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Universidade Federal de Viçosa

universidade pública federal em Vicosa, Minas Gerais
(Redirecionado de UFV)
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Universidade Federal de Viçosa
Brasão oficial da Universidade Federal de Viçosa.gif
UFV
Lema Ediscere, Scire, Agere, Vincere
(Estudar, Saber, Agir, Vencer)
Fundação 30 de março de 1922 (97 anos)
Tipo de instituição Pública Federal
Localização Viçosa, Minas Gerais
Funcionários técnico-administrativos 2.298 (2017) [1]
Reitor(a) Demetrius David da Silva
Vice-reitor(a) Rejane Nascentes
Docentes 1.286 (2017) [1]
Total de estudantes 19.860 (2017) [1]
Graduação 14.734 (2017) [1]
Pós-graduação 3.496 (2017) [1]
Campus
Cores da escola Ouro, Sable e Gules                   
Orçamento anual R$ 888.899.427,42 (2017) [1]
Página oficial www.ufv.br

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) é uma universidade pública brasileira, com sua sede localizada na cidade de Viçosa, no estado de Minas Gerais, possuindo campus também em Rio Paranaíba e Florestal. Reconhecida pelo MEC como a 6ª melhor universidade do Brasil baseando-se na prova do ENADE de 2014, é considerada uma das melhores universidades do Brasil, sendo que no Índice Geral dos Cursos da Instituição (IGC) feita pelo Ministério da Educação em 2009 foi eleita a 2ª melhor do Brasil e a 1ª de Minas.[2] Em dezembro de 2017 o curso de Medicina da UFV obteve a melhor avaliação entre os oferecidos e o único do Brasil avaliado com conceito máximo pelo INEP.[3][4]

Fundada em 1922 como Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV), posteriormente denominada Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG) entre 1948-1969 e consolidada como Universidade Federal de Viçosa, é um centro de educação, pesquisa e extensão reconhecido internacionalmente essencialmente por sua atuação nas ciências agrárias e ciências exatas.

Índice

HistóriaEditar

FundaçãoEditar

A Universidade Federal de Viçosa teve seu início com a Lei n°761, de 6 setembro de 1920[5] assinada pelo então Presidente do Estado De Minas Gerais Arthur Da Silva Bernardes, juntamente com o Secretário da Agricultura de Minas Gerais Clodomiro Augusto de Oliveira, que autorizava a implementação de uma escola de superior de agricultura e veterinária no estado.

 
Retrato de Arthur Bernardes

Art. 4º - Esta Escola terá por objetivo ministrar o ensino prático e teórico de Agricultura e Veterinária e bem assim realizar estudos experimentais que concorram para o desenvolvimento de tais ciências no Estado de Minas Gerais. Lei n°761, de 6 setembro de 1920 [5]

Em 1920 determinado por Arthur Bernardes ao então embaixador brasileiro nos Estados Unidos, José Cochrane de Alencar a missão de indicar um especialista capaz de "fundar, organizar e dirigir uma escola agrícola moderna" [6]. Dessa forma por intermédio dos Departamento de Estado e da Agricultura dos Estados Unidos o então Diretor da Florida Agricutural College na University of Florida, o Dr. Peter Henry Rolfs foi incumbido em 1921 após aceitar o desafio de servir ao Estado de Minas e gerenciar a construção física e acadêmica da Escola Superior de Agricultura e Veterinária.

 
Retrato de Peter Henry Rolfs, (P.H. Rolfs)

O professor Rolfs foi contratado com a função de fundar, organizar e dirigir a Escola. Com uma titulação considerável para a época, e com profundo conhecimento e experiência no trato da agricultura moderna dos Estados Unidos, Rolfs veio com a função de implantar na ESAV um modelo agrícola moderno, pautado nos métodos científicos pragmáticos dos “Land Grant Colleges”, os quais proporcionariam um grande progresso para a agricultura local, regional e nacional. A ESAV foi criada com o intuito de ser um ícone da ciência agrária no Brasil, sendo necessário em seu início recursos humanos e físicos que dessem suporte para receberem o inovador método de ensino que importaram dos Estados Unidos. Pensando na excelência do ensino que seria oferecido pela instituição, a Escola foi povoada em seu início por professores de diferentes partes do mundo e do Brasil além de funcionários e alunos que vieram de diferentes partes do Brasil, inclusive da própria Viçosa.

