563 1989
Campo Limpo 1984 1984 011 511 11 5511 1984, 1985
Campo Limpo 1987 1987 011 512 11 5512 1987
Ibirapuera 1984 1984 011 884 11 3884 1984 1988
Ibirapuera 1986 1986 011 885 11 3885 1986
Ibirapuera 1986 1986 011 887 11 3887 1986
Jaraguá 1984 1984 011 841 11 3941 1984 1986
Morumbi 1984 1984 011 843 11 3743 1984 1989
Morumbi 1986 1986 011 842 11 3742 1986
Morumbi 1986 1986 011 844 11 3744 1986
São Mateus 1984 1984 011 919 11 2919 1984 1986
São Mateus 1987 1987 011 962 11 2962 1987
Vila Esperança 1984 1984 011 957 11 2957 1984
Vila Esperança 1986 1986 011 958 11 2958 1986, 1989
Anhanguera 1985 1985 011 834 11 3904 1985 1987
Nova Parelheiros 1985 1985 011 520-8 11 5920 1985
Freguesia do Ó 1986 1986 011 875 11 3975 1986
Freguesia do Ó 1988 1988 011 876 11 3976 1988
Anchieta 1987 1987 011 946 11 2946 1987
Anchieta 1987 1987 011 947 11 2947 1987, 1989
Guarapiranga 1987 1987 011 514 11 5514 1987
Vila Prudente 1987 1987 011 965 11 2965 1987, 1989
Dutra 1988 1988 011 967 11 2967 1988, 1989
Cidade Vargas 1989 1989 011 588 11 5588 1989
Itaim Bibi 1989 1989 011 820 11 3845 1989
Itaim Bibi 1989 1989 011 829 11 3849 1989
São Pedro 1978 81 1979 0194 81 19 3481 CTB 0,16 1978 0,95 0,98 2,26
São Pedro do Turvo 1977 77 1986 0143 77 14 3377 COTESP 0,04 1977 0,07 0,1 1987 0,2
São Roque 1973 425 1975 011 425 11 4712 CTB 0,8 1973, 1975, 1979 2,74 1982, 1984 4,32 1985 6,25
São Roque - Alto da Serra 1989 1989 011 798 11 4714 1989 6,25
São Sebastião 1971 5 1976 0124 52 12 3892 COTESP 1971 0,7 1976 1,19 1981 2,92 4,52
São Sebastião - São Francisco 1971 6 1976 0124 62 12 3862 1971 1979 1,19 2,92 1986 4,52
São Sebastião - Juquehy 1982 63 1984 0124 63 12 3863 1982, 1985 2,92 4,52
São Sebastião - Boissucanga 1986 1986 0124 65 12 3865 1986 4,52
São Sebastião - Guaecá 1989 1989 0124 64 12 3864 1989 4,52
São Sebastião da Grama 1981 inst. c/DDD 1981 0196 46 19 3646 STM 0,09 0,1 1981, 1982, 1985 0,49 1989 0,71
São Simão 1975 84 1978 016 684 (ant.84) 16 3984 CTB 0,19 1975 0,3 1981 0,98 1987 1,37
São Vicente 1962 8 1974 0132 68 (ant.8) 13 3468 C T Litoral Paulista 3,98 1978 9,98 14,54 22,71
São Vicente 1981 1981 0132 67 13 3467 1981 14,54 22,71
São Vicente 1987 1987 0132 69 13 3469 1987 22,71
São Vicente - Samaritá 1981 60 1985 0132 60 13 3406 1981
Sarapuí 1977 215 1983, 1989 0152 76 15 3276 COTESP 0,04 1977 0,09 1983 0,15 1986 0,26
Sarutaiá 1982 s/pref. 1988 0143 87 14 3387 CTB 0,02 0,04 1982 0,08 0,11
