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"Take a Bow"
Single de Madonna
do álbum Bedtime Stories
Lançamento 28 de outubro de 1994 (1994-10-28)
Formato(s) CD single, maxi single, vinil
Gravação 1994;
The Hit Factory
(Nova Iorque)
Gênero(s) Pop, R&B
Duração 5:21
Gravadora(s) Maverick, Sire, Warner Bros.
Composição Madonna, Kenneth Edmonds
Produção Madonna, Babyface
Cronologia de singles de Madonna
"Secret"
(1994)
"Bedtime Story"
(1995)
Lista de faixas de Bedtime Stories
"Bedtime Story"
(10)

"Take a Bow" é uma canção da artista musical estadunidense Madonna, contida em seu sexto álbum de estúdio Bedtime Stories (1994). Foi composta e produzida pela própria em conjunto com Babyface, e lançada em 28 de outubro de 1994 como o segundo single do material. Após a controversa personalidade explícita adotada na época da divulgação de seu disco anterior Erotica, a cantora queria mudar sua imagem e decidiu trabalhar com Babyface em seu projeto seguinte, impressionada pelo trabalho do produtor com outros artistas. A obra foi desenvolvida desta colaboração, após Madonna ter ouvido sua batida e seus acordes. Gravada nos estúdios The Hit Factory em Nova Iorque, "Take a Bow" foi apoiada por uma orquestra completa. Esta foi a primeira vez em que Babyface trabalhou com cordas ao vivo, uma sugestão vinda de Madonna.

Contendo cordas pentatônicas orientais, dando a impressão de uma ópera japonesa ou chinesa, é uma balada de ritmo moderado derivada dos gêneros pop e R&B que trata de um amor não correspondido, com Madonna dizendo adeus. O single recebeu análises positivas de críticos musicais, que elogiaram suas letras expressivas e poéticas. Comercialmente, obteve um desempenho positivo, atingindo o topo das tabelas do Canadá e dos Estados Unidos e as dez primeiras colocações na Itália, na Nova Zelândia, na Suécia e na Suíça. Em território estadunidense, tornou-se o décimo primeiro tema de Madonna a conquistar o ápice da Billboard Hot 100, onde permaneceu por sete semanas consecutivas. No Reino Unido, contudo, foi a primeira música da cantora a não entrar nas dez primeiras em dez anos, desde "Lucky Star".

O vídeo musical correspondente foi dirigido por Michael Haussman e filmado em Ronda, Espanha, e nas praças de touros da cidade. Lançado em 22 de novembro de 1994 na MTV e usado nas campanhas promocionais de relançamento do canal VH1, o trabalho retratada Madonna como uma parceira negligenciada de um toureiro (interpretado por Emilio Muñoz, toureiro na vida real), ansiando por seu amor. A produção gerou polêmica por ter sido acusada de glorificar a corrida de touros, porém foi bem recebida criticamente e conquistou o troféu de Best Female Video nos MTV Video Music Awards de 1995. Análises acadêmicas e jornalísticas do vídeo abordaram seu enredo, o uso de iconografia religiosa, feminismo, submissão, temas e motivos, bem como seu impacto em gravações audiovisuais contemporâneas. Madonna apresentou "Take a Bow" ao vivo nos American Music Awards e no Festival de San Remo na Itália, ambos em 1995, vindo a interpretá-la novamente apenas mais de vinte anos depois, na turnê Rebel Heart Tour e no concerto Madonna: Tears of a Clown. O número foi regravado por artistas como Trisha Yearwood e usada nas séries Friends e Beverly Hills, 90210.

Antecedentes e lançamentoEditar

 
Babyface compôs e produziu "Take a Bow" com Madonna após ela ouvir uma peça musical desenvolvida por ele, a qual continha apenas uma batida e acordes.

