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Discussões ativas

O pauperismo foi um movimento espiritual nascido na Idade Média, característico das ordens mendicantes e outros pregadores cristãos que enfatizavam a as palavras de Jesus que valorizavam a pobreza como característica de seus seguidores.

Ainda hoje, a pobreza é a promessa e o comprometimento de um estilo de vida sancionado com a emissão de um voto que implica a renúncia a toda propriedade, não apenas para os religiosos, mas também para a comunidade que derivará sua manutenção apenas do trabalho e da vida. da ajuda da providência divina.

Na Idade Média, destacou-se a figura do mendigo, um frade designado para percorrer cidades e campos para solicitar o pagamento de mendicância, ou seja, uma doação voluntária para apoiar o convento. A obrigação de pobreza e a prática de coletar esmolas (agora quase totalmente abandonadas) foram progressivamente limitadas ou proibidas como a única fonte de renda pelo Papa Sisto IV (1475) e pelo subsequente Conselho de Trento, que permitiu às ordens mendicantes possuir coletivamente , das anuidades.

Origens do Parlamento na InglaterraEditar

 

[1].

115

Marsílio de Pádua - História da Democracia

Ubertino de Casale - Pauperismo - https://it.wikipedia.org/wiki/Pauperismo_medievale

Questão da Pobreza Apostólica

Pataria

Franciscanos espirituais

https://it.wikipedia.org/wiki/Bernardino_da_Feltre - Empréstimos aos pobres

Irmãos do Livre Espírito

https://fr.wikipedia.org/wiki/Marguerite_Porete (teologia feminista)

misticismo renano

https://en.wikipedia.org/wiki/Category:Christian_radicalism

https://en.wikipedia.org/wiki/Category:Catholicism_and_far-left_politics

https://en.wikipedia.org/wiki/Category:Utopian_communities

Ofitismo

Cristianismo e filosofia helenísticaEditar

https://en.wikipedia.org/wiki/Christianity_and_Hellenistic_philosophy

O cristianismo e as filosofias helenísticas experimentaram interações complexas entre os séculos I a IV DC.

À medida que o cristianismo se espalhou pelo mundo helênico, um número crescente de líderes que se incorporava nas igrejas cristãs fora influenciado pelas tradições filosóficas dominantes do mundo greco-romano, tais como o estoicismo, o platonismo e o epicurismo. O estoicismo e, em particular, o platonismo foram fortemente incorporados à ética e à teologia cristã.

Fílon de Alexandria de foi um dos primeiros a fazer uma interpretação da Torá de acordo com elementos da filosofia grega. A combinação de judaísmo, platonismo e estoicismo proposta por Fílon influenciou fortemente cristãos como: Orígenes, Clemente de Alexandria e Ambrósio de Milão.

Escolástica

Onésime LacoutureEditar

A RETURN TO THE GOSPEL: THE LACOUTURE RETREAT AND AMERICAN CATHOLIC REVIVALISM, 1931-1985 - Jack Downey

p 254

(ascetismo cristão)

https://fr.wikipedia.org/wiki/On%C3%A9sime_Lacouture

Onésime Lacouture foi um padre jesuíta canadense que deu início ao um movimento baseado em padrões éticos maximalistas e pureza espiritual.

Nasceu no dia 13 de abril de 1881, em St-Ours-surle-Richelieu, localidade situada a cerca de quarenta e cinco milhas a nordeste de Montreal (Canadá), faleceu em 1951. Era filho do segundo casamento de seu pai, que teve, ao todo, 21 filhos, sendo Onésime, o penúltimo a nascer, naquela família que observava rigorosamente os preceitos da Igreja Católica.

Quando tinha seis anos de idade, emigrou, juntamente com sua família para o nordeste dos Estados Unidos, primeiramente para Woonsocket (Rhode Island) e, um ano mais tarde, para onde, atualmente, é Wayland (Massachusetts), nos arredores de Boston.

Sua vivência dos Estados Unidos o expôs a um ambiente social secularizado que mais tarde serviria de contraste para sua doutrina radical de auto-abnegação e revivalismo espiritual.

Em 1900, após concluir o ensino médio, voltou para Québec, onde, em 1902, ingressou na Companhia de Jesus, como seminarista. Após seus estudos de filosofia em Poughkeepsie (Estado de Nova Iorque), solicitou um cargo de professor na recém-inaugurada Universidade Sophia em Tóquio (Japão), uma instituição fundada e dirigida pelos jesuítas[2]. No entanto, seu pedido foi rejeitado por seu provincial, que o enviou para uma missão em uma aldeia remota no oeste do Alasca, habitada por inuits (esquimós), povo que seria elogiado por Lacouture devido ao seu modo simples de vida. Nesse local isolado, meditaria e teria uma profunda experiência experiência mística por meio da prática dos Exercícios Espirituais de Inácio de Loyola.

