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Usuário Discussão:Jorge alo/Arquivo 1


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DomusEditar

Favor dar uma olhadinha na discussão do artigo Domus.--Rena (discussão) 14h33min de 3 de janeiro de 2013 (UTC)

Não questionei sua competência como editor, apenas enfatizei meu ponto de vista quando a referência. Em relação ao artigo com todo gosto o melhorarei quando tiver tempo, talvez semana que vem. Essa semana infelizmente não tenho tempo, pois estou estudando para fazer uma prova daqui a poucos dias e, além disso estou trabalhando no destaque do artigo Fundação de Roma com o Pedrassani.--Rena (discussão) 15h58min de 3 de janeiro de 2013 (UTC)
Não sei se os outros editores que estão envolvidos no projeto expansionista da Roma Antiga (frase de duplo sentido, rsrs) concordariam com a eliminação do conteúdo. O que pode ser feito é, temporariamente, repormos nas ligações externas um site com a obra completa e posteriormente, quando tivermos tempo, expandi-lo. Não me recordo o nome, mas há um site frequentemente utilizado como referência que tem na íntegra essas obras latinas. Sei que o penelope têm muitos textos, mas sei que há outro também. Vou investigar e ver se adiciono. Obrigado por informar sobre o problema do site!--Rena (discussão) 18h11min de 3 de janeiro de 2013 (UTC)

Re: Rosa MachadoEditar

Caro Jorge. No que puder ajudar... Contem comigo! Um abraço. Stegop (discussão) 01h06min de 6 de janeiro de 2013 (UTC)

Re: MesquitelaEditar

Caro, peço imensa desculpa por ter estado ausente e não ter lhe estar a dar a merecida atenção às suas e as questões do HRO'Neill acerca desta matéria, mas, tenho estado em mudanças de casa e o assunto que me estou a debater que é o Primeiro de Dezembro mais a Restauração e as questões de valorização do Patriotismo, que a todos os portugueses devia unir, não me têm dado espaço para quase mais nada. Daí infelizmente ter de vos deixar um pouco sozinhos e na esperança que cheguem a "bom porto", até eu voltar em breve já com tempo de vos dar cuidadas respostas da minha parte. Um óptimo Ano para si e até breve , se Deus quiser. LourencoAlmada (discussão) 12h13min de 7 de janeiro de 2013 (UTC) ps: vou devolver uma mensagem idêntica ao nosso amigo comum, destas andanças por vezes nem sempre fáceis. Grande abraço.

Visconde de Safira e Conde de SafiraEditar

Peço-lhe ajuda quanto a estes artigos. A verdade é que isto até para mim é disparate, e se há coisa para que o Instituto da Nobreza Portuguesa foi criado foi para evitar justamente situações como esta, e para tal reconhecido notarialmente. Então veja lá que, agora, o filho adoptivo dum afilhado (mesmos nomes próprios mas nenhum apelido em comum) e o próprio afilhado do Conde de Safira se arrogam no direito de serem Condes de Safira!... Um IP e um Usuário. Mesmo que explicassem melhor as suas pretensões e não fizessem aquela borrada de página que estou sempre a ter que reverter, nunca teriam razão nas suas pretensões, nem sequer em Monarquia! Vou pedir o bloqueio deles mas, em todo o caso, agradeço-lhe que também esteja atento, considerando que também já lá andou a reverter. É o tal que deixou o nome e o e-mail. 195.245.149.70 (discussão) 17h41min de 8 de janeiro de 2013 (UTC)

Tá bom 195? Primeiro, se o Conselho atribuiu títulos ficcionais a A ou a B que nem parentes em sexto grau eram deste ou daquele real possuidor de um título histórico do passado, porque é que um cidadão filho adoptivo de um afilhado de X não há-de fazer o mesmo, com a única diferença de que aí é apenas auto-atribuição? Segundo, que diabo de relevância e notoriedade enciclopédica tem isso? Aliás, qual a mesma relevância e notoriedade de todos os «representantes» (laços de parentesco mais longínquos ou menos longínquos) de títulos que você ou qualquer outra pessoa resolvam vir aqui apontar? O que para mim tem relevância, porque corresponde a uma posição pessoal activa de defesa da reivindicação política de que os títulos voltem a existir, de que sejam reinstituídos, é o seu pedido de reconhecimento ficcional a uma associação monárquica que existiu chamada Conselho de Nobreza. Só esses para mim têm relevância porque: 1- se alguma vez, no futuro, os títulos nobiliárquicos fossem reinstituídos, esses teriam sido obreiros de tal reinstituição; ou 2- se nunca o vierem a ser, como parece que nunca o serão, porque eles foram os "últimos Moicanos". Capisci? Eu, quando repegar no assunto, só deixo em parágrafos separados os casos de atribuição de títulos ficcionais pelo Conselho e, aí, então está bem, pode-se, com fontes, explicar qual o grau de parentesco com o último titular, até para clarificar se são descendentes directos ou não. Continuo a dizer que tais casos devem ir para Anexos/Listas próprias pois não se trata de títulos reais, mas meramente ficcionais, mas para já o que é importante é clarificar toda a confusão que para aí anda entre atribuições ficcionais do Conselho e de representantes nomeados não se sabe por quem. É que nestes casos, mesmo que haja fontes (Zúquete ou outros), como é que eu sei se a pessoa em causa tinha ou tem algum desejo de ver reinstituído tal título? Ou se era até, à partida, monárquico ou republicano? Ou seja, se defendia tal reinstituição ou não? Mas já nos casos de efectiva atribuição ficcional de títulos pelo Conselho o posso dizer, ou não? No futuro, essa coisa de estarem nos Anexos/Listas de reais detentores de títulos, no passado, ou de irem para Anexos/Listas próprios pode-se decidir por exemplo por votação. Agora, o que interessa, é pôr ordem na informação. E nisso, por exemplo, também é importante fazer a real, efectiva história dos títulos que, ao longo do tempo uma dada família usou, só que apontando claramente quando é que tal e tal título passou ao desuso, se extinguiu, como é o caso dos morgados ainda durante a monarquia. Anda para aí uma vaga irracional de "reinvenção" de antigos títulos extintos. Mais um exemplo, Senhor do solar de. Veja-se o que diz o Dicionário de História de Portugal, «Solar». «Segundo os antigos forais, as quintas, casais, fazendas, herdades e outras quaisquer terras de lavoura, onde o proprietário tinha alguns assalariados que se ocupavam da respectiva cultura». Esses assalariados vêm em seguida definidos no artigo/entrada «Solarengo». A partir de dada época (já pelo menos desde o século XIV), tal designação nem sequer é exclusiva da nobreza (como aliás se pode constatar por inúmeros casos e, por exemplo, até em Felgueiras Gaio). Jorge alo (discussão) 00h29min de 9 de janeiro de 2013 (UTC)
'Tou. O Conselho apenas segue as regras de sucessão vigentes antes de 5 de Outubro de 1910, e elas não permitem tal coisa. Foi isso que, inclusivamente, provocou a queda do Conselho de Nobreza, nomeadamente com o caso do "Visconde de Faria" Arrobas da Silva. Teria relevância se, efectivamente, os indivíduos em questão fossem notáveis e merecessem artigo, o que, infelizmente, nem sempre acontece, pois muitas vezes aburguesam-se e contentam-se em ser Advogados e Engenheiros, embora vivam bem; mas, mesmo assim, se alguém usa, desde que fosse o seu herdeiro em Monarquia, um dado título, tal evento deve ser, pelo menos, referido enquanto tal, "sem favor algum de ambas as partes", já que gosta tanto de Fernão Lopes. O Conselho de Nobreza mais não faz do que renovar e continuar as mesmíssimas promessas que foram feitas através das Autorizações de D. Manuel II no exílio. Apenas isso. Em caso de Restauração Monárquica ou, até, de anexação por outra Monarquia, como a Espanhola, até retroactivamente eles se tornariam válidos, à semelhança dos títulos póstumos concedidos depois de 1947 pelo Regente Francisco Franco. Parágrafos separados, sim senhor, ou, até, se não ficar muito apertado, em rodapé. Mas devem figurar no artigo que lhes corresponde, pois não podem figurar noutro. Novamente se deve recordar os títulos usados ainda hoje em França e os seus artigos na wikipedia. Zúquete parece que tem acento. É de corrigir... Mea culpa. Quanto a ele, não sei, mas todos os vultos que contribuiram para a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira foram cooperantes com a posição dele. 195.245.149.70 (discussão) 17h38min de 9 de janeiro de 2013 (UTC)
Zúquete é palavra esdrúxula. Vá ler o artigo de Menezes Cordeiro e o que diz actualmente o Código de Registo Civil, que eu pus ambos no final da Discussão:Instituto da Nobreza Portuguesa. Não cabem nada, por isso, nos anexos dos títulos históricos nobiliárquicos. Não são títulos históricos nem nobiliárquicos quando usados por cidadãos actuais (e por isso é que a sua menção foi revogada no Código de Registo Civil: eram disposições legais sem objecto, ou seja, sem destinatários possíveis em 2007). Em rigor, é um uso indevido de antigos títulos nobiliárquicos extintos e não corresponde a qualquer título nobiliárquico actual. 195, sugiro-lhe que comece a substituir a expressão «representante», nos casos em que o possa fazer, pela atribuição de ficções de títulos pelo Conselho de Nobreza (ao menos nessa Associação, entre os seus membros, poderíamos dizer que lhes seriam devidos como intitulações de fantasia). E, por fim, A Grande Enciclopédia não é fonte bastante contra a fonte que é a ordem jurídica pública portuguesa. Aliás, agora já percebo porque é que ninguém cita Zúquete, em historiografia, e se bem que a Grande Enciclopédia possa ser citada em muita coisa, em erros crassos de intitulações inexistentes não pode. Quanto aos seus «se», na minha terra costuma-se dizer «se a minha avó tivesse rodas era um camião». E quanto aos «representantes» em abstracto, como é que você ou alguém pode, por exemplo, fazer de mim representante em abstracto ou em concreto de um qualquer calhorda de quem eu descenda ou fosse parente? É você ou Zúquete ou o diabo a quatro quem me nomeia? Sou representante em concreto (actos legais) ou em abstracto (herança ideal) se o quiser ser, e toda a afirmação de terceiros é abusiva. O que vale para mim vale para todos os seus biografados a quem está atribuída o qualificativo de «representante». São representantes à força? Independentemente de o terem ou não declarado? Por isso é que eu digo que no caso dos que recorreram ao Conselho, ai aí não há dúvidas: eles queriam mesmo sê-lo, e de facto foram representantes e actores de uma velha aspiração monárquica de que o texto de Menezes Cordeiro é um bom exemplo: a da reinstituição dos títulos nobiliárquicos. Jorge alo (discussão) 18h21min de 9 de janeiro de 2013 (UTC)
No caso do actual Conde de Safira em ficção, estamos a assistir aqui a uma variante nova, a da invocação solitária de um pretenso direito a um pretenso existente título, o que, dada toda a histeria actual relativa a todos os mais incríveis títulos que não são títulos nenhuns, não será para admirar. Mas este está a agir descoordenado com o movimento "titulárico", não é? Jorge alo (discussão) 19h20min de 9 de janeiro de 2013 (UTC)
Não cabem enquanto títulos, mas cabem enquanto fenómeno de continuidade de intitulação não legal por aqueles que teriam sido seus herdeiros em Monarquia, apenas isso, e, como tal, não podem ser referidos como titulares de facto, apenas como alguém que usou o título porque quis, tendo em conta que a ele teria direito noutras circunstâncias. Senão, como quer manter a conta deles? Se há artigos de jornal em que surge uma 3.ª Condessa de Lancastre e depois não aparece nenhuma referência ao porquê dessa intitulação... Quanto a Representante, tem razão, pois é preciso distinguir os efectivos Representantes de títulos que os não usaram durante o período Monárquico de qualquer representação de pretensão a títulos proibidos durante a República. Mas não é fantasia nenhuma quando se trata dos herdeiros dos títulos extintos, pois são os seus descendentes e não uns usurpadores quaisquer, e são títulos que houve e não títulos que nunca existiram sequer. Ninguém faz de si Representante de coisa nenhuma, a hereditariedade é que faz. São o primeiro na linha de sucessão ao que quer que tenha existido e possa voltar a existir como promessa. Que texto é esse do Prof. António Manuel da Rocha e Meneses Cordeiro? Vou lê-lo. Qualquer invocação solitária teria que seguir as regras do Direito Nobiliárquico vigente à data do fim do regime. Em casos estrangeiros, famílias que continuaram a usar certos títulos processaram pessoas que se diziam Príncipes quando os seus ascendentes nunca o foram em tempo algum. Há casos desses. O movimento "titulárico", como se pode ler em Instituto da Nobreza Portuguesa#Defesa, também tem regras. Se se pretende continuar um título que houve, também se devem seguir as regras vigentes quando ele existiu, claro. É uma questão de mera coerência. Eu abstive-me de, como disse, pedir bloqueio, tendo em conta que sou apenas um IP e ando a ser, por vezes, (per)seguido em grande parte à conta disso, mas, tendo em conta que ele continua, como se pode ver pela minha página de conversação, e você também não o quis fazer, tenho mesmo que ser eu a agir. 195.245.149.70 (discussão) 17h21min de 10 de janeiro de 2013 (UTC)
Pois, 195, mas não se esqueça também de ler o Código de Registo Civil, para ver que o que aconteceu foi exactamente o contrário da interpretação proposta por Menezes Cordeiro de um artigo de uma lei (a lei do Código de Registo Civil) contra toda a restante legislação em vigor (incluindo a constitucional. Quer dizer, um artiguinho e ainda por cima perfeitamente susceptível de uma interpretação integrada com a restante legislação, fazia o milagre de dar a volta a tudo. A hereditariedade não faz de mim nada no campo social real, senão a hereditariedade ainda andava a fazer faraós, ou os seus representantes. E se houvesse um movimento de pessoas a favor de refaraozição do Egipto, por mais que elas dissessem que X era representante deles, dos faraós, pela hereditariedade, esse X tinha todo o direito de lhes chamar malucas. De qualquer modo, a pretensão de representação nunca seria, nesse caso, de X, mas sim desse movimento de pessoas. Portanto, ter-se-ia de informar assim: «o movimento monárquico considera que o actual representante da antiga casa de X é Y». Ou, em alternativa, «o autor W afirma que o actual, etc.». Moral da história, a representação de pessoas, seja ela qual for, é uma questão social. Mas, já agora, quais são as suas fontes para esses tais representantes e representações? Por fim, cuidado que já está a usar muita argumentação teórica e de elaboração própria, e já sabe que isso não vai ser aceite.
  • Uma proposta: nos casos em que houve mesmo intervenção do Conselho (o Instituto parece que não se mexe), eu acho que nos Anexos/listas o melhor seria haver uma nota a remeter para um bom artigo sobre o Conselho e para um anexo lista de intitulações por ele atribuídas. Certamente que muitos leitores teriam curiosidade e clicariam nas ligações internas. Acho que isso seria mais digno do que a informação de que «o título não válido de X foi atribuído a Y pela associação monárquica de W. E quanto a informação do tipo «o movimento monárquico ou a associação monárquica ou o «zézinho» monárquico X, autor de livros, consideram que Y é o actual representante do título de W, independentemente da vontade de Y, que não se sabe qual é». Acho que você concordará comigo que isto não é «lá muito bem». Jorge alo (discussão) 23h48min de 10 de janeiro de 2013 (UTC)
Pois caso não saiba eu até sou a favor de que se encontrem os descendentes dos Faraós, como se sabe dos descendentes de Genghis Khan. Claro que não se pode ter a certeza de qual seria o representante, mas não teria nenhum direito de lhes chamar malucas porque o ADN não mente, e numa linha de sucessão por descendência eles teriam o seu lugar de facto. As representações são simples, são as que vigoraram durante a Monarquia, e que são, portanto, as que vigorariam se houvesse ou fosse restaurada. Não é teoria nenhuma, é o critério usado durante a Monarquia e respeitado posteriormente pelo Conselho de Nobreza, que (quase) sempre o seguiu. Continua a insistir!... Da mesma maneira que o filho do titular em Monarquia, ou, à falta de filhos, a mais velha das filhas, era susceptível de ter o seu título renovado, também se seguiu a mesma prática até hoje. Só isso. Sinceramente, como é que pode, sequer, levantar essa questão. Toda a gente sabe que os títulos hereditários ou tendencialmente hereditários, automáticos ou com autorização, em França ou em Portugal, por definição, passam de pai para filho. 195.245.149.70 (discussão) 17h47min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)
O ADN, até agora, não é susceptível, tanto quanto se saiba, de comportar títulos sociais, nem dos faraós nem de nada. E o direito do tempo da monarquia, em Portugal, não existe mais. Fiz uma proposta e fiz-lhe uma pergunta. Gostaria que comentasse a proposta e respondesse à pergunta, a saber (quanto à pergunta): quais são as suas fontes para os «representantes» e as, forçosamente antecedentes, «representações». Tem-nas ou não tem? Jorge alo (discussão) 18h49min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)
Num sistema de promessa de títulos aplicam-se as regras que estão intrinsecamente ligadas a esses mesmos títulos. Não se pode querer ter Sol na eira e chuva no nabal. Quanto às representações, por vezes meras representações genealógicas de família, esse é o simples sistema de primogenitura que sempre vingou. Como é natural, se o meu pai teve um título e era Chefe duma Família e eu sou o primogénito dele, como sempre foi, eu seria o seu natural sucessor. É com base nesse simples sistems de primogenitura que é redigido o Anuário da Nobreza de Portugal. 195.245.149.70 (discussão) 17h05min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)

Okay, 195, nada contra, é dizer nos artigos (só que com fontes) que os sectores monárquicos A e B, ou os autores monárquicos A e B, consideram como representante dos anteriores titulares do título W, no plano cultural, o cidadão X ou Y. Eu até nem me oponho porque já disse que o que de momento me interessa é que toda essa informação sobre "titulares" e "representantes" seja esclarecida e bem esclarecida. Mas já quanto a contratos-promessa e aos seus hipotéticos efeitos em hipotéticas anexações territoriais ou em hipotéticas alterações da forma do Estado português, você certamente compreenderá que, para podermos editar tão magnífica descoberta, precisaremos de fontes solidérrimas, por exemplo, o teor de um desses célebres «alvarás» do Cons. de Nobreza, onde esse Concelho eventualmente se comprometesse, em nome de alguém, caso alguma vez se reconstituísse a monarquia, a A ou B ver então ser-lhe reconhecido o título de Y. É que não há contratos-promessa obrigacionais sem que lá constem as hipotéticas ou eventuais, ou eventualíssimas futuras obrigações. E mesmo isso só poderia ter efeitos pessoais, pois poderia sempre suceder que a hipotética lei que regulamentasse tal hipotética situação impedisse o cumprimento do hipotético contrato-promessa. Mas já acho muito bem que se explique como o Conselho deveria ter atribuído os seus títulos ficcionais (coisa que não fez em vários casos, como você muito bem já referiu), até porque acho que há um longo trabalho a propósito disso do Prof. Albuquerque que pode servir como fonte. E agora deixando-nos de "paleio" e passando às fontezinhas: Quais são as suas fontes para os chamados «representantes» tout court, ou seja, pessoas às quais nem o conselho nem ninguém atribuiu qualquer título ficcional? Jorge alo (discussão) 19h50min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)

RES: Nobiliário de Famílias de PortugalEditar

Estou a analisar mais profundamente o caso. A questão aqui é que o artigo versa sobre a fonte primária, não sobre as famílias. A secção "índice" é apenas isto, o índice do livro, não informações sobre as famílias, nesse caso sim, seriam necessárias fontes mais atualizadas. Mas a questão mais importante a discutir ali é será que aquele índice tem que estar no artigo? Talvez, se fosse um anexo de apelidos de família. Desculpas pela demora em responder, ando um pouco sem tempo, mas podes falar comigo, que assim que puder, responderei. Cpts! Madalena (discussão) 09h51min de 10 de janeiro de 2013 (UTC)

REEditar

A verificação pode ser pedida de modo que usuários sejam verificados numa determinada Wikipédia. Isso se houver demonstrado indícios de uso abusivo de contas de acordo com o explicado em WP:SOCK. Não é possível pedir verificação de contas pelo simples fato de elas editarem o mesmo artigo; deve haver mau uso. O fato de haver um possível mau uso numa determinada wiki, geralmente, não é razão para que seja feita verificação em outra.—Teles«fale comigo» 06h46min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)

Não existe nada específico sobre isso, mas são aqueles casos em que faz sentido usar a ferramenta de acordo com a regras de verificação. Se o padrão de comportamento é repetido em várias wikis, se já houve comprovação por verificação em pelo menos uma wiki e se esse mau uso ocorre na wiki onde pretende pedir verificação, provavelmente o pedido será atendido.—Teles«fale comigo» 01h58min de 12 de janeiro de 2013 (UTC)
Acredito que o pedido para reavaliar um administrador lá deve ser feito de acordo com es:Wikipedia:Revalidación de bibliotecarios.—Teles«fale comigo» 02h01min de 12 de janeiro de 2013 (UTC)

Wikipédia:Votações/Protesto e paralisação por 24 horasEditar

  Caro(a) editor(a), esta é uma mensagem de aviso que está recebendo, pois algum editor encontrou erros em uma de suas edições, na página "Wikipédia:Votações/Protesto e paralisação por 24 horas". Apagar conteúdo válido, copiar textos ou imagens de outros sites sem autorização, fazer propaganda, inserir textos sem sentido ou afirmações que sabe serem erradas e usar palavras ofensivas são erros comuns e é possível que tenha cometido um deles. Se quiser experimentar o software da Wikipédia, pode fazê-lo na página de testes, à vontade. É preferível que se informe com o editor que desfez sua ação e que não insista no erro. Visite nossa página de boas-vindas. Obrigado.

