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UnespNET é a rede de computadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Essa rede interliga 39 localidades que se encontram geograficamente dispersas em 23 cidades do Estado de São Paulo. Esta rede abrange todos os computadores existentes na universidade, cerca de 15.000, e serve uma comunidade de 45.000 pessoas, entre alunos funcionários e professores.

Tecnicamente, a unespNET se compõe de redes locais FastEthernet e GigabitEthernet interconectadas através de uma WAN. Essa WAN é composta de roteadores e enlaces de dados especialmente contratados, os quais convergem para um ponto central localizado no NAP do Brasil, implementando uma topologia em estrela. Ao todo são 30 roteadores, incluindo o nó central da rede, que interliga a unespNET com o resto do mundo através de uma conexão com a rede ANSP. O posicionamento deste nó central no NAP do Brasil é bastante estratégico, dada a grande importância deste ponto de troca de tráfego que congrega as principais operadoras brasileiras de rede, além de algumas conexões internacionais.

LocalidadesEditar

As localidades que compõe a unespNET são as seguintes:

São PauloReitoria

São Paulo – Campus da Barra Funda – Instituto de Artes, Instituto de Física Teórica, NCC, AUIN
São PauloFundunesp
São PauloCEDEM
AraraquaraFaculdade de Odontologia
AraraquaraInstituto de Química
AraraquaraFaculdade de Ciências e Letras, Faculdade de Ciências Farmacêuticas
AraçatubaFaculdade de Odontologia
AraçatubaCampus Marechal Rondon
AraçatubaCampus Medicina Veterinária
AssisFaculdade de Ciências e Letras
BauruFaculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Faculdade de Ciências, Faculdade de Engenharia
BauruInstituto de Meteorologia - IPMET
Botucatu – Campus de Rubião – Faculdade de Medicina, Instituro de Biociências, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
BotucatuFaculdade de Ciências Agronômicas
Franca – Campus I - Faculdade de História, Direito e Serviço Social
Franca – Campus II - Faculdade de História, Direito e Serviço Social
GuaratinguetáFaculdade de Engenharia
Ilha SolteiraCampus Central
Ilha SolteiraEngenharia Civil
Ilha SolteiraEngenharia Elétrica
Ilha SolteiraAgronomia, Ciências Biológicas e Zootecnia
Ilha SolteiraFitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia
Ilha SolteiraMatemática
JaboticabalFaculdade de Ciências Agronômicas e Medicina Veterinária
Marília – Campus Central - Faculdade de Filosofia e Ciências
MaríliaFaculdade de Filosofia
Presidente PrudenteFaculdade de Ciências e Tecnologia
Rio ClaroInstituto de Biociências, Instituto de Geociências e Ciências Exatas
São José dos CamposFaculdade de Odontologia
São José do Rio PretoInstituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas
São VicenteCampus Experimental do Litoral Paulista
DracenaCampus Experimental de Dracena
Itapeva - Campus Experimental de Itapeva
Sorocaba - Campus Experimental de Sorocaba
Tupã - Campus Experimental de Tupã
Registro - Campus Experimental de Registro
Ourinhos - Campus Experimental de Ourinhos

Rosana - Campus Experimental de Rosana

A rede conta também com um bloco CIDR /16. Todos os nós componentes desta rede possuem uma numeração do tipo: 200.145.X.Y, onde X designa uma rede local em determinado campus e Y designa uma particular estação presente nesta rede local.

HistóricoEditar

Embora toda a infra-estrutura de rede local e linhas de dados tenha sido instalada no ano de 1996, a concepção do projeto aconteceu em 1992, quando se formou na Reitoria da UNESP um pequeno grupo que reunia conhecimentos de redes de computadores, uma tecnologia então pouco conhecia. Dentre estas pessoas destaca-se o Engenheiro José Roberto B. Gimenez, que fazia doutorado em comunicação de dados e foi encarregado de coordenar os estudos para a implantação de uma rede de computadores na UNESP.

