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Uma Onda no Ar

filme de 2002 dirigido por Helvécio Ratton
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Uma Onda no Ar
 Brasil
2002 •  cor •  92 min 
Direção Helvécio Ratton
Produção Simone Magalhães Matos
Roteiro Helvécio Ratton
Jorge Durán
Elenco Alexandre Moreno
Adolfo Moura
Babu Santana
Benjamin Abras
Gênero drama
Música Gil Amâncio
Cinematografia José Tadeu Ribeiro
Edição Mair Tavares
Companhia(s) produtora(s) Quimera Filmes
Distribuição Imagem Filmes
Lançamento Brasil 6 de Setembro de 2002 [1]
Idioma português
Orçamento R$ 1,8 milhões [2] [3]
Receita R$ 153.644 [4]
Página no IMDb (em inglês)

Uma Onda no Ar é um filme de drama brasileiro, de 2002, dirigido por Helvécio Ratton.[5] O filme é baseado na história real da Rádio Favela, uma rádio comunitária criada na década de 1980 na favela Aglomerado da Serra em Belo Horizonte, e mostra como ela foi perseguida pela polícia, enquanto quatro amigos tentam mantê-la. Alexandre Moreno, Adolfo Moura, Babu Santana e Benjamim Abras foram escolhidos para estrelar o filme, após 3 mil pessoas participarem de audições para os papéis.[6] O filme foi gravado na própria favela, e usou cerca de 300 moradores locais como figurantes.[7]

RecepçãoEditar

PrêmiosEditar

Uma Onda no Ar recebeu os prêmios:

  • Festival de Gramado (2002): Jury Special Award; Alexandre Moreno ganhou o título de Best Actor;[8]
  • Miami International Film Festival (2003): Special Mention na categoria Best Ibero-American Film.[9]

CríticaEditar

O filme também foi bem-recebido pela crítica, tendo a revista AFI Preview (da American Film Institute) elogiado as "performances carismáticas" e as "música e fotografia impressionantes".[5] Mariane Morisawa (da IstoÉ Gente) e José Geraldo Couto (da Folha de S. Paulo) consideram este filme a contraparte de Cidade de Deus, do Fernando Meirelles, pois foca-se nas coisas boas de uma favela e como ela lida com a violência.[6][10] Morisawa elogiou os atores, mas classificou a edição e roteiro como "algo frouxos", o que faz do filme "apenas bom" e "dilui a força de sua mensagem".[6] Couto elogiou a música, mas afirmou que o filme falha em seus diálogos e nas "atuações canhestras" de alguns dos atores coadjuvantes. Ele ainda afirmou que o filme de Meirelles é melhor em aspectos técnicos, mas que isso esconde seu "vazio moral"; ele gostaria de ver um filme que é excelente tanto tecnicamente falando, como o de Meirelles, mas que tenha um "comprometimento ético-político" como o de Ratton.[10]

Referências

Ligações externasEditar