Consulte: Políticas | O que a Wikipédia não é | Edição | Não fazer | Erros comuns | Imparcialidade | FAQ | Comportamento | Página de usuário | Ajuda

Gustavo fala!!-fiz 13h39min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)

Ainda não começou, e pelo que vi não vai começar. Gustavo fala!!-fiz 13h40min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)
É assim mesmo. Sempre são criadas mas dificilmente executadas. Abraços. Gustavo fala!!-fiz 14h05min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)
Okay, Gustavo. E acho que é o melhor, pois parece-me que o Chico não iria querer que nós fizéssemos algo, e também me parece que aquilo foi mais uma tentativa em desespero de causa do ministro do que outra coisa. Acho que no fim vai acontecer o que eu disse: um verbete próprio, se calhar, aqui na Wikipédia, para o incidente. Jorge alo (discussão) 14h14min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)

AyalaEditar

Obrigado Jorge. Uma das edições já constava da bibliografia; adicionei a outra. Abç. --Stegop (discussão) 23h18min de 11 de janeiro de 2013 (UTC)

Oliveira MarquesEditar

De acordo! Modificação feita. Abraço Acscosta (discussão) 13h52min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)

Re:Cortes de Atouguia 1375Editar

Olá, Jorge. No momento, ainda não posso eliminar o artigo referido, pois ele tem afluentes e é preciso que alguém o indique para eliminação. Gabriel Yuji (discussão) 16h53min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)

Sim, ainda é preciso mandar para ER em R1. Gabriel Yuji (discussão) 19h19min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)
É que eu achei você havia esquecido ou não sabia como fazer então eu mesmo mandei. Boa sorte, com o restante dos artigos. Gabriel Yuji (discussão) 21h24min de 14 de janeiro de 2013 (UTC)

RE: Pedido de ajuda para a apresentação de artigoEditar

Olá, Jorge alo. Você tem novas mensagens na página de discussão de JotaCartas.
Mensagem adicionada à(s) 20h06min de 14 de janeiro de 2013 (UTC). Pode retirar esse aviso a qualquer momento removendo a predefinição {{resposta}} ou {{R}} .
Viva Jorge, a imagem é de uma foto de 2008, eu somente alterei as cores e coloquei uma mascara de envelhecimento para se integrar no 'espírito/época' do artigo .. claro que o ano de 1376 é brincadeira .. hehe. Abrç --JotaCartas (discussão) 06h12min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)

Re:Redirect de Molina de AragónEditar

Oi. Mesmo assim o redirecionamento seria válido... com ou sem afluentes. E parabéns pelo trabalho que está fazendo no combate ao spam, eu admiro isso e espero que continue! Boas, Érico Wouters msg 17h59min de 16 de janeiro de 2013 (UTC)

RespostaEditar

OOO Jorge meu amigo...[pausa dramática] Você me fez perder muito tempo com a mensagem sabia. Se é um desejo da comunidade, e de é tão ridículo assim. Retire a marcação e cancele a proposta colega. Eu não tenho todo o tempo do mundo...[humor negro] Boas. --Zoldyick (discussão) 19h07min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)

Não estou acostumado a fazer isso mas   Feito. E enquanto a votação? Eu não tenho muito tempo para tal. --Zoldyick (discussão) 19h16min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)
Quer ver algo mais interessante ainda. <<"Disse o lobo da montanha", quando chegava a hora de ser dito que a "verdade" não tem dono já que 5+5 é = há 4? não é mais 9 não! E que o ouro do tolo se foi junto com a vida que o porquinho achava ser "relevante", pois o tempo já estará perdido, assim se cala.>> [humor escuro] --Zoldyick (discussão) 19h46min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)
  Feito. Eu também ainda não entendi o seu enigma então creio que assim ficamos empatados amigo. Boas edições, e ô... Sem magoas eim, pelo menos da minha parte! :D --Zoldyick (discussão) 19h54min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)

CorrecçõesEditar

Alvará é só um nome. Corrigir mais só vai complicar mais, especialmente por causa dos redirecionamentos. 195.245.149.70 (discussão) 19h14min de 17 de janeiro de 2013 (UTC)

As fontes até certo ponto encontram-se no Anuário da Nobreza de Portugal. À parte disto, tem havido um diferendo sobre os elementos que devem ficar nos artigos de José Pacheco Pereira e Mafalda Veiga, e que alguns editores consideram demasiado genealógicos mas que, em ambos os casos, se resumem apenas aos nomes de cônjuge e dum único filho. Como é que eu devo fazer? Apago só o nome do filho? Até o artigo de Meryl Streep da wikipedia Inglesa pode ter os nomes dos filhos, e só na portuguesa é que não... Se puder resolver por mim, que é Usuário registado, agradeço. 195.245.149.70 (discussão) 16h38min de 25 de janeiro de 2013 (UTC)
Então se há fontes até certo ponto é fazer as afirmações só até esse «certo ponto», dizendo, por exemplo, que «segundo o anuário da Nobreza de Portugal...», etc. 195, quanto ao resto vai ter «que se safar» sozinho, pois eu vou entrar no «limbo». Espero que daqui a um par de meses, quando voltar, vocês já tenham corrigido toda a informação que discutimos, e a hajam corrigido de um modo razoável. Lembrem-se que estão na Wikipédia e não se ponham a inventar terminologia nem a desenvolver teorias esquisitas, nem a caracterizar como alvarás documentos particulares sem qualquer efeito legal, só porque têm uma designação de fantasia homónima, por exemplo. Restrinjam-se às fontes e tenham em conta a opinião dos outros editores. Abraço e até daqui a uns meses. Jorge alo (discussão) 17h05min de 25 de janeiro de 2013 (UTC)

RE: Recursos de «História e sociedade»Editar

Olá. Estou completamente aflito com falta de tempo disponível neste momento. Espero que isto seja uma situação passageira. Por esse motivo, peço desculpa de não estar a responder às Vossas questões. De qualquer das formas estejam à vontade para continuar a utilizar a minha PDU para que as discussões não fiquem dispersas. Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 14h01min de 19 de janeiro de 2013 (UTC)

Sim, história geral de Portugal parece-me bem. Abs, EuTugamsg 21h00min de 28 de janeiro de 2013 (UTC)

Oi JorgeEditar

Estive aqui lendo alguns tópicos sobre as políticas da WP, tentando encontrar algo que sustentasse a permanência de trechos de livros. Existe dentro da política de conteúdo restrito, na seção "3 - Texto". Mas justamente esta permissãoeu nunca usei. Eu sempre notei outros editores comentando que é proibido mesmo citar trechos de poesias e canções em qualquer verbete...No entanto, veja estes artigo (eles contêm trechos de poemas): Mário Quintana e Friedrich Hölderlin. O que acha de perguntarmos na esplanada? Também tenho dúvidas! Fernandobrasilien (discussão) 21h13min de 20 de janeiro de 2013 (UTC)

Reversor(a)Editar

Caro(a) usuário(a), informo que lhe atribuí o estatuto de reversor(a). Por favor, apenas tenha em mente:

  • O estatuto possibilita a utilização de determinados scripts, como o Huggle, alguns dos quais bastante complexos. Portanto, seja cuidadoso(a).
  • Com ele, você também tem acesso à lista de páginas não vigiadas, que são suscetíveis a vandalismos. Seu conteúdo não deve ser divulgado.
  • Você poderá também bloquear usuários anônimos e não-confirmados que cometerem vandalismo destrutivo e vandalismo leve (consulte a política de bloqueio se tem dúvidas) por um período máximo de 24 horas.
  • A ferramenta de reversão deve ser empregada apenas em casos de vandalismo óbvio.
  • Este estatuto não lhe confere qualquer autoridade especial.
  • O abuso da ferramenta de reversão poderá ocasionar sua retirada por qualquer administrador.
  • Por favor, leia a nossa ajuda sobre como reverter edições e a página informativa sobre os reversores para saber exatamente como a ferramenta funciona.
  • Você poderá testá-la na página de testes.
  • Existe a possibilidade de incluir em sua página de usuário a userbox {{Wikipédia:Userbox/Reversor}}, para fins de identificação.
  • Se, por qualquer motivo, decidir que não deseja mais usufruir desta permissão, entre em contato comigo e assim poderei removê-la.
Se tiver quaisquer dúvidas, por favor, não hesite em contatar-me. Boas reversões! Biólogo 32 What? 18h55min de 1 de março de 2013 (UTC)
Já faz algum tempo que a concessão do estatuto deixou de estar obrigatoriamente atrelada a um pedido formal. Desde que o usuário faça jus, qualquer administrador pode concedê-lo (e você, com toda a certeza, preenche os requisitos). Boas! Biólogo 32 What? 03h05min de 3 de março de 2013 (UTC)

OrganizaçãoEditar

Bem vindo de volta. Não há assim grandes novidades para além do facto de nas últimas semanas isto ter sido invadido por trolls, socks e contas de ataque. Já que está por aqui, dê uma olhadela a Wikipédia:Esplanada/propostas/Categorização_de_pessoas_lusófonas_(24fev2013). Resumo da situação: apesar de em qualquer sítio, arquivo, instituição ou biblioteca do mundo lusófono se indexar os autores pelo último nome [ALO, Jorge], parece que querem implementar aqui a novidade de categorizar pelo primeiro nome. Seria interessante falar com a Rosa para ver se arranja uns links de normas de arquivística em Portugal e no Brasil. Polyethylen (discussão) 18h04min de 2 de março de 2013 (UTC)

Pode explicar-me, por favor.Editar

Porque é que disse que não eram verdade duas coisas: que o Conde ou titular feudal duma terra não era uma espécie de Governador dela, e que a sucessão em Portugal não era feita de pai para filho, passando apenas por filha quando não havia filhos - não foi por isto que se promulgou a Lei Mental e para exceptuar isto que se criaram as dispensas da Lei Mental? HRO'Neill (discussão) 17h38min de 8 de março de 2013 (UTC)

Tem que me localizar a discussão em que eu teria feito as afirmações que refere, porque não estou a ver o contexto, nem a perceber as questões postas. De qualquer das maneiras, alguns dados: as jurisdições,na época medieval, são imbricadas: podia e em muitos casos havia uma série de jurisdições sobre um mesmo território. É pensar, hoje, como situação paralela, nas competências dos tribunais especializados em: direito comercial, administrativo, etc. Só que na altura essa teia de jurisdições era mais: jurisdição real, jurisdição do senhor (religioso ou laico), jurisdição concelhia. Este quadro que estou a dar dos poderes jurisdicionais já corresponde ao final da Idade Média. A forma da sucessão hereditária também se foi alterando, assim como o que entrava na sucessão (em quais bens e direitos se sucedia). Uma coisa eram os bens de raiz (exemplo: os dos infanções, nobreza de linhagem), outra coisa os bens, ou melhor, bens e direitos concedidos ou cedidos pela Coroa (exemplo, na primeira parte da Baixa Idade Média: os ricos-homens, cuja posição não resultava da sua linhagem). Quanto aos filhos, o regime da sucessão (quais os filhos que herdavam), ele também foi variando. Nem de longe nem de perto, durante a maior parte da Idade Média, o herdeiro era o filho varão primogénito.
Uma fonte óptima para começar a estudar isto (para procurar os capítulos que interessam, ver os índices dos volumes, se não estou em erro, no fim do ditos cujos): Gama Barros. Abraço, Jorge alo (discussão) 22h17min de 8 de março de 2013 (UTC)
Pois é, você é Medievalista. Mas a verdade é que a legislação nobiliárquica sofreu várias alterações até 1910, e há muito que as linhas de sucessão irregulares tinham caído em desuso. Do século XVI em diante, quando os títulos começaram a ser mais numerosos, há muito que a linha de sucessão se tinha estabelecido e uniformizado, salvo algumas excepções, como a do Morgado de Carvalho. HRO'Neill (discussão) 17h43min de 12 de março de 2013 (UTC)
O'Neill é legislação nobiliárquica (própria dos nobres) de sucessão. Se tem fontes, faça sobre isso um bom artigo. Se não tem, tem que começar a reunir e investigar o material para poder falar sobre o assunto à la catedrático (e deixe lá o que é que eu sou ou deixo de ser e olhe mas é para os textos). O regime de morgadio, a "imitação" dos princípios da sucessão da coroa (ver o artigo sucinto do Dicionário de História de Portugal, que não é mau, e também o artigo sobre a lei mental do mesmo dicionário) pelos nobres, etc., até muito depois da Idade Média, coexistiam e eram enquadrados pelas regras do chamado direito visigótico. Herdavam filhos, filhas e, se calhar, para além do abade, também o cão. João Pedro Ribeiro diz «até D. José I», portanto, veja lá o que é que então aconteceu. O regime da lei mental era para os bens concedidos pela coroa e, no fundo, veio contrariar o que era então a regra: poderem herdar todos os filhos legítimos (entre os nobres) como herdeiros necessários. Quanto à sucessão neste tipo de bens, aliás como nos títulos nobiliárquicos, a coisa prende-se com o serviço ao rei, que também é serviço "público", serviço à "nação" («natural», «naturais»), o que é entre nós teorizado desde, pelo menos, o reinado de Afonso IV e o ano de 1326. Aliás, aqui, «naturais» (nacionais) e «povo» estão claramente identificados como uma e a mesma coisa, e vir contra eles, naturais, ou ele, povo, é crime de traição. E mesmo quando os bens de juro e herdade deixaram de estar sujeitos a uma normal confirmação, eles, tivessem vindo dos bens da coroa, ou fossem transmissão hereditária da própria família, não estavam livres duma "confirmação ou não confirmação extraordinária capital", como por exemplo se fez aos Távora no tempo de D. José I. E a «desconfirmação ou não confirmação extraordinária capital» total e geral veio com a implantação da República, tanto para o último morgadio como para as titulaturas: a nação resolveu acabar com isso. E bem pode você mais os seus «coordenados» tentarem transformar a Wikipédia pt numa «Nobropédia» assanhada, que não é por isso que a realidade política e social se vai alterar...nem sequer o código do registo civil, "à la Menezes Cordeiro". Abraço, Jorge alo (discussão) 00h10min de 13 de março de 2013 (UTC)

BibliotecaEditar

Hola Jorge_alo, hemos coincidido en la es.wiki en alguna ocasión. Llevo poco tiempo participando aquí y el usuario Stegop me ha sugerido que incluya mi biblioteca en la del proyecto. ¿Me podría explicar como hacerlo? Si alguien estuviera interesado en algunas páginas de los libros/artículos, podría escanearlos y enviarlos. Me dedico bastante a las genealogías medievales de la península ibérica y espero poder aportar constructivamente. Un saludo, --Maragm (discussão) 08h25min de 10 de março de 2013 (UTC) pd.. me defiendo bastante en portugués y también soy bilingue y puedo comunicarme en inglés. Utilizo el traductor de Google para cuando escribo en portugués y después reviso, aunque alguna ayuda me hará falta para que quede correcto.

Obrigada, Jorge. Pediré ayuda a Stegop para la biblioteca y gracias también por la lista de los libros. Una obra que me gustaría consultar pero que no encuentro es: SÃO PAYO, Luiz de Mello Vaz de. A Herança Genética de D. Afonso Henriques. Porto: Universidade Moderna, 2002. Si la tiene o sabe donde puedo encontrarla, se lo agradecería. También muchas veces no puedo colaborar por trabajo, pero espero poder aportar poco a poco. Abrazos, --Maragm (discussão) 10h19min de 10 de março de 2013 (UTC)
Muchas gracias por el contacto para comprar el libro. Veo que se utiliza mucho como referencia y me interesa mucho consultarlo. Sobre el resto que me comenta, ya traduje un artículo completo de la es.wiki, Elvira Garcia, que Stegop amablemente revisó.
Trasladé a Elvira Mendes de Melanda, nombre que no aparece en ninguna fuente que he consultado, a Elvira Mendes (morta em 1022) para diferenciarla de Elvira Mendes de Coimbra que también fue reina. A la última también la trasladaré ya que el “de Coimbra” tampoco es apropiado y pondré el año de su defunción también entre paréntesis. Normalmente, para homónimos si quiero diferenciarlos, utilizo el apodo (si tienen), fechas de nacimiento-muerte, o título entre paréntesis pues tampoco me gusta añadir un segundo apellido cuando no corresponde con lo que está documentado.
He visto varios artículos en pt.wiki de los “Coimbra” que también voy a cambiar y quitar el “Coimbra” cuando no corresponde. Creo que hay una confusión con los títulos de conde en la alta edad media, pues sabemos que no eran títulos hereditarios, más bien tenencias, que no necesariamente pasaban de padre a hijo.
También veo que en varios artículos sobre personajes gallegos o del condado Portucalense de la alta Edad Media se les denomina o categorizan como “fidalgos portugueses” cuando en realidad en esa época ni existía Portugal ni España y lo que había eran varios reinos y condados.
También aclaro que siempre borro cualquier link a Genallnet pues considero que no es una fuente fiable, así como links a páginas personales de genealogía que no son fidedignas y son de usuarios que cuelgan sus genealogías en internet copiando errores. Suelo fiarme más de fuentes modernas ya que se ha investigado bastante desde el siglo XVI y se han aclarado varias genealogías que eran erróneas. Hasta Salazar y Castro cometió varios errores que han sido aclarados posteriormente.
Por otro lado, también quisiera que me aclarara, para no cometer errores, la mejor manera de escribir los nombres. Por ejemplo, veo que algunos se apellidan Ordonhes y otros Ordoñes; Gonçales o González (siempre hablando de personajes medievales, no contemporáneos) para utilizar siempre la misma grafia. No soy Española, vengo del otro lado del Atlántico, y tengo sangre española y mucha portuguesa, así que no estoy defendiendo ningún nacionalismo, solamente las fuentes más fiables y la verdad. En la es.wiki también tuve discusiones con usuarios que no les gustaba que dijera que tal linaje realmente no desciende del rey Bermudo II, por ejemplo, y creo que hay muchas genealogías inventadas que hay que rebatir. Y hablando de Bermudo II, creo que también hay que aclarar que la filiación que aparece en pt.wiki es una de las sugeridas ya que varios historiadores serios también consideran que fue hijo legítimo y que su madre fue Urraca Fernández, la legítima esposa de Ordoño II.
Sé que está ocupado así que no tengo prisa y puede contestarme cuando tenga un momento libre. Muchas gracias otra vez y saludos, --Maragm (discussão) 10h04min de 11 de março de 2013 (UTC)
Gracias otra vez por todas las indicaciones. He consultado a Mattoso así como a Fdz Almeida y a Pizarro de Sotomayor y los tres me parecen muy buenos y serios. De los españoles contemporáneos, también los hay, como Margarita Torres Sevilla, Jaime de Salazar y Acha, Martínez Díez, Alfonso Sánchez Candeira, Estapa Díez, etc. A pesar de todo, siempre es necesario contrastar pues creo que todos cometen algún error y solamente contrastando y consultando la fuente primaria, como los cartularios, colecciones diplomáticas, tumbos, etc. se puede llegar a la verdad. Por ejemplo, el otro día estaba consultando la obra sobre los patronos del Mon. de Grijó, que también hace tiempo bajé de Internet. Sobre Martín Alfonso Téllez de Albuquerque (Martim Afonso Telo, página 226) dice que casó dos veces, la primera con una señora desconocida y la segunda con María Anes de Aboim que ya era viuda en 1278. Sin embargo…
1285, junio 15 (Mon. S. Pedro de la Espina, documento 17): Testamento de Martín Alfonso Téllez de Albuquerque, otorgado en Zamora. Se declara hijo de Alfonso Téllez y de Teresa Sánchez. A su mujer, Mencía, le deja lo que tiene en Villa de Conde, en Regusi, en Avellaneda, en Pedra Redonda, y un quiñón que tenía de su hermana María Alfonso. :A su hija Teresa Martínez, lo que tiene en Almallafes y en Apemella, más otras heredades. Menciona a su cuñado Gonzalo Gómez, que le debe dinero sobre la heredad de Frechilla. A su hija María, le manda cuanto tiene en Acodossierra y en Ulvayra, y en Para.:También deja mandas para sus hijos Alfonso Mtz, Velasco Mtz, y Gil Mtz. Manda a su sobrino D. Alfonso, hijo del infante de Molina su derecho en el castillo de Albuquerque. A su sobrino Gonzalo Yannez el derecho en Frechilla. A su sobrina María Alfonso, hija de su hermano D. Alfonso Téllez, la mitad de lo que tiene en Villaries y en Valloria.
Lo mismo pasa con la famosa Aldonza Rodríguez, supuestamente hija de un Castro, que no figura en ninguna parte como su hija, y que es señora de Vizcaya. Salazar y Acha dice que es de la casa de los Vela (Vélaz), y es casi seguro que así sea si se consulta el cartulario de Santa María de Meira (que se puede bajar entero de Internet en [1] (hay que registrarse como usuario pero es gratis), donde ella figura en algunas ocasiones junto con sus hijos y el resto de la parentela haciendo donaciones o ventas de propiedades en Galicia (esto antes que una rama de los Castro se asentara en Galicia). Es un tema apasionante, pero hay que tener mucha paciencia. Saludos y ya estamos en contacto (también tengo unos días complicados de trabajo). --Maragm (discussão) 16h44min de 11 de março de 2013 (UTC)