No dia 31 de julho de 1916, foi ordenado e, depois disso, serviu como capelão militar, como diretor do Colégio São Bonifácio, em Manitoba, antes de ser designado para atuar nas proximidades de Montreal, onde começou a dar conferências espirituais para as Irmãs de Santa Ana.

No dia 13 de abril de 1931, dirigiu seu primeiro retiro espiritual destinado ao clero. Seus retiros eram uma versão dos Exercícios Espirituais de Inácio de Loyola, reduzidos para uma semana.

Nos oito anos seguintes, dirigiu diversos retiros. Em tais tais retiros, com base em meditações sobre o sofrimento de Jesus Cristo, pregava o desprendimento das riquezas materiais (ascetismo cristão) para que se pudesse servir melhor a Deus. Dentre as principais características dos retiros que dirigia, podem-se mencionar:

Foi muito popular, especialmente entre os seminaristas, mas era visto com desconfiança pelo clero moderado e pelas autoridades da Igreja.

Dentre os participantes de seus retiros, destacam-se:

  • Padre John Hugo, que passou a participar ativamente de diversos retiros, fazendo com que esses encontros passassem a encorajar seus integrantes a praticar diversas ações em favor dos mais pobres;
  • Dorothy Day, líder do Movimento dos Trabalhadores Católicos, que participou em de mais de vinte ocasiões, e considerava que Lacouture tivera grande influência em seu desenvolvimento espiritual;
  • Peter Maurin, outro líder do Movimento dos Trabalhadores Católicos;

Sua reputação como um pregador do Evangelho atraiu seminaristas e clérigos entusiasmados de todas as províncias e dos Estados Unidos, mas também levou à sua censura e posterior "exílio" ao sul da fronteira do Canadá.

Conflitos com os superioresEditar

Em 9 de novembro de 1931, Adélard Dugré, o novo Superior Provincial dos jesuítas no Baixo Canadá, enviou uma carta diplomática, na qual:

  1. Solicitou um cumprimento mais estreito dos Exercícios Espirituais no modo proposto do Santo Inácio de Loyola;
  2. Criticou o excessivo rigor contra aqueles que ainda não tinha renunciado à sua natureza humana para fazer uma opção mais determinada pela santidade.

Por outro lado, os religiosos que apreciavam os retiros liderados por Lacouture, fizeram com que a procura por tais retiros se elevasse, tornando-o um pregador de retiros de bastante sucesso.

Dois anos após a primeira carta, Dugré escreveu uma nova carta, solicitando uma suavização da retórica.

A situação se agravou a partir de setembro de 1937, quando Emile Papillon, que sucedeu Dugré, como Superior Provincial dos jesuítas no Baixo Canadá, adotou um tom mais incisivo contra a conduta de Lacouture. Desse modo, em novembro de 1941, Lacouture já estava:

  • transferido para a Califórnia; e
  • impedido de pregar em retiros, de exercer funções sacerdotais e de fazer circular suas doutrinas por qualquer meio.

[3] [4].

[5][6].

93

AnotaçõesEditar

Segundo Paul Johnson, por volta de 1539, a Igreja luterana já havia se consolidado e “seus principais membros”, incluindo Lutero, estavam mais dispostos ao diálogo com a Igreja Católica. Também já não havia mais “possibilidades reais de exterminar o luteranismo”, inclusive pela grande recepção que tivera entre os “patrocinadores seculares”, os chamados “príncipes reformadores” alemães. Desse modo, o “consenso esmagador” dos “estadistas seculares” tendeu a empenhar esforços rumo à reconciliação entre católicos e protestantes, acreditando que suas controvérsias poderiam ser facilmente resolvidas. Contudo, muitos outros reformadores ainda “acreditavam que uma cisão da Igreja seria algo trágico e evitável, assim como muitos católicos profundamente perturbados com a teologia” da forma como era praticada por Roma “ansiavam por abraçar as correções luteranas.”159 Nesse sentido, houve um esforço de autoridades seculares e religiosas, tendo à frente o imperador do sacro Império Romano Germânico, Carlos V, pela realização de um “Concílio Geral”, haja vista sua convicção de que a “reunificação da Alemanha” dependia da “unidade religiosa” de todos os seus súditos. Vários “colóquios” (espécie de reunião preparatória para um Concílio) foram, então, realizados entre os anos de 1539 e 1541, envolvendo os mais eminentes teólogos de “ambos os lados” e autoridades seculares e eclesiásticas.