Sebastianópolis do Sul 1985 s/pref. 1989 0174 77 17 3837 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1989 0,13
Serra Azul 1974 682 (ant. s/pref.) 1986 016 682 16 3982 CTB 0,03 1974 0,05 1981, 1983 0,2 0,24
Serra Negra 1967 92 (ant. s/pref.) 1977 0192 92 19 3892 CTB 0,43 1976, 1979 1,7 1985 2,18 1986 3,05
Serrana 1974 s/pref. 1981 016 687 16 3987 CTB 0,09 1974 0,2 1981, 1983, 1985 0,79 1989 0,98
Sertãozinho 1973 42 1974, 1977 016 642 (ant.42) 16 3942 CTB 0,3 1973, 1977, 1978 2 1981, 1985 4,07 1987 5,17
Cruz das Posses 1987 1987 016 640 16 3949 1987
Sete Barras 1967 s/pref. 1982, 1988 0138 72 13 3872 COTESP 1971 0,06 0,15 1981, 1982, 1985 0,3 1988 0,39
Severínia 1974 s/pref. 1985 0172 87 17 3817 CTB 0,06 1974 0,17 1980, 1981 0,29 1989 0,39
Silveiras 1974 s/pref. 1987 0125 66 12 3106 CTB 0 1974 0,09 1980 0,14 1987, 1988 0,18
Socorro 1978 95 1979 0192 95 19 3895 CTB 0,32 1978 1,16 1980 1,51 1986 2,01
Sorocaba 1962 2 1973 0152 32 (ant.2) 15 3232 C R T Sorocabana 1972, 1973 8 1977 20,91 30,15 35,58
Sorocaba 1978 1978 0152 31 15 3231 1978 20,91 30,15 35,58
Sorocaba 1980 1980 0152 33 15 3233 1980 20,91 1981, 1982 30,15 35,58
Sorocaba - Cerrado 1989 1989 0152 21 15 3221 1989 35,58
Sorocaba - Itavuvu 0152 93 15 3293 coop. rural
Sud Mennucci 1974 6-5 1989 0187 56 18 3786 COTESP 0 1974 0,04 1981 0,1 1986 0,21
Sumaré 1968 73 (ant. s/pref.) 1978 0192 73 19 3873 E T Sumaré 0,29 1976, 1979 2,68 1980 5,56 1987, 1988, 1989 8,83
Sumaré - Nova Veneza 1979 1979 0192 64 19 3864 1979 2,679 1980, 1985 5,559 8,829
Hortolândia 1979 1979 0192 65 19 3865 1979 2,679 1980, 1983 5,559 1989 8,829
Tabapuã 1974 62 (ant. s/pref.) 1982 0175 62 17 3562 CTRP 0,05 1974 0,15 1981, 1982, 1985 0,56 0,66
Tabatinga 1979 85 1980 0162 85 16 3385 CTB 0,14 1979, 1980 0,29 1983 0,43 1986 0,55
Taboão da Serra 1965 s/pref. 1978 011 491 11 4701 CTB 0,37 1974, 1978 4,35 1983, 1985 7,98 1987 9,94
Taciba 1979 s/pref. 1988 0182 47 18 3997 COTESP 0,02 1979 0,04 1982, 1983 0,13 1988 0,18
Taguaí 1979 s/pref. 1985 0143 86 14 3386 COTESP 0,05 1979 0,1 1983 0,2 1988 0,27
Taiaçu 1982 1982, 1988 0163 75 16 3275 CTB 0,02 0,06 1982 0,14 1988 0,19
Taiúva 1976 s/pref. 1983 0163 46 16 3246 CTB 0,07 1976 0,17 1983 0,29 1986 0,41
Tambaú 1967 s/pref. 1980 0196 73 19 3673 C T Média Mogiana 0,2 1974, 1980 0,58 1982 0,99 1988 1,62
Tanabi 1974 72 1977 0172 72 17 3272 CTRP 0,2 1974 0,3 1980, 1983 1 1,51
Tapiraí 1977 216 1979, 1989 0152 77 15 3277 COTESP 0 1977 0,09 1983 0,15 1985 0,24
Tapiratiba 1982 s/pref. 1987 0196 57 19 3657 E T Tapiratiba 0,08 0,15 1982 0,4 1987 0,58