Otra vez, gracias por las referencias que estoy apuntando. Hoy me contestaron de la librería en Oporto y no tienen el libro. Seguiré intentando a ver si lo encuentro. Pego otras referencias que se pueden bajar de internet. La primera especialmetne es buenísima:

O Mosteiro de Santo Tirso de 978 a 1588 [2]

Os primeiros documentos de Santa María de Salzeda (Até à mort da Fundadora) [3]

Estudios mindonenses (En el último numero, el Tumbo Viejo de Lugo) [4]

Las encomiendas gallegas de la Orden Militar de San Juan de Jerusalén [5]

Saludos y gracias, --Maragm (discussão) 13h43min de 12 de março de 2013 (UTC)

Wikipédia:Fusão/Central de fusões/Visconde de Safira; Conde de SafiraEditar

Agradecemos a sua colaboração aqui, por favor. Certas pessoas não têm limites na sua desonestidade, fora o resto... HRO'Neill (discussão) 17h39min de 12 de março de 2013 (UTC)

Também em João Jorge Maria de Melo Ulrich. HRO'Neill (discussão) 17h49min de 12 de março de 2013 (UTC)
O'Neill, você pode ter toda a razão mas eu não vou mesmo poder ajudar em nada de concreto: estou fora de "serviço" para muitos meses. A única coisa em que posso ajudar é em dar "pistas" e indicações de carácter geral, ou indicar fontes que conheço. Estou mesmo pelos cabelos de trabalho pessoal. Abraço, Jorge alo (discussão) 00h26min de 13 de março de 2013 (UTC)
Lamento que tenha tanto trabalho. Tendo o seu trabalho em consideração, não o maço mais. HRO'Neill (discussão) 19h20min de 15 de março de 2013 (UTC)
Não maça nada, pode sempre falar do que quiser, que se eu puder dar alguma ajuda com o que sei dou. Agora o que não posso mesmo é estar-me a envolver em elaboração de artigos, polémicas sobre esta ou aquela questão, etc: só porque não tenho tempo, e não por qualquer outra razão. Quase tudo o que você defende, pior ou melhor, até pode ser aqui referido, pois há fontes ou correntes de opinião e, num ou noutro caso, até "escolas" académicas a defender, mais ou menos, este ou aquele seu ponto de vista. As minhas "sovas" (salvo seja!) nas suas teorias são de carácter epistemológico: você diz «é», e eu digo que «A ou B defendem que é», mas contra, por exemplo, as sucessivas constituições desde 1910, o código do registo civil, as sentenças do supremo tribunal de justiça, etc. Isto quanto aos «nobres». Tenho pena de não ter tempo, porque até se podia começar a tentar, em conjunto, "consertar uns artigos". Porque é que você não tenta fazê-lo sozinho? É fácil: ponha-se no papel de deus e do diabo, ou seja, refira os dois lados da questão, mas caracterize as coisas devidamente, por exemplo, não se ponha a dar carácter institucional à república numa monarquia, nem à monarquia numa república, nem se ponha a fazer da opinião de dois ou três académicos ou "especialistas", ou até duma corrente historiográfica ou de opinião académica minoritária, em qualquer ciência social, a corrente maioritária e detentora da opinião mais certa. Ponha «cada macaco no seu galho». Abraço, Jorge alo (discussão) 08h52min de 16 de março de 2013 (UTC)

Proyectos...Editar

Buenos días, Jorge, Con mucho gusto organizaré esa página con los recursos españoles. Hoy quería hacer otra cosa...traducir el artículo de García Ordoñes desde la es.wiki, donde colaboré y tengo bastante documentación y fuentes, para después ir poco a poco corrigiendo los Castro. La información en el artículo actual de Garcia Ordoñes es errónea. Nunca casó con Urraca de Zamora porque casó con otra Urraca (la infanta Urraca Garcés) y, además, Urraca de Zamora nunca casó. Veo que en pt.wiki tienen a Fernando Sánchez de Aragão, hijo de Sancho I de Aragão como genearca de los Castro. Esto no es cierto. Primero, ese Fernando no existió ya que el rey Sancho no tuvo ningún hijo llamado Fernando que esté documentado (tal vez habría que borrar ese artículo de Fernando Sánchez de Aragão o proponerlo en una consulta de borrado. Tengo bastante estudiada la genealogía de los primeros Castro y es diferente a la mencionada aquí. Entonces, habría que cambiar totalmente el artículo sobre Osório Garcia de Cabrera (no lo tengo documentado) ya que el conde García Ordóñez NO tuvo ningún hijo llamado Osório. Además, creo que el escudo de Cabrera que aparece en ese artículo tampoco corresponde pues en todo caso, no estaríamos hablando de los Cabrera (catalanes) más bien de otros que eran tenentes o señores en Cabrera pero no en Catalunya. Ayer terminé Sancho Garcês, también traducido desde la es.wiki de un artículo que redacté ahí. Habría que echarle un vistazo a ver si la redacción en portugués es correcta. Un abrazo,--Maragm (discussão) 09h32min de 16 de março de 2013 (UTC) pd...comentaré este mensaje también a Stegop.

Garcia OrdonhesEditar

Caro Jorge, ya leí lo del "far west" medieval...es muy esclarecedor. Ahora, con otro personaje de esa época. He traducido y referenciado casi todo el artículo sobre el conde Garcia Ordonhes de la wiki en español. Este es un personaje fundamental por su importante descendencia (los Castro y los Aza).

Veo que existe en pt.wiki un artículo sobre Osório Garcia de Cabrera y que aparece como hijo de este Garcia Ordonhes (improbable y sin documentar) y de la infanta Urraca de Zamora (no casó ni tuvo descendencia). No sé como arreglar ese artículo ya que no tengo las fuentes utilizadas (se cita Felgueiras Gaio, Vol III, p. 288 (Cardosos), pero no encuentro esa genealogía en esa página). Las otras referencias Genealogy.euweb.cz y la de la Dinastias reais de Navarra, tampoco son buenas fuentes ya que son páginas personales de genealogía. Obviamente, borre en el artículo la ref. de Geneallnet.

Aparte de esta filiación errónea, es imposible que García Ordóñez (fallecido en 1108) tuviese una nieta llamada Dordia Osóres nacida en 968, casada con Trastamiro nacido en 980; es decir, la cronología es totalmente imposible. Por eso no sé que se puede hacer con el artículo de Osório Garcia de Cabrera (es un buen candidato para borrado).

En el artículo que he revisado, Garcia Ordonhes, también he añadido una fuente muy buena que se puede consultar y bajar de Internet, la de Sánchez de Mora, lo mejor que se ha escrito últimamente sobre la Casa de Lara. Un abrazo, --Maragm (discussão) 14h43min de 16 de março de 2013 (UTC)


Ok, voy a leer las instrucciones y lo pondré para borrado y avisaré al autor. Ya había intentado entrar en la página de los Cardosos tal como me has comentado, pero no encuentro esa página ni esa información. Ahora estoy con otro, un hijo de García Ordóñez de quien vienen los Castro. Muchas gracias por la ayuda y la paciencia. --Maragm (discussão) 18h12min de 16 de março de 2013 (UTC)
Ordonhez está bien. ¿Lo muevo yo o tú? Sí, hay que tener mucho cuidado con los antiguos genealogistas, incluso con Salazar y Castro "el príncipe de los genealogistas". Hoy hay más documentación disponible y los historiadores/genealogistas modernos, para mí son más fiables. Muchas veces, las genealogías verdaderas son más "nobles" que las tradicionales, pero cuesta convencer a mucha gente y siempre aparecen todas esas genealogías erradas en las páginas personales de genealogía que abundan en Internet. Abrazos, --Maragm (discussão) 18h44min de 16 de março de 2013 (UTC)
Ok, estoy terminando a Fernando Garcia de Hita y después muevo a García Ordóñez. Good night, hasta mañana. --Maragm (discussão) 19h56min de 16 de março de 2013 (UTC)
Buenos días, Jorge. He subido al ciberespacio uno de los artículos que utilizé como fuente para Fernando Garcia de Hita y para su hijo Rodrigo Fernandez de Castro. Si te interesa, lo puedes descargar aquí Un abrazo, --Maragm (discussão) 13h29min de 18 de março de 2013 (UTC)

El texto de Salazar y Acha tiene copyright y solamente lo he subido (estará hasta el 1 de abril en el ciberespacio) para tu información y para Stegop. Ahora miro a Garcia Ordonhez a ver y a aprender de las correcciones. Tambien ahora consulto las fechas de Sancho Alfónsez. Su fecha de nacimiento es un tema muy controvertido y hay muchas opiniones. Dame un momento y lo busco. Abrazos,--Maragm (discussão) 14h01min de 18 de março de 2013 (UTC) pd...ya arreglé las fechas del nacimiento de Sancho, era una errata y debería ser el 92, no 72.

Sobre a página João Henrique Ulrich, Jr.Editar

Olá Jorge! Como vai? Estou passando essa mensagem a membros do projeto História que podem ajudar. Se puder, opine se o biografado citado no título da secção é relevante, e analise as fontes, pois a página corre o risco de ser eliminada e, para mim, ela cumpre os critérios. Mas queria saber sua opinião que é importante. Grato! Grandes abraços!!!!! Mar França (discussão) 04h14min de 20 de março de 2013 (UTC)

Tá bom, Mar? Como já disse um pouco mais acima ao O'Neill, não me posso meter em coisas "sérias" porque não tenho mesmo tempo nenhum. Só para lhe dar uma ideia: presentemente, para além de estar a trabalhar em 7 (sete) crónicas medievais, transpondo-as para português moderno, a transpor igualmente uma série de documentos do português, e a fazer os índices onomásticos e os cronogramas das acções dos personagens referidos naquelas 7 crónicas, também estou a rever vários livros de autores contemporâneos sobre os nossos (Portugal) séculos XIV, XV e XVI, a fazer um apanhado da nossa historiografia em geral (que estou a pôr aqui na Wikipédia, tendo ainda, de passagem, que corrigir um ou outro verbete mais cheio de asneiras, como o do Frei Luís de Sousa ontem)...e mais umas quantas coisas.
Sobre os Ulrich vou dizer uma coisa que já venho dizendo há muito, mas a propósito das famílias nobres: Estes assuntos são de interesse, e em minha opinião relevantes, mas por "atacado". Ou seja, deve é haver um artigo de família onde todos os membros destas "dinastias" ou "linhagens", sejam elas nobiliárquicas, burguesas, ou "à la" Kim-il-Sung (ou lá como raio se chama), sejam mencionadas (enquanto estão no "activo", ou seja, enquanto tiverem poder). Só se devem abrir verbetes individuais, para este ou aquele seu membro, como o actual banqueiro Ulrich (português), quando a coisa se justificar pela sua notoriedade (bou ou má/ ou boa e má/ ou boa) pública. E quando estas "dinastias" ou "linhagens" deixam de ter importância política e económica, mantê-las como assunto "enciclopédico" é uma aberração para além de um anacronismo. Quando a História dá um salto e esta malta volta ao estado, mais ou menos, do "comum dos mortais", a única coisa que acho que é relevante, a propósito deles, é, já não verbetes de família, nem verbetes por pretensão ao "título" (inexistente), mas sim verbetes do género «conselho português da nobreza», sobre órgãos de enlace social dos últimos "moicanos", e listagens dos ditos cujos "moicanos" que pediram aos ditos órgãos o "reconhecimento" dos seus, na realidade, inexistentes títulos.
Isto é o que eu penso sobre o assunto, em linhas gerais. Comunico-lho a si e, prontos, está comunicado também para quem mais se interessar pelo caso. Abraço, Jorge alo (discussão) 11h02min de 20 de março de 2013 (UTC)

Sancho I de AragãoEditar

Caro Jorge, (He dejado este mensaje también a Stegop). He arreglado el artículo de Sancho I de Aragão. Veo que este y otros, como por ejemplo,Ramiro II de Aragão han sido traducidos total o parcialmente de es.wiki. El problema es que después se añaden otras referencias que no fueron utilizadas en el artículo original y que tampoco se menciona que han sido traducidos. Creo que es importante para la verificabilidad utilizar las mismas fuentes que fueron utilizadas en el artículo en español (si el artículo ha sido traducido).

En cuanto a Fernando Sánchez de Aragão, como hemos visto en el artículo de Fernando Garcia de Hita, los Castro vienen de este último, no del infante aragonés. El infante aragonés murió muy joven y en ninguna fuente fiable se menciona que tuvo descendencia. Hoy los historiadores y genealogistas están de acuerdo en que el tronco de la casa de Castro fue Fernando Garcia de Hita. Entonces, no sé si lo mejor sería borrar el artículo de Fernando Sánchez de Aragão pues lo único que se sabe y queda documentado es que fue el primogénito de ese segundo matrimonio, y nada mas, así que no es un personaje relevante que merezca un artículo.

Agradecería a uno de los dos, si están de acuerdo, en proponer los borrados de este Fernando así como el de Osório Garcia de Cabrera, y ya cuando aprenda a hacerlo, lo haré yo misma en el futuro. Otra cosa...también ayer arreglé el artículo originalmente llamado Ponce Viegas de Cabrera (por si puedes echar un vistazo). Su sobrenome correcto es Vela de Cabrera, así que el artículo lo moví a Ponce Vela de Cabrera, línea muy importante ya que de él descienden los Ponce de León (que también desarrollaré en el futuro). También creé una categoría para la Casa Ponce de Leão. Hoy tengo que salir unas horas, pero después me conecto. Un abrazo, --Maragm (discussão) 11h30min de 20 de março de 2013 (UTC)

Obrigada, Jorge. Ya seguiré el proceso y ya aprendí para la próxima vez. Dos preguntas rápidas: En pt.wiki debería escribir el apellido Girón como Girão? Veo que hay condes de Urgel llamados Armengol e Ermengol...mas adelante, ¿debería cambiarlos para que sean homogéneos? Ambos nomes son corretos, así que puede ser Armengo o Ermengol. Creo que así sería más fácil encontrarlos. Abrazos, --Maragm (discussão) 12h16min de 21 de março de 2013 (UTC)

Limpeza da Maragm em nobres medievais castelhanos, navarros, aragoneses, etcEditar

Boi noite, pois meu caro, sabe que confio inteiramente em si e que se diz que a Maragm é de confiança e que o que faz, faz certo eu não duvido. Pela parte que me toca e com o material que tenho faço o que posso. Concordo que quando houver necessidade de Eliminar algum artigo o possamos fazer juntos. Alguém que me alerte. Quando ao Fernando Sánchez de Aragão e de Osório Garcia de Cabrera, não estão correctos ? São de uma sumária eliminação ? Não estão convenientemente referenciados, bem sei, mas não seria antes fazer os acertos necessários, uma vez que a sua eliminação e posterior criação dará mais trabalho ? Deixo ao ser critério. Diga-me algo quando for possível. Abraços dos Açores. Luís Silveira correio 21h49min de 20 de março de 2013 (UTC)

  • Já está: os dois para ER7. Acho que não é preciso vocês fazerem nada. Logo se vê se alguém vem perguntar alguma coisa ou não. Abraço, Jorge alo (discussão) 11h59min de 21 de março de 2013 (UTC)
Hola Jorge, hoy estuve revisando a los Castro. La semana próxima estaré unos días fuera pero a la vuelta ya empiezo con la "biblioteca" de fuentes impresas y en internet ya que ahora estoy "inspirada" y prefiero editar y ya después ayudo con las fuentes, que es un trabajo más "mecánico". Un abrazo, --Maragm (discussão) 21h44min de 21 de março de 2013 (UTC)

Livros da chancelaria régiaEditar

Caro Jorge,

Como vai a vida e os seus trabalhos?

Eu também não sei como é que isso se passa para "aqui". O "aqui" não é certamente a Wikipédia, mas o Wikisource ou o Commons, mas tenho a impressão de que nenhum deles permite cópias de livros. Ou melhor, o Wikisource sim, mas em formato de texto, e isso implica ter um trabalhão descomunal a transcrever uma parte que seja. Talvez o Helder possa ajudar (o endereço é da Wikilivros, mas ele parece ser alguém de percebe a fundo de tudo quanto é aspeto técnico de sites da Wikimedia).