Em 1992, Madonna publicou um livro intitulado Sex, caracterizado por seu conteúdo sexualmente explícito e por suas imagens de fantasias voyeurísticas. Ao mesmo tempo, seu quinto álbum de estúdio, Erotica, foi lançado e no ano seguinte ela estrelou o filme Body of Evidence. Todos esses projetos geraram polêmica e receberam críticas negativas tanto de jornalistas quanto de fãs da cantora, que a viam como uma renegada sexual e até alegavam que ela havia "ido longe demais" e que sua carreira estava em declínio.[1] Somado a isso, sua aparição no programa Late Show with David Letterman em março de 1994, foi notada por seu polêmico comportamento; na ocasião, ela usou palavras de baixo calão diversas vezes, que exigiam censura na televisão, fazendo gestos obscenos e até mesmo dando a Letterman uma de suas calcinhas supostamente usadas para ele cheirar.[2] Esse foi o episódio de um talk-show mais censurado da história televisiva estadunidense, rendendo também ao programa uma de suas maiores audiências.[3][4] Nas palavras de Joe Lynch, da Billboard: "Pela primeira vez em uma década de estrelato, as pessoas não estão mais surpresas com suas travessuras e, pior, estavam cansadas disso".[5]

Em meio ao ápice das críticas do público e da mídia em relação à sua imagem sexual, Madonna decidiu mudar sua personalidade. A primeira tentativa foi o lançamento da balada "I'll Remember" para a trilha sonora do filme With Honors, que foi bem recebida criticamente.[6] Musicalmente, a cantora queria uma nova direção musical e começou a explorar estilos como new jack swing e R&B com um som mais mainstream e radiofônico. Ela quis incorporá-los em seu disco seguinte, intitulado Bedtime Stories, lançado em outubro de 1994.[7][8] Ela começou a trabalhar com Shep Pettibone, que havia coproduzido Erotica, e ao notar que eles estavam fazendo o mesmo tipo de música do álbum anterior, Madonna se desagradou, uma vez que ela não queria voltar às suas 'raízes', então ele deixou o projeto​.[9] Além do exposto, ele queria "suavizar" sua imagem pública naquela época e que suas canções tivessem um estilo mais romântico, por isso decidiu trabalhar com produtores renomados desses gêneros. Em entrevista concedida à Fred Bronson e registrada no livro The Billboard Book of Number 1 Hits, Madonna explicou:

Depois de pesquisar, Madonna escolheu trabalhar com o produtor britânico Nellee Hooper e com os americanos Dallas Austin, Dave "Jam" Hall e Babyface.[5][11] Ela se interessou pelo trabalho do último porque gostou de suas colaborações anteriores com artistas como Whitney Houston, Boyz II Men e Toni Braxton que resultaram em canções de R&B suaves e bem sucedidas. Ela também conhecia "When Can I See You", presente em seu terceiro álbum de estúdio For the Coll in You (1994).[5][12] A equipe de Madonna entrou em contato com ele para agendar uma reunião e ver se o interessava a ideia de trabalhar com ela; assim que se conheceram, ambos surpreenderam-se com as afinidades e decidiram escrever algumas músicas juntos. Assim, Madonna chegou na casa do produtor e, após alguns dias, eles já haviam concebido duas faixas. Uma delas foi baseada em um pedaço de música composto por Babyface, mas ele não estava seguro de sua direção musical. Ele fez a intérprete ouvi-la, e ela achou uma maneira de fazer com que o tema fosse desenvolvido.[10] O produtor esclareceu que "era apenas uma batida e os acordes. Daí, nós colaboramos e construímos [a música]. (...) Eu estava morando em Beverly Hills e criei um pequeno estúdio em minha casa, e ela foi lá para compor".[5] Juntos, eles concordaram que a primeira linha da obra deveria ser seu título, e "Take a Bow" foi composta. Embora, estas palavras não sejam repetidas na faixa.[10]

"Take a Bow" foi lançada como o segundo single de Bedtime Stories em 28 de outubro de 1994, em sequência a "Secret", através das empresas Maverick, Sire e Warner Bros. Records.[13][14] Gregory Scaffidi tirou a fotografia de capa, enquanto Fabien Baron e Patrick Li foram os responsáveis ​​pela direção artística e pelo design.[15] O maxi single da canção inclui dois remixes.[15] De acordo com Jose F. Promis, do banco de dados Allmusic, o primeiro deles, conhecido como o "In Da Soul Mix", dá uma sensação mais funk e urbana à balada sem "perder sua integridade", enquanto o segundo, rotulado como "Silky Soul Mix", contém um estilo mais silencioso e "mais melancólico" do que o primeiro.[13]

