Uzbequistão

país da Ásia Central
(Redirecionado de Usbequistão)
O‘zbekiston Respublikasi
Ўзбекистон Республикаси

República do Uzbequistão / Usbequistão
Bandeira do Uzbequistão
Brasão de armas do Uzbequistão
Bandeira Brasão de armas
Lema: "Ittifoq, Xudo va Vatan" ("União, Deus e Pátria")
Hino nacional: "O `zbekiston Respublikasining Davlat Madhiyasi" ("Hino nacional da República do Uzbequistão")
versão vocal:
Gentílico: uzbeque, usbeque, usbequistanês(a)[1]

Localização de República do Uzbequistão

Capital Tasquente
41° 16' N 69° 13' E
Cidade mais populosa Tasquente
Língua oficial Uzbeque
Governo República presidencialista
 - Presidente Shavkat Mirziyayev
 - Primeiro-ministro Abdulla Aripov
 - Presidente do Senado Nigmatilla Yuldashev
Independência da União Soviética 
 - Adesão à URSS 27 de outubro de 1924 
 - Declarada 1 de setembro de 1991 
 - Reconhecida 8 de dezembro de 1991 
 - Completa 25 de dezembro de 1991 
Área  
 - Total 447 400 km² (55.º)
 - Água (%) 4,9
 Fronteira Cazaquistão (N), Quirguistão, Tajiquistão (E), Afeganistão (S), e Turcomenistão (S e W)
População  
 - Estimativa para 2019 32 768 725 hab. (41.º)
 - Densidade 60 hab./km² (114.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2018
 - Total US$ 238,997 bilhões (62.º)
 - Per capita US$ 7 350 (125.º)
IDH (2018) 0,710 (108.º) – alto[2]
Gini (2003) 36,8[3] 
Moeda Som uzbeque (UZS)
Fuso horário (UTC+5)
 - Verão (DST) não observado (UTC+5)
Clima árido e semiárido
Org. internacionais ONU, CEI, ECO, OCI, CEEA, SCO
Cód. ISO UZB
Cód. Internet .uz
Cód. telef. +998
Website governamental www.gov.uz

Mapa de República do Uzbequistão

O Uzbequistão[4][5][6] ou Usbequistão,[7][8] oficialmente República do Uzbequistão (em usbeque: Ўзбекистон Республикаси; romaniz.: Oʻzbekiston Respublikasi), é um país duplamente encravado localizado na Ásia Central, composto de doze províncias, uma república autónoma e a capital Tasquente. O Uzbequistão faz fronteira com o Cazaquistão ao norte, o Tajiquistão a sudeste, o Quirguistão a nordeste, o Afeganistão ao sul e o Turcomenistão a sudoeste.

A região onde o país atualmente situa-se fez parte do Canato Túrquico e, posteriormente, do Império Timúrida, sendo conquistada no início do século XVI por nômades turcomanos. Seu território foi anexado pelo Império Russo na segunda metade do século XIX e em 1924 tornou-se uma das repúblicas da União Soviética, a República Socialista Soviética Uzbeque. Três meses antes da dissolução da URSS, declarou sua independência no dia 31 de agosto de 1991.

O Uzbequistão é oficialmente uma república democrática,[9] laica, constitucional unitária com uma herança cultural diversa. O país tem por língua oficial o uzbeque, língua túrcica escrita no alfabeto latino e falada nativamente por cerca de 85% da população; o russo, no entanto, também é muito utilizado. 81% dos habitantes do país são uzbeques, seguidos por russos (5,4%), tajiques (4,0%), cazaques (3,0%), e outras minorias étnicas (6,5%). A maioria da população denomina-se muçulmana, sem seguir algum ramo específico.[10] O Uzbequistão é membro da Comunidade dos Estados Independentes (CEI), da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização para Cooperação de Xangai (OCX). Embora seja oficialmente uma república democrática, organizações não governamentais de direitos humanos costumam definir o país como "um Estado autoritário com direitos civis limitados".[11]