1 Abç. Stegop (discussão) 22h27min de 21 de março de 2013 (UTC)

Notei que o botão que fica mais a esquerda no site permite que seja baixado o arquivo TIFF da página que estiver sendo exibida. Então, em princípio, alguém poderia baixar cada imagem (infelizmente, de forma manual), juntá-las em um único arquivo por meio de algum programa (deve existir algum para isso, tanto para Windows quanto para linux), e então enviar para o Wikimedia Commons (se o conteúdo está em domínio público). Alternativamente, poderiam enviar imagens individuais para cada página, como neste exemplo. Caso seja feito um arquivo único com todas as imagens, pode ser usada a sintaxe [[Imagem:B E Solutions Hand Book.tif|30px|page=4]], para incluir aquela página específica: page=4.
Ainda no site, também dá para copiar o endereço (URL) que está no botão (usando o botão direito do mouse sobre ele), que será algo deste tipo:
http://digitarq.dgarq.gov.pt/Controls/vault/?id=0421E449182974A49EE86EF89FC72847&a=True&m=image/jpeg&fe=jpg
A parte em negrito varia de página para página, mas não parece haver um padrão fácil de identificar. O mesmo código pode ser usado em links como este:
http://digitarq.dgarq.gov.pt/Controls/vaultimage/?id=0421E449182974A49EE86EF89FC72847
E esses links até poderiam ser usados nos artigos, mas não sei se foram pensados com essa finalidade, nem se é provável que fiquem disponíveis permanentemente. Helder 20h46min de 23 de março de 2013 (UTC)

Livro I de Afonso II, fl. 10

  • Livro dos Forais Novos da Estremadura. fólio XXX verso, início do Foral de Leiria.
Tenho quase certeza de que o Wikisource não seria adequado para colocar "apenas o índice de um livro", já que é um projeto destinado ao conteúdo desse tipo de material (livros em domínio público, entre outras coisas). E realmente, acho que não temos garantia de que os links para as páginas não serão alterados com o tempo.
Para o envio de vários arquivos para o Commons, há algo que pode facilitar: Commons:Batch uploading. Helder 15h28min de 29 de março de 2013 (UTC)

Condes de CastillaEditar

Caro Jorge, he dejado el siguiente mensaje a Stegop: ..... quise terminar la revisión de Sancho Garcês I de Pamplona, pero me entretuve corrigiendo y referenciando otros artículos, también de los pamploneses. Pero, como existen varios matrimonios entre la casa real de Pamplona y los condes de Castilla, también revisé varios y corregí. Tenemos un par de problemas. Gonçalo Fernandez de Laraduplicado (existe el artículo Gonçalo Fernandez que es correcto).

El personaje que se menciona en el artículo Gonçalo Fernandez de Lara, Fernão Gonzalez de Castrosiero, NOexistió. La referencia utilizada para esa filiación en ese artículo es una página personal de genealogía y ya arriba del todo en esa página se cita a un excelente genealogista/investigador, Todd A. Farmerie, que dice “no such person existed”, y así es...no queda prueba documental alguna de su existencia y es todo leyenda o invención.

Tampoco existió Nuno Fernandez de Amaia ni fue el padre de Muniadona, la mujer de Garcia I de Leão

Véase [6] el artículo de Manuel Carriedo quien sugiere, porque no está documentada la filiación de Muniadona, que esta misma Muniadona, era hija de Nuño, nieta de Ordoño I, y que una vez viuda del rey Garcia, volvió a casar con el conde Fernão González lo cual explicaría porque Sancho Garcês III de Pamplona decía que descendía de Ordoño, y también explicaría como entra el nombre de Ramiro por primera vez en la casa condal castellana (el hermano del conde Fernán González se llama Ramiro). Pero, sea como sea, la filiación de Muniadona no está documentada y lo Manuel Carriedo es una hipótesis, aunque muy sugerente.

Así que, por ahora, sugiero que se borren (salvo que se aporten fuentes fidedignas): Gonçalo Fernandez de Lara (éste último por estar duplicado); Fernão Gonzalez de Castrosiero; y Nuno Fernandez de Amaia. Para los condes de Castilla, las mejores fuentes son Justo Pérez de Urbel y Gonzalo Martínez Díez. Abrazos,--Maragm (discussão) 23h06min de 23 de março de 2013 (UTC) PD, le dejo este mensaje también a Jorge.--Maragm (discussão) 23h06min de 23 de março de 2013 (UTC)

He creado una página de trabajo donde voy a ir poniendo los artículos que habría que revisar y/o cambiar. Según vaya añadiendo, te avisaré. Así será mejor en vez de escribir largos mensajes en tu página de discusión. He colocado algunas referencias que se pueden consultar online para verificar. Un abrazo, --Maragm (discussão) 11h50min de 24 de março de 2013 (UTC)
Caro Jorge, ya he visto los tres artículos candidatos a borrado. Lo que estoy haciendo es referenciar y corregir los que encuentro con errores, y automáticamente borro enlaces a pág. web de genealogía que no son fiables, y así intento salvar todos los artículos que pueda. Sobre el conde Garcia Ordonhez, hay un cita en el artículo en es.wiki que me gustaría (la traducción que me da google translate no tiene sentido), y agradecería que me ayudes:
En un momento del combate mataron al caballo del infante y, tal como se describe el hecho en las crónicas de la época:
"..al arrastrar consigo al hijo del rey, se apeó el conde y parapetó como pudo al niño entre él y su escudo (...) valiente como era, no sólo protegió al niño con el escudo sino que repelió los ataques que llovían de todos los lados, pero al serle cercenado un pie de un tajo, no pudo aguantar más y cayó sobre el niño para morir antes que el niño". Abrazos, --Maragm (discussão) 21h13min de 24 de março de 2013 (UTC)


No sé, no sé si Stegop está de ferias, pero quiero repartir el trabajo :) Sí, lo de la lingua es verdad, tan parecidas y me viene muy bien este esfuerzo traductor para aprender. Muito grato pela sua ajuda. Boa noite.--Maragm (discussão) 23h11min de 24 de março de 2013 (UTC)

Acertos de personagens relevantesEditar

Se com os factos actualmente existentes, existe a certeza que estas personagens não são relevantes ou não existiram, o que tendo em atenção a quantidade de referências existentes dá que pensar, pois é sinónimo de que ao longo de décadas muitas gente tem cometido o mesmo erro, sinta-se a vontade para fazer o que achar por bem. Abraços dos Açores. Luís Silveira correio 20h12min de 25 de março de 2013 (UTC)

  • Pois realmente tenho andado um pouco desanimado com a Wikipédia (acreditando que todos temos as nossas taras, a genealogia é uma das minhas), pois este verbetes, embora parecendo que não dão bastante trabalho, algumas noites faço pouco mais do que 1 ou 2 pois passo o tempo á procura de fontes/referências. Sinto que o trabalho ao ser eliminado foi inútil e tempo perdido… Compreendo no entanto que se as fontes existentes não eram as mais correctas, eram pelo menos as existentes. Luís Silveira correio 20h59min de 26 de março de 2013 (UTC)

O famoso Quinquinhas da Fonseca Benevides?Editar

Pois não, com certeza, porque não? Quando tiver mais tempo... HRO'Neill (discussão) 17h39min de 27 de março de 2013 (UTC)

Filipa de LencastreEditar

Jorge, tudo bem? Minha aluna Priscila Silva editou o artigo sobre Filipa de Lencastre para nosso curso, que está se encerrando agora. O tema é parte da pesquisa dela, que está resultando em uma monografia. Gostaríamos de fazer uma revisão antes de apresentar sua candidatura para AB. Como imagino que o assunto te interesse, qualquer colaboração será muito bem vinda! Abraços, Domusaurea (discussão) 22h16min de 27 de março de 2013 (UTC)

Oi Jorge! Estou no aguardo das suas considerações a respeito do artigo para após eventuais correções enviá-lo para AB.OTAVIO1981 (discussão) 20h55min de 28 de março de 2013 (UTC)
Jorge, obrigado pela pronta resposta. Fora a coisitas a serem arranjadas, tem que por referência nos descendentes e depois rumo ao AB. Em particular ao português brasileiro, está suficientemente correto para o português de Portugal?OTAVIO1981 (discussão) 00h12min de 29 de março de 2013 (UTC)

ConsensoEditar

Quando puder, p‎oderia, por favor, informar o Usuário:Stego ou Usuário:Stegop de que, através de consenso Wikipédia:Esplanada/propostas/Proselitismo monárquico está a ser protegido na Wikipédia pt (26dez2012), se decidiu mencionar todos os que fizeram uso de títulos pós-5 de Outubro apenas como tal e não como titulares efectivos, para não haver confusão mas não ferir os sentimentos Monárquicos, expressão sua citada mais ou menos livremente, e que, para tal, se usa a expressão "usou o título de" em vez de "foi X". É que ele não quer aceitar esse consenso, reverteu informações nossas do artigo Lourenço de Almada, e ainda pediu que a página fosse protegida. Obrigado. HRO'Neill (discussão) 17h21min de 28 de março de 2013 (UTC)

Fontezinhas, há? E para: 1 (questão "titular")- o pretenso título, que efectivamente não o era, era-lhe reconhecido por quem ou por que ou por quais associações privadas? 2 (questão do uso social)- Usava-o de facto socialmente, ou tão-só entre amigos? E, se sim, usava-o socialmente em que ocasiões e circunstâncias? Enumerar as fontes para estas 2 questões.

Ps:Independentemente disto, atenção que mesmo depois de 1910 havia verdadeiros detentores de títulos, ou seja, pessoas que não só os podiam usar em determinadas circunstâncias como eram, de facto, seus efectivos possuidores, ou, se se quiser, proprietários (= os títulos eram deles). Jorge alo (discussão) 18h15min de 28 de março de 2013 (UTC)

ortografia de nomes própriosEditar

Olá Jorge alo. Criei uma proposta há uns tempos mas depois "começou de novo" na esplanada. Aqui: [7]. Acho que não faz sentido a política que por aí anda e é necessário mudá-la. Não faz sentido "Sofia de Melo Breyner", por exemplo, é totalmente descabido. Queira passar por lá e mostrar a sua opinião, se tiver tempo. Cumprimentos Califate (discussão) 18h58min de 28 de março de 2013 (UTC)

GironEditar

Caro Jorge, espero hayas disfrutado de la semana santa. Estuve en Sevilla viendo las procesiones, y en Granada pero tuvimos lluvias torrenciales y no pude disfrutar mucho ahí. Ahora tengo unos amigos portugueses de visita en mi casa. He dejado un mensaje a Stegop sobre los Giron. Estoy terminando de traducir al que murió en 1231 y después quiero también traducir el de su padre, Rodrigo Guterres Giron que había redactado en es.wiki, y ya después seguir con algunos más de esta parentela tan importante en la edad media. Te voy a enviar un email ahora. Un abrazo, --Maragm (discussão) 11h15min de 3 de abril de 2013 (UTC).

He, he, he, os avatares ficaram mal dispostos e querem meter-se com a gente de carne e osso. Nem vêem que só estão a arranjar lenha para se queimar. As questões de «semântica» naquela Wikipedia já são mais que muitas. Há lá uma falange ou grupo de "criativos" que está a precisar de "guia de marcha". Enquanto não forem metidos na ordem aquilo não vai a lado nenhum, ou melhor, vai...mas é mais para o fundo. E acho que aquilo já só lá vai mesmo com a intervenção dos Stewards. Agora quanto ao que interessa, espero que continues por aqui a melhorar o teu português e a corrigir, melhorar e criar novos verbetes (artigos). E, quando houver que eliminar, porque não tem ponta por onde se lhe pegue, também já acho que sabes como fazer: elimina-se. Eu vou ter mesmo que entrar em hibernação, porque tenho 2 crónicas e 2 livros para lhes terminar as versões finais e revê-las. Portanto, a partir de hoje "meto aqui férias". Espero que daqui a uns meses, quando voltar, ainda andes por cá. Abraço, Jorge alo (discussão) 21h57min de 8 de abril de 2013 (UTC)

79.168.36.223Editar

Cuidado com este novo IP. Sendo parente dos Marqueses da Praia e Monforte, insiste em acrescentar-lhes o título de Dom, a que eles não têm qualquer direito, quer por ascendência quer por não terem título de juro e herdade. 195.245.149.70 (discussão) 18h08min de 4 de abril de 2013 (UTC)

195, estou a perceber o hipotético problema mas eu colocá-lo-ia assim, mais ou menos: «A ou B reclama-se do título hoje legalmente extinto de X ou Y quando nem sequer as associações particulares de descendentes de nobres lhe reconhecem qualquer eventual direito a tal». Agora o problema são as fontes, para além da questão da relevância enciclopédica, ou não, de A ou B. Abraço, Jorge alo (discussão) 21h57min de 8 de abril de 2013 (UTC)

Filipa ou FelipaEditar

Oi Jorge, surgiu uma dúvida sobre a grafia do nome da Filipa de Lancaster em Wikipédia:Escolha do artigo em destaque/Filipa de Lencastre. Por favor, se tiver tempo apreciaria se comentasse o assunto. Abs, OTAVIO1981 (discussão) 16h27min de 5 de abril de 2013 (UTC)

Já 'tá respondido. Otávio, a partir de agora eu "entro em hibernação", mas qualquer questão de maior que houver, vocês, ou seja, o pessoal do Projeto Wikipédia na Universidade, podem sempre vir cá "bater à porta". Abraço, Jorge alo (discussão) 21h57min de 8 de abril de 2013 (UTC)
Jorge quando puder dê uma olhadinha na minha resposta na discussão da votação. Att. --Rena (discussão) 15h57min de 10 de abril de 2013 (UTC)

Usuário:Stego e Usuário:StegopEditar

Este gajo anda a abusar. Agora, anda a apagar artigos sobre titulares a despeito de isto não ser uma enciclopédia genealógica. Até artigos sobre Governadores Civis de Distrito e Deputados ele tenta apagar!... Isto é mas é caso para pedir bloqueio. 195.245.149.70 (discussão) 16h45min de 10 de abril de 2013 (UTC)

195, vá pentear macacos. Um gadjo até pode ter sido faraó e não ter relevância enciclopédica nenhuma, salvo ser metido numa lista de faraós duma dada dinastia, com três ou quatro dados de interesse que eventualmente haja disponíveis e, no máximo, mais uma nota de rodapé. Abraço e, por falar em bloqueios, já sabe que a Falange Bibliotecária castelhana me bloqueou a mim? Ai, que dores! Jorge alo (discussão) 03h05min de 11 de abril de 2013 (UTC)
Atenção à linguagem, ou é bloqueado também nesta!... Para sua informação, ser Faraó é mais do que suficiente para se ser notável, pois todos os Chefes de Estado o são por inerência, e todas as pessoas que viveram em tempos tão recuados têm sempre artigos, como se pode depreender dos comentários de editores como, salvo erro, o João Carvalho e o Mar França. 195.245.149.70 (discussão) 16h09min de 16 de abril de 2013 (UTC)
Já agora, bloqueado porquê? Esses gajos, pelo que sei, chegam ao ponto de apagar todos os artigos que alguém escreveu só porque alguns, no entender deles, não têm relevância enciclopédica, e afirmam-no mesmo que artigos similares tenham relevância enciclopédica. 195.245.149.70 (discussão) 16h10min de 16 de abril de 2013 (UTC)
Ui, que medo! Okay, 195, você fica na sua e eu fico na minha, ou seja, não havendo dados de interesse, informações sobre alguém: lista com ele. O caso "espanhol", da minha parte, já teve o desenvolvimento que merecia: informei o Wales. E agora vou-me eu próprio "autobloquear" por uns tempos largos, aqui e em todo o lado, porque tenho mesmo muito, muito que fazer. Abraço para si, Jorge alo (discussão) 18h04min de 16 de abril de 2013 (UTC)

MistérioEditar

Olá Jorge Alo. Segui a par e passo aquela discussão, para a qual me convidou, sobre os pretensos títulos de nobreza com os colegas coordenados. Nunca intervim porque não teria muito a dizer; mas sobretudo porque não foi preciso. Aproveito para o felicitar pelo trabalho a que se deu para manter a posição (da wiki).

Mas não é o motivo principal que me leva a contactá-lo (não sendo aquele de menor importância); trata-se de um mistério que não consigo solucionar: espero que se lembre que, aqui há tempos, houve uma discussão para artigo destacado aqui; o assunto entretanto foi ressuscitado e, no arquivo da discussão não consigo encontrar uma intervenção minha, bem como várias outras de colegas, de que me lembro perfeitamente que tiveram lugar, incluído várias intervenções suas. Ora, ou esses conteúdos desapareceram ou então estou a fazer alguma confusão e essas intervenções ocorreram em qualquer outra página (sendo certo que o assunto era aquele). No entanto já procurei na página de discussão do próprio artigo em causa e tb não encontrei... Pode isso estar em outra página? Espero que se lembre; até teve muita graça porque, recordo-me que sugeriu a um tal colega Raul Caarvalho (agora ressuscitado) que pedisse ajuda ao seu próprio fantoche "Matheus qqer coisa". Pode ajudar a solucionar este mistério? Abraços. Quiiiz (discussão) 21h53min de 15 de abril de 2013 (UTC)

Desculpe-me, Jorge, por intervir nesta mensagem mas para falar a verdade creio que o editor acima está sim, como ele mesmo disse, a fazer alguma confusão pois nem ele nem você, Jorge, comentaram na referida votação. Aliás, creio que só esteja tendo conhecimento de tal votação agora (não sei). É só conferir o histórico da mesma. Mesmo que essas supostas intervenções tivessem sido apagadas, o histórico estaria lá para provar que ele comentou. E não, ele não comentou! E "várias outras de colegas"? Os único comentários foram aqueles, mais nada! Principalmente porque, como poderia estar em outra página se todos os comentários feitos sobre um artigo que vai a destaque permanecem na própria página da votação? Porém, pode ser que ele tenha comentado em alguma outra página que, porventura, tenha se perdido ou arquivada e ele não se recorda, mas aquela não foi (mesmo ele estando certo!). Raul Caarvalho (discussão) 22h50min de 15 de abril de 2013 (UTC)
Mistério resolvido, está aqui a tal discussão, e realmente trata-se de outro artigo: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Escolha_do_artigo_em_destaque/Back_to_Black .
Com puppets ou sem puppets, Raul, o que interessa é a correcção do artigo. Lembro-lhe que você mesmo afirmou deficiências nas traduções e no português. Continue a pedir ajuda ao pessoal, e parece-me que, pelo menos um, o Leandro, já o está a ajudar, não? Abraço aos dois, Jorge alo (discussão) 17h56min de 16 de abril de 2013 (UTC)
Sim, sim, o Leandro já me ajudou e muito (mesmo sem eu pedir)! Não se preocupe quanto a esses aspectos da redação e etc, pois no momento estou a trabalhar num documento do World, salvando-o ao fim de cada edição minha para quando eu salvá-lo no artigo na Wikipédia estar tudo correto. Ah, refiro-me ao artigo Amy Winehouse... Back to Black estou fazendo as correções diretamente, aos poucos. Raul Caarvalho (discussão) 19h47min de 16 de abril de 2013 (UTC)
Sugestão: não apresente um artigo a destaque antes de ter a certeza que ele está bem nas traduções e no português. Pedir, por exemplo, a opinião do Leandro, do Polyethylen, do Quiiz e de outros antes de apresentar qualquer artigo a destaque. Eu se tivesse tempo ajudava, mas não tenho, pois se não despacho uma série de coisas em que estou a trabalhar, a nível pessoal, estou tramado. Abraço, Jorge alo (discussão) 09h05min de 17 de abril de 2013 (UTC)
É, vou fazer isso! Em breve salvarei o artigo na página e irei pedir a opinião de alguns editores, inclusive daqueles que votaram contra em Back to Black: Pedrassani, Rena, Chronus e W.SE! Mas não farei isso agora pois estou praticamente reescrevendo todo o artigo e, claro, custa tempo (muito). Preocupa-me as traduções! Raul Caarvalho (discussão) 21h15min de 17 de abril de 2013 (UTC)

Projetos/Manutenção/ReferênciasEditar

Olá, Jorge alo, vinha pedir se será possível dar uma ajuda num projeto para referenciar páginas que estão sem referências. Há uma página a explicar como ajudar. Se for possível, agradeço. Abraços e boas contribuições. João Carvalho deixar mensagem 17h49min de 23 de abril de 2013 (UTC)

João, quando voltar a estar livre, concerteza (a rigor, «com certeza») que ajudarei, mas, infelizmente, este ano não vai ser possível. Abraço, Jorge alo (discussão) 15h30min de 28 de abril de 2013 (UTC)

Instituto da Nobreza PortuguesaEditar

É só para avisá-lo de que o Usuário:Polyethylen, que anda sempre a reverter o trabalho dos outros injustificadamente, vai andar a reverter edições válidas feitas no artigo acima mencionado. Peço-lhe que verifique essas mesmas edições e, considerando que esse indivíduo só mostra respeito por Usuários editados porque se esconde atrás do computador, senão não o fazia, peço-lhe, pessoalmente, que mantenha, por favor, as edições do HRO'Neill e do 195. Obrigado. 193.136.149.253 (discussão) 17h32min de 24 de abril de 2013 (UTC)

195, você é um rapaz aguerrido, perfeitamente capaz de ir à liça sozinho, e, infelizmente, eu não tenho tempo para nada. Abraço, Jorge alo (discussão) 15h30min de 28 de abril de 2013 (UTC)

Títulos de artigos sobre figuras históricas espanholasEditar

Como vai, amigo semi-desaparecido Jorge?