Gravação e composiçãoEditar

"Take a Bow" foi gravada no estúdio The Hit Factory em Nova Iorque, tendo sido masterizada e mixada no Sterling Sound, localizado na mesma cidade.[16] Babyface lembrou que estava nervoso por estar no estúdio com Madonna, temendo que ela fosse "muito analítica e perfeccionista" durante as gravações, e ele não se considerava esse tipo de compositor e produtor. No entanto, ele reconheceu que esta foi uma das sessões de gravação e mixagem mais rápidas presenciadas por ele. A canção foi apoiada por uma orquestra completa, marcando também a primeira vez que o produtor trabalhou com cordas ao vivo. Ele lembrou que o seu uso foi "sugestão [de Madonna], e foi Nelle Hooper [quem as arranjou]. Ela já havia trabalhado com cordas antes, mas para mim foi uma experiência nova".[10] Além de co-produtor, ele participou dos corais e cuidou dos sintetizadores e da programação de bateria.[17] Em Madonna: An Intimate Biography of an Icon at Sixty (2018), o biógrafo J. Randy Taraborrelli observou que, embora não fosse creditado como intérprete, a contribuição de Babyface nos coros tornava a canção "praticamente um dueto".[18] Os outros músicos que estiveram presentes na gravação foram Tommy Martin na guitarra, Dallas Austin na teclado e bateria, Colin Wolfe e o rapper Meshell Ndegeocello no baixo e Marius de Vries na programação, sob a direção de Susie Katiyama e Jessie Leavey. Este último e Craig Armstrong também fizeram os arranjos, e Alvin Speights, Brad Gilderman, Darin Prindle, Mark "Spike" Stent e Michael Fossenberg fizeram a engenharia. Por fim, Speights e Jon Gass foram os responsáveis ​​pela mixagem.[17]

Uma amostra de 27 segundos da música, com Madonna cantando os versos de abertura. A amostra apresenta a orquestra usada no fundo, bem como os vocais de Babyface durante o segundo verso.

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Composta e produzida por Madonna e Babyface e com duração de cinco minutos e vinte e um segundos (5:21), "Take a Bow" é uma balada de ritmo moderado derivada dos gêneros pop e R&B com influências musicais japonesas, sendo similar à "Sukiyaki", de Kyū Sakamoto.[5][19][20] Inicia-se com sons de cordas orientais pentatônicas, que segundo o autor Rikky Rooksby de The Complete Guide to the Music of Madonna (2004), que dá a sensação de ter vindo do Extremo Oriente. As estrofes consistem uma sequência de acordes decrescente, contendo voltas no final, enquanto os vocais de Madonna estão em um "estado sonolentamente lânguido" que é característico nas canções de Bedtime Stories. As letras no refrão retratam a cantora dizendo adeus a um parceiro, que não lhe deu o valor devido — exemplificado nas linhas; "Eu sempre amei você / Acho que você sempre soube que é verdade / E se aproveitou do meu amor / Por que, oh, por que?".[n 1] Termina com a frase; "o show acabou, diga diga adeus"",[n 2] que Troy L. Smith do The Plain Dealer descreveu como "memorável", e com isso encerra o álbum.[21] A faixa também referencia a passagem; "O mundo é um palco, e todos os homens e as mulheres são meros atores", da comédia As You Like It, escrita por William Shakespeare, no verso "O mundo é um palco e cada um tem o seu papel".[n 3][22] Quando questionada em entrevista qual era o seu papel ou função, a cantora respondeu: "A arte imita a vida e a vida imita a arte. A vida é um trabalho e cada um tem seu papel. Não é um pensamento original. Tenho certeza que você já ouviu isso antes".[9]