Outras pessoas que participaram ou incentivaram na elaboração deste estudo foram o Prof. Hans Dirk Ebert, que em um estágio na Austrália teve a oportunidade de conhecer a AARNET, o Prof. Adriano Mauro Cansian, então recém contratado na UNESP e que fazia doutorado em Segurança de Redes e os Analistas Yanis Cardoso Stoyanis e Walter Matheus Júnior.

Esse estudo levou em consideração todas as circunstâncias da época, as quais diferiam bastante das condições atuais. Os padrões de rede não estavam plenamente definidos, havia uma disputa mercadológica entre as arquiteturas Token-Ring e Ethernet para a criação das redes locais; o cabeamento de par trançado era uma novidade; o emprego de fibras óticas era proibitivamente alto. E para complicar ainda mais a questão, os enlaces de dados interurbanos eram monopólio estatal e apresentavam custos elevadíssimos, mesmo para conexões da ordem de 9.600 kbps.

No início de 1993 assumiu a reitoria da UNESP o Prof. Arthur Roquete de Macedo. Em sua gestão ele pretendia informatizar a universidade, que na época contava com um parque pequeno e obsoleto de desktops além de uma dezena de minicomputadores ABC-Bull dispostos em algumas unidades do interior. Para essa tarefa ele designou o Prof. Gerson Francisco e destinou 10 milhões de dólares, que seriam aplicados em recursos de software e hardware.

Uma das primeiras atitudes do Prof. Gerson Francisco foi analisar os estudos do Eng. José Roberto B. Gimenez e atribuir-lhe a função de coordenar a implantação da rede de computadores da UNESP. Como primeira tarefa, ele deveria iniciar uma série de viagens para conhecer os campi no interior do Estado, pois os estudos até aquele momento se limitaram a propostas genéricas, sem conhecimento dos locais. Outras atitudes importantes para o início dessa obra seriam: montar uma equipe de trabalho e, também, conhecer o que vinha sendo feito em outras universidades, como a USP e a Unicamp, que se encontravam em uma situação parecida, talvez um pouco adiantadas. Outras colaborações vieram da FAPESP na pessoa do Demi Getschko. A FAPESP sempre incentivou o desenvolvimento de redes de computadores nas universidades, provendo inclusive acessos internacionais. No caso da Internet, este provimento se iniciou no ano de 1991.

Dado o entusiasmo do Prof. Gerson e a possibilidade de obter recursos da FAPESP, que na época havia lançado o programa INFRA I, José Roberto resolveu estruturar o projeto nas melhores tecnologias existentes. Os backbones das redes locais nos campi utilizariam fibra ótica multimodo e o cabeamento das estações seria de par trançado Categoria 5. Todas estas escolhas se mostraram muito felizes, especialmente o padrão de rede escolhido, que foi o Ethernet. Esta escolha se deu a despeito de insistentes pressões da IBM, vendedora dos equipamentos, em favor da arquitetura Token-Ring.

Se no campo das concepções houve um grande sucesso, no campo das implementações, entretanto, as coisas não correram tão fácil como deveriam. O cargo de coordenação da rede ficou apenas na palavra, pois a burocracia da universidade desconhecia o que era uma rede de computadores, quanto mais a necessidade de um coordenador. A formação da equipe não se concretizava, pois as contratações deveriam ser efetivadas através de concursos públicos. Como os concursos objetivavam contratar pessoal com alto nível de especialização os candidatos acabavam encontrando melhores oportunidades de trabalho durante os longos períodos de espera envolvidos nos trâmites dos processos. E por fim, também as viagens não foram possíveis, pois o Setor de Transporte da Reitoria nunca tinha viaturas disponíveis para essa finalidade.