Ver Wikipédia Discussão:Projetos/História e sociedade#Títulos de artigos sobre figuras históricas espanholas.

Uma abraço. --Stegop (discussão) 19h07min de 27 de abril de 2013 (UTC)

Já vi. Pode ser, se bem que o meu critério pessoal seja diferente, mas isto aqui é uma Enciclopédia (a rigor, um esboço de enciclopédia). Portanto, redução, sempre que possível à forma portuguesa, no título, mas com redirect do nome em castelhano. O nome em castelhano também deve estar presente logo no início, no cabeçalho ou introdução do artigo e, se calhar, no quadro resumo à direita. Uniformizando, poderia vir em segundo lugar, logo abaixo do correspondente em português. Ver o que é menos "agressivo" para o leitor. Abraço, Jorge alo (discussão) 15h30min de 28 de abril de 2013 (UTC)
Claro que concordo com isso! Para mim é tão óbvio que nem me lembrei do referir da proposta. E em muitos casos deve até haver mais do que um redir, nos casos em que haja vários nomes possíveis. Alguns dos "meus" artigos de temas relacionados com árabes e outras línguas "esquisitas" têm mais de 20 redirs e mesmo assim estou sempre a descobrir falsos links vermelhos com outras variantes (o que é péssimo para o leitor e também para os editores, que quando vão tentar esclarecer alguma coisa julgam que não há artigo). --Stegop (discussão) 20h45min de 28 de abril de 2013 (UTC)

...É ver se há um padrão nos «falsos links vermelhos», ou seja, se é sempre o mesmo ou se são sempre os mesmos editores ou ipês que os criam. Jorge alo (discussão) 21h30min de 28 de abril de 2013 (UTC)

Hola....Editar

...sí, la conozco y utilizo. Ya que estas en línea, López me imagino que debe ser Lopes en portugués, no? Estoy ahora con Urraca, 3ª esposa de Fernando II. Un abrazo, --Maragm (discussão) 16h50min de 29 de abril de 2013 (UTC)

Resposta e perguntas de el-ReiEditar

Olá caro Jorge. A resposta ao convite da janta com "velhos guerreiros marados" é: este tb velho guerreiro que por sinal é tb el-Rei dos marados, agradece o convite, mas espera que algum dia os outros velhos guerreiros venham até à capital. El-Rei não se desloca à terra dos súbditos, pois isso não está da acordo com o protocolo.

Agora a sério. Velho guerreiro ??? Como ?? Se a tua idade está certa na tua página ?? Vê, se tiveres paciência as 6 fotos da Guiné] tiradas por este velho guerreiro.
Se desejares ter a tua idade sempre actualizada na tua página, podes colocar a predefinição {{Dtlink |dia |mês |ano}}
Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 22h39min de 2 de junho de 2013 (UTC)

WikiProjeto AntiVandalismo: Combate ao vandalismoEditar

Prezado(a),

 
patrulhamento ao comparar duas revisões
 
patrulhamento no rodapé da página

Agradecemos seu empenho em patrulhar a Wikipédia para mantê-la livre de vandalismos. Por favor, considere utilizar as ferramentas disponíveis que facilitam este trabalho e considere marcar as edições de boa fé (e também as de má fé já revertidas) como patrulhadas. É simples, não toma tempo e ajuda muito o trabalho dos voluntários que se dedicam a vigiar as mudanças recentes. Ao patrulhar uma revisão, ela não é exibida para aqueles que têm por rotina monitorar esta página, otimizando assim nosso tempo e recursos. Tenha em consideração também que:

  • Atualmente o gadget FastButtons não realiza a patrulha automática da página portanto devemos assinalar a edição antes de utilizar o recurso mesmo que seja para indicar para eliminação.
  • Ao utilizar para patrulhamento gadgets Reversão e avisos e Popus de navegação, patrulhe a edição de má fé antes de realizar a ação de reversão pois atualmente estes não assinalam esta edição como patrulhada.
  • Se estiver patrulhando mais de uma edição do histórico ao mesmo tempo, todas as edições precisam ser patrulhadas individualmente pois neste caso "marcar como patrulhada" se aplica somente a última edição.
18h32min de 3 de julho de 2013 (UTC)

O fim da wikipédia tal como a conhecemosEditar

Caro(a) editor(a). Chamo a sua atenção para uma proposta em votação que, a ser aprovada, fará com que deixe de haver a exigência de que o conteúdo seja atribuível a fontes fiáveis. Isto abre as portas a que praticamente seja aceitável e impossível a remoção de todo o tipo de pesquisa inédita, boatos, opiniões, difamações e conteúdo falso ou especulativo. Tal alteração mudará por completo todo o princípio básico em que se fundou a Wikipédia, fazendo da wikipédia em língua portuguesa um projecto radicalmente diferente dos seus congéneres em outras línguas, mais próximo de um blogue sem credibilidade do que de uma enciclopédia e deitando por terra anos de trabalho. É hora de quem tem a mínima preocupação com qualidade se manifestar. Polyethylen (discussão) 14h44min de 16 de julho de 2013 (UTC)

  • Claro que a mensagem acima reflete a mera opinião de quem a escreveu e de quem é contra a proposta. Na opinião de quem é a favor da proposta, a mesma irá simplesmente impedir os abusos que se têm verificado nos últimos tempos, em que se tem tentado eliminar artigos claramente notórios, mas que ainda não contêm fontes, pela simples preguiça de as ir buscar (e em que, na maioria dos casos, a busca seria bem simples). Quanto a manifestar-se ... faça-o se (e apenas se) tiver vontade! BelanidiaMsg 15h09min de 16 de julho de 2013 (UTC)
    • Além de não resolver o problema da remoção indiscriminada de conteúdo, coisa que toda a gente é absolutamente contra, há partes do texto que criam novos problemas e deitam completamente por terra o princípio em que se baseia a wikipédia e todo o trabalho desenvolvido até aqui por editores zelosos, abrindo a porta para abusos muito maiores e muito mais graves: inserção de calúnias, especulações, conteúdo falso, opinativo e pesquisa inédita, protegidos pelas regras, sem controle e de praticamente impossível remoção. Os proponentes foram severamente alertados para isto e para o fato de potencialmente passarmos a ser a única wikipédia que deixaria de exigir que o conteúdo fosse atribuível a fontes, mas parece haver um grande interesse por aqui precisamente no contrário e em tornar a wikipédia de língua portuguesa um projecto completamente diferente do que esteve na sua fundação. Manifeste a sua vontade, caso seja do seu interesse manter o projeto que o motivou a editar. Polyethylen (discussão) 15h42min de 16 de julho de 2013 (UTC)

ConversaEditar

Olá Jorge alo. Desculpa incomodar mas, só queria avisar que com esta vergonha de pedidos de votos estão a deturpar a verdade. Se puderes ver isto e isto verificas que há quem queira apagar a wiki. Este editor está proibido de colocar páginas para PE durante 6 meses (foi uma luta de meses e meses) e já está a preparar mais (ver : isto e isto Não te dou mais umas centenas de exemplos, para não te incomodar. Naquela votação não há quem não defenda a referenciação dos artigos. Abraços João Carvalho deixar mensagem 10h24min de 17 de julho de 2013 (UTC)

só acrescentar isto. Abraços João Carvalho deixar mensagem 10h24min de 17 de julho de 2013 (UTC)

Grande guerreiro, el-rei, Giovani, não incomodas nada, nunca. Mas há um erro de alvo. Para se fazer um Enciclopédia é um bocado como nos Comandos. Tem que se ser implacável com certas coisas, se não os recrutas depois morrem todos no campo de guerra. Tem que se ensinar os que vêm a ir aprendendo a fazer uma Enciclopédia, e a arma são as fontes fiáveis. O alvo, no que me dizes, têm de ser os editores "marados", e não as fontes fiáveis. O Sanderson já teve o azar por diversas vezes de se enganar redondamente. O trabalho que ele faz, que até muitas vezes pode ser positivo, também muitas vezes aponta a alvos indevidos. Está a precisar de ganhar "feeling" lá nos seus "tiros de combate", que é para deixar de acertar em artigos "camaradas" (olha logo a rua do Comércio do Porto", que teve não sei quantas manifestações pró e contra o Comércio do Porto na Revolução de 1973-75!). É proibi-lo de propor sozinho o que quer que seja para qualquer eliminação que seja durante uns tempos. Ou arranja para parelha outro Mister Sanderson, e aí inibe-se mais um, e passam a uma parelha de inibidos, ou arranja alguém com mais critério e mais razoabilidade e se calhar a coisa até resulta. É como na recruta da Legião Estrangeira, onde têm de andar sempre em parelhas. Abraço, Jorge alo (discussão) 10h25min de 18 de julho de 2013 (UTC)

Olá Jorge. É evidente para qualquer editor, minimamente conhecedor do que deve ser uma enciclopédia, que tudo deve ser referenciado e bem referenciado, usando fontes que mereçam credibilidade. Em relação à votação, a única coisa que te posso dizer, é que da minha parte, se trata simplesmente duma estratégia. O quero dizer, é que na minha opinião se devem abater os alvos mais difíceis e posteriormente os mais fáceis. Nunca fui um estratega, no verdadeiro sentido da palavra, mas como já cá ando há muito tempo, aprendi que por vezes se deve fazer algumas cedências aos "inimigos" mais fracos de forma a ser possível derrotar os mais fortes. Após conseguido esse objectivo inicial, tratamos da saúde aos outros. Traduzindo isto para aqui: Os que querem apagar tudo, são verdadeiramente wikiadvogados e portanto é extremamente difícil derrotá-los sem alianças. Os que acham que não é preciso referenciar tudo, são relativamente fáceis de abater. Espero que não me venham bater, após o que te deixo aqui escrito. (nota: esta tua página está nos meus vigiados, por isso, se escreveres aqui alguma coisa, acabo por ler) Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 21h10min de 18 de julho de 2013 (UTC)
Olha, primeiro a rapaziada tem de nos desculpar o vocabulário castrense e assumi-lo como metafórico, depois eu não acho que malta que se anda sempre a espalhar no jogo do "elimina" seja muito difícil de tratar. Se metem o pé na poça, há que o apontar, e se continuam a lá metê-lo, pimba, declarados incapazes e a ter de andar com curador. Nem é propriamente uma «GêAeMe», nem um chapéu de burro, é só uma tutoria especial. Se um tipo anda a propor muitas eliminações que depois não se efectivam, demonstrando-se que o material proposto é objectivamente, pelas regras e critérios, relevante, anda a perder o tempo dele e a fazer perder tempo aos outros. E tempo aqui não é dinheiro mas é conseguir escrever coisas de jeito, coisa que aliás nós os dois não estamos agora a fazer. Moral da história, como disse ao GoEThe, lá na discussão da votação: limbo para o altamente, ou vá lá, razoavelmete duvidoso, e charutada curatorial para os excessos eliminatórios. Aliás, está-me a parecer que aquele princípio do par de instruendos, sempre juntinho, da Legião Estrangeira até se pode aplicar a muitos outros casos de incontinência: não é capaz sozinho, passa a andar emparelhado. Jorge alo (discussão) 22h34min de 18 de julho de 2013 (UTC)
Só vi o teu comentário e o do GoEThe, depois de ter escrito aqui. Estou completamente de acordo convosco. --João Carvalho deixar mensagem 22h40min de 18 de julho de 2013 (UTC)
Uma ressalva. Não juntem o MS com o outro eliminador radicalista, aquele que usa a navalha... porque isso é juntar a fome com a vontade de comer. Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 22h44min de 18 de julho de 2013 (UTC)
He, he, he... mas acho que o Albmont até tem critério, se bem que por vezes teoricamente seja algo radical, mas depois na prática salva material que se farta, se calhar até é um dos que salva mais material, e com as referenciazinhas todas, bibliográficas e digitais, como nem eu tenho paciência para as fazer. Jorge alo (discussão) 23h16min de 18 de julho de 2013 (UTC)

Maria Afonso de LeãoEditar

Olá Jorge, Ya estoy de vuelta a casa después de una semana estupenda en Lisboa. La próxima iré a Porto. Compré varios libros de historia en unas librerías en Chiado. He estado revisando y añadiendo referencias al artículo de Maria Afonso de Leão. Las fechas (tomadas de Genealnet) que estaban originalmente son erróneas. También hay que revisar los descendientes que tuvo con Soeiro Aires de Valadares pues ella quedó viuda de su primer marido, Álvaro Fdz de Lara en 1240; después c. 1241 tuvo una hija con el rey Alfonso X; y solamente fue después, según las fuentes que cito (todas online), que casó con Soeiro. Encuentro que la mayoría de las fechas citadas en genealnet son inventadas y/o totalmente erróneas y eso afecta mucho a las genealogías. Um abraço, --Maragm (discussão) 15h05min de 17 de julho de 2013 (UTC)

Hola Maragm. Só para ficares informada, presentemente estou a trabalhar com Barros, Henrique da Gama, «História da Administração pública em Portugal nos Séculos XII a XV»; Costa Lobo, A. de Sousa Silva, «História da sociedade em Portugal no século XV»; Lopes, Fernão, «reinado de D. Fernando, revolução de 1383-85, reinado de D. João I (até cerca de 1411) e negociações da paz com Castela»; Ayala, Pero López de, «Crónicas».Portanto, qualquer coisa que possa eventualmente estar nestas obras e te interesse saber, podes perguntar. Abraço, e cá se fica à espera. Jorge alo (discussão) 10h37min de 18 de julho de 2013 (UTC)
Obrigada, Jorge. Te escribiré un mail. Abraços, --Maragm (discussão) 10h51min de 18 de julho de 2013 (UTC)
Chamo-te a atenção para o seguinte: A «História da Administração», etc., do Gama Barros, está repleta de fontes anteriores, e ele é bem capaz de ter sido, depois de Lopes (mesmo com os seus defeitos), o melhor historiador português de sempre (junta o rigor de José Mattoso (e Fernão Lopes) nos dados a uma capacidade de análise e de síntese que mais ninguém, após Lopes, tem). Tens a «História da Administração» na Internet em «Biblioteca Nacional Digital» (Torre do Tombo) e no «archive.org». Acho que já pus as duas no nosso verbete Henrique da Gama Barros. Jorge alo (discussão) 11h19min de 18 de julho de 2013 (UTC)

CepticismoEditar

Olá, Jorge. Sei que estás céptico, mas mais logo tento encontrar alguns exemplos que tive de reverter. Abraço, --GoEThe (discussão) 19h59min de 19 de julho de 2013 (UTC)

Repara que estes foram só alguns que eu apanhei nos meus vigiados. Os estragos são maiores:
[8]
[9]
[10]
[11]
[12]
[13]
--GoEThe (discussão) 20h24min de 19 de julho de 2013 (UTC)

Okay, isto é simples, vamos para o "orçamento zero", ou seja, começa a contagem a partir de agora. A partir de hoje, qualquer asneira de eliminação de conteúdo por qualquer editor que seja, sem que ele avise os editores do artigo em que o conteúdo foi eliminado, quando houver fonte fiável na Internet para fundamentar o material eliminado, ocasionará a minha e tua imediata resposta. E vou apresentar uma proposta de complemento à proposta em votação:

Em geral, o direito de qualquer editor de eliminar material não referenciado passa por ele fazer previamente uma busca, mesmo sumária, de fontes fiáveis sobre o material em causa na Internet, ou, se não a quiser fazer, para avisar outros, potenciais interessados, a fim de que a façam. E só depois de ou uma coisa ou a outra não resultar é que pode eliminar o material não referenciado. E deve sempre justificar no sumário que ou fez a busca ou o aviso, sem conseguir qualquer resultado. Abraço, Jorge alo (discussão) 21h56min de 19 de julho de 2013 (UTC)

jorge, isso é muito bonito, mas acabaram de encerrar a votação onde foi decidido com o teu voto precisamente o contrário. Ninguém precisa de usar as células cincentas, se não tem referencia apaga-se. --GoEThe (discussão) 05h36min de 20 de julho de 2013 (UTC)
Não, apaga-se depois de avisar o editor ou editores do verbete para fornecer fontes fiáveis, e este ou estes não as fornecerem. Quem apagar sem tal aviso sujeita-se a ser bloqueado. Para os casos de editor já ausente, em que me parece haver uma lacuna nas regras, apresentei uma proposta na Esplanada. Ou já há regra e ela então aparece, sendo a minha proposta mandada ao ar, ou, se realmente há lacuna, a minha proposta segue em discussão. Abraço, Jorge alo (discussão) 13h34min de 20 de julho de 2013 (UTC)
Jorge, como os exemplos anteriores não te impressionaram (como te disse foi só que reverti por estarem nos meus vigiados, dei-me ao trabalho de ir procurar mais exemplos. Vê o material retirado a partir dos diffs desta lista [14]. Fico à espera que faças o que disseste ir fazer com o Zorglub. Se depois disto não te convencer, simplesmente desisto pois aí percebo que te recusas a ver. Abraço, GoEThe (discussão) 12h08min de 26 de julho de 2013 (UTC)

Resposta sobre propostaEditar

Oi Alo. A sua proposta é boa, mas há formas de torná-la mais abrangente. Vale lembrar que a obrigação de prover fontes é PRIMORDIALMENTE do autor, o que não impede ou mesmo exime outros (bons) wikipedistas atentos de provê-las em seu lugar.

Veja a minha úlima resposta ao Poder do Z. O que o pessoal fez - AO MEU ENTENDIMENTO - foi alegar estar plantando bananas mas com o intuito de colher maças. Há várias maneiras de se ir "direto ao ponto" do "problema". Escolheram a pior delas. Por que, não sei!

Em resumo, a sua idéia não foi ruim.

Lauro Chieza de Carvalho (discussão) 12h44min de 20 de julho de 2013 (UTC)

Zaydan Ibn ZaydEditar

He dejado un comentario en la página de discusión del artículo sobre Zaydan. Se lo comento tmbién a Stegop y a José Luis para ver como se puede solucionar. Saludos, --Maragm (discussão) 14h54min de 20 de julho de 2013 (UTC)

Okay. Páginas pessoais de genealogia, para serem fontes fiáveis, só se forem de algum autor credenciado e com informação baseada em obras suas escrutinadas pelos seus pares e em obras de outros nas mesmas circunstâncias. O único caso português que conheço é o do Abranches de Soveral, que escreve verbetes na Rolo. Agora atenção, é ele próprio, Abranches, que alerta que em Genealogia o erro é frequente, e que os dados estão permanentemente em correcção. E eu acrescentaria, para além dos erros de investigação, que nestes textos são muito comuns as gralhas ou lapsos de escrita, no que respeita aos dados. Jorge alo (discussão) 15h26min de 20 de julho de 2013 (UTC)

Wikipédia:Esplanada/propostas/Possível proposta para complemento em Verificabilidade (20jul2013)Editar

Novo não é, faz parte dos assuntos recorrentes, é a questão da WP:V x WP:Política de edição. Na discussão da WP:Eliminação por consenso deve ter transcluido um tópico sobre isso, algo como "robo avisar sobre PE" ou "FastButtons para avisar sobre eliminação de artigo". Já se discutiu e não é obrigatório mandar aviso qnd se envia para eliminação.

Sobre pesquisar antes de mandar para eliminação, tb já foi discutido. Um dos motivos para o bloqueio do MisterSanderson e toda a discussão que decorreu: ele mandava artigos notórios (para alguns) que era 'fácil' achar fonte só que ele não procurava elas (pq quem deve procurar é quem quer manter o artigo). Sem consenso isso.