Em seu livro Madonna: An Intimate Biography, o autor J. Randy Taraborrelli descreveu a música como "uma canção sombria, sarcástica, 'todo o mundo é um palco', sobre um amor não correspondido... [sobre um sujeito] cuja falsidade possa ter enganado qualquer pessoa, menos ela". Ela acrescentou que na letra, ela "implora" ao seu amor não correspondido para se curvar por "fazer uma performance fantástica e transparente na vida e no amor". Ele também analisou que, na faixa, Madonna pede que o rapaz por quem tem um amor não correspondido se despeça por "dar uma performance grande e transparente na vida e não amor".[18] Além da traição, Peter Galvin, do jornal The Advocate, observou que, ao mesmo tempo, trata-se também de tentar entender "a solidão que levou [o amante] a ser um idiota".[19] Conforme a canção progride, o ouvinte percebe que a artista estava falando de si mesma nas letras, mais precisamente em; "Uma estrela solitária (Uma estrela solitária Você não sabe quem você é)").[n 4][19] De acordo com a partitura publicada em Musicnotes.com pela Alfred Publishing Co., Inc., "Take a Bow" é ajustado em um compasso de 4/4, com um ritmo moderado de 80 batidas por minuto. É composto no tom de maior e definida na assinatura de tempo comum, com os vocais de Madonna abrangendo-se entre as notas de mi maior3 e 5. Segue uma progressão harmônica de si menor7si menor7/mi 7si menor7/mi na introdução de cordas, e então muda para o /sol menor7 no primeiro verso.[23]

Crítica profissionalEditar

"Take a Bow" recebeu elogios de críticos, acadêmicos e jornalistas musicais, que a consideraram uma das melhores canções de Bedtime Stories e da artista. Taraborrelli definiu a canção uma "balada melancólica e lindamente executada". Em seu livro The Music of Madonna, o autor Chris Wade escreveu que "Take a Bow" era um destaque do álbum. Ele prezou os vocais de Madonna e Babyface e adjetivou a melodia de "impressionante", declarando que esta é uma "das canções mais puras [da artista], totalmente livre de qualquer truques, autoconsciência ou referências sexuais conhecidas; um final gracioso para o disco".[24] Escritor de Encyclopedia Madonnica, Matthew Rettenmund chamou a faixa de uma "balada sentimental com tema de entretenimento" e encontrou semelhanças com "Superstar", de The Carpenters.[25] Avaliando Bedtime Stories para a Billboard, Paul Verna descreveu a música como um "feriado para as rádios comerciais, rítmicas e adulto contemporâneas".[26] Seu colega Larry Flick analisou a obra separadamente, dando uma crítica positiva: "A continuação para 'Secret', sucesso nas cinco primeiras [posições] (...) é tão perfeita como as 40 mais tocadas nas rádios [...] podem ser. Esse single tem uma melodia e um refrão encantadores e imediatamente memoráveis, envolvendo letras de livros de romance e um vocal principal que é doce e silenciosamente cheio de alma. Uma amável maneira para [Madonna] iniciar 1995 e ainda mais um bom motivo para navegar por sua coleção essencial, Bedtime Stories".[27] J. D. Considine, do jornal The Baltimore Sun, declarou que a canção, sobre um "romance inocente", possui uma "melodia gentilmente em cascata" e ao ouvi-la era possível "ser transportado de volta aos primeiros dias da ascensão de Madonna, antes que sua sexualidade e celebrização se tornassem o foco da maioria das críticas [feitas a ela].[28] Peter Calvin, da publicação The Advocate, elogiou o fluxo lírico da composição e disse que "o efeito é realmente de partir o coração. A canção... mostra que, no final, Madonna... é como você e eu".[19]

Uma balada melancolicamente maravilhosa de amor não correspondido, com o objeto de afeição da cantora sendo alguém que se esconde por trás de uma máscara que apenas ela pode ver... [Babyface] torna praticamente um dueto com Madonna [nesta música], ecoando suas palavras com seu alto tenor flutuando com um ar sonhador por trás dela, e o arranjo minimalista da canção é impecavelmente elegante.

—Análise de "Take a Bow" feita por Steve Sullivan, autor de Encyclopedia of Great Popular Song Recordings, Volume 2.[12]