Ainda segundo Paul Johnson, “a última chance de conciliação” ocorreu durante um colóquio em 1541, na cidade alemã de Regensburg. Na ocasião, até mesmo o imperador Carlos V esteve presente, tentando costurar um consenso entre os dois segmentos do cristianismo. Todavia, uma questão doutrinária acirrou os ânimos dos “extremistas de ambos os lados”: a “presença real [do corpo e do sangue de Cristo] na eucaristia” acabou gerando o fracasso da reunião. Lutero não participou desse colóquio, pois “considerava inúteis as tentativas de conciliação com Roma”. Quando, finalmente, decidiu-se pela realização de um “concílio universal”, em 1545, o Concílio de Trento, já haviam cessado as esperanças de diálogo. Paul Johnson argumenta que o cisma no cristianismo do ocidente esteve ligado a fatores de ordem política e teológica, resumindo, ainda, os principais traços desse contexto:

Contarini [teólogo católico e cardeal defensor do diálogo]

Eduardo Carlos Pereira, Erasmo Braga, Epaminondas Melo do Amaral, Miguel Rizzo Júnior, Vicente Themudo Lessa, Galdino Moreira, Othoniel Mota, Salomão Ferraz No parlamento de 1934, o metodista e socialista Guaraci Silveira defendeu bandeiras como liberdade religiosa, ensino laico, voto feminino e universal.

Philip Potter foi o secretário-geral do CMI entre os anos de 1974 e 1984. Em 1984 prefaciou, junto com Paulo Evaristo Arns, o livro Tortura: Nunca Mais

À direita de Deus, à esquerda do povo: protestantismos, esquerdas e minorias (1974-1994) apresentada por Zózimo Trabuco (TRABUCO, 2016)

A teologia da libertação é, em certo sentido, herdeira do antigo evangelho social e de correntes mais recentes, como a teologia política europeia de um Johannes Metz ou um Jurgen Moltmann

Robert S. RAPP. A Confederação Evangélica do Brasil e o Evangelho Social

Com sua preocupação com a missão profética da Igreja, o Dr. Mackay ‘ajudou a dar nova dimensão ao testemunho missionário’ especialmente no campo político. Foi assim no Peru, ao abrigar um jovem político, Haya de La Torre, fundador do Partido Aprista e que seria presidente do país por duas vezes, que estava sendo perseguido. Assim foi também quando, na década de 50, os Estados Unidos viveram a ameaça às liberdades com o macarthismo. Nesta ocasião, foi um dos primeiros a protestar, escrevendo uma famosa ‘Carta aos Presbiterianos’. Assim, ele era o homem ‘que tinha, no momento exato, a palavra para desafiar a Igreja para o compromisso de sua vocação no mundo’

Carlos Alberto Correa da CunhaEditar

Nasceu em uma família católica em uma aldeia perto de Coimbra (Portugal).

Em 1938, ingressou em um seminário de Garanhuns (Pernambuco), depois de três anos o seminário fechou e foi para Olinda, onde somente permaneceu por seis meses, pois teve que se mudar com família para a Região Norte e, desse modo, ingressou em um seminário em Belém do Pará, onde concluiu o curso "seminário menor", de seis anos. Depois disso, cursou três anos de filosofia e, desse modo, teve contato com a filosofa escolástica. Depois, passou um ano em Manaus, supervisionando os coros da Igreja Católica na cidade.

Depois disso, em 1947, teve que interromper os estudos em seminários, pois sua liberdade de pensamento seria incompatível com a atividade clerical. Depois de três anos ingressou na Igreja Congregacional, onde, em 1954, se tornou pastor.

Em 1962, ingressou no Setor de Responsabilidade Social da Confederação Evangélica do Brasil, de onde foi excluído uma semana após o Golpe Militar de 1964.

Em 1964, foi ordenado como pastor da Igreja Congregacional de Engenho de Dentro (Rio de Janeiro), onde ficou por três anos, depois foi pastor na Igreja Congregacional de Anchieta, até 1973, quando foi excluído da Igreja Congregacional.

Em 1965, ajudou a fundar o Centro Evangélico de Informações (CEI).

Nilton Emmerick de OliveiraEditar

Nilton Emmerick de Oliveira, nasceu em Colatina (Espírito Santo). Em uma família que frequentava a Igreja Presbiteriana do Brasil. O pastor local, era o Joaquim Beato, que uma visão religiosa que prestigiava a ação social e o movimento ecumênico.

Ingressou no Seminário Presbiteriano em Vitória (Espírito Santo), onde teve aulas com: Breno Schumann, Jether Ramalho, Waldo César, Claude Labrunie e Joaquim Beato. Mas não concluiu os estudos, pois começou a cursar Odontologia.