Taquaritinga 1973 52 1976 0162 52 16 3252 CTB 0,46 1973, 1974, 1979 2,03 2,17 1986, 1987 3,75
Taquarituba 1978 inst. c/DDD 1978 0147 62 14 3762 STM 0,34 1978 0,72 1 1,11
Tarabai 1985 s/pref. 1988 0182 48 18 3289 COTESP 0 0,04 1985 0,1 0,15
Tatuí 1970 2 1975, 1978 0152 51 15 3251 CTB 1970 0,68 1973, 1975, 1976 3,69 1984 4,95 5,02
Taubaté 1963 2 (ant. s/pref.) 1973 0122 31 (ant.2) 12 3631 CTB 1970 3,01 12,16 16,9 21,18
Taubaté 1978 1978 0122 32 12 3632 1978 12,16 1982 16,9 21,18
Taubaté 1982 1982 0122 33 12 3633 1982 16,9 1986, 1989 21,18
Quiririm 1976 1976 0122 86 12 3686 1976
Tejupá 1985 s/pref. 1989 0143 85 14 3385 COTESP 0,02 0,02 1985 0,05 1987 0,07
Teodoro Sampaio 1974 s/pref. 1979 0182 82 18 3282 ETP 0,07 1974, 1978 0,49 0,95 1989 1,51
Rosana 1981 s/pref. 1989 0182 86 18 3288 1981 0,949 1,509
Euclides da Cunha Paulista 1982 s/pref. 1989 0182 83 18 3283 1982 0,949 1,509
Porto Primavera 1982 1982 0182 84 18 3284 1982 0,949 1989 1,509
Terra Roxa 1976 s/pref. 1985 0173 95 17 3395 CTB 0,07 1976 0,17 1983 0,29 1987 0,4
Tietê 1975 82 1979 0152 82 15 3282 CTB 0,5 1975, 1978 1,63 1982 2,11 1986 3,14
Jumirim 1983 s/pref. 1985 0152 86 15 3286 1983 1987
Timburi 1977 89 1988 0143 89 14 3389 COTESP 0,03 1977 0,05 0,08 0,1
Torrinha 1975 s/pref. 1985 0146 56 14 3656 CTB 0,15 1975 0,29 1984 0,39 0,4
Tremembé 1974 inst. c/DDD 1974 0122 72 12 3672 CTB 0,06 1974 0,29 1981 0,98 1987 1,84
Três Fronteiras 1983 91 1986 0176 91 17 3691 CETELVI 0,05 0,12 1983 0,21 0,25
Tupã 1953 s/pref. 1978 0144 42 14 3496 CTAP 2,09 1978, 1979 3,93 1982 5,9 1985 7,19
Tupi Paulista 1979 inst. c/DDD 1979 0188 51 18 3851 CTAP 0,49 1979 0,8 0,97 1,23
Turiúba 1985 s/pref. 1988 0186 96 18 3696 COTESP 0,01 0,09 1985 0,13 1988 0,15
Turmalina 1985 s/pref. 1989 0176 67 17 3667 COTESP 0 0,05 1985 0,11 0,12
Ubatuba 1971 3 1976 0124 32 12 3832 COTESP 1971 0,6 1976 1,3 1981 4,64 6,42
Ubatuba - Praia do Lázaro 1971 4 1979 0124 42 12 3842 1971 1979 1,3 4,64 1986, 1989 6,42
Ubatuba - Praia da Lagoinha 1982 1982 0124 43 12 3843 1982 4,64 1987 6,42
Ubirajara 1982 s/pref. 1988 0144 72 14 3472 COTESP 0,02 0,06 1982 0,14 0,19
Uchoa 1976 s/pref. 1985 0172 86 17 3826 CTRP 0,05 1976, 1979 0,18 1980, 1984 0,34 1988 0,49
União Paulista 1985 s/pref. 1989 0172 78 17 3278 COTESP 0 0,01 1985 0,04 1989 0,05
Urânia 1981 inst. c/DDD 1981 0176 34 17 3634 CETELVI 0,11 0,23 1981, 1985 0,47 0,58
Uru 1985 s/pref. 1989 0142 82 14 3582 COTESP 0 0,03 1985 0,05 0,07