Nada de novo. E foi o que falei qnd votei lá na WP:V: essa votação ajuda, mas não resolve o principal problema: qnd se elimina não pode colcoar de novo, ok, mas é válido a eliminação do conteúdo "só" pq não tem fontes? Vão continuar reclamando e propondo mudanças (como a sua), no fim ficou tudo quase na mesma. Rjclaudio msg 20h55min de 20 de julho de 2013 (UTC)

Sobre a tua proposta...Editar

Caro Jorge,

Acho louvável a tua iniciativa bem intencionada, que se este projeto fosse radicalmente diferente do que é possivelmente até aprovaria entusiasticamente. Vou tentar evitar participar na discussão para não a contaminar com o meu cepticismo.

O RJ, como é seu hábito, sintetizou muito bem os principais problemas e como propostas semelhantes foram inconclusivas. A proposta tem subjacente um erro fatal e recorrente por aqui, que é pensar que se pode substituir por regras a aplicação (ou ausência) dessa noção tão etérea e subjetiva como fundamental em qualquer atividade humana que é o bom senso.

O RJ já salientou a dificuldade que há em verificar essa coisa de quem quer eliminar "ter procurado fontes". Vamos até esquecer como isso é, em muitíssimos caso, praticamente inviável, a não ser que se entenda que a verificabilidade está cumprida ao encontrar um fontezeca que menciona algo semelhante ao que consta da primeira frase do artigo, que é o que todos os dias se vê nas discussões. Cada vez mais me convenço que foi por essas e por outras que a política de verificabilidade é que é tão taxativa quanto à remoção de conteúdo não referenciado ou referenciado por fontes facilmente questionáveis. É evidente que os "donos" (no sentido literal ou de facto) da Wikipédia se tenham apercebido muito cedo que num projeto destes em que "toda a gente pode editar", a exigência de fontes era a única barreira eficaz para impedir que o projeto fugisse completamente ao controlo. E entre gente de "bom senso", nunca passaria pela cabeça ter que estar previsto nas regras que não se deve remover só porque "não tem fontes".

E apesar disso, ao contrário do que muitos clamam, nem sequer o Albmont e o MS, ninguém aplica radicalmente... Se houvesse dúvidas, vê como até alguém tão batido nisto de argumentar e nos meandros da wiki como o Goethe, que cultiva aquela imagem de ponderação e de moralista, apresenta como exemplos dessa barbaridade fundamentalista aquelas edições do Albmont. Será que pretende mesmo convencer alguém pela razão ou está a pensar que todos vão pensar "ena pá, tantos exemplos, afinal é verdade", porque ninguém vai ver quais as malfeitorias que fez o Albmont?

Bolas! Se há um exagero na aplicação da verificabilidade e se tem havido muitas remoções e eliminações indevidas, porque é que não se apresentam exemplos convincentes e, o mais que conseguem parecido com isso são marcações que não deram lugar a eliminação e, na maior parte dos casos até foram esmagadoramente rejeitadas? Isto para não falar que muitas dessas marcações só eram "absurdas" para quem conhecesse o tema, porque o conteúdo ou não existia na prática ou era puro lixo ou um par de tautologias. Só me entristece ver o Giovani C. entre essa gente... Quem tem razão é mesmo ele e o Zé Luiz quando dizem que estas discussões acabam por desgastar muito mais as pessoas que noutras situações conseguiriam trabalhar juntas perfeitamente do que toda essa gentinha que por aqui pulula que só o que quer fazer é os seus artiguinhos sobre os personagens de séries que o meu filho já achava infantis quando tinha 8 anos, tudo o que se relacione com estrelinhas pop-teen, tele-lixo, o seu bairro e quejandos; enfim, usar isto como a wikia e o almanaque da terrinha.

Não posso dizer isto numa discussão mais "formal", devido à hipocrisia reinante do "faz de conta que somos todos muito sérios e legalistas", mas a situação que temos, de na prática ir fechando os olhos aos atropelos constantes e gritantes à verificabilidade quando o conteúdo nos parece inócuo e minimamente fiável funciona muito bem. Duma forma muito portuguesa, provavelmente também lusófona, temos regras bonitinhas que não nos preocupamos muito se não forem respeitadas. No entanto, elas continuam a ser fundamentais para os casos mais graves, pois aí elas podem ser evocadas para pôr cobro à rabaldaria total. O problema é quando se pretende que essas práticas de desrespeito passem a ter força de lei.

Quem não passe umas quantas horas por semana a olhar para o que se passa pode até pensar que a tua proposta é razoável. Na prática é o que nós temos vindo a fazer com muitos artigos de história, não é? Mas já te deste conta que já passaram meses desde os primeiros alertas da Mara e de quão pouco avançámos apesar de só estarem envolvidas pessoas dispostas a cooperar, até do lado de quem criou os artigos questionados e desse conjunto de artigos ser facilmente memorizado por nós? Agora tenta imaginar que todos os dias encontras 10, 20, 30 artigos nessas condições... É complicadíssimo controlares o processo. Esse trabalho já é chato que baste, ainda vamos obrigar a quem o faz manter uma lista detalhada de "artigos que um dia destes vou eliminar ou truncar"? Se queres que te diga, nos primeiros meses fazia algo semelhante e marcava muito menos artigos para eliminação. Sabes porque o deixei de fazer: porque quase invariavelmente só há reação quando há eliminação, por isso é muito mais eficaz "disparar primeiro" e reagir se houver reação. Afinal, se o artigo é vigiado o que quer que se faça vai ser visível, se não for visível dificilmente alguém vai ver a discussão. Podes alvitar "aí criam-se páginas nos projetos ou cria-se uma central". Lamento o meu pessimismo, mas já reparaste o que se passa com a central de fusões ou nos projetos? E quantas vezes não está uma marca de {{Renomear página}} sem ser contestada durante semanas e logo que se muda o título vem alguém reverter a mudança em vez de discutir primeiro?

Não há omeletes sem ovos, e a nossa realidade é que por cada editor que se preocupa um pouco com manutenção há 100 que se estão nas tintas e só com o que se preocupam é que os conteúdos que eles querem que permaneçam, da forma que eles querem e, apesar disso, não ligam pevas ao que se escreva na página de discussão. As evidências não faltam por aí: dá uma vista de olhos a categorias como esta ou mais genericamente estas e vê como há tantas marcas com anos até em artigos que já foram editados depois delas terem sido postas.

Na prática, lamento dizê-lo, quaisquer regras no sentido de dificultar (neste caso com burocracia) ao que é preconizado pela política de verificabilidade, "atenuando" o chamado ónus da prova, só serve para a situação se agravar ainda mais, seja pelo aumento de burocracia, seja pelas interpretações distorcidas das novas regras. Queres exemplos disso? É praticamente impossível eliminar seja o que for em WP:ESR alegando falta de notoriedade quando há contestação e há uma fonte, mesmo que esta seja, quase invariavelmente que apenas confirma a existência, porque se transforma a condição necessária (ter fontes) em suficiente. Do mesmo modo, com certeza que já reparaste como o trecho do 1º pilar que diz que a wikipédia "inclui elementos de almanaques" é agitado como argumento para manter qualquer coisa do tipo que se encontra num almanaque, ignorando que o fundamental vem antes ("é uma enciclopédia"). Por isso, ao haver uma regra (ou mais uma, pois salvo erro aquele ensaio travestido de política chamado política de edição que atenue o tom taxativo da política de verificabilidade vai ser usado como arma de arremesso para repôr conteúdos contestados.

Um abraço. --Stegop (discussão) 23h24min de 20 de julho de 2013 (UTC)

Só comentando o final Citação: Stegop escreveu: «política de edição que atenue o tom taxativo da política de verificabilidade vai ser usado como arma de arremesso para repôr conteúdos contestados.» - esse é o problema. A Política de edição trata de duas coisas em relação a WP:V: a remoção por falta de fontes, e a recolocação de conteúdo removido por falta de fontes. A votação resolveu a segunda parte, agora falta resolvermos a primeira parte senão o problema se mantém. Só que a primeira parte quase sempre é "use o bom senso", fica difícil. Poderíamos até escrever algumas 'recomendações' (que até há, como o WP:PENSE), mas não vai resolver quase nada (o atual PENSE está mt inclusionista, teria que equilibrar pra ter apoio da maioria da comunidade para aí sim ser 'algo' de útil, mas eles deixam? Não). Rjclaudio msg 19h52min de 21 de julho de 2013 (UTC)
Acabei de me lembrar de Wikipédia:Esplanada/propostas/Conselhos em WP:APDE/REF (25fev2013), que atualizou WP:APDE/REF removendo conselhos e indicando que "uma busca por fontes não deu resultado é um bom argumento de eliminar por falta de fontes. Bom argumento, não é o único argumento válido, seria como um reforço, não pré-requisito".
E derivado disso de "removendo conselhos", a sua proposta é basicamente isso, conselhos. Quem tiver interesse em conversar / buscar ajuda / notificar, ao ler "alguns editores poderão objetar essa remoção pelo facto de não ter sido dada oportunidade para que fossem providenciadas as fontes" já irão pensar "pode ser melhor avisá-los antes de remover". Ou seja, quem quiser avisar já vai avisar, e quem não quiser avisar não será esse conselho que os fará avisar. E esse 'conselho' só vai servir para mais discussões / problemas, Política (ainda mais WP:V que é quase um Pilar) não é lugar para conselhos, deixa isso para recomendações ou informativos).
Eu revisaria toda a WP:V para remover coisas como "uma boa ideia seria" / "é aconselhável" / "tenha em mente que", dá para reescrever de modo mais objetivo (evitando interpretações "aconselhável = se não fizer está errado") ou ao menos explicando / exemplificando (em que situações seria uma boa ideia?).
Estou para reformar a WP:V (sem mudar o sentido, apenas a organização) pq não gosto de como está. As recentes discussões me desanimaram um pouco (chato quando querem "acabar" com a WP:V) mas devo voltar a isso.
Rjclaudio msg 20h56min de 21 de julho de 2013 (UTC)

Wikipédia:Esplanada/propostas/Possível proposta para complemento em Verificabilidade (20jul2013)Editar

Oi. Vi que você chamou o Zorglub de "Alaf" em uma edição na página acima... Você sabe que esse não é o nome dele, né?--Mister Sanderson (discussão) 22h50min de 21 de julho de 2013 (UTC)

  • Oi Sanderson, não, estou a saber agora. Supus mesmo que se designasse por Alaf. Okay, obrigada, então é Zorglub e não Alaf. Abraço, mas, já agora, se alguma vez estiver na dúvida quanto a algum material de História, de se aquilo será relevante ou não, e quiser perguntar-me alguma coisa, esteja à vontade. E outra coisa, se me quiser tratar por «tu», faça o favor. Jorge alo (discussão) 23h06min de 21 de julho de 2013 (UTC)

Se tu não te incomodares, preferia continuar referindo-me à vossa pessoa como "você", pois é a forma padrão de referir-se a outra pessoa no Brasil. Ou seja, não tenho habilidade em fazer a concordância para a forma "tu", somente para a forma "você". Posso até treinar a forma portuguesa, mas não estranhe que eu pareça estudante do ensino fundamental. Sobre a História, ok, obrigado. Vi agora que existe o Wikipédia:Projetos/História e sociedade do qual tu participas. Uma vez estive a etiquetar várias páginas sobre arquitetura/engenharia antiga como "sem fontes", devia ter informado no projeto responsável. Sobre Alaf... Alaf Ogimoc é "fala comigo" ao contrário, assim como "Zorglub" é "bulgroz". E de onde vem isso? Do personagem Zorglub. Como está escrito no artigo, "Zorglub criou uma língua especial para falar com os Zorgl-homens, com o fim de manter os de seus planos em sigilo. No entanto essa língua misteriosa, não é mais do que língua normal, dita ao contrário.'Adiv Agnol a Bulgroz!' traduz-se como 'Vida Longa a Zorglub!'." Não sei quantos daqui da Wikipédia perceberam isso que eu te falei, mas eu acho estranho ver alguém cair "nessa pegadinha", daí vim lhe informar sobre ela.--Mister Sanderson (discussão) 23h20min de 21 de julho de 2013 (UTC)

Okay, Anderson, já aprendi esta noite um monte de coisas. Olha, proponho que façamos assim: eu trato-te por tu e tu tratas-me como te for mais fácil. Aliás, vocês aí no Brasil até usam um bocado a mescla, não é? Uma vez usam o verbo na segunda pessoa e outras vezes na terceira pessoa do singular. Por exemplo, ali em cima o Claudio diz «você» mas também diz «deixa», ora esta é a segunda pessoa, porque a terceira é «deixe». Olha, e o que eu te disse para História vale para qualquer Ciência Social, e sempre que tiveres uma dúvida, sobre se uma coisa é relevante ou não, podes pedir a opinião de mais alguém. Tens montes de gente para isso. E agora vou-me mesmo pisgar (= pirar (giría), fugir, escapulir) porque ainda quero acabar 2 páginas, com 19 notas, da História do Gama Barros, e tenho para aí que ver umas 50 páginas de fontes várias. Abraço e até amanhã. Jorge alo (discussão) 23h53min de 21 de julho de 2013 (UTC)
Por mim tudo bem. Acho que nunca dei muita atenção a isto de 2ª e 3ª pessoas. O comum mesmo é dizer "você deixa" (de "ele deixa") ao invés de "você deixe" (parente de "tu deixes"). Não que não se use o "você deixe", mas não é o corriqueiro. Parece que é no nordeste que se usa mais o "deixe", mas eu e o Rjclaudio (bem como acho que a maioria dos wikipedistas brasileiros) somos ambos do sudeste. Novamente obrigado por se oferecer para ajuda. Até mais.--Mister Sanderson (discussão) 00h12min de 22 de julho de 2013 (UTC)
Imperativo afirmativo e negativo: deixa tu, não deixes tu, deixe você, não deixe você, deixemos nós, não deixemos nós, deixai vós não deixeis vós, deixem vocês. Inté, Jorge alo (discussão) 00h23min de 22 de julho de 2013 (UTC)

Oi!Editar

Vou ver se dou uma melhorada nele, já que não tem referência tanta melhor reciclar geral rrss.▪ Di oii! 19h32min de 22 de julho de 2013 (UTC)

Pedido de ajudaEditar

Olá Jorge. Venho pedir-te ajuda, porque sou um ignorante em certas questões que provavelmente para ti serão coisas corriqueiras. No artigo Baltasar Teles as fontes dizem que ingressou na Ordem de Jesus (1610) e eu fico na dúvida se é precisamente o mesmo do que, ingresso na Companhia de Jesus ? Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 23h03min de 27 de julho de 2013 (UTC)

Obrigado Jorge. A obra que referiste já fazia parte do artigo. Abraços --João Carvalho deixar mensagem 21h20min de 28 de julho de 2013 (UTC)
Uma vez mais obrigado. Acho que trato disso amanhã (nota: Estás completamente livre e aconselhado a acrescentar! hehehehe). Estou a tentar fazer um esboço sobre "João Medina". Se desejares divertir-te um pouco, vê a parte final disto. Grande abraço --João Carvalho deixar mensagem 22h14min de 28 de julho de 2013 (UTC)

Conforme pedidoEditar

Fui ver apenas quatro edições da lista acima (legenda:  Y - bem retirado;   - mal retirado).

  • 1 Informação irrelevante  Y ...sim, como está dou razão ao Albmont quanto ao conteúdo (mas já não quanto à personagem; todavia o Alb. só levantou a questão do conteúdo): é irrelevante por falta de fontes fiáveis. Não é admissível que não se procurem fontes independentes, porque certamente as há. O intento de afirmar como fontes independentes as próprias afirmações da congregação religiosa, ou de membros seus, estará bem para uma sessão de culto lá dos próprios, mas...vamos ficar por aqui, 'tá bem? E não é válido o argumento de que editores da Wikipédia deveriam procurar tais fundamentos, porque já mesmo os proselitistas de tal congregação, como meros seres humanos cultos, têm a obrigação elementar de fornecer essas fontes independentes. Jorge alo (discussão) 20h04min de 30 de julho de 2013 (UTC)


Outro dia vasculho mais. Abraço, GoEThe (discussão) 19h05min de 29 de julho de 2013 (UTC)

@Grande GoETHe, põe aqui os comentários que quiseres. Eu vou organizar isto sumariamente para ser mais fácil. Ainda não vi mais que o primeiro porque estou apertado como o caraças de tempo, mas vou ver, e desenvolver até as notas, porque há muita coisa que me parece ser útil e ainda não aqui referi. Abraço.

ENA PÁ, QUE GRANDE V! PODE-SE SABER DE QUEM É A AUTORIA, SEM TER DE IR AO HISTÓRICO? E já agora, o que é que apagou? Jorge alo (discussão) 17h19min de 17 de julho de 2016 (UTC)

GenealogiasEditar

Boa noite meus caros Jorge aloe e Maragm, antes demais e para que fica totalmente esclarecido não estou em guerra seja com quem for. Nunca estive, não estou e dificilmente estarei. Se adicionei alguma informação a um artigo que tenha sido alterado pelo editora Maragm, acreditem os dois que não é por imposição de vontade ou vontades. Não sou prepotente e não procuro conflitos seja com quem for. Se alterei algum artigo, é natural que o tenha feito pois passo a vida a fazer essas coisas nos meus milhares de artigos editados. Se acrescentei alguma fonte… é possível. Com a política que actualmente se desenvolve na Wiki. Os artigos sem fontes tem tendência a serem excluídos, e como acho que é melhor ter alguma informação do que nenhuma tenho feito todos os possíveis para referenciar os artigos que por algum motivo altero. Não vale a pena a editora Maragm ficar zangada como diz o Jorge, uma vez que não há qualquer tentativa de boicotar o trabalho dela, e até porque é uma coisa que só lhe fará subir a tenção nervosa. Posso, daqui para a frente fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que antes de adicionar alguma referência a um artigo ver o histórico do mesmo afim de ver se o referido foi editado pela Maragm. Se assim tiver sido tomarei mais cuidado com a adição de fontes, fontes essas que são as que tenho e que muitos milhares de pessoas consideram de confiança. Sempre ao dispor. Abraços para os dois das ilhas encantadas dos Açores. Luís Silveira correio 21h14min de 30 de julho de 2013 (UTC)

  • Relativamente ás fontes.... bom pensei que já se tivesse apercebido que são as que usualmente ponho nos artigos.Luís Silveira correio 20h41min de 31 de julho de 2013 (UTC)

Pedido de participaçãoEditar

Oi, eu vi que você tem interesse nesse assunto já que votou na WP:Votações/Reforma da Verificabilidade, então peço que olhe o tópico sobre isso na Esplanada: Wikipédia:Esplanada/propostas/Resposta à votação sobre a Reforma da Verificabilidade (31jul2013), pois é uma forma de fazer valer o resultado da votação, ao mesmo tempo em que tentamos algum consenso para diminuir os extremos e criar algo que todos possam aceitar.

E aproveitando peço também que opine em Wikipédia:Pedidos de opinião/Revisão da Eliminação por consenso que também é importante e precisa de mais participação, acho que sua participação poderá ajudar também. Grandes abraços! Mar França (discussão) 19h54min de 31 de julho de 2013 (UTC)

Okay, França, recebido o recado. Jorge alo (discussão) 21h18min de 31 de julho de 2013 (UTC)

HistoriadorEditar

Meu caro,

Em primeiro lugar não o conheço de lado nenhum, por isso tenha calma e trate os outros com respeito e civilidade - creio que seja ainda uma das regras básicas da netiqueta em geral e da wikipédia em particular. Acalme-se e use a terceira pessoa do singular, para mantermos o nível da conversa. Como pode verificar na minha página de usuário, há muito que me desvinculei do projecto wikipédia e há muito também que deixei de ligar às coisas sérias ou menos sérias que por aqui se publicam. Se não lhe respondi a algo foi certamente por ter deixado de passar cartão a isto.