Os 10 milhões de dólares prometidos pelo reitor foram realmente liberados para a informatização da universidade. Esta quantia, na verdade, foi duplicada sob uma condição imposta pelo Edital de Licitação, de que o licitante vencedor deveria, como parte da transação, doar para a universidade uma quantidade de equipamentos correspondente ao valor vendido. Ainda que bastante insólita, esta condição não foi contestada por nenhuma das empresas interessadas, talvez por desconhecimento das regras, uma vez que este processo de compra ocorreu no final de 1993, logo após a promulgação da Lei de Licitações, Lei 8.666/93. Esta exigência de doação se baseava na Lei de Informática, Lei 8248/91, que oferecia benefícios fiscais às empresas fabricantes de equipamentos de informática que fizessem doações para entidades de pesquisa. Destes 20 milhões, boa parte destinava-se a compra de desktops e impressoras. Somente 6 milhões eram destinados à compra de equipamentos de rede. Entre os produtos oferecidos pela IBM, destacavam-se cerca de 400 hubs IBM 8250 e 20 roteadores CISCO da família 7000. Estes produtos representavam o que havia de melhor em termos de equipamentos de rede.

Com o tempo José Roberto aprendeu a contornar os problemas decorrentes da falta de estrutura disponível num órgão público. Se, por um lado, é difícil contratar uma equipe de trabalho e/ou obter liberação de uma viatura para viajar, por outro, é muito fácil contratar uma empresa que forneça estes recursos. A solução foi contratar uma empresa para elaborar os projetos de rede. Para o problema das viagens foi especificado no Edital de Licitação que a empresa deveria, em todas as viagens, levar um técnico da UNESP, o qual orientaria a execução dos projetos. O pessoal técnico da empresa não precisaria ter conhecimentos de rede de computador (que na época eram pouco disponíveis e apresentavam alto custo) mas apenas de telefonia, pois seu trabalho estaria restrito a estimar as quantidades de cabo necessárias e elaborar desenhos de implantação de dutos nos prédios e áreas externas dos campi. Com isso, o trabalho dessa empresa não custaria mais que R$ 120.000,00 (no ano de 1994, época da implantação do real, esta moeda se equivalia ao dólar).

Durante 3 meses José Roberto viajou com o pessoal da empresa contratada, a Photon, visitando cada um dos 24 campus da UNESP (na época não existiam as unidades experimentais), orientando a elaboração dos projetos de cabeamento. Os dados colhidos durante o dia eram compilados à noite, em quartos de hotel. Estes projetos foram submetidos à FAPESP nos programas INFRA I e INFRA II e receberam plena aprovação. Como resultado, a universidade obteve cerca de 6 milhões de dólares em recursos para a implantação da infra-estrutura de redes locais. Este valor somado aos 6 milhões disponíveis em equipamentos, resulta em 12 milhões de dólares – este foi o custo inicial da unespNET.

No final do ano de 1995 foi realizado um processo de seleção para a contratação de uma empresa para a instalação das redes locais nos campi da UNESP [unespnet 1]. Como os recursos financeiros eram provenientes da FAPESP, este processo não precisaria seguir as disposições da Lei de Licitações. Entretanto, o processo foi realizado de forma bastante aberta. Candidataram-se 5 empresas do setor de informática e Telecom e novamente a IBM foi vencedora por meio de uma associação com a FISANET. Ao longo do ano de 1996 todos os campi da UNESP foram instalados.

De uma forma não muito sincronizada com a instalação das redes locais nos campi, a TELESP ia disponibilizando as linhas de dados - linhas de 64 kbps, então consideradas de alta capacidade. A Figura 1 ilustra a topologia da unepNET em sua primeira versão. Embora o monopólio do serviço de dados dispensasse a licitação, esta contratação não foi tão simples. Era necessária a assinatura de um contrato e, tanto a UNESP quanto a TELESP, alegavam que por exigência legal o contrato deveria ser impresso em papel com seu próprio timbre. Aparentemente ambas tinham razão, pois eram igualmente órgãos estatais.

 

O problema da equipe de redes somente foi resolvido em abril de 1996 quando o reitor autorizou a contratação de dois funcionários através da FUNDUNESP. Até então, todas as atividades relacionadas à rede foram executadas por uma única pessoa, desde a coordenação da empresa instaladora até a configuração dos roteadores, passando, logicamente, por problemas como a disputa pelo timbre do papel do contrato. A contratação dos Analistas Francisco Espinosa Júnior e Valéria Regina Medeiros Sampaio permitiu a formação do Grupo de Redes de Computadores - GRC e com ele o início do fornecimento de serviços. Essa equipe montou todo o sistema de redes, com servidores de DNS, correio eletrônico e WWW. O ambiente computacional era composto de estações IBM RISC RS/6000 e rodavam o Sistema Operacional AIX.

