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Reino do Brasil
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1815 – 1822 Flag Portugal (1830).svg
 
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Bandeira de Brasil

Bandeira
Localização de Brasil
Províncias do Reino do Brasil, em 1822
Continente América
Capital Rio de Janeiro
Língua oficial Português
Religião Catolicismo
Governo Monarquia
Monarcas
 • 1815–1816 D. Maria I
 • 1816–1822 D. João VI
Legislatura Cortes
História
 • 16 de dezembro de 1815 Criação do Reino
 • 7 de setembro de 1822 Independência do Brasil
Área
 • 1820 8 300 000 km2
População
 • 1820[1] est. 4 000 000 
Moeda Real

Reino do Brasil foi a designação oficial assumida em 16 de dezembro de 1815, a elevação do então Estado do Brasil, uma colônia portuguesa, a condição Reino. O Reino do Brasil foi de curta existência e possuiu apenas dois reis, D. Maria I e D. João VI. A capital do Reino foi a cidade do Rio de Janeiro, à época chamada apenas de Corte.

O Reino do Brasil desmembrou-se do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, o qual formavam uma União Real, com a independência do Brasil, a 7 de setembro de 1822, proclamada pelo filho de D. João VI, Pedro, que, antes da independência, era o herdeiro do trono do Reino Unido como Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. O Reino do Brasil, independente em 1822 e, por conseguinte, desmembrado do Império Ultramarino Português, torna-se Império do Brasil em 12 de outubro de 1822, com a Coroação do Imperador D. Pedro I, confirmado em 25 de março de 1824, com a outorga da Constituição brasileira de 1824.

CriaçãoEditar

 
Rei D. João VI do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, foi o último monarca do Reino do Brasil, século XIX.

A entidade legalmente denominada de Reino do Brasil foi criada por uma lei do príncipe regente João de Portugal, Príncipe do Brasil, Duque de Bragança, em nome de sua mãe, rainha Maria I de Portugal, em 16 de dezembro de 1815, que elevou o Estado do Brasil para o grau de um Reino associado ao Reino de Portugal e dos Algarves.

Por decreto emitido em 22 de abril de 1821 antes de sua partida do Brasil para Portugal, o rei João VI nomeou seu primogênito e herdeiro, o príncipe Pedro de Bragança, Príncipe Real do Reino Unido, como Príncipe-Regente do Reino do Brasil, com poderes delegados para liderar o "Governo Geral e toda a Administração do Reino do Brasil" como o espaço reservado do Rei, concedendo assim ao Reino do Brasil uma administração descentralizada dentro do Reino Unido.

DissoluçãoEditar

Em 7 de setembro de 1822, o príncipe Dom Pedro, Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, Regente do Brasil, declarou a Independência do Brasil. Em 12 de outubro de 1822, o príncipe Pedro tornou-se o primeiro Imperador do país recém-independente, fundando assim o Império do Brasil. A Independência do Brasil só foi reconhecida com o Tratado do Rio de Janeiro, em 1825, pelo qual o Reino do Brasil, dentro do maior Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, foi formalmente dissolvido e a independência do Brasil foi reconhecida e concedida pelo Reino de Portugal.

No dia 8 de setembro de 1822, no primeiro dia após a Proclamação da Independência, o príncipe Pedro decretou a adoção do novo Brasão do Reino do Brasil, substituindo as cores portuguesas, branco e azul, por novas cores, verdes e amarelo (verde foi escolhido por sua associação com a Casa de Bragança, dinastia de Pedro; amarelo foi escolhido em referência a cor da Casa de Habsburgo, em que nasceu a esposa de D. Pedro, Dona Leopoldina; as novas cores nacionais, portanto, honraram a Real casal que liderou o Brasil na fundação de sua independência); esses novos símbolos seriam depois passados ​​para o Império do Brasil quando foi fundado em 12 de outubro de 1822. Os novos símbolos pós-independência substituíram a bandeira original do Reino do Brasil (uma esfera armilar dourada em um campo azul) e seu revestimento original de armas (uma esfera armilar dourada com um fundo azul no interior da esfera), que tinha sido projetada em 1815. Claro, após a independência, após a adoção da nova bandeira e brasão de armas em 8 de setembro de 1822, o Brasão de Armas do Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, adotada em 1815 (apresentando uma justaposição do tradicional brasão de armas de Portugal e dos Algarves com o brasão original do Reino do Brasil ao fundo, encimado por a coroa real), também deixou de ser usado.

De acordo com uma das cláusulas do Tratado do Rio de Janeiro, o rei João VI de Portugal e dos Algarves, ex-rei João VI do Reino Unido de Portugal, Brasil e dos Algarves, recebeu o título pessoal de Imperador titular do Brasil, assim tendo permanecido monarca do Brasil, em título, até o seu falecimento em 1826.

Ver tambémEditar


Referências

  1. VAINFAS, Ronaldo, Dicionário do Brasil Imperial, Objetiva, 2002
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Categoria:Monarquia Categoria: Brasil