Tenho uma única conta para todas as wikipédias em que colaborei, nunca senti a necessidade de criar pseudónimos para editar aqui ou noutro lado qualquer - se não acredita peça a um verificador de contas que o faça, estou de consciência tranquila. Estou-me a marimbar para a opinião dos outros - no quotidiano e, com maioria de razão, na virtualidade. Sou licenciado e mestre em História por aquela que é hoje a maior universidade pública portuguesa (ULisboa) e doutorando na mesma área científica. Se devoto a minha vida ao mister da história, então como me deverei classificar? Não sei que ideia faz dos historiadores, mas dificilmente se definem por publicarem, como diz, «um artigo no jornal da tua cidade». Jovens historiadores publicam os resultados da sua investigação em revistas científicas, preferencialmente com peer-review, em actas de colóquios - não em periódicos regionais e locais, que parece ser aquilo a que alude no seu conceito de «jornal de cidade» [sic]. E você, o que é? Como se define conceptualmente?

  • Resposta: historiador. Nome usado nos respectivos escritos: Jorge Almeida. Jorge alo (discussão) 10h21min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

Não posso, porém, deixar passar em claro um ataque virulento como aquele que me fez, ao apodar-me de vigarista, e utilizando um tom de ameaça. Em face disso, perdeu toda e qualquer razão que pudesse ter; se o assunto versasse apenas a discussão - construtiva - em torno de um assunto científico, ter-me-ia pronto para arguir o que quisesse. Sustentei, no passado, as minhas posições, porventura polémicas, mas não o farei de novo; estou-me marimbando - reafirmo-o - para o que por aqui se escreve, verdade ou inverdade, e não vou perder mais tempo consigo a demonstrar-lhe o que sou academicamente; tenho o reconhecimento dos meus pares e isso basta-me. Aliás, esta discussão apenas me fez recordar o motivo primacial para o meu afastamento do projecto - discussões estéreis pautadas por insultos gratuitos!

Posto isto, fique bem. Cumprimentos. --Andreas Herzog (discussão) 01h20min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

  • Com excepção de definirmos que o tratamento é na 3.ª pesssoa do singular, coisa para a qual me estou também a marimbar, ficámos exactamente na mesma. Mantenho em relação a si tudo o que disse e a questão «ou é X ou é Y». Para lhe simplificar a vida, eu, acima, já me identifiquei completamente, e agora estou à espera que você faça o mesmo. Jorge alo (discussão) 10h21min de 17 de agosto de 2013 (UTC)
Dado o tom persecutório que empregou, e sem a formulação de qualquer pedido de desculpas pelo insulto anteriormente proferido, resta-me apenas concluir: sutor ne supra crepidem! Não arguo com gente que necessita de insultar o próximo para demonstrar o que quer que seja. Por isso mesmo este assunto - de lana caprina -, no que a mim me diz respeito, morre aqui. Cumprimentos --Andreas Herzog (discussão) 11h24min de 17 de agosto de 2013 (UTC)
Aqui a única coisa que há a registar é que você continua a fugir "com o rabinho à seringa" e que se nega a identificar-se. Para quem, ineditamente (isto se não for um vigarista, e se for, realmente, alguém que trabalha em História), em não sei quantas dezenas de Wikipédias, transformou a bandeira castelhana derrotada em Aljubarrota em bandeira portuguesa, é sintomático. E já deve saber que, mais tarde ou mais cedo, vamos resolver o problema da sua identidade (obviamente, aqui, nas Wikipédias). Vá à sua vida, e boa tarde, Jorge alo (discussão) 15h23min de 17 de agosto de 2013 (UTC)
Face à sua atitude nada mais há a falar. Lembrou-se de ressuscitar agora uma velha polémica, sem motivo aparente. É só de lamentar que um usuário como você, experiente, conheça apenas a linguagem do insulto e da perseguição para lidar com os outros. Por que não tenciono descer a esse nível, não tenho, em circunstância alguma, que identificar-me ou perder mais um segundo que seja a responder-lhe. Conservará para si a sua opinião a meu respeito, mas fará o favor de não me difamar publicamente, ou solicitarei junto de quem de direito o seu bloqueio. Até sempre --Andreas Herzog (discussão) 15h42min de 17 de agosto de 2013 (UTC)
A minha atitude é dizer quem sou (historiograficamente falando), e a sua atitude é a de não identificar-se, portanto, penso que é razoável presumir-se que será um vigarista...contudo, se o é, você não devia meter-se com bandeiras...olhe, pergunte ao João Carvalho. E de novo, boas tardes, caso resolva ir à sua vida. Jorge alo (discussão) 15h58min de 17 de agosto de 2013 (UTC)
Ah! E sempre que queira presumir que você é provavelmente um vigarista, lá terei esta conversa para citar. No mínimo, lá me terão que dizer que, se não o for, mas tão-só um historiador que se recusa a identificar (o que émuito estranho), você é assim uma espécie de "historiador" exclusivo das Wikipédias, que anda sempre a inventar bandeiras, reis, etc. E eu até lhe acho piada, boas tarde de novo e pi, ponto final, Jorge alo (discussão) 16h14min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

Discussão:Beatriz de PortugalEditar

Olá Jorge alo. Suas mensagens recentes na citada discussão e na discussão do usuário envolvido foram removidas por contrariar recomendações do projeto como WP:NFAP, WP:ESPAÇO e principalmente WP:CIVIL. Peço o favor de não voltar a inseri-las, reforçando ainda o apelo para que evitemos situações desnecessariamente desgastantes para si e também para os demais que terão de lidar com elas quando ataques do tipo virarem pedidos de intervenção ou bloqueio. Grato pela compreensão, --viniciusmc (discussão) 03h15min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

Okay, recebido o recado, Vinicius, mas a pessoa em causa vai mesmo ter que se identificar, ai isso, paciência. Eu não posso, por exemplo, andar para aí a dizer que sou médico sem o ser. Abraço, Jorge alo (discussão) 10h25min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

Notificação de bloqueioEditar

Este(a) utilizador(a) está bloqueado(a).
Foi bloqueado(a) por Teles durante 3 dias.
Motivo(s): Ofensas a terceiros usando páginas da Wikipédia: Continuação de ataques pessoais em PDU após aviso..

Teles«fale comigo» 16h16min de 17 de agosto de 2013 (UTC)

Notificação de bloqueioEditar

Este(a) editor(a) está bloqueado(a).
Foi bloqueado(a) por Lord Mota durante 1 semana.
Motivo(s): Comportamento abusivo: abuso do espaço público e disseminação da desconfiança na Esplanada.
Notas:

  1. Está autorizado(a) a usar esta página para sua defesa. Enquanto durar o bloqueio, ela será destinada, exclusivamente, à argumentação, a fim de mostrar qualquer incorreção de acordo com a política do projeto. Lembre-se de que deve respeitar as normas de conduta e não fazer ataques pessoais, e que a violação dessas políticas poderá levar à suspensão deste direito, bem como ao aumento do bloqueio inicial.
  2. Caso não pretenda discutir o bloqueio aqui e queira solicitar uma apreciação formal de seu bloqueio pelos demais administradores, inclua, logo abaixo desta mensagem, o seguinte código: {{subst:Revisão de bloqueio}}, apresentando as devidas justificativas, de acordo com a política de bloqueio.

Lord MotaFala 19h03min de 23 de março de 2014 (UTC)

  • Para me defender, necessito de encontrar uma antiga queixa contra um bloqueio e respectivo relatório de sugestões final feito pelo Steward Sir Lestaty de Liancourt. Esse pedido de intervenção contra bloqueio foi feito no MetaWiki. Já estive a tentar encontrá-lo mas não consigo (o defeito é meu). Peço a ajuda de quem a possa dar para encontrar essa queixa e respectivas sugestões finais. Jorge alo (discussão) 12h18min de 25 de março de 2014 (UTC)
A minha solidariedade, e a de colegas meus. Finalmente, já sabe como é. Académico é o antónimo de fanático. 213.30.96.102 (discussão) 16h55min de 10 de maio de 2014 (UTC)

Manuel Abranches de SoveralEditar

Este seu colega merece que o ajude a defender a sua credibilidade - especialmente tendo em conta que ele parece não ler as mensagens que lhe enviam, apesar de estar sempre presente para apagar edições ao artigo sobre ele... Usuário(a) Discussão:MASPOR#Credibilidade 213.30.96.102 (discussão) 16h54min de 10 de maio de 2014 (UTC) À parte, acrescento este texto que, se o não conhece, pelo menos pode apoiá-lo: Discussão:Miguel I de Portugal#Rigor academico: o valor historico do "Dom", e o dever de uma encyclopedia. 213.30.96.102 (discussão) 16h57min de 10 de maio de 2014 (UTC)

O título de «Dom» deve constar logo no início do texto do artigo, não no título. Também se deve fazer, na palavra «Dom», a respectiva ligação interna ao artigo Wikipédia sobre este título (que espero que esteja em condições). Não deve constar do título porque este deve manter o nome próprio somente e, no caso de Reis, o respectivo ordinal, tal como em qualquer índice de Enciclopédia histórica. Já sei que em muitas dessas Enciclopédias, se bem que nos índices conste apenas o nome próprio, depois, nos artigos concretos, o «Dom» é usado no título do artigo, porém uma enciclopédia de papel não tem ligações internas. Ademais, a "coisa" quanto a direito ao título desde o baptismo, é relativa a uma minoria dos «Dons» históricos, tendo-o a maioria adquirido em função de cargo desempenhado ou por concessão real (singelo ou juntamente com outro título). Jorge alo (discussão) 23h26min de 10 de maio de 2014 (UTC)
Quanto à discussão sobre «Credibilidade», só um pormenor. O M. A. de S. tem um site seu na Internet. Você já lá foi perguntar-lhe se é realmente ele o «MASPOR» da Wikipédia? Informação: os verbetes na roglo assinados em seu nome são mesmo dele; mas de qualquer maneira também lhe pode perguntar isso, se é que já não o fez. Jorge alo (discussão) 23h36min de 10 de maio de 2014 (UTC)

Pedido de confirmaçãoEditar

Caro Jorge alo: pelo que eu tenho visto na pt.wikipedia e na es.wikipedia, eu e outros usuários temos tido alguns problemas em relação à credibilidade do Historiador e Genealogista Manuel Eduardo Maria Machado de Abranches de Soveral, que assina como Usuário:MASPOR, entre outros. A Usuária:Maragm, aparentemente também Historiadora como o Senhor, embora Espanhola e não Portuguesa, insiste que ele não é credível. Por qualquer razão, talvez por alguns acharem que um site não deve ser mencionado muitas vezes como fonte na wikipedia, o site do mencionado Académico, http:// w w w.soveral. info/ encontra-se na lista negra. Também surge em http://independent.academia.edu/ManuelAbranchesdeSoveral Pessoas têm sido bloqueadas apenas por o mencionarem. http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/195.245.149.70 http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/HRO%27Neill http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Pedidos/Bloqueio/Arquivo/2014/05 Também é contestado o site http://roglo.eu/roglo?, o qual, pelo que eu vi, embora imperfeito, tem menos incorrecções e, inclusivamente, mais revisionismo e correcções do que o http://geneall.net/. Peço que leia os trabalhos dele e, quando puder, me dê a sua opinião de especialista quanto à credibilidade da sua obra e, se possível, retirar o seu site da lista negra. Obrigado. PS: A mesma Usuária:Maragm, supostamente uma Douta Académica, insiste em remover o título de Dom do artigo de Lopo Fernandes Pacheco, por mais que se lhe insista que os Ricos-Homens usavam desse título. Talvez a consiga convencer. Obrigado. 213.30.22.158 (discussão) 18h28min de 20 de outubro de 2014 (UTC)

Reparei agora que mais alguém, aparentemente meu vizinho e / ou colega, se queixou acima da mesma coisa!... Por favor, volte depressa à wikipedia que, no meio de tanto desconhecimento, as suas aptidões académicas fazem por demais falta. 213.30.22.158 (discussão) 18h29min de 20 de outubro de 2014 (UTC)
Mais lhe peço que mantenha as edições e as fontes em Afonso Pires da Charneca, onde editou, constantemente removidas sem qualquer razão. 213.30.22.158 (discussão) 13h11min de 22 de outubro de 2014 (UTC)

A minha impressão (e tão-só uma impressão) é que Diogo (ou Diego) Lopes Pacheco só por volta de 1370, e durante algum tempo, usou do título de «dom» em seu «ditado» (aliás, já agora, também me parece que Nuno Álvares Pereira não usava o título de «dom», se bem que certamente por razões diferentes). Ler, na Crónica de D. Fernando, o capítulo LXXXI, «Que homem era Diogo Lopes Pacheco, e por que azo se foi para Castela». Eis, pois, um tema interessante: quais foram as vicissitudes do «dom» de Diego (ou Diogo) Lopes Pacheco? Outro tema interessante: Nuno Álvares usou ou não, nos seus «ditados», do título de «dom»? Se fizer investigação sobre isto, depois pode perguntar, por exemplo, não só a opinião de Soveral como também a de Pizarro. Não lhe posso dar mais "dicas" nenhumas sobre o assunto porque não tenho tempo para me debruçar sobre ele. Cordiais saudações, Jorge alo (discussão) 14h59min de 22 de outubro de 2014 (UTC)

Re: Costa Lobo quase que acertavaEditar

Boa noite,

eu conhecia o apanhado do Costa Lobo sobre pesos e medidas; poderei não o citar nesse trabalho que refere, mas citei-o em pelo menos um dos outros trabalhos, possivelmente num dos publicados na RPH.

De facto, na nota 1 da p. 268, ele refere o uso do alqueire de 13.1 litros em Santarém, mas no início do século XX, não na idade média ou no século XVI. O Costa Lobo não esteve nem perto de inferir fundamentadamente qual seria o alqueire de Santarém ou o de Lisboa em finais da idade média. Aliás, ele diz que o verdadeiro alqueire de Lisboa seria de 13.8 litros e que o de Santarém seria o resultado de corrupção ou variação desde a idade média até ao século XX. Na verdade, toda evidência aponta para que o alqueire de Lisboa tenha sido de 13.1 litros desde o século XIV e que possivelmente só aumentou para 13.8 no século XVIII. A maioria das evidências disponíveis até Dom Sebastião não são medições nem padrões, mas sim relações numéricas com outras medidas conhecidas. Cordiais cumprimentos. Lslopes (discussão) 22h44min de 13 de novembro de 2014 (UTC)

Daniel GildemeesterEditar

Por favor, ajude-me a salvar este artigo. Obrigado. 213.141.15.42 (discussão) 18h43min de 19 de novembro de 2014 (UTC)

Não posso, não tenho, infelizmente, para isso qualquer disponibilidade. Cordiais saudações, Jorge alo (discussão) 19h38min de 19 de novembro de 2014 (UTC)

Testes em Wikipédia:Pedidos/OutrosEditar

  Boas vindas, e obrigado(a) por experimentar a Wikipédia. Seu teste na página Wikipédia:Pedidos/Outros funcionou, porém foi necessário revertê-lo ou excluí-lo. Motivo: o único local correto para testar as ferramentas de edição da Wikipédia é a página de testes. Por favor, consulte a página de boas-vindas para aprender mais a respeito de como contribuir com esta enciclopédia. Obrigado(a). Yanguas diz!-fiz 15h56min de 1 de dezembro de 2014 (UTC)

Eu não fiz nenhum teste de edição. O que fiz foi um alerta à administração, ou seja, aos administradores sobre o facto do artigo sobre o Senhor Duarte Pio de Bragança conter informação falsa. Peço-lhe o favor de deixar estar o que escrevi nos pedidos à Administração. Acho que é claro que o meu pedido é que tomem previdências para corrigir a informação falsa prestada. Caso o não faça, também não há problema. O facto constará do artigo que eu a breve trecho escreverei a propósito da divulgação por vários media desta informação falsa. E da impossibilidade que há, devido a censura, para corrigir tal informação. Cordiais saudações (Como se calhar também lhe apetecerá apagar esta conversa, tomei a liberdade de a gravar em arquivo pessoal meu). Jorge alo (discussão) 18h06min de 1 de dezembro de 2014 (UTC)
Vejo que novamente o meu alerta e pedido foi eliminado de pedidos a administradores/outros. Desta vez não com a alegação de que seria um teste de página, mas com a de que estaria aí deslocado. Bom, se estava aí deslocado, será que o mudaram para onde eventualmente estaria não deslocado? Seja o que for que lhe tenham feito, que são livres de o fazer, simples eliminação ou não, considero que já fiz o que me era devido, avisar lealmente os administradores deste media Wiki que um artigo em particular, e muitos outros em geral, contêm informação errada quanta à existência actual de pretensos títulos nobiliárquicos há muito extintos neste país, Portugal, assim como a um alerta para o mesmo tipo de informação falsa quanta à existência de pretensos títulos nobiliárquicos também há muito extintos no Brasil, e que é praticamente impossível corrigir, neste media Wiki, esse conteúdo falso nesse artigo em particular e nos artigos em geral que contêm tal tema. Cordiais saudações, Jorge alo (discussão) 18h11min de 2 de dezembro de 2014 (UTC)

EspaçoEditar

Meu caro, espero muito sinceramente que esta seja a primeira e a última vez que pronuncia o meu nome em espaço alheio para tirar conclusões percipitadas que só a si lhe dizem respeito. Atenciosamente. Shgür Datsügen (discussão) 09h15min de 31 de março de 2015 (UTC)

Bom dia. Qual conclusão precipitada? Que as propostas rejeitadas eventualmente serão duas? A sua e a do Arthemius? Ora vejamos, a sua = 1, portanto, a do Arthemius = 2(?), e sobre ele nunca se poderá afirmar que «é o único» que não será eleito. Portanto, não vejo, sinceramente, nada que eu possa qualificar de precipitado. Abraço, Jorge alo (discussão) 09h39min de 31 de março de 2015 (UTC)
Ainda assim, se tiver alguma dúvida, por favor, dirija-se à minha página de discussão e pergunte. Grato. Shgür Datsügen (discussão) 12h07min de 31 de março de 2015 (UTC)
A minha menção à sua pessoa apenas se destinou a provar que o Arthemius não será, eventualmente, o único a não ver aprovada uma sua proposta aceite de candidatura a administrador. Tudo o mais que eu escrevi a seguir tem a ver apenas com ele e outros que não nomeei, nada tendo a ver consigo. O «aqui» refere-se à Wikipédia e não às pessoas concretamente nomeadas no pequeno texto por mim escrito em apreciação nesta conversa. De novo um abraço, Jorge alo (discussão) 14h17min de 31 de março de 2015 (UTC)


Condes de portucale vs Condes de PortugalEditar

  • Acho que andou a interpretar a conversa mal. Para mim é assunto encerrado, no momento. Não vale a pena a chateação.--Pedro (discussão) 23h40min de 8 de abril de 2015 (UTC)
Okay, mas já agora, houve condes de Portucale, houve condes em Portucale (denominação geográfica extensa) e houve condes em Portugal (criados pelos reis portugueses), mas nunca houve um único «conde de Portugal». Se alguém conseguir encontrar mesmo que só seja numa única fonte de jeito algum personagem com tal título, «conde de Portugal», é caso para a descoberta ser comunicada à Academia de História. Saudações cordiais, Jorge alo (discussão) 05h15min de 15 de abril de 2015 (UTC)
Gracias por las correcciones en Gonçalo Mendes, conde de Portucale. Tomo nota para no repetir los mismos errores. Abraços, --Maragm (discussão) 13h13min de 25 de maio de 2015 (UTC)

AvisoEditar

Caro(a) usuário(a): não insulte nem use linguagem inadequada em artigos ou discussões. Se insistir nessa conduta imprópria, estará sujeito(a) a sanções, que incluem o bloqueio de sua conta.