LocalizaçãoEditar

Logo em 1921 foi instaurada uma comissão técnica designada a estudar a melhor localização dentro do estado para se instaurar a instituição acadêmica. Composta pelo Dr. Rolfs conjuntamente do então Diretor de Agricultura da Secretaria de Estado, Dr. Álvaro da Silveira e com auxílio do Dr. Arduino Bolivar e Dr. Mário Monteiro Machado. O local escolhido foi a cidade de Viçosa que encontra na zona da mata mineira, terra natal de Arthur Bernardes.[7]

"Cada vez mais se manifestou o acerto do critério que se construir a Escola e hoje só podem julgamento técnico aqueles que quiserem se furtar a realidade de argumentos concretos" Bello Lisbôa (Diretoria da Escola entre 1929-1936) em conferência no ano de 1935.

Bello Lisbôa (Diretoria da Escola entre 1929-1936) era crítico quando a integridade da análise técnica que levou a viçosa ser escolhida como cidade cede da Escola, dentre melhores locais disponíveis em Minas Gerais, dando como critério decisivo a instauração da instituição em Viçosa a origem do seu padrinho e fundador Arthur Bernardes. Com Viçosa aprovada pelo decreto n° 5.806, de 30 de novembro de 1921[8] como local base, em 30 de março de 1922 foi por decreto instaurado a Escola Superior de Agricultura e Veterinária.[9]

ConstruçãoEditar

Devido não ser vago a área destinada a construção, juntamente com a autorização de instalação da Escola, foi emitida uma declaração de desapropriação de terrenos. Com o intuito de evitar a tomada forçada das áreas agrícolas, coube a Fernando de Mello Vianna então Procurado Geral do Estado de Minas Gerais a tentativa de aquisição amigável de tais. Apesar da resistência dos proprietários relatado pelo procurador, foi pelo valor de 294:800$000 Reis comprado 453 hectares que constituíram o núcleo inicial da atual UFV. [10] Em 18 de janeiro de 1922 foi dado início as preparações para a construção, que começaram em 10 de julho de 1922 a partir do lançamento da pedra fundamental. A construção foi marcada por diversos empecilhos e dificuldades quanto a ausência de mão de obra qualificada, complicações devido a aquisição e transporte de material e o confuso e volátil teatro político da época se tornaram grandes obstáculos para os diversos engenheiros que passaram pela chefia do projeto. A inauguração das atividades se deu em 28 de agosto de 1926, após a conclusão do prédio principal do campus, o hoje chamado Edifício Arthur Bernardes, também conhecido por "Bernadão", com a presença do seu fundador o então Presidente da República Arthur Bernardes (presidente durante 1922-1926) uma missão campal foi celebrada na escadaria lateral do prédio, seguido por uma bênção ao edifico realizada pelo Monsenhor Alipio de Oliveira, representante do Arcebispo de Mariana.

Inicio das AtividadesEditar

No início de suas atividades educacionais a Escola Superior de Agricultura e Veterinária oferecia três tipos de cursos o Fundamental que possuía um ano de duração, Médio com dois anos de duração e o curso Superior com três anos de extensão. Os cursos Fundamentais e Médio tiveram início em 1° de agosto de 1927, o Superior teve sua primeira aula lecionada no primeiro semestre de 1928. Antes disso aulas primarias eram lecionadas durante o dia aos filhos dos operários construtores da instituição, devido ao alto nível de analfabetismo, no período noturno aos operários também tinham aulas. Segundos levantamentos realizados durante os períodos de construção mais de 80% dos operários eram analfabetos, tendo esse número sendo reduzido para menos de 10% em 1926.

ConvêniosEditar

A história da UFV está intimamente relacionada à atuação da Aliança para o Progresso e da USAID no Brasil, servindo de modelo para a posterior atuação daquelas agências na ESALQ e na UFRGS. Os Acordos MEC-USAID permitiram um grande avanço científico na agricultura brasileira e o controle de problemas sociais nas zonas rurais do Brasil durante a Guerra Fria.[11]

Museus e espaços culturaisEditar

A Universidade Federal de Viçosa atualmente é responsável por doze museus e espaços de cultura, sendo eles;

Casa Arthur Bernardes, em 1995 a UFV adquiriu a também chamada de Memorial Arthur Bernardes. O edifício foi erguido entre 1922 e 1926 como residência de férias do então presidente Arthur da Silva Bernardes. Foi tombado em 1989 pelo IEPHA[12] e inscrito no Livro de Tombo de Belas Artes e Tombo Histórico, das obras de Artes Históricos e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos. Transformado em museu, o espaço tem eventos artísticos e culturais.

Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, derivado do Departamento de Solos (DPS) o museu abriga uma grande coleção de rochas e minerais de todas as partes do Brasil.[13]

Museu da Comunicação, abriga materiais que contam a história de temas relacionados à Comunicação, apresentando e preservando-a, por diversos suportes e meios, para a atual e para as futuras gerações.[14]

Museu de Zoologia João Moojen hoje possui mais de 20 mil peças zoológicas em seu crescente acervo, incluindo fósseis, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, em sua maioria coletados na região de Viçosa e no estado de Minas Gerais.[15]

Museu Histórico UFV (Pinacoteca), foi fundado em 1986 com objetivo de concentrar, organizar e estudar objetos e fatos históricos da UFV. O Museu Histórico compartilha seu espaço físico com a Pinacoteca UFV, que tem suas atividades destinadas a expor e apresentar de cultura e artes.[16][17]

IngressoEditar

 
Viçosa
Florestal
Rio Paranaíba
Localização dos Campi

O ingresso na Universidade Federal de Viçosa pode ocorrer das seguintes formas:

  • SiSU: Sistema de Seleção Unificada, através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
  • Mobilidade Acadêmica: alunos de outras instituições de Ensino Superior podem pedir o Requerimento de Inscrição nos Programas  de  Mobilidade  Acadêmica.
  • Intercâmbio: alunos de outros países podem ingressar na UFV através de contratos e acordos promovidos com embaixadas internacionais, sendo estes alunos transferidos de universidades de seu país de origem ou não, e tendo sido aprovados no processo seletivo de seu país de origem.
  • PASES e Transferencia Externa- Programas extintos em 2013. As vagas dessas modalidades foram direcionadas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Alunos notáveisEditar

Reitores e diretoresEditar

Ao longo dos seus mais de 95 anos de atividade a UFV foi presidida por 24 acadêmicos. A posição de reitor inicialmente era concedida por indicação, nos dias atuais uma eleição entre o corpo docentes e estudantes e realizado para a instauração do cargo, que possui mandato com duração de quatro anos, com possibilidade de releição. A função de reitor implica um alto nível de complexividade e responsabilidade devido a importância da UFV no âmbito educacional nacional e internacional.

Luiz Cláudio Costa, que ocupou a função de reitor entre 11 de novembro de 2008 a 18 de janeiro de 2011, deixou a cargo devido indicação a cargo na Secretaria de Educação Superior (SESu) do Ministério da Educação, posteriormente foi nomeado presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), seguido pela Presidência da Secretária Executiva do Ministério da Educação (MEC)[18] onde ocupou até 18 de março 2015 quando tomou posse como Ministro do Ministério da Educação (MEC).[19]

EstruturaEditar

Divisões administrativasEditar

A administração da universidade é dividida em Pró-Reitorias subordinadas à Reitoria e Vice-Reitoria:

  • Pró-Reitoria de Administração
  • Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários
  • Pró-Reitoria de Ensino
  • Pró-Reitoria de Extensão e Cultura
  • Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas
  • Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
  • Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento

Divisões acadêmicasEditar

A universidade é divida em centros e estes são divididos em departamentos, que são responsáveis pelos cursos de graduação e pós-graduação. Os centros e Departamentos são:

Campus Rio ParanaíbaEditar

O campus da UFV situado no município de Rio Paranaíba, MG, foi criado no dia 25 de julho de 2006 pelo Conselho Universitário da UFV - Resolução nº 8/2006. O Campus Rio Paranaíba encontra-se situado na cidade de Rio Paranaíba-MG, localizada na região do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba.

O campus possui duas áreas: a primeira está situada na MG 230 – km 8, a aproximadamente 2,8 km da cidade de Rio Paranaíba contando com biblioteca, auditório, gabinetes de professores e coordenações de cursos, além dos setores administrativos e financeiro. A segunda área está localizada a 1.300 metros da Rodovia BR 354, no km 310, a uma distância aproximada de 12 km da sede do município e conta com salas de aula, auditórios e os laboratórios. O campus oferece graduação e pós-graduação nas áreas de conhecimento das Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes.