Urupês 1981 inst. c/DDD 1981 0175 52 17 3552 T Nacional 0,07 0,27 1981, 1985 0,59 1988 0,99
Valentim Gentil 1979 s/pref. 1989 0174 85 17 3485 COTESP 0,05 1979 0,11 1980 0,19 1989 0,29
Valinhos 1958 s/pref. 1978 0192 71 19 3871 C T Valinhos 1,06 1978 2,79 1982, 1985 5,86 1986 8,42
Valparaíso 1978 inst. c/DDD 1978 0186 71 18 3401 CTRP 0,22 1978 0,29 1982 0,58 1987 0,89
Vargem Grande do Sul 1966 s/pref. 1981 0196 41 19 3641 STM 0,3 1975 0,39 1981, 1983 1,49 1989 1,65
Vargem Grande Paulista 1989 1983 011 790 11 4158 1989 1,55
Várzea Paulista 1974 471 1978 011 480 11 4606 T Jundiaí 0 1974, 1977 0,57 1981, 1983 1,5 1989 2,99
Vera Cruz 1977 62 1978 0144 62 14 3492 CTB 0,25 1977 0,48 0,6 1987 0,8
Vinhedo 1965 s/pref. 1978 0192 76 19 3876 C T Vinhedo 0,32 1977, 1978 1,43 1980, 1984 2,99 1988 4,18
Viradouro 1979 2-1 1982 0173 92 17 3392 CTB 0,13 1979 0,29 1982 0,58 1987 0,78
Vista Alegre do Alto 1982 1982, 1989 0163 87 16 3287 STM 0,05 0,1 1982 0,16 1989 0,19
Votorantim 1963 6 1975, 1979 0152 43 (ant.6) 15 3243 C R T Sorocabana 0,4 1979 0,96 1981, 1983 2,89 1988 3,5
Votuporanga 1971 s/pref. 1977 0174 22 (alt.21) 17 3421 CTRP 1971 1,01 1975, 1979 2,03 1981, 1982, 1984 5,14 7,03

Ver tambémEditar

Notas

  1. Incluindo as centrais automáticas da COTESP
  2. Incluindo Rafard que passou a ter central automática própria deixando de compartilhar a central de Capivari
  3. Incluindo Barueri que passou a ter central automática própria deixando de compartilhar a central de Carapicuíba
  4. Incluindo Igaraçu do Tietê que passou a ter central automática própria deixando de compartilhar a central de Barra Bonita
  5. Incluindo Vargem Grande Paulista que passou a ter central automática própria deixando de compartilhar a central de Cotia
  6. Incluindo Jacareí, Salesópolis e Santa Branca, municípios reincorporados pela Telesp em 1979.
  7. Incluindo Vargem Grande Paulista, município criado em 1983.
  8. Incluindo Jales, município incorporado pela Telesp em 1987.
  9. Somente alguns municípios receberam o código 0166 (inclusive Ribeirão Preto), o restante dos municípios dessa área receberam diretamente o código 016 pois foram integrados ao DDD após 1980
  10. Somente o município de Franca recebeu o código 0167, o restante dos municípios dessa área receberam diretamente o código 016 pois foram integrados ao DDD após 1977
  11. As regiões de Osasco e Jundiaí integram a área de tarifação da Capital

Referências

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