Leia: Normas de conduta | Não faça ataques pessoais | Não fazer

DARIO SEVERI (discussão) 01h22min de 20 de julho de 2015 (UTC)

Isto aparece-me aqui por alma de quem? Ou para ser mais claro: a propósito de quê? Abraço, Jorge alo (discussão) 16h54min de 23 de outubro de 2015 (UTC)

Boa noite.Editar

Você foi o único Historiador Português que eu consegui encontrar. Tem havido alguns problemas quanto à aceitação de certas fontes mais do que credíveis ou do facto de que certos Maçons são notáveis. Em casos concretos, andam a tentar eliminar artigos sobre indivíduos biografados na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira sob a falsa acusação de que não são notáveis ou enciclopédicos (se vêm numa Enciclopédia, são enciclopédicos e, se não são, quais é que serão?). Foram eliminados sem qualquer razão artigos referentes a Afonso Furtado e Nuno Gonçalves de Ataíde, e estão a tentar eliminar artigos perfeitamente válidos como os de Nuno Fernandes de Ataíde e de João da Silveira, neste último caso alegando a falta de verificabilidade das fontes; todavia, a não ser que cada Usuário esteja perto das maiores bibliotecas do Mundo, nunca poderá verificar todos os livros que servem de referência a artigos. Também tem havido questões quanto à notoriedade de Maçons célebres, referidos no Dicionário da Maçonaria Portuguesa de António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques. Alguns Usuários, incluindo um a favor do qual você ainda agora votou, após meses de ausência, como pude constatar pelo seu histórico de edições (também constatei a discórdia que existe em relação aos critérios dele em relação aos artigos), alegam que os Maçons que foram considerados pelo autor acima como suficientemente notáveis para constarem da sua obra, não são suficientemente importantes para constar da Wikipédia. Algumas pessoas parecem querer saber mais do que os Historiadores. Em casos concretos, os artigos Ramón Nonato de La Féria e Fernando Lima. Também houve uma questão levantada pelo mesmo Usuário quanto ao reconhecimento dos Procuradores da Câmara Corporativa, neste caso em concreto Arnaldo Pinto Loureiro, como tendo a dignidade dum Membro duma Câmara Parlamentar. Embora consultivos, também não eram meros funcionários, pelo que a sua notoriedade se justifica, ainda para mais dentro dum sistema corporativo. Se puder contribuir para elucidar e resolver estas questões, agradeço. 85.244.2.139 (discussão) 04h56min de 24 de outubro de 2015 (UTC)

Bom dia, lamento mas não lhe vou poder ser útil. Jorge alo (discussão) 06h33min de 24 de outubro de 2015 (UTC)
Boa tarde. Também eu lamento, o projecto deveria atrair pessoas das especialidades mas, provavelmente, só as afugenta... 85.244.2.139 (discussão) 16h57min de 24 de outubro de 2015 (UTC)
Olhe, o que eu posso fazer, daqui a uns meses, é indicar-lhe fontes primárias, secundárias e terciárias para o período da idade média portuguesa e, se quiser, fazer a experiência de editar algumas biografias consigo, para lhe poder transmitir (e aprender, quiçá) o que sei quanto a métodos de investigação e exposição do material histórico, pois não me parece que isso seja perda de tempo minha. Digo uns meses porque até lá não estou em condições de o fazer. Jorge alo (discussão) 19h51min de 24 de outubro de 2015 (UTC)
A questão que se coloca é que algumas pessoas estão a pôr em causa o facto de que os Procuradores da Câmara Corporativa são Membros do Parlamento, nomeadamente na discussão relativa a Arnaldo Pinto Loureiro e, apesar de este ter sido considerado Membro do Parlamento no consenso respectivo, as mesmas pessoas vieram, contra essa decisão, pôr em causa o artigo de Henrique Roma Machado Cardoso Salgado, que é tão Procurador da Câmara Corporativa como o primeiro! Isto é que não faz sentido. Como se isso não bastasse, e muito embora as entradas sobre os ditos Procuradores constem do Dicionário Biográfico Parlamentar, editado pela própria Assembleia da República, há pessoas que põem em causa a sua fiabilidade enquanto fonte! Que fazer, quando os poucos Historiadores existentes nisto se furtam?... 176.78.20.150 (discussão) 20h40min de 21 de janeiro de 2016 (UTC)
Meu caro IPê, contacte o Manuel Loff, historiador do Portugal contemporâneo e professor na Universidade Pública do Porto, na Faculdade de Letras, no curso de História. Encontra o seu email na página da Faculdade, cujas iniciais, se não estou em erro, serão: FLUP. Aproveite para lhe pedir bibliografia. Sem mais, Jorge alo (discussão) 21h59min de 22 de fevereiro de 2016 (UTC)

AvisoEditar

Caro(a) usuário(a): não insulte nem use linguagem inadequada em artigos ou discussões. Se insistir nessa conduta imprópria, estará sujeito(a) a sanções, que incluem o bloqueio de sua conta.


Leia: Normas de conduta | Não faça ataques pessoais | Não fazer

Ruy Pugliesi 18h28min de 6 de novembro de 2015 (UTC)

AvisoEditar

Olá. Por favor, pare de abusar de espaço público. Tanto na proposta que você criou quanto na discussão do café dos burocratas, suas edições já estão passando dos limites. O agravante é que na discussão do café você ofendeu pessoas e isso, se repetido, resultará em seu bloqueio. Érico (msg) 20h18min de 6 de novembro de 2015 (UTC)

Érico, a partir deste momento eu não tenho nada a ver com a Wikipédia. E para todos os efeitos declaro que nada tenho a ver com nenhuma personagem real, Jorge alo (discussão) 20h26min de 6 de novembro de 2015 (UTC)

Notificação de bloqueioEditar

Este(a) editor(a) está bloqueado(a).
Foi bloqueado(a) por Ruy Pugliesi durante 1 semana.
Motivo(s): Comportamento abusivo: NP:NFAP e abusos enquanto deslogado.

Ruy Pugliesi 21h14min de 6 de novembro de 2015 (UTC)

Parabéns, e aplique-me mais uns dias, meses ou anos, e não venha com a treta de que não sabe o meu endereço, porque um casal de pregadores de uma seita encontrou a minha morada há menos de 48 horas, e o casalsito, João e Madalena, vinham com um ar esquisito.

Bem vindoEditar

Olá Jorge, seja bem vindo novamente ao projecto!--- Darwin Ahoy! 15h08min de 22 de fevereiro de 2016 (UTC)

Viva, Darwin. Curiosamente, menos de 24 horas depois de ter voltado, recebo no meu email um falso aviso de tentativa de entrega de um suposto objecto por correio, com endereço brasileiro (identificado na Net como endereço malicioso). É uma coincidência interessante, não? Vou aproveitar para rever uma velha amiga do ministério público e ter uma conversa com ela acerca de criminalidade digital.
Duas coisas:
1-Todos os editores com qualquer estatuto de responsabilidade (porque de algum modo já foram por consequência minimamente aferidos) deviam ser avisados automaticamente das votações de candidatura a funções e das votações de novas regras ou de alteração de regras. Alguém está a preparar alguma proposta sobre este tema? É que além de votações mais participadas, com gente com capacidade de discernimento, isso também permitiria, em casos de ruído e assédio permanente, tomar as devidas e necessárias medidas correctoras de imediato, por intermédio de um ou mais dos editores participantes.
2- Os artigos novos, diariamente, são em que número? Jorge alo (discussão) 22h22min de 22 de fevereiro de 2016 (UTC)
Olá Jorge. Respondendo ao primeiro, convencionou-se que as votações ou nomeações para cargos aqui seriam publicadas na Esplanada/Anúncios, pelo que basta vigiar essa página ou consultar o portal comunitário para se ter conhecimento do que vai ocorrendo. Julgo que o envio maciço de mensagens a todos os editores elegíveis para votar seria mal visto, pois a grande maioria tem pouco interesse pela política caseira, e não serão essas mensagens - indesejadas, muito provavelmente - que irão mudar isso.
Quanto ao segundo, costumava existir uma wikipédia com as estatísticas dos projectos, mas não sei se ainda funciona. Em todo o caso, a minha impressão é de que este projecto está presentemente numa espécie de estagnação ou Idade das Trevas. O que não quer dizer que tenha perdido o interesse, claro. Eu pessoalmente acho a Idade Média bastante interessante.--- Darwin Ahoy! 14h50min de 23 de fevereiro de 2016 (UTC)
Em resposta à segunda, segundo o tal wiki, foram 230 artigos por dia em Janeiro deste ano. GoEThe (discussão) 11h28min de 24 de fevereiro de 2016 (UTC)
Boas-tardes aos dois. Então, na primeira, seria preciso perguntar a todos quem gostaria ou aceitaria ser avisado, antes de organizar um sistema de aviso, ou criar um bot, se possível, e na segunda, para se criar um limbo para os artigos novos, seria necessário criar um grupo de uns 25 wikipedistas, pelo menos, para fazer uma avaliação inicial sumária e rápida antes de os editar publicamente. Jorge alo (discussão) 12h20min de 24 de fevereiro de 2016 (UTC)
Curiosamente, depois de em Março passado (curiosamente também, o mês do escândalo dos socks) atingir o ponto mais baixo desde Abril de 2005, o mais baixo em 10 anos, a actividade tem subido gradualmente novamente, mas estando ainda longe dos valores médios da época dourada (2006-2013).--- Darwin Ahoy! 14h23min de 24 de fevereiro de 2016 (UTC)

PerguntasEditar

Olá. Eu não tinha visto suas perguntas em meu pedido. Se ainda quiser, posso responder sem problemas. Érico (msg) 06h55min de 25 de fevereiro de 2016 (UTC)

Obrigado pela gentileza, Erico, mas assim como estão aqueles dois itens finais estão muito bem para evidenciar a obstrução ao normal funcionamento do projecto. Aproveito é para lhe perguntar outra coisa, conhece alguns wikipedistas que tenham na vida real formação jurídica? Se conhece, pode-mos indicar? Gostaria que eles dessem a sua opinião a respeito de vários casos. Jorge alo (discussão) 07h16min de 25 de fevereiro de 2016 (UTC)
O Raimundo57br? Érico (fale) 09h31min de 26 de fevereiro de 2016 (UTC)
Bom, Bacharel em Direito, em Portugal, são três anos de Direito, mas como eu só tenho dois não me posso queixar. Acho que vou contactá-lo, mas para já vou esperar um bocado antes de o fazer para os assuntos do direito em geral, e ver se isto na sua votação finalmente acalma. A propósito, reactivei as duas perguntas e peço-lhe que lhes responda, bem como ao Arthemius, que em geral até coloca questões interessantes, só que muitas vezes, em minha opinião, de cabeça para baixo e pés para cima e com alguns epítetos a outrem a calçar género sandálias as plantas dos pés. Jorge alo (discussão) 09h41min de 26 de fevereiro de 2016 (UTC)

Wiki-direitoEditar

Entendo que a wikipédia precisaria de uma reformulação geral de suas regras, para que fossem sempre baseadas em precedentes, e pasíveis de aperfeiçoamentos. No campo do direito aprecio bastante as ideias de Luís Recasens Siches#Defesa da lógica do razoável, mas não creio que nossos administradores sejam razoáveis. Até cheguei a fazer um esboço de ensaio, mas deixei para lá. Também sou adepto da Doutrina Jorge, um outro Jorge.--Raimundo57br (discussão) 12h02min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)

Somente para esclarecer, o termo bacharel no Brasil se refere a quem concluiu o curso de cinco anos. Não exerço a advocacia, pois sou servidor público em órgão tributário.--Raimundo57br (discussão) 14h01min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
A questão do precedente é que muitas normas são elaboradas fora da realidade, e não são revisadas qdo a realidade apresenta novas faces. Gostava muito desse ensaio.--Raimundo57br (discussão) 14h07min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
É uma questão interessante: em princípio os burocratas teriam competência para anular aqueles votos, mas o questionamento também é válido pois não há consenso sobre o que seja conta dormente ou indício de meat puppet (critérios para julgar o mérito da atuação dos burocratas). Outro aspecto interessante na questão é o aumento do poder dos burocratas nos últimos anos. Creio que é melhor a comunidade ter um critério objetivo que impedisse de vez o voto das contas dormentes.--Raimundo57br (discussão) 16h56min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
De qualquer modo seria bom contar com critérios mais objetivos para caracterizar uma conta como dormente, pois isso pacificaria a comunidade.--Raimundo57br (discussão) 00h39min de 1 de março de 2016 (UTC)
Vamos unificar o debate nessa página e definir melhor os conceitos:
  1. Conta dormente: tens seus direitos políticos suspensos por haver se desinteressado do projeto nos últimos tempos (definir critérios);
  2. Meat puppet:
caso extremo: solicito a um amigo que ele abra uma conta na Wiki e mantenha ela com direito à voto para eventualmente pedir um favor "wiki-político" (esse age apenas por amizade);
caso controverso: vc sabe que alguém não gosta de fulano ou concorda com certa wiki-ideologia e alerta que há uma votação sobre certa pessoa/tema (esse tem uma convicção pessoal), houve prospecção de quem o convocou, mas trata-se de situação na qual a anulação é questionável.--Raimundo57br (discussão) 10h54min de 1 de março de 2016 (UTC)

@Raimundo, combinado, mas eu sou lhe vou voltar a pegar amanhã, okay? Abraço, Jorge alo (discussão) 12h08min de 1 de março de 2016 (UTC)

Olá Jorge Alo, estou bemEditar

Não entendi a pergunta que me fez. Do que você está falando? Seja mais claro. JMGM (discussão) 08h25min de 1 de março de 2016 (UTC)

Desculpe Jorge, mas não me lembro nem de ter entrado na página do Raimundo e muito menos de ter revertido suas edições. Essas coisas já aconteceram outras vezes e não fui eu que editei, não sei como isso acontece. Já pedi até verificação, mas não encontraram nada disseram que eu cliquei por engano, mas acho meio difícil isso acontecer quando estou dormindo. Mesmo assim desculpe não sei o que aconteceu. JMGM (discussão) 09h14min de 1 de março de 2016 (UTC)

@JMGM: Na verdade, a sua conta não foi verificada pois você disse que os problemas haviam cessado. Se você usa celular para editar a Wikipédia, está aí o problema. É impossível você reverter coisas enquanto está dormindo. Érico (fale) 09h17min de 1 de março de 2016 (UTC)
Então verifique, porque dificilmente edito pelo celular. JMGM (discussão) 09h23min de 1 de março de 2016 (UTC)
É necessário que tenha certeza porque verificações nesses casos só são feitas se houver sérias suspeitas da conta estar comprometida. Lembro que basta um clique involuntário para a reversão ser feita, o que obviamente não ocorre quando você dorme. Érico (fale) 09h33min de 1 de março de 2016 (UTC)

Análise de uma normaEditar

Discussão que contém o precedente do Zé Luís de definição de conta dormente para efeitos de aplicação da norma. @José Luís, pode-me dizer por favor em que item desta discussão está a sua caracterização de dormente para efeito de aplicação da norma? E já agora, transforma-me o link de externo para interno, que eu já tentei mas não consegui?

Norma. @Érico, pode-me pôr por favor aqui o link para a norma?

Direito eleitoral.

Elenco de questões: em que medida os direitos eleitorais de uma dormente já são limitados pela norma? E só o são em caso de convocação offwiki, em qualquer caso de convocação, ou não é necessária sequer a convocação (caso prático do Feld), dado que a norma fala apenas em «participação» e prevê («/ou») a hipótese de só dormentes estarem em causa? É necessária uma ainda maior limitação dos direitos eleitorais de uma dormente, não podendo ela votar até um dado número de edições no domínio principal após a sua volta? E é necessário e há mérito em lhe retirar o direito de participar na discussão, mesmo já não votando?

CONTA ENCERRADA DEFINITIVAMENTE, POIS CIENTISTAS DE VERDADE NÃO TÊM TEMPO PARA JOGOS, E DADO QUE ÉTICA É ÉTICA, E FRAUDE É FRAUDE. Jorge alo (discussão) 10h16min de 4 de março de 2016 (UTC)

Status quoEditar

Sua participação está sendo pedida nesta consulta aqui no pé da página. Sds MachoCarioca oi 05h14min de 12 de março de 2016 (UTC)

Status quoEditar

Sua participação está sendo pedida nesta consulta aqui no pé da página. Sds MachoCarioca oi 05h14min de 12 de março de 2016 (UTC)

Vandalismos e ofensas graves e insultuosasEditar

Caríssimo: nos últimos anos tenho vindo a contribuir sobre assuntos relativos à muito polémica "questão dinástica portuguesa" e publiquei bastante informação factual sustentada em fontes variadas e todas elas verificáveis sobre alguns dos pretendentes ao extinto trono de Portugal e assuntos relacionados. Sucede que, inicialmente, os artigos da Wikipédia padeciam de um erro crasso (e na Wikipédia internacional isso ainda se mantém) que era a tentativa de publicitar e "legitimar à força" meros pretendentes como eram os da família Miguelista (veja-se o histórico dos artigos de Miguel Januário, Duarte Nuno e Duarte Pio de Bragança). As edições nos artigos destes pretendentes eram autênticas fábulas de reis e rainhas de fantasia, e as mesmas foram sendo corrigidas e neutralizadas continuamente por mim e pela comunidade. Da minha parte, procurei ainda acrescentar informação relativa a uma das pretensões mais famosas durante o século XX em Portugal e que não podia passar em branco numa enciclopédia como a nossa: a pretensão de D. Maria Pia de Saxe-Coburgo Gotha e Bragança, a alegada filha bastarda legitimada do rei D. Carlos I de Portugal, e dos seus herdeiros que descendiam da última casa reinante em Portugal, a Casa de Bragança-Saxe-Coburgo e Gota (e não a Casa de Bragança, conforme se tentava por aqui veicular). Porém, como essa informação "incomodava" as pretensões anteriores e os demais apoiantes, fui, ao longo de anos, acusado injustamente pelas minhas contribuições (como se eu fosse um elemento que queria apenas fazer propaganda sobre essa matéria, quando eu colaboro na WP há muitos anos e sobre diferenciadíssimas matérias) e, após a comunidade avaliar tudo e ter confirmado as fontes por mim citadas, os artigos foram neutralizados todos e publicados segundo um acordo consensual. Nos últimos meses, sucede que "alguns" apoiantes da família Miguelista decidiram regressar à Wikipédia para branquear informação, publicar informação de propaganda e incitar conflitos entre usuários e promover vandalismos continuados aos artigos. Eles inventaram identidades distintas através do recurso a IP's dinâmicos, mas tudo se resumiu a uma ou duas pessoas que encheram os artigos de vandalismos e as páginas de discussão de propagandas em favor de uns e de insultos contra a minha pessoa. Agora já existem mesmo acusações graves e a remeter para o meu campo pessoal. Cito: "Este AnjoSozinho é um terrorista, baseado em difamações, lugares comuns e romances. Desafio a revelar a sua identidade..." (in Discussão:Miguel I de Portugal). Cito: "...a Constituição Monárquica que tu Lucifer usas foi revogada em 1842" + repetição dos insultos "onde cabe a sua lei e a sua Constituição de 1838? Meta-a onde lhe couber, pode ser que lhe saiba bem" (in Discussão:Miguel Januário de Bragança). Estas acusações estão a ser assinadas pelo usuário «OsemPavor» e pelos vários IP's dinâmicos que o mesmo usuário está a usar (exemplos: 89.114.201.254 e 88.157.136.210) e a tentar, assim, enganar a comunidade da Wikipédia como se se tratasse de pessoas opostas; contudo, ele mesmo confirmou agora ser um só pela cópia dos seus escritos. Além disso, está a vandalizar os artigos todos sobre essa polémica questão dinástica portuguesa com o objectivo claro e demarcado de apenas "legitimar" as pretensões dos membros da família Miguelista. Considero estas ofensas e acusações feitas à minha pessoa matéria muito grave. Considero também os vandalismos e o branqueamento de informação algo igualmente perigoso. Solicito a sua ajuda urgente e à própria administração da comunidade. Grato pela atenção, Anjo Sozinho (discussão) 14h35min de 19 de março de 2016 (UTC)

Bom, anjo sozinho é mesmo isso, parabéns! Jorge alo (discussão) 17h07min de 17 de julho de 2016 (UTC)

Francamente!Editar

Como diabo é que ainda estou nos "bloqueados"' E já agora, quem me bloqueou? Tem nome? E crê em deus ou nos marcianos? Ou crerá em que eu vou tentar saber quem foi o borgesso que me bloqueou? Jorge alo (discussão) 17h58min de 17 de julho de 2016 (UTC)

Ó pasinho, enquanto estiver bloqueado, paciência, não posso escrever nada, Jorge alo (discussão) 18h05min de 17 de julho de 2016 (UTC)

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