A economia do país depende principalmente da produção de commodities, tais como algodão, ouro, urânio e gás natural. Apesar do governo declarar que uma transição para uma economia de mercado é um de seus principais objetivos, ele continua a exercer grande controle sobre a economia do país.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História do Uzbequistão

O território do Uzbequistão foi povoado desde o segundo milénio a.C. Existem achados arqueológicos de ferramentas e monumentos de homens primitivos nas regiões de Fergana, Tasquente, Bucara, Corásmia e Samarcanda.

As primeiras civilizações existentes no Uzbequistão foram a Sogdiana, Báctria e Corásmia. Os territórios destes estados foram integrados no império persa aquemênida no século IV, de que fizeram parte durante vários séculos. Desse facto resulta que parte da cultura persa tenha sido preservada no Uzbequistão até aos dias de hoje, onde muitos uzbeques falam persa bem como russo, além de uzbeque.

Em 327 a.C., Alexandre, o Grande conquista Sogdiana e Báctria , casando-se com Roxana, filha de Oxiartes, um chefe de Sogdiana. Contudo, segundo reza a história, a conquista em pouco ajudou Alexandre pelo que a resistência popular foi intensa, causando danos ao seu exército nesta região.

Em 1220 os seus territórios foram tomados por Gengis Cã, passando a integrar o Império Mongo.

No século XIV, Tamerlão subjugou os mongóis e criou um império. As suas campanhas militares estenderam-se até ao Médio Oriente. Tamerlão derrotou ainda o sultão otomano, Bajazeto I. Tamerlão visionava constituir a capital do seu império em Samarcanda, uma cidade de população predominantemente tajique. A imagem de Tamerlão seria tomada mais tarde como referência histórica na construção da identidade nacional uzbeque.

No início do século XIX perto de 3 200 km separavam a Índia Britânica das regiões extremas da Rússia Czarista. Grande parte desse território intermédio permanecia por cartografar.

O Império Russo iniciou então a sua expansão e estendeu-se pela Ásia Central. O período do "Grande Jogo" é geralmente considerado como o período decorrente entre 1813 e a Convenção Anglo-Russa de 1907.

Nesta região, a sua entrada deu-se após uma vitória fulgurante do general Mikhail Tcherniaev. Eles subjugam inicialmente em 1884 os canatos de Bucara e de Quiva, e seguidamente o Leste do atual Uzbequistão, incluindo Tasquente (1865). Os territórios conquistados foram reagrupados num ajuntamento administrativo sob o nome de Turquestão Ocidental. Em março de 1876, o Canato de Cocande sucumbe por seu turno às mãos dos russos.

O Uzbequistão como nação única e distinta apenas existe desde 27 de outubro de 1924, quando diversas entidades territoriais da Ásia Central foram reunidas na República Socialista Soviética Uzbeque. Em 1925, o Uzbequistão integra a URSS.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Uzbequistão acolheu várias centenas de milhares de famílias soviéticas em fuga das invasões Nazistas a ocidente, entre os quais muitos órfãos da guerra, o que veio acelerar a russificação da república, principalmente a capital, Tasquente. Uma parte das indústrias pesadas da parte europeia da URSS evacuou-se também para o Uzbequistão. Essas fábricas permaneceram no Uzbequistão após o final da guerra, contribuindo para a industrialização da república.

No dia 31 de agosto de 1991, o Uzbequistão declarou a sua independência, mesmo que relutante, marcando o 1 de setembro como feriado nacional. Subsequentes tensões étnicas levaram perto de dois milhões de Russos a abandonar o país para a Rússia. Os uzbeques de etnia russa não têm qualquer estatuto legal na Rússia nem em qualquer outro país e encontram-se portanto espalhados pelo mundo, particularmente na Europa e Estados Unidos.