Cursos de graduação oferecidos: Administração; Agronomia; Ciências Biológicas (Ênfase em Conservação da Biodiversidade); Ciências Contábeis; Ciências e Tecnologia de Alimentos; Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Nutrição; Química (Ênfase em Química Ambiental); Sistemas de Informação.

Cursos de pós-graduação: Agronomia (Produção Vegetal) – Mestrado e Administração Pública em Rede Nacional – PROFIAP (Mestrado Profissional).


Campus FlorestalEditar

O campus da UFV situado no município de Florestal, MG, foi criado em 1939, pelo então Presidente da República Getúlio Vargas, sendo chamado de Fazenda Escola de Florestal e destinava à formação de capatazes e administradores de fazendas.

Em 1943 o estabelecimento foi vinculado ao Departamento de Ensino Técnico da Secretaria de Agricultura e passou a abrigar menores, aos quais ministrava ensino primário e profissional agrícola.

Cinco anos depois a Fazenda Escola foi transformada em Escola Média de Agricultura de Florestal, que inicia suas atividades no ano seguinte, oferecendo o Curso Médio de Agricultura, destinado à formação de técnicos agrícolas.

A Escola foi incorporada à Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG) em 1955.

No ano de 1981 foi aprovado o novo regimento interno da Escola, que passou a ser denominada Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (CEDAF).

Com quase oito décadas de destacada atuação em Florestal, na região metropolitana de Belo Horizonte e na região Centro-Oeste de Minas, em 2006 foi criado o Campus da UFV em Florestal. Evoluindo ao longo do tempo, atualmente UFV Campus Florestal continua a representar um marco diferenciado na região, com amplas perspectivas nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.

Referências

  1. a b c d e f UFV. «UFV em números». Consultado em 13 de março de 2019 
  2. «Indicador de qualidade das instituições de educação superior». www.inep.gov.br. Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2008 
  3. Antunes, Rafael (28 de novembro de 2017). «Medicina da UFV obtém conceito máximo em avaliação do MEC». G1 
  4. «Os melhores e piores cursos de medicina do Brasil, segundo o MEC | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 29 de março de 2018 
  5. a b «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS - 06/09/1920 PÁG. 9 COL. 1». 6 de setembro de 1920. Consultado em 14 de Março de 2019 
  6. Marcondes., Borges, José; Soares., Sabioni, Gustavo; Potsch., Magalhães, Gilson Faria (2006). A Universidade Federal de Viçosa no século XX 2a ed. revista e ampliada ed. Viçosa, MG, Brasil: Editora UFV. ISBN 8572692258. OCLC 451367790 
  7. Borges, José Marcondes. Escola Superior de Agricultura: Origem, Desenvolvimento e Atualidade. [S.l.: s.n.] 3 páginas 
  8. «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS 30/11/1921». 30 de Novembro de 1921. Consultado em 15 de Março de 2019 
  9. «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS 30/03/1922». 30 de março de 1922. Consultado em 14 de Março de 2019 
  10. A univercidade Federal de Viçosa no Século XX 2ª Edição ed. Viçosa: Editora UFV. 2016. pp. 21–23 
  11. Ribeiro, Maria das Graças Martins (2009). «A USAID e o ensino agronômico brasileiro: o caso da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais». Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Humanas. 4 (3): 453–463. ISSN 1981-8122 
  12. «O tombamento estadual da Casa Arthur Bernardes - IEPHA». Consultado em 16 de Março de 2019 
  13. «Site Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef». Consultado em 16 de Março de 2019 
  14. «Museu da Comunicação - UFV». Consultado em 16 de Março de 2019 
  15. «Acervo Museu de Zoologia João Moojen». Consultado em 16 de Abril de 2019 
  16. «Museu Histórico da Universidade Federal de Viçosa». Consultado em 16 de Abril de 2019 
  17. «Pinacoteca da UFV». Consultado em 16 de Abril de 2019 
  18. «Pregão Eletrônico nº 03/2017». Secretaria Executiva do Ministério Da Educação. Consultado em 19 de março de 2019 
  19. Lima, Luciana (18 de março de 2015). «Cid Gomes deixa cargo de Ministro da Educação». Último Segundo (Portal IG). Consultado em 19 de Março de 2019 

Ligações externasEditar