No início de 1997, quando assume a Reitoria da UNESP o Prof. Antônio Manuel dos Santos Silva, a área de informática estava passando por uma situação caótica devido a falta de pessoal técnico para administrar a enorme estrutura computacional que havia sido montada na UNESP. Os analistas Francisco e Valéria encontravam-se demissionários e a administração central da rede de computadores contava novamente com o trabalho messiânico de um único profissional, José Roberto. O Prof. Gerson Francisco havia feito um excelente serviço em equipar a universidade com recursos de última geração - sobretudo em termos de hardware - ele também havia criado a Assessoria de Informática, mas ainda faltava dar a este órgão uma estrutura que lhe tornasse operacional. Durante toda a gestão do Prof. Gerson Francisco a Assessoria de Informática nunca chegou a contar com mais de 6 pessoas.

O Prof. Antônio Manuel rapidamente entendeu os problemas da área de informática e procurou resolvê-los [unespnet 2]. Para tanto ele designou o Prof. Adriano Mauro Cansian para assumir a chefia da Assessoria de Informática. Esta escolha se mostrou muito feliz, pois o Prof. Adriano tinha um grande senso administrativo e em pouco tempo conseguiu estruturar a Assessoria de Informática, criando equipes especializadas e contratando profissionais competentes. A Assessoria de Informática cresceu para um contingente de 20 profissionais. A equipe de redes de computadores foi refeita, dessa vez com 5 membros, o que era suficiente para atender à crescente demanda por suporte técnico. Outro aspecto positivo da vinda do Prof. Adriano para a Assessoria de Informática e que muito contribuiu para a consolidação da unespNET é que ele conhecia muito sobre Administração e Segurança de Redes, experiências que faltavam a José Roberto, um profissional mais afeto à implementação do que à gerência.

Os anos seguintes foram de grande harmonia para o funcionamento da rede. Com o tempo a comunidade aprendeu a utilizar a rede para as mais diversas funções, ao ponto de esta se tornar um recurso imprescindível de trabalho – algo inimaginável no início do processo de implantação. Dessa forma, a equipe de redes se tornou cada vez mais necessária. Porém, não era apenas a universidade que precisava de profissionais de rede. Em 1995 houve a abertura comercial da Internet no Brasil, e a partir de então os poucos profissionais de rede existentes tornaram-se muito procurados. A equipe sofreu várias baixas nesse período, chegando a ser totalmente substituída por mais de uma vez.

Também as linhas de dados sofreram diversas alterações objetivando conciliar a demanda, sempre crescente, com os elevados custos praticados no Brasil. Até então a unespNET utilizava linhas de não mais que 256 kbps. No ano de 2001, movido pela crença que a privatização do setor de telecomunicações poderia causar uma queda no preço das linhas, a UNESP realizou uma concorrência pública para contratar circuitos Frame Relay de 2 Mbps. Nessa concorrência foi vencedora a Empresa Embratel, que forneceu os enlaces de dados durante os anos de 2002 e 2003. Estes enlaces se misturavam a algumas linhas interurbanas mantidas pela FAPESP. Linhas estas que eram compartilhadas com outras entidades e compunham a ANSP. Nesse período a unespNET ficou um pouco descaracterizada em sua topologia devido a estes trechos compartilhados com a ANSP. A UNESP, entretanto, não podia abrir mão destas conexões que, embora compartilhadas, apresentavam taxas de transferências de 34 Mbps e 155 Mbps, na época muito caras para serem custeadas por uma única instituição.