James Hunter, da revista Vibe, opinou que a faixa era "uma obra prima do novo soul", enquanto Sal Cinquemani, da revista Slant, chamou-a de "melosa e agridoce".[29][30] Stephen Thomas Erlewine, do banco de dados Allmusic, referiu-se a "Take a Bow" como "tremenda" e a considerou um dos destaques do disco, declarando que ela "lentamente trabalha suas melodias no subconsciente conforme o baixo pulsa" e concluiu que "oferece um antídoto a Erotica, que foi completado com grooves profundos porém frios".[31] Em sua análise à GHV2, Alex Needham, editor da revista NME, disse que essa era uma "canção maravilhosamente construída para todos os padrões".[32] No livro The Rough Guide to Rock (2003), Peter Buckley escreveu que embora Bedtime Stories não tenha conseguido captar a atenção do público, "garantiu um clássico em 'Take a Bow'".[33] Por sua vez, Eduardo Viñuela, autor de Bitch She's Madonna: La Reina del Pop en la Cultura Contemporánea (2018), compartilhou dessa opinião e observou que, pela primeira vez, um álbum da artista não apresentava singles "ótimos ou memoráveis", com exceção de "Take a Bow" e "Secret". Viñuela destacou que Babyface "se revela como o grande conhecedor de R&B sedoso que sempre foi".[34] Para Owen Pallett da Pitchfork Media, foi uma "canção terna, rica em produção e sentimento", na qual Madonna estava "no seu estado mais sensível e corajoso". Além disso, ele ressaltou que a participação de Babyface, "no auge de sua criatividade artística, é francamente charmosa".[35] Em comentários semelhantes, J. Randy Taraborrelli chamou-a de uma balada "melancólica e soberbamente executada";[18] Enquanto a escritora Laurent Poret, em La Mujer Madonna: Una Ambición Inquebrantable (2019), a definiu como "bela e melancólica".[36]

Em uma análise de Bedtime Stories feita em 2011, Brett Callwood, do Detroit Metro Times, considerou a canção "espetacular".[37] Keith Jenkis, produtor sênior de multimídia da NPR, deu uma crítica positiva à faixa, declarando que ela "limpa você e faz seu sangue ferver. Você talvez não andará na água após ouvi-la, mas vai querer ter sua concentração de volta andando no vidro quebrado".[38] Um jornalista da revista Music & Media chamou-a de uma "balada elegante" e uma "alternativa perfeita para canções de ninar prosaicas". Além disso, ele observou que a introdução poderia ser confundida com sinos e observou que o lançamento "se encaixou bem na época [do Natal]".[39] Rikky Rooksby, em seu livro The Complete Guide to the Music of Madonna, ficou menos impressionado com a obra. Embora tenha considerado que a melodia fosse "boa" ele sentiu que soava "chocantemente normal" após a "ambiente 'Bedtime Story'", ele criticou a duração da música muito longa e deduziu a que letra tinha "muitos clichês" e não transmitia "o dor de uma verdadeira despedida".[22] Para Michael Cooper, do jornal alternativo LA Weekly, mostrou que "a Madonna dos anos 90 era uma potência considerável, assim como era nos anos 80".[20] Morgan Troper, do periódico Portland Mercury, garantiu que se tratava de uma balada "triste-sensual", além de uma das interpretações mais "apaixonadas" da artista.[40]

Mathew Jacobs, do agregador The Huffington Post, posicionou-a na 19ª colocação em uma lista com os singles definitivos da cantora, escrevendo: "'Take a Bow' é a balada mais poética de Madonna. Muito na maneira em que sucessos como 'Borderline' e 'Into the Groove' agem como a fuselagem do pop dos anos 1980 (...) uma elegia de amor perdido que se encaixa muito bem com o crescente movimento de cantora e compositora da década de 1990. Não confunda sua qualidade sonolenta por congestão. Essa canção é Madonna em seu [estado] mais adorável".[41] Resenhista da página PopMatters, Enio Chiola incluiu "Take a Bow" em uma compilação com os 15 melhores singles de Madonna, opinando que este "apresenta uma Madonna mais recatada, confiante em seu término de uma relação condenada, e a música é acentuada por uma orquestração caracteristicamente asiática e letras poéticas encantadoras" e concluiu que "[Madonna] rapidamente aprendeu que a maneira de voltar para os corações coletivos do público era dar mais atenção na música do que na franqueza de sua imagem sexual".[42] Guillermo Alonso, da edição espanhola da Vanity Fair, descreveu-a como sua 38ª melhor música e comentou que era "perfeita": "[Ela] canta a música perfeitamente e os refrões de Babyface, sempre tão doces para ele, são muito comedidos para não terem mais destaque do que o necessário". No entanto, ele observou que poderia muito bem ter sido cantada por Toni Braxton e "não teria importância".[43] Dos 100 maiores destaques de sua carreira, Andrew Unterberger da Billboard o distinguiu em oitavo lugar; assegurado que "Take a Bow" proporcionou um "ponto de apoio para a década pop de Madonna" e destacou a interação vocal "doce" e "cativante" entre ela e Babyface. Além disso, ele observou que se tornou "icônico o suficiente" para servir como uma influência para Rihanna publicar sua "balada de separação" com o mesmo nome mais de uma década depois.[44] Ao ranquear seus sessenta melhores singles, Chuck Arnold da Entertainment Weekly disse que foi, "talvez a coisa mais elegante que ela já fez".[45] O tema ainda figurou nas posições 29 e 38 das listas elaboradas pela revista Parade e The Guardian, respectivamente;[46][47]