 
Tasquente, capital do Uzbequistão

No dia 13 de maio de 2005 violentos protestos ocorreram em Andijan no seguimento da detenção de 23 muçulmanos acusados de serem fundamentalistas islâmicos. Os manifestantes tomaram de refém perto de trinta pessoas. Os soldados dispararam então sobre a multidão provocando um número elevado de mortos. O número exato de vítimas não é consensual, pelo que ao número oficial de 176 vítimas mortais, outras versões apontam para a ordem do milhar.

Nesse mesmo dia em Tasquente, um homem tomado erradamente por um bombista suicida foi abatido junto da embaixada de Israel.

O país procura agora diminuir a sua dependência do sector agrícola - é o segundo maior exportador mundial de algodão - enquanto tenta explorar as suas reservas minerais e petrolíferas.

GeografiaEditar

Alguns dados sobre a geografia do Uzbequistão:

  • Localização: Centro-Oeste da Ásia.
  • Área total: 447.400 km² (Terra: 425.400 km²; Água: 22 mil km²)
  • Alcance ao mar: O país é cercado por terra, tendo uma distância de 420 km no mar de Aral
  • Vizinhos: Afeganistão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Turcomenistão
  • Coordenadas: 41°22'38.97"N,64°35'6.94"L
  • Extensão total da fronteira: 6.221 km
  • Extensão de fronteira com países vizinhos: Afeganistão (137 km), Cazaquistão (2.203 km), Quirguistão (1099 km), Tajiquistão (1161 km) e Turcomenistão (1621 km)
  • Terreno: A maior parte do território de Uzbequistão é formado por planícies (perto de quatro quintos do território). Um dos principais é a planície Turanian. Ao leste e nordeste estão as ramificações situadas no Tian Shan (leste) e na montanha Adelunga Toghi (nordeste), onde se acreditava estar o ponto mais elevado do país com 4 301 m de altitude. Contudo, as montanhas Pamir, a sudeste, detêm este ponto, com 4 643 m no Pico Khazret Sultan, na fronteira com o Tajiquistão. Também há um dos maiores desertos do mundo, Kyzyl Kum, situado na parte central do Uzbequistão.
  • Recursos minerais: O país possui gás natural, carvão mineral, ouro, cobre, tungstênio, e bismuto. Há poços de petróleo abertos.
  • Clima: O clima do país é na maior parte altitude média deserto-continental. A diferença das temperaturas, conforme as épocas do ano, é significativa. A temperatura média em janeiro é abaixo de -6 °C. A média de ascensões de temperatura é maior de 32 °C em julho. A quantidade de chuva é pequena, fazendo com que a agricultura dependa na maior parte de irrigação.

DemografiaEditar

 
Distribuição de tajiques no Uzbequistão

Em 2019, o Uzbequistão tinha a maior população dentre todos os países da Ásia Central, com 32 768 725 habitantes, quase metade da população total da região.[12] A população do Uzbequistão é muito jovem: 34,1% de seus habitantes tem menos de 14 anos (estimativa de 2008).[13] Segundo fontes oficiais, os uzbeques representam a maioria (80%) da população total. Outros grupos étnicos incluem russos (2%), tajiques (5%), cazaques (3%), caracalpaques (2,5%) e tártaros (1,5%) (estimativas de 1996).[13]