No final de 2003, com o encerramento do contrato com a Embratel, a unespNET passou a contar com circuitos Frame Relay da Telefonica através de um programa do Governo do Estado de São Paulo denominado INTRAGOV. A mudança de operadora, entretanto, não significou grandes alterações na rede, uma vez que tanto os enlaces Frame Relay quanto as interfaces dos roteadores estavam em seu limite de operação. A Figura 2 apresenta a topologia da unespNET nessa fase.

 

No ano de 2004, com a entrada de recursos do Projeto Pedagogia Cidadã, a unespNET sofre uma grande reformulação. Era necessário criar um sistema de videoconferência para levar ensino a distância para inúmeras cidades do interior paulista. Com essa justificativa a unespNET foi totalmente atualizada. Era necessário trocar os hubs IBM 8250, já bastante obsoletos, por Switches de maior desempenho, que comportassem a transmissão de vídeo em tempo real. Foram adquiridos cerca de 700 switches FastEthernet e GigabitEthernet, todas gerenciáveis e com suporte a criação de VLANs. Vale mencionar que esse processo de troca ocorreu com muita tranqüilidade graças à previsão feita 10 anos antes, de se usar cabeamento de par trançado Categoria 5. Também o cabeamento ótico pôde ser integralmente aproveitado nessa transição.

Com relação à WAN as mudanças também foram consideráveis. Os roteadores CISCO da família 7000 foram substituídos por equipamentos da família 7200, com interfaces FastEthernet e uma interface E3 para comportar a nova velocidade de conexão (34 Mbps). A topologia da rede foi totalmente alterada, abandonando-se as conexões compartilhadas com a ANSP e adotando-se uma disposição em estrela. Essa nova topologia foi resultante, em grande parte, da nova forma de tarifação praticada pela Telefônica, onde o custo dos enlaces passou a depender unicamente das velocidades de conexão, independente das distâncias. O ponto central da rede passou a se localizar no NAP do Brasil, em um roteador CISCO 7513. Este equipamento também é responsável por conectar toda a unespNET ao restante do mundo através de uma única porta GigabitEthernet. A Figura 3 ilustra a situação da rede após esse processo de centralização.

 

Em decorrência do Projeto Pedagogia Cidadã a UNESP foi equipada com 50 estúdios de videoconferência, distribuídos pelas várias unidades, todos integrados à unespNET. Também como parte dos investimentos desse Projeto foram iniciados os estudos para a implantação de Telefonia IP na UNESP. O Grupo de Redes de Computadores desenvolveu um sistema utilizando Software Livre, o Asterisk, e implantou um projeto piloto na unidade de São José do Rio Preto ainda em 2004. Este projeto piloto interligou via VoIP os sistemas de PABX da Reitoria e do Campus de S.J.R.Preto, permitindo ligações gratuitas de ramal a ramal entre o Campus e a Reitoria, além de permitir ligações gratuitas ("Toll Bypass") entre o Campus do interior e a cidade de S.Paulo. Estudos mostraram que o projeto estava totalmente correto, devido a sua alta qualidade, ausência de atraso e disponibilidade. Além disso, o ponto de "RoI" (Return of Investment) foi alcançado em cerca de 5 meses, ou seja, após este prazo o as economias de recursos com o uso do sistema, superaram seu custo.

No início de 2005 o Prof. Adriano deixa a Assessoria de Informática. Desde então diversas mudanças ocorreram nesse órgão e na composição de suas equipes. Mudanças que, entretanto, nada acrescentaram ao setor de informática da universidade, embora haja controvérsias. José Roberto continuou na Gerência da unespNET até meados de 2006, após transferir todos os servidores de rede para o NAP e implantar o primeiro site de Telefonia IP na Reitoria da UNESP. Esta implantação aconteceu no bojo de uma mudança de sede, quando o prédio da Reitoria foi transferido para o Anhangabaú, no centro velho de São Paulo.

REFERÊNCIASEditar

  1. Rede unespNET quer Conectar interior de Sao paulo com o Mundo. Caderno Cotidiano. Folha de S.Paulo, 05 de maio de 1995.
  2. Inaugurada a rede unespNet. - Revista FAPESP Pesquisa. Edição 31 - Maio de 1998.