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Toninho Wandscheer
Deputado Federal pelo Paraná
Período 1º de fevereiro de 2015
até a atualidade
Deputado Estadual do Paraná
Período 1º de fevereiro de 2011
até 31 de janeiro de 2015
Prefeito de Fazenda Rio Grande
Período 1º de janeiro de 2001
até 1º de janeiro de 2009
Dados pessoais
Nascimento 31 de agosto de 1950 (68 anos)
Foz do Iguaçu, Paraná
Alma mater Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Esposa Angela Wandscheer
Partido PROS
Profissão Engenheiro
Website www.deputadotoninho.com.br
linkWP:PPO#Brasil

Antonio Wandscheer (Foz do Iguaçu, 31 de agosto de 1950)[1] é um engenheiro e político brasileiro que está atualmente no PROS.[2] Paranaense de Foz do Iguaçu, filho de Paulo e Maria Wandscheer, Antonio Wandscheer (Toninho) nasceu no dia 31 de agosto de 1950. É casado há mais de 40 anos com Angela Wandscheer, com quem tem três filhos (Alisson, Marcos e Tiago Wandscheer) e sete netos. É formado em engenharia civil pela PUCPR.

Carreira PolíticaEditar

Na década de 1990, ingressou na vida política, participando ativamente da criação do município de Fazenda Rio Grande. Em 1999, Toninho entrou na luta pela duplicação da rodovia BR-116, no trecho que liga Curitiba até Fazenda Rio Grande.

Foi prefeito de Fazenda Rio Grande por dois mandatos consecutivos, 2000 e 2004, pelo Partido Popular Socialista (PPS). No primeiro mandato, como gestor, contribuiu para a implantação da infraestrutura básica inexistente no município e o crescimento de seu orçamento em 500%. Foi considerado ”Prefeito Amigo das Crianças” pela ABRINQ.

Na sua reeleição como prefeito, mudou a história da cidade. Foi reconhecido como um dos maiores prefeitos da Região Metropolitana de Curitiba pelas inúmeras obras e realizações a favor da família fazendense. Toninho preparou a cidade para o futuro, implantando obras de infraestrutura urbana, saneamento, casas populares e projetos de lazer e cultura.

De 2007 a 2008 presidiu a Assomec (Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba).

De 2009 a 2010 assumiu a direção técnica da Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba). Atuou fortemente na superação dos entraves institucionais para a efetivação integração da Região Metropolitana. Participou da Política de remuneração aos municípios detentores de mananciais e produtores de água. Lutando para a extensão dos benefício aos cidadãos produtores.

De 2010 a 2014, foi eleito deputado estadual pelo PT (Partido dos Trabalhadores) com 53.457 votos. Fez parte da Bancada de Oposição do PT ao Governo do Estado. Foi considerado um dos parlamentares petistas mais atuantes na liberação de recursos pelo Governo Federal. A participação popular foi uma das características do seu mandato.

Na Assembleia Legislativa foi membro da Bancada Evangélica do PT, também compôs a Comissões Parlamentar da Saúde no biênio 2011-2012. Participou da CPI da Copa do Mundo FIFA no ano de 2013. Foi membro da Comissão de Ética no biênio 2011 a 2012.

De 2010 a 2014 presidiu a Comissão Parlamentar de Assuntos Metropolitanos na Assembleia Legislativa do Paraná. Atuou na revisão dos conceitos de Unidades Metropolitanas, incluindo a possibilidade do Planejamento do desenvolvimento regional compor a identificação das Regiões Metropolitanas. Propôs Leis que estabeleciam Políticas Públicas de Integração do Transporte Coletivo (PL 179/14)

Em 2015, toma posse como deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), com uma votação de aproximadamente 72 mil votos. É o primeiro fazendense eleito para a Câmara dos Deputados. Em novembro de 2015, anuncia seu desligamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e anuncia seu ingresso no Partido da Mulher Brasileira (PMB).[3] Em março de 2016, filia-se ao Partido Republicano da Ordem Social (PROS).

Como deputado federal, leva sua experiência administrativa para o Congresso Nacional e, entre outras ações, luta pelos programas federais nos municípios, já que tem a visão municipalista da política e acredita que a inclusão social é promovida pelas políticas públicas que acontecem dentro das cidades.

Em 17 de abril de 2016, votou pela abertura da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4]

Em agosto de 2017 votou pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer.[5][6]

Como líder da Bancada Paranaense, o deputado federal Toninho Wandscheer conseguiu unir o colegiado e hoje tem seu trabalho reconhecido em todo Paraná. Ele assumiu a liderança da Bancada em 2016, e coordena os trabalhos até hoje, sempre priorizando a liberação de recursos através de emendas coletivas para garantir que o Estado seja atendido com mais amplitude e que cada um dos municípios paranaenses receba os recursos e investimentos que precisa.

Em 2018, foi reeleito deputado federal pelo PROS, obtendo 72.475 votos.

Referências

  1. «UOL Eleições 2014 - Toninho Wandscheer». Consultado em 24 de outubro de 2014 
  2. «Perfil de Toninho Wandscheer no portal da Câmara». Consultado em 18 de novembro de 2015 
  3. «Wandscheer anuncia saída do PT». Consultado em 18 de novembro de 2015 
  4. «Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra». EBC. 17 de abril de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016 
  5. «Doze deputados do RS votam a favor de Temer e 18 contra». Correio do Povo. 2 de agosto de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017 
  6. «Temer tem a pior aprovação desde o fim da ditadura, diz Ibope». Carta Capital. 27 de julho de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017