Depois de formado, ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e ajudou a organizar o Sindicato dos Odontólogos do Espírito Santo. Depois seria Assessor Técnico da Secretaria Estadual de Saúde, e Chefe do Serviço de Odontologia do Estado.

http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/component/k2/item/512-a-alopracao-da-esquerda-contemplativa

http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/component/k2/item/505-a-minha-experiencia-na-lps-luta-popular-e-sindical-por-florisvaldo-lopes

http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/component/k2/item/555-lps-uma-conferencia-abertamente-oportunista

http://www.gazetarevolucionaria.com.br/index.php/component/k2/item/548-carta-ao-comite-central-da-lps-20-08-2017

Teologia do holocaustoEditar

O termo teologia do Holocausto se refere a um complexo de debate e análise teológica e filosófica que aborda o papel de Deus e do mal no mundo à luz da experiência histórica do Holocausto, no qual seis milhões de judeus foram vítimas de um genocídio. A teologia do Holocausto também é denominada como a teologia pós Auschwitz.

O judaísmo, o cristianismo e o islamismo tradicionalmente ensinam que Deus é onipotente (todo-poderoso), onisciente e onibenevolente (perfeitamente bom). Essas afirmações estariam em contradição com o fato de que há muito mal no mundo. Uma questão que os monoteístas enfrentam é em que medida a existência de Deus pode ser considerada compatível com o problema do mal. Em todas as religiões monoteístas, existem tentativas de resolver esta questão (teodiceias). Abalados pela maldade praticada durante o Holocausto, muitos teólogos e filósofos reexaminaram as visões clássicas desse problema e elaboraram um "conceito de Deus depois de Auschwitz".

Respostas judaicasEditar

Algumas das principais respostas dadas pelo pensamento judaico ao Holocausto, são:

  1. O judaísmo rabínico tem uma doutrina baseada nos livros dos profetas (Tanakh), segundo a qual: "por causa de nossos pecados, fomos punidos". Nos tempos bíblicos, quando os males afligiam o povo judeu, os profetas enfatizavam que o sofrimento é o resultado natural de não obedecer aos mandamentos de Deus, assim como prosperidade, paz e saúde são as consequências naturais de obedecer aos mandamentos de Deus. Portanto, alguns representantes da comunidade ortodoxa ensinaram que muitos judeus na Europa eram profundamente pecadores. Deste ponto de vista, o Holocausto seria um castigo justo de Deus.
  2. Eventos terríveis como o Holocausto são o preço que temos que pagar pelo livre arbítrio. De acordo com essa visão, Deus não pode e não quer interferir na história, caso contrário, nosso livre arbítrio, em certo sentido, deixaria de existir. O Holocausto apenas lança uma luz negativa sobre a humanidade, não sobre Deus.
  3. O povo judeu se tornou o "servo sofredor" de Isaías. O povo judeu sofre coletivamente pelos pecados do mundo. O rabino reformista Ignaz Maybaum sugeriu ver o Holocausto como a forma final de reconciliação vicária[7].
  4. Deus existe, mas Deus não é onipotente. Isso corresponde ao teísmo limitado. Todos os argumentos acima são baseados na premissa de que Deus é todo-poderoso e poderia ter evitado o Holocausto. E se não for esse o caso? Nesse ponto de vista, o Holocausto apenas lança uma luz negativa sobre a humanidade, porque não cumpriu sua responsabilidade moral para com o próximo, mas não para uma luz negativa contra Deus, que teria poderes limitados. Assim, Deus está praticamente absolvido com relação à questão da teodiceia a respeito do genocídio dos judeus. Muitos representantes do judaísmo liberal têm essa opinião, incluindo o filósofo judeu Hans Jonas e os rabinos Harold Kushner, William E. Kaufman e Milton Steinberg, que baseiam sua conclusões também em antigos rabinos como: Abraão ibne Daúde, Abraão ibne Esdras e Gersónides[8] [9] [10] [11] [12] [13] [14] [15] [16].

Joseph WresinskiEditar

Joseph Wresinski (Angers, 12 de fevereiro de 1917- Suresnes, 14 de fevereiro de 1988) foi um padre francês, fundador do movimento "Agir tous pour la dignité Quart monde".

BiografiaEditar

Filho de um imigrante polonês e de uma espanhola, nasceu em um campo de refugiados[17]. Ainda muito jovem teve que trabalhar para ajudar no sustento familiar, aos 13 anos foi contratado como aprendiz de padeiro[18].

Depois, mudou-se para Nantes onde participou de reuniões da juventude comunista por cerca de seis meses, depois ingressaria na Juventude Operária Católica (JOC). Sua integração à JOC o fez decidir tornar-se sacerdote e, aos 17 anos, ingressou no seminário menor de Beaupréau, com alunos cinco anos mais novos que ele. A Segunda Guerra Mundial interrompeu seus estudos, somente retomados em outubro de 1940, quando ingressou no seminário maior de Soissons, refugiado em Entrammes.

No dia 29 de junho de 1946, foi ordenado como sacerdote[19].

Desde o início, seu sacerdócio foi voltado para suprir as necessidades dos mais pobres.