Há alguma controvérsia sobre a porcentagem da população tajique. Enquanto os números oficiais do estado colocam o número em 5%, o número é considerado um eufemismo e, de acordo com relatórios não verificáveis, alguns estudiosos ocidentais estimam o número entre 20% e 30%.[14][15] Os uzbeques se misturavam com os sarts, uma população turco-persa da Ásia Central. Hoje, a maioria dos uzbeques são misturados e representam diferentes graus de diversidade. O Uzbequistão tem uma população étnica coreana que foi forçada a se mudar para a região por Stalin, do Extremo Oriente Soviético, em 1937–1938. Existem também pequenos grupos de armênios no Uzbequistão, principalmente em Tashkent e Samarcanda. A nação é 88% muçulmana, principalmente sunita, com uma minoria xiita de 5%. Cerca de 9% da população é ortodoxa oriental e 3% de outras religiões. O Relatório de Liberdade Religiosa Internacional, do Departamento de Estado dos Estados Unidos, relatou que, em 2004, 0,2% da população era budista (sendo coreanos étnicos). Boa parte dos judeus bukharan vive na Ásia Central, principalmente no Uzbequistão, há milhares de anos. Havia 94 900 judeus no Uzbequistão em 1989 (cerca de 0,5% da população de acordo com o censo de 1989), mas agora, desde a dissolução da União Soviética, a maioria dos judeus da Ásia Central deixou a região para os Estados Unidos, Alemanha, ou Israel.[16] Menos de 5.000 judeus permaneciam no Uzbequistão em 2007.[17]

Os russos no Uzbequistão representavam 5,5% da população total em 1989. Durante o período soviético, russos e ucranianos constituíam mais de metade da população de Tashkent.[18] O país contava com quase 1,5 milhão de russos, 12,5% da população, no censo de 1970. Após a dissolução da União Soviética, ocorreu uma emigração significativa de russos étnicos, principalmente por razões econômicas.[19]

Nos anos 1940, os tártaros da Crimeia, juntamente com os alemães do Volga, os chechenos, os gregos pônticos, os kumaks e muitas outras nacionalidades foram deportados para a Ásia Central. Aproximadamente 100.000 tártaros da Crimeia continuam vivendo no Uzbequistão.[20] O número de gregos em Tashkent diminuiu de 35.000 em 1974 para cerca de 12.000 em 2004. A maioria dos turcos meskhetianos deixou o país após os pogroms no vale de Fergana, em junho de 1989.[21]

Pelo menos 10% da força de trabalho do Uzbequistão trabalha no exterior (principalmente na Rússia e no Cazaquistão) e em outros países.[22][23]

O Uzbequistão possui uma taxa de alfabetização de 99,3% entre adultos com mais de 15 anos (estimativa de 2003), o que é atribuível ao sistema educacional gratuito e universal implantado no período da União Soviética.[13] A expectativa de vida no Uzbequistão é de 66 anos entre homens e 72 anos entre mulheres.[24]

Cidades mais populosasEditar

ReligiõesEditar

 
Mesquita Shakh-i Zindeh, em Samarkand.

O Islã é a religião dominante no Uzbequistão. Embora o poder soviético (1924–1991) tenha desencorajado a expressão da crença religiosa, um relatório do Centro de Pesquisa Pew Research Center, de 2009, afirmou que a população do Uzbequistão é 93,3% muçulmana.[35] Os cristãos ortodoxos russos representavam 7% da população em 2014.[36] Estima-se que 93.000 judeus viviam no país no início dos anos 90. Além disso, restam cerca de 7.400 zoroastristas no Uzbequistão, principalmente em áreas tajiques como Khujand.[37]

Apesar da predominância do Islã, a prática da fé está longe de ser monolítica. Os uzbeques praticaram muitas versões do Islã. O conflito da tradição islâmica com várias agendas de reforma ou secularização, ao longo do século XX, deixou uma ampla variedade de práticas islâmicas na Ásia Central.[37] 90% são muçulmanos sunitas e são seculares ou não crentes; 1% são xiitas.[38]

O fim do controle soviético no Uzbequistão, em 1991, não provocou um aumento imediato do fundamentalismo associado à religião, como muitos haviam previsto, mas sim um gradual reencontro com os preceitos da fé islâmica. No entanto, desde 2015, há um ligeiro aumento na atividade islâmica, com pequenas organizações como o Movimento Islâmico do Uzbequistão declarando lealdade ao ISIL e contribuindo com combatentes no exterior,[39] embora a ameaça terrorista no próprio Uzbequistão permaneça baixa.[40]