Vídeo musicalEditar

Desenvolvimento e lançamentoEditar

Parte das filmagens do vídeo de "Take a Bow" ocorreram no Plaza de Toros de Ronda (acima) e contou com a participação do ator e toureiro espanhol Emilio Muñoz, que recebeu um cachê de 7 milhões (US$ 50 mil e 360 em 1994).

O vídeo musical de "Take a Bow" foi dirigido por Michael Haussman entre os dias 3 e 8 de novembro de 1994 na cidade de Ronda e na praça de touros de Antequera, ambas situadas na Espanha. No vídeo, Madonna usou um vestido justo e clássico do estilista britânico John Galliano. As roupas vestidas por ela foram criadas pela estilista Lori Goldstein, que recebeu o VH1 Fashion and Media Award de Best Styling. Outros profissionais que contribuíram com figurinos para o trabalho incluíram Donatella Versace e Christian Louboutin, então desconhecido. O estilo de Madonna foi predominantemente baseado nos anos 1940, com um espartilho apertado, vestidos de seda e um chapéu preto com véu. O enredo do vídeo se passa nesta época, retratando a cantora como a companheira negligenciada de um toureiro, interpretado pelo espanhol Emilio Muñoz, ator e toureiro na vida real. A personagem da artista implora pela presença do toureiro, com uma mágoa erótica. Em entrevista concedida a Kurt Loder nas filmagens do vídeo, ela disse que a sua principal inspiração durante a composição de "Take a Bow" foi um ator, mas queria que o personagem masculino no projeto fosse um toureiro para que o vídeo fosse sobre "uma história de amor obsessiva e trágica que não dá certo no final" e um toureiro seria visualmente mais eficaz para retratar a emoção da faixa.

Madonna chegou na cidade de Ronda em novembro de 1994 com uma equipe de 60 pessoas e queria filmar o vídeo nas praças de touros da cidade. Entretanto, seu pedido foi rejeitado pela Real Maestranza de Caballería de Ronda, que considerou ser uma profanação das arenas caso ela filmasse no local, uma vez que seu nome na época estava associado com imagens provocantes. Além disso, a intérprete teve que desistir de filmar ao redor da praça da cidade devido ao alto valor de seu dono, o ex-toureiro Antonio Ordóñez, que pediu 17 milhões (USS$ 122 mil e 302 em 1994). Mais tarde, foi esclarecido que Madonna foi recusado devido a razões morais desconhecidas da Irmandade, que acusou a mídia de fazer publicidade grátis em nome da cantora. A recusa causou polêmica em Ronda, cujos grupos políticos acreditaram que permitir as filmagens do vídeo em seus precipícios seria uma boa promoção para a cidade. A musicista posteriormente obteve permissão de gravar dentro do palácio da Marquês de Salvatierra. As cenas de touradas foram feitas no Plaza de Toros de Ronda, onde Muñoz atuou com três touros. Ele recebeu ₧7 milhões (USS$ 50 mil e 360 em 1994) por sua participação no vídeo.