No dia 14 julho de 1956, se instalou em Noisy-le-Grand, na época um local de habitações precárias nas proximidades de Paris, um local apoiado pelo trabalho do Padre Abbé Pierre[20]. Nesse local, fundou o movimento "Agir tous pour la dignité Quart monde" e cunhou a expressão "Quarto Mundo"[21] [22] [23].

Naquele contexto, se tornou um crítico do trabalho meramente assistencial, pois acreditava que os excluídos deveriam recuperar sua dignidade. Desse modo ajuda a criar oficinas para que jovens e adultos possam trabalhar, uma lavanderia, um salão de beleza para mulheres e a associação "Aide à toute détresse" (Socorro em todas as aflições)[24] [25].

Em 1979, passou a integrar o "Conseil économique, social et environnemental" (Conselho Econômico, Social e Ambiental) da França, que no dia 11 de fevereiro de 1987, aprovou um relatório denominado como: "Grande pauvreté et précarité économique et sociale" (Grande pobreza e precariedade econômica e social), apresentado pelo Padre Joseph Wresinski[26]. O referido relatório teve grande repercussão e inspirou a criação, na França, de leis relativas:

No dia 17 de outubro de 1987, acompanhado por cerca de 100.000 apoiadores, inaugurou uma pedra comemorativa na "Place du Trocadéro-et-du-11-Novembre" de Paris, local onde foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com a seguinte inscrição:

Onde homens e mulheres são condenados a viver na pobreza, os direitos humanos são violados. Unirmo-nos para garantir que esses direitos sejam respeitados é nosso dever solene.

[29].

Esse fato influenciaria a Resolução nº 47/196 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 22 de dezembro de 1992, que escolheria o dia 17 de outubro de 1992, como o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza[30] [31].

Em 19 de março de 1997, foi aberto um processo de beatificação do Padre Joseph Wresinski, na Diocese de Soissons, que, no dia 27 de março de 2003, foi concluído, no nível diocesano, com parecer favorável e encaminhado ao Vaticano para prosseguimento. Nesse contexto, 20.000 páginas de escritos e testemunhos foram submetidos à Congregação para as Causas dos Santos[32].

O Padre Joseph Wresinski recebeu o título de Servo de Deus[33] [34].

Em 2012, foi lançado o filme "Joseph l’insoumis", dirigido por Caroline Glorion, que conta parte da vida de Joseph Wresinski[35].

Referências

  1. O PENSAMENTO POLÍTICO MONARCÔMACO: Da Limitação do Poder Real ao Contratualismo, acesso em 24 de fevereiro de 2020.
  2. Jesuit Tradition of Sophia University -- For the Greater Glory of God, em inglês, acesso em
  3. A RETURN TO THE GOSPEL: THE LACOUTURE RETREAT AND AMERICAN CATHOLIC REVIVALISM, 1931-1985 - Jack Downey.
  4. In coelestibus: The Spiritual Combat of Onésime Lacouture, S.J., em inglês, acesso em 14/11/2020.
  5. CEDI - Centro Ecumênico de Documentação e Informação, acesso em 10/01/2020.
  6. FERMENTO DA MASSA ECUMENISMO EM TEMPOS DE DITADURA MILITAR NO BRASIL, 1962-1982, acesso em 13/01/2020.
  7. The Face of God After Auschwitz. S. 35f.
  8. Michael, Martin. (1990). The Finite God Theodicy. In Atheism: A Philosophical Justification. Temple University Press. pp. 436-438.
  9. Dilley, Frank B. (2000). «A Finite God Reconsidered». International Journal for Philosophy of Religion. 47 (1): 29–41. JSTOR 40036433. doi:10.1023/A:1003838717365  Parâmetro desconhecido |s2cid= ignorado (ajuda)
  10. Rabbi Kushner: An 'Accommodation' With God, em inglês, acesso em 29/04/2021.
  11. SYMPOSIUM ASKS WHY THERE IS EVIL UNDER GOD, em inglês, acesso em 29/04/2021.
  12. Q & A: Rabbi Harold Kushner, em inglês, acesso em 29/04/2021.
  13. EVEN IN BAD TIMES, GOD HAS A PURPOSE, EVANGELIST BELIEVES, em inglês, acesso em 29/04/2021.
  14. A virus that needs no divine intervention, em inglês, acesso em 29/04/2021.
  15. O conceito de Deus após Auschwitz: uma voz judia. Trad.: Lilian Simone Godoy Fonseca. São Paulo: Paulus, 2016. Resenha disponível na internet.
  16. NOSSOS RABINOS DE MEMÓRIA ABENÇOADA - IBN DAUD E A ESCRITA SEFARDITA DA HISTÓRIA (SÉC. XII)., acesso em 30/04/2021.
  17. Les Exclus de la solidarité, Editions SOS, 1991.
  18. Georges-Paul Cuny, L'homme qui déclara la guerre à la misère. Joseph Wresinski, le fondateur d'ATD Quart Monde, Albin Michel, 2014, p. 163.
  19. Jean-Claude Caillaux, Une lumière contre l'intolérable. Paroles de Joseph Wresinski, Éditions de l'Atelier, 1994, p. 7
  20. L'Abbé Pierre (1912-2007) et le père J. Wresinski (1917-1988), em francês, acesso em 06/05/2021.
  21. ATD Quart Monde : Wresinski, un père contre la misère, em francês, acesso em 06/05/2021.
  22. Appel de l'abbé Pierre, em francês, acesso em 06/05/2021.
  23. Analyse critique de EMMAÜS Société Anonyme, em francês, acesso em 06/05/2021.
  24. TV : « Joseph l’insoumis », du Zola au XXe siècle, em francês, acesso em 06/05/2021.
  25. Em 2009, o conselho de diretores do Movimento Internacional "ATD Quart Monde" decidiu dar à sigla "ATD" outro significado: "Agir Tous pour la Dignité".
  26. Grande pauvreté et précarité économique et sociale, Journal Officiel, 28 de fevereiro de 1987, em francês, acesso em 07/05/2021.
  27. Loi n° 98-657 du 29 juillet 1998 d'orientation relative à la lutte contre les exclusions, em francês, acesso em 07/05/2021.
  28. Paris, 10-11 février 1987, présentation du rapport « Grande pauvreté et précarité économique et sociale, em francês, acesso em 07/05/2021.
  29. Peace Profile: Father Joseph Wresinski, em inglês, acesso em 07/05/2021.
  30. A/RES/47/196, em francês, acesso em 07/05/2021.
  31. [https://www.un.org/fr/observances/day-for-eradicating-poverty Journée internationale pour l'élimination de la pauvreté 17 octobre], em francês, acesso em 07/05/2021.
  32. La Cause en Béatification, em francês, acesso em 07/05/2021.
  33. Le serviteur de Dieu Joseph Wresiński (1917-1988), em francês, acesso em 07/05/2021.
  34. Le refus de la misère, par Mgr Dal Covolo, em francês, acesso em 07/05/2021.
  35. Joseph l’insoumis (DVD) de Caroline Glorion, em francês, acesso em 07/05/2021.

AnotaçõesEditar

76

O precursor do socialismo cristão é Robert de Lamennais (1782-1852), um padre católico francês.

Frederick Denison Maurice, Charles Kingsley, era reivindicar para "o reino de Cristo" sua autoridade verdadeira sobre os "domínios da indústria e do comércio", e para o socialismo seu caráter verdadeiro como a grande revolução cristã do século

Há no protestantismo um movimento, iniciado em 1870, enfatizando a aplicação prática da ética cristã à nova situação histórica marcada pelo chamado industrialismo, tomando como modelo o Jesus Histórico. O período marcado pela influência do Evangelho Social, com sua ênfase no “evangelho prático”, incentivou a produção de um tipo de literatura exemplar mais popular e simples, como pequenas novelas celebrando a vitória da fé nas durezas da vida, exaltando as possibilidades de reformular a sociedade pela aplicação dos princípios cristãos em todas as esferas. Num sentido muito mais amplo, fizeram estrondoso sucesso as novelas norteamericanas A Cabana do Pai Tomás, libelo contra a escravidão, e Nos Passos de Jesus, de Charles M. Sheldon, um guia para os seguidores de Jesus nos negócios.

um grupo de pastores e teólogos se uniu e formou o grupo conhecido como “Movimento dos Jovens Reformadores” (Jungreformatorische Bewegung), liderado por Walter Künneth e Hans Lilje. O Movimento dos Jovens Reformadores foi a semente da Pfarrenotbund – “Aliança (ou Liga) de Emergência de Pastores” –, à qual se uniram Herbert Goltz, Jacob Gunther, Eugene Weschke, Martin Niemöller e Dietrich Bonhoeffer. A Aliança foi a precursora da Bekennende Kirche, a “Igreja Confessante”. Os idealizadores da liga foram Jacob Günter e Eugene Weschke, que também eram pastores luteranos.

Bell, na qualidade de presidente do Conselho Mundial para o Cristianismo Prático (outra entidade precursora do atual Conselho Mundial de Igrejas), publicou uma carta pastoral ecumênica condenando o Führerprinzip – “Princípio do Führer” – e a discriminação racial da igreja alemã, que se vendeu e se rendeu ao Nacional Socialismo


Referências

A fazer depoisEditar

http://www.ihu.unisinos.br/sobre-o-ihu/78-noticias/603829-abdelaziz-hammaoui-imam-e-o-teologo-muculmano-nao-e-o-pobre-quem-deve-sentir-vergonha

http://institutodehumanidades.com.br/curso_atonomo/ciencia_politica/v_o%20socialismo%20brasileiro%20e%20a%20social%20democracia%20brasileira.pdf

Pacto de Varsóvia, 1573

https://es.wikipedia.org/wiki/Hermanos_Flores_Mag%C3%B3n -

http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/46568-ecumenismo-e-macroecumenismo-unidade-interior-na-diversidade-de-caminhos-entrevista-especial-com-marcelo-barros

http://www.dhnet.org.br/abc/militantes/index.htm livro_rua_viva, acesso em 17/02/2020.

O Drama Barroco dos exilados do Nordeste, acesso em 25/02/2020.

COMISSÃO CAMPONESA DA VERDADE

Pela Justiça e libertação

Christopher Hill em A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII.

https://en.wikipedia.org/wiki/Sergio_M%C3%A9ndez_Arceo

https://www.cese.org.br/declaracao-da-agencia-de-comunicacao-da-america-latina-e-caribe/

http://delphos-gp.com/cesar_mota/biografia.html

Mozart Noronha (PSOL) - Suzane de Dietrich - Madeleine Barot - Brenno Schumann (luterano) - Luiz Alberto Gomes de Souza

https://de.wikipedia.org/wiki/Bekennende_Kirche (membros)

Socialismo religioso

Teologia dialética

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Do individualismo ao compromisso social: a contribuição da Confederação Evangélica do Brasil para a articulação de uma ética social cristã, Reginaldo José da SILVA. Batistas e Pentecostais nas Ligas Camponesas - Anivaldo Padilha - Paul Abrecht - Wilhelm Hahn - Egbert de Vries - Benjamim Morais - João Del Nero - Dietrich Bonhoeffer e Martin Niemoeller, Harvey Cox, Almir dos Santos (metodista), David Gomes (batista), Esdras Borges Costa (presbiteriano), Aharon Sapsezian, Cezar Teixeira (presbiteriano), Edir Cardozo (Uceb); Francisco Pereira de Souza (presbiteriano), John Nasstrom (luterano). Carlos Cunha. Eber Ferrer, Esdras Borges (ONU/FGV/Cebrap), Joaquim Beato (senador da República), Lauro Monteiro da Cruz (deputado federal), Marília Cruz (professora USP), Gerson Meyer (CMI), Rubem Alves (Unicamp/Cedi), Theodoro Henrique Maurer Jr. (professor da USP). Paul Tillich - David Tracy - Sören Kierkegaard - Emil Brunner, Rudolph Bultmann, C. H. Dodd, D. T. Niles, Reinhold Niebuhr, Richard Niebuhr, Miguez Bonino, Gutierrez Marin, Jacques Maritain, Josef Luki Hromadka, Otto Piper, Edward J. Jurji, Paul Lehmann – “Ética Cristã, Ética Marxista”, Berdiaev: Perspectiva Cristã da Revolução Social - Kim Youg Bock - The Man Nobody Knows - In His Steps [Nos seus passos], de Charles Monroe Sheldon - Lauro Bretones - Karl Barth - Raimundo César Barreto Jr - Mark Taylor - Danilo Streck - Orlando Fals Borda - Benjamin de Morais - Centro de Criação da Imagem Popular (CECIP) - Schleiermacher - Reinhold Niebuhr, John Bennet e Searle Bates, Rubens Bueno, Paulo Wright "A Questão de Deus" - Hiber Conteris - Bernardo Catão - Cândido Mendes, Peter Berger - Ernst Troeltsch - Friedrich Gogarten - Arend Th. van Leeuwen - Harvey Cox - Esdras Borges Costa - Mateus Benevenuto - Janet Graham - - Clifford Geertz - Antonio G. Mendonça - D. T. Niles - Gerson Moura - Amaury Costa - Rolf Hamacher - Hildebrando Maciel - Keith Brown - Roberto Villaça - Leni Gusmão - Saul Alinsky - Marcos Arruda Satamini (Políticas Alternativas para o Cone Sul) - Ecumenismo e uma nova ordem mundial: os fracassos dos anos 1970 e os desafos da década de 1980 (CMI Editora, 1980) - Abdias do Nascimento - Anina de Carvalho, Betinho, José Barbosa Monteiro, José Maria Rabelo, Juliana Rocha, Magno José Villela, Márcio Moreira Alves e Marijane. Francisco Julião, Leandro Konder, Luis Alberto Saenz, Maria Auxiliadora Lara Barcellos, Ivan Mota Dias (1942-1971) e Heleny Guariba (1941-1971), Zenaide Machado de Oliveira e Antonio Carlos Oliveira - Paulo Martins de Almeida - Avelino Gomes Moreira Neto - Leonor Vasquez de Oliveira - Juarez Guimarães de Brito - Roberto Chagas - Francisco de Paula P. de Souza, Anita Wright Torres - John Miller - Celso e Fernando Cardoso da Silva - Eliana Rolemberg - Emílio Castro - Comissão pela Unidade Evangélica Latino-americana (UNELAM) - Conselho Latino-americano de Igrejas (CLAI) - Brady Tyson - Nilton Emmerick de Oliveira - Breno Schumann (Itamar Franco) - Claude Labrunie - João Pedro de Aguiar - Paulo Roberto Emmerick Oliveira - Elieser Tavares Filho - Paulo Cezar Pinheiro - Carlos Gilberto Pereira - José Cupertino Novaes - Osvaldo Rocha - Heloisa Nogueira, Paulina Steffen, Maria Luiza Nogueira, Miguel Rizzo Jr., Humberto Rohden, Ernesto Schllipper, Gottschallk - Luiz Odell - Revista Cristianismo e Sociedade - Benhur Mafra, Edin Sued Abumansur, Eliseu Lopes, Moacir Felix, Cosme Alves Neto, Rubem Lenz César, Paulo Alfredo Manieri, Beatriz Bibiano, Frei Elizeu Lopes, em 1961, foi criado o movimento Igreja e Sociedade da América Latina – ISAL, com a revista “Cristianismo e Sociedade, Diana Cunha, Beatriz Costa, Carlos Brandão, Javier Gorostiaga - Rosângela Soares de Oliveira - Davi Malta - Aurélio Vianna - Jaime Armstrong - Lori Altmann - Roberto E. Zwetsch - Egydio Schwade, Antonio Iasi, Tomaz Aquino Lisboa - Rolf Schünemann - GTME – Grupo de Trabalho Missionário Evangélico, Pastor metodista Scilla Franco - Valdir Frank - Augusto E. Kunert - COMIN - Conselho de Missão entre Povos Indígenas (Comin), Jean Siotis, Guido Rocha (escultor), Paulo Miranda, Manoel da Conceição - Minha perna é minha classe, Domingos Barbé - Luís Morais dos Santos - Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural (CENTRU) - Centro Nacional de Apoio às Populações Tradicionais (CNPT) - Antonio Lisboa Brito - Joaquim Lavanca - José Lavanca - Rui Frazão - União Nacional de Cooperativas da Agricultura Familiar de Economia Solidária (Unicafes), União Latino-americana de Juventudes Ecumênicas (ULAJE) e da Comissão Evangélica Latino-americana de Educação Cristã (CELADEC) - José Barbosa - Marcos Lins - Comitê Brasileiro de Solidariedade aos Povos da América Latina (CBS) - Mariana Zuccarello - Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - João Pucinelli - Edoarda Scherer - Rede Ecumênica de Juventude (REJU) - Lucas de Francesco - Paulo Sergio Bezerra (Itaquera) - Daniel Souza - Claudia Ferreira - Rafael Braga, www.reju.org.br - Alexander Duncan Reily - grupo ecumênico de reflexão teológica (Gert), de 1957 - Franz Hinkellamert - Nestor Bonino - Comissão de Pastoral da Terra (1972) e do Conselho Indigenista Missionário (1976) - Paulo Sérgio Pinheiro - Maria Luci Buff Migliori - Magali do Nascimento Cunha - Jorge Atilio Silva Iulianelli - Maria Luiza Nunes Rodrigues - O Brasil Urgente circulou de 17 de março de 1963 a 31 de março de 1964 55 edições, em formato tabloide, de 20 páginas colaboradores, Alceu Amoroso Lima, Fabio Konder Comparato, cartunistas como Claudius Ceccon chegou a circular com 60 mil exemplares - O São Paulo fundado em 1956, pelo bispo Dom Carlos Carmelo Cardeal de Vasconcelos Motta. Dom Paulo Evaristo Arns, 50 mil exemplares. estava a serviço da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo. - Rádio 9 de Julho, criada em 1953, Dom Paulo Evaristo Arns, Em 1973, sob o governo de Médici, os transmissores da rádio foram lacrados e o Departamento Nacional de Telecomunicações (Dentel) cassou a concessão. - padre Antonio Canuto - a criação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), no final dos anos de 1970, em função das barragens de Balbina, no Sul, e de Sobradinho, no Nordeste. - O padre Rodolfo Lukenbein e o índio Simão foram assassinados em 15 de julho de 1976. A Irmã Cleusa Rody Coelho, da Ordem dos Agostinianos Recoletos, foi assassinada, às margens do rio Paciá, Prelazia de Lábreas, em 28 de abril de 1985, por conta de sua atividade com os indígenas Apurinãs. Em 24 de julho de 1985, o padre Ezequiel Ramin, de origem italiana, ligado aos Missionários Combonianos, foi assassinado por latifundiários apoiados pelo regime militar, devido ao trabalho que realizava com camponeses e indígenas em Rondônia