PolíticaEditar

O Uzbequistão é uma república presidencialista, em que o presidente é tanto chefe de Estado como chefe de governo. O poder legislativo é bicameral, constituído pela Câmara Legislativa e pelo Senado. Cargos no governo do Uzbequistão são em grande parte dependentes de adesão política a um clã, e não de filiação partidária.[41]

SubdivisõesEditar

O Uzbequistão está dividido em 12 províncias (singular: viloyat, plural: viloyatlar), uma república autónoma (respublikasi) e uma cidade autónoma (shahar) - capitais entre parênteses:[42]

  1. Tasquente - capital nacional (a)
  2. Andijã (Andijã)
  3. Bucara (Bucara)
  4. Fergana (Fergana)
  5. Jizaque (Jizaque)
  6. Namangã (Namangã)
  7. Navoi (Navoi)
  8. Casca Dária (Carxi)
  9. Samarcanda (Samarcanda)
  10. Sir Dária (Gulistão)
  11. Surcã Dária (Termez)
  12. Tasquente (Tasquente)
  13. Corásmia (Urguenche)
  14. República do Caracalpaquistão (Nucus) (b)

(a) cidade autónoma (b) república autónoma

EconomiaEditar

 Ver artigo principal: Economia do Uzbequistão

O Uzbequistão foi uma das zonas mais pobres da antiga União Soviética com mais de 60% da sua população a viver em comunidades rurais densamente povoadas. O Uzbequistão é atualmente o 6.ºmaior exportador de algodão, um grande produtor de ouro e gás natural, e ao nível regional um importante produtor de produtos químicos e maquinaria.

EsportesEditar

O futebol é o esporte mais popular no Uzbequistão. A principal liga de futebol do Uzbequistão é a Superliga Uzbeque, composta por 16 equipes desde 2015. O FC Pakhtakor detém o recorde de mais campeões do Uzbequistão, tendo vencido a liga dez vezes. s clubes de futebol do Uzbequistão participam regularmente da Liga dos Campeões da AFC e da Copa da AFC. O Nasaf Qarshi venceu a Copa da AFC em 2011, a primeira copa internacional de clubes do futebol uzbeque.

O Humo Tashkent é a equipe profissional de hóquei no gelo foi criada em 2019 com o objetivo de ingressar na Kontinental Hockey League (KHL), uma liga euro-asiática de alto nível do esporte. A Humo ingressará na Supreme Hockey League (BVS) de segundo nível na temporada 2019-20. Humo joga seus jogos no Humo Ice Dome. O nome do time e a arena derivam seu nome do mítico pássaro Huma, um símbolo de felicidade e liberdade.[43]