O produto final foi lançado em 22 de novembro de 1994 na MTV. Também fez parte das campanhas promocionais do relançamento do VH1, onde o canal usou o vídeo em seu trio de comerciais de 30 segundos intitulados "The New VH1". O comercial mostrou um casal em um Porsche vintage usando um caixa eletrônico. O rapaz faz uma transação enquanto a mulher olha o VH1 sendo exibido em uma loja, mostrando "Take a Bow". Quando o rapaz volta ao carro, a mulher sai do cenário e pode ser vista dentro do vídeo ao lado de Madonna, enquanto a cantora aparece no veículo e diz a frase: "O novo VH1... Irá sugá-lo". De acordo com Abbey Konowitch, que trabalhou na Maverick Records, fundada pela estadunidense, ela tinha uma longa história com a MTV e o VH1; sendo assim, ela ficou ansiosa para participar da campanha, quando questionada pelo presidente do VH1 John Sykes. Para as filmagens do anúncio, as roupas usadas no vídeo tiveram de ser feitas por diferentes estilistas. Madonna também ficou impressionada pela tecnologia usada no comercial para transportar a mulher e ela mesma juntas.

Sinopse e recepçãoEditar

O vídeo musical começa mostrando Madonna, o toureiro (Muñoz) e as pessoas da cidade preparando-se para, em seguida, assistir a uma tourada. Um cenário secundário no projeto apresenta a cantora perto de uma televisão, iluminado por uma única luz vinda de um quarto, enquanto um terceiro retrata a artista se contorcendo em uma cama em sua roupa íntima, assistindo Muñoz na televisão. Na praça de touros, o toureiro mata o touro e vai para casa, onde abusa de Madonna fisicamente e emocionalmente. O vídeo pode ser visto como uma declaração sobre o classicismo, com o toureiro sentindo-se ameaçado e irritado com a estação da aristocrata, resultando em abusá-la fisicamente e depois abandoná-la friamente.

O estilo do vídeo musical foi comparado ao do filme Matador (1986), dirigido pelo espanhol Pedro Almodóvar e estrelado por Antonio Bandeiras. Madonna pediu que Haussman desse um tema espanhol para o vídeo porque, na época, ela estava tentando conseguir o papel de Eva Perón na versão cinematográfica de Evita (1995). Ela posteriormente enviou uma cópia do vídeo ao diretor Alan Parker como uma maneira de fazer seu teste para o papel, tendo sido eventualmente selecionada para interpretar Perón. O vídeo de "You'll See", lançado pela cantora em 1995, é considerado uma sequência ao de "Take a Bow", uma vez que nele Madonna e Muñoz retomam seus papéis. Nesta gravação, a personagem da intérprete abandona o toureiro, deixando-o em desespero. A personagem da artista chega a tomar um trem e um avião, enquanto o de Muñoz tenta alcançá-la em vão.

O trabalho gerou controvérsia entre ativistas de direitos dos animais, que acusaram a cantora de glorificar a tourada. Na Austrália, o programa de vídeos Video Hits exibiu um aviso no fundo



The video generated controversy with animal rights activists who accused the singer of glorifying bullfighting.[57] In Australia, music video program Video Hits ran a ticker along the bottom of the screen when the video was playing, stating that the producers of the program did not endorse the glorification of the sport portrayed in the video, while ABC TV video program Rage simply refused to play the video at all during their G-rated Top 50 program. Madonna won Best Female Video honors at the 1995 MTV Video Music Awards for the "Take a Bow" music video. It was also nominated for Best Art Direction in a Video, but lost to Michael Jackson and Janet Jackson's "Scream". The video also came in at number 27 on VH1's 50 Sexiest Video Moments.[58] In 2012, the television program Extra included "Take a Bow" on their list of "The 10 Sexiest Madonna Music Videos."[59]

Faixas e formatosEditar

O lançamento comercial de "Take a Bow" foi acompanhado por cinco faixas: a versão do álbum, dois instrumentais e dois remixes produzidos por InDaSoul e Steve "Silk" Hurley.[13][48] Tais edições incluídas em formatos físicos de CD, cassete e vinil de sete e doze polegadas. "InDaSoul Mix" foi adicionado como lado B nas edições de sete e cassete nos Estados Unidos,[49][50] enquanto na Europa e Austrália foi comercializado um CD com a versão do álbum mais uma versão instrumental e uma versão editada de 4:25 minutos.[51][52] Em solo japonês foi disponibilizado ao mercado um CD que incluía, das oito faixas, dois remixes de "Bedtime Story", o próximo single do álbum.[53] "Take a Bow" foi destaque na compilação de baladas Something to Remember (1995) e no álbuns de maiores sucessos de Madonna, GHV2 (2001) e Celebration (2009).[54][55][56]

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