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Tião Bocalom

político brasileiro

Sebastião Bocalom Rodrigues, conhecido como Tião Bocalom (Bela Vista do Paraíso - PR, 18 de maio de 1953) é um político brasileiro, com domicílio eleitoral no Acre.

Tião Bocalom
Prefeito de Acrelândia
Período 1 de janeiro de 1993
até 1 de janeiro de 1996
1 de janeiro de 2000
até abril de 2006
Dados pessoais
Nascimento 18 de maio de 1953 (66 anos)
Bela Vista do Paraíso, PR
Partido PDS (1980–1993)PSDB (2000–2013)
DEM (2013–2017)

BiografiaEditar

Tião é ex-Presidente Regional do Democratas de 2013 a 2017. Foi vereador em Nova Olimpia (PR), na década de 1980. Foi o primeiro prefeito do município de Acrelândia (AC), entre 1993 à 1996. Foi Secretário Estadual de Agricultura do Estado do Acre, de Janeiro de 1999 à Maio de 2000.Elegeu-se novamente Prefeito de Acrelândia em 2000 e se reelegeu em 2004, exercendo o mandato até abril de 2006 quando tentou disputar o Governo do Estado.

Possui formação em Matemática em 1976 na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari - FAFIMAN e em Ciências Físicas e Biológicas em 1978 pela Faculdade de Ciências Físicas e Biológicas de Umuarama (PR). Mora há mais de 30 anos no Estado do Acre. É Casado com Elisabeth Aparecida Garcia Rodrigues, possuindo um casal de filhos: Luciana e Júnior. Junior faleceu aos 12 anos de idade com leucemia. Luciana casou-se com Josivan, que lhes deram três netas: Isabela, Ana Luisa e Maria Rita.

Por iniciativa do Sebrae, foi reconhecido com o prêmio "Prefeito Empreendedor". Outra homenagem foi feita pela Caixa Econômica Federal, que reconheceu suas boas práticas implementadas na única cidade planejada do Acre.

Desempenho eleitoral após 2006Editar

Após renunciar ao cargo de Prefeito de Acrelândia em 2006, Tião Bocalom disputou a eleição daquele ano como candidato a governador do estado do Acre pelo PSDB (Coligação "Produzir para Empregar" - PSDB/PFL/PTB). Entretanto, conseguiu apenas 11,11% e a terceira colocação, ficando atrás de Binho Marques (PT) e Márcio Bittar (PPS).[1]

Nas eleições municipais de 2008, disputou o cargo de prefeito de Rio Branco, capital do estado do Acre, pelo PSDB. No entanto, obteve, mais uma vez, a terceira colocação (22,34%) e não conseguiu disputar o segundo turno, ficando atrás de Raimundo Angelim (PT) e Sérgio Petecão (PMN).[2]

Nas eleições de 2010, disputou novamente o cargo de governador do Acre pelo PSDB. Desta vez, formou uma ampla coligação (Liberdade e Produzir para Empregar - PSDB/PMDB/DEM/PSL/PSC/PPS/PMN/PTdoB) e conseguiu obter 49,18% dos votos válidos no primeiro turno, mas foi derrotado pelo candidato Tião Viana (PT) que conseguiu obter 50,51% e venceu a eleição no primeiro turno. No final, a diferença de votos era menos de 5 mil votos de diferença entre os candidatos, tornando-se uma das eleições mais acirradas para o cargo de governador no Brasil contemporâneo.[3]

Nas eleições municipais de 2012, foi candidato a prefeito da capital, Rio Branco, também pelo PSDB e conseguiu se classificar para o segundo turno contra o candidato petista Marcus Alexandre. Enquanto no primeiro turno sua votação foi de 43,85%, conseguiu obter 49,81% dos votos válidos no segundo turno, sendo derrotado por uma diferença menor do que 3 mil votos.[4]

Nas eleições de 2014, pela terceira vez seguida, Tião Bocalom foi candidato a governador. No entanto, foi candidato pelo DEM enquanto o PSDB lançou outro candidato: Márcio Bittar. Sua coligação (Produzir Para Empregar - DEM, PV, PR, PMN, PSTU) conseguiu apenas 19,61% dos votos válidos na eleição para governador, não conseguindo se classificar para o segundo turno que foi realizado entre Tião Viana e Márcio Bittar.[5]

Após decidir apoiar a candidatura de Bolsonaro para presidente, filiou-se ao PSL para disputar as eleições de 2018. Desta vez, optou por ser candidato a deputado federal. Após o término da votação, percebeu-se que não conseguiu ser eleito em razão do coeficiente eleitoral. Foi o terceiro candidato a deputado federal mais votado na cidade de Rio Branco e o mais votado na cidade de Acrelândia, onde foi prefeito. No entanto, mesmo conseguindo ser o quinto mais votado no estado, não conseguiu ser eleito.[6]

Referências

  1. «G1 > Eleições 2006 > Acre - APURAÇÃO ESTADUAL». g1.globo.com. Consultado em 27 de outubro de 2018 
  2. «Folha Online - Especial - 2008 - Eleições». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 27 de outubro de 2018 
  3. «Apuração 1° turno - Acre | G1 - Eleições 2010». g1.globo.com. Consultado em 27 de outubro de 2018 
  4. «Apuração das Eleições 2012 em Rio Branco | Acre | G1». G1. Consultado em 27 de outubro de 2018 
  5. «Apuração de votos e resultado das Eleições 2014 AC: Governador eleito (Fonte: TSE) - UOL Eleições 2014». UOL Eleições 2014. Consultado em 27 de outubro de 2018 
  6. «Senadores e deputados federais/estaduais eleitos: Apuração e resultado das Eleições 2018 AC - UOL Eleições 2018». UOL Eleições 2018. Consultado em 27 de outubro de 2018 

4. Pagina Oficial facebook: Tião Bocalom

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