O tênis é um esporte muito popular no Uzbequistão, especialmente após a soberania do Uzbequistão em 1991. O Uzbequistão tem sua própria Federação de Tênis chamada "UTF" (Federação de Tênis do Uzbequistão), criada em 2002. O Uzbequistão também organiza um torneio internacional de tênis da WTA, o "Tashkent Open" ", realizada na capital do Uzbequistão. O boxe também é popular no país, tendo Ruslan Chagaev ganhado o campeonato mundial da WBA em 2009. Na luta olímpica Artur Taymazov conquistou três medalhas de ouro no esporte.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Portal da Língua Portuguesa, Dicionário de Gentílicos e Topónimos do Usbequistão
  2. «Human Development Report 2019» (PDF) (em inglês). Human Development Report (Human Development Report Office) - United Nations Development Programme. Consultado em 12 de dezembro de 2019 
  3. CIA World Factbook, Lista de Países por Coeficiente de Gini (em inglês)
  4. «Ministério das Relações Exteriores (Brasil)» 
  5. «Dicionário Aulete - registra igualmente "uzbeque" e "usbeque"» 
  6. «Academia Brasileira de Letras - registra "uzbeque" e "usbeque"» 
  7. Código de Redacção Interinstitucional da União Europeia
  8. «Dicionário Michaelis» 
  9. «Constitution of The Republic of Uzbekistan» (em inglês). ksu.uz. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  10. "Chapter 1: Religious Affiliation". The World’s Muslims: Unity and Diversity. Pew Research Center's Religion & Public Life Project. 9 de agosto de 2012. Consultado em 4 de setembro de 2013.
  11. «2008 Country Report on Human Rights Practices in Uzbekistan» (em inglês). Departamento de Estado dos Estados Unidos. 25 de fevereiro de 2009. Consultado em 8 de janeiro de 2017 
  12. «Worldmeters» (em (em inglês)). worldmeters. Consultado em 2 de fevereiro de 2020 
  13. a b c «Demographic situation in the Republic of Uzbekistan». The State Committee of the Republic of Uzbekistan on statistics. Consultado em 28 de janeiro de 2020 
  14. Karl Cordell 1999. pg 201"
  15. Jonson, Lena (1976) Tajikistan in the New Central Asia, I.B.Tauris, ISBN 085771726X, p. 108.
  16. World Jewish Population 2001 Arquivado em 2013-12-06 no Wayback Machine.
  17. American Jewish Yearbook, vol. 107 (2007), p. 592.
  18. Allworth, Edward (1994) Central Asia, 130 years of Russian dominance: a historical overview. Duke University Press. p. 102.
  19. The Russians are Still Leaving Uzbekistan For Kazakhstan Now Arquivado em 2009-02-11 no Wayback Machine.
  20. Crimean Tatars Divide Ukraine and Russia [tt_news=35167&tx_ttnews[backPid]=7&cHash=0c1663d799 Arquivado em] 2014-03-22 no Wayback Machine.
  21. Greece overcomes its ancient history, finally Arquivado em 2015-09-25 no Wayback Machine.
  22. «Uzbekistan: Labor Migrants Looking Beyond Russia». EurasiaNet. 10 de maio de 2016. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2016 
  23. «Archived copy». Consultado em 15 de setembro de 2007. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2009 
  24. «Islam Karimov: Uzbekistan president's death confirmed». BBC News. Consultado em 4 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2016 
  25. «Численность городского и сельского населения по регионам». The State Comittee of the Republic of Uzbekistan on Statistics. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  26. «Административно-территориальное деление Наманганской области». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  27. «Самарқанд шаҳри». samarkand.uz. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  28. «Количество населения в Андижанской области». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  29. «Число постоянных жителей в Республики Каракалпакстан». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  30. «Численность населения Узбекистана по городам, 2018». poltavareview.com. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  31. «Демографическая ситуация в Ферганской области». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  32. «Численность населения Кашкадарьи». Statistics. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  33. «Демографическая ситуация в Ферганской области». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  34. «Демографическая ситуация в Ферганской области». Портал открытых данных Республики Узбекистан. Consultado em 25 de janeiro de 2018 
  35. Mapping the Global Muslim Population. A Report on the Size and Distribution of the World’s Muslim Population Arquivado em 2011-05-19 no Wayback Machine.
  36. «Middle East :: UZBEKISTAN». CIA The World Factbook 
  37. a b «A Country Study: Uzbekistan». Federal Research Division. 1988–98. Consultado em 27 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2013 
  38. Pew Forum on Religious & Public life. 9 de agosto de 2012. Acessado em 29 de outubro de 2013.
  39. «The Rising Islamic State threat in Central Asia». Chicago Tribune. Consultado em 3 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2017 
  40. «Uzbekistan's real problem is not terrorism, it's politics». Politico.eu. Politico. 6 de setembro de 2016. Consultado em 3 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2017 
  41. Uzbekistan: Islam Karimov vs. the Clans. Por Gulnoza Saidazimova. EurasiaNet.org, 22 de abril de 2005
  42. «Regions». City Population 
  43. http://uihf.uz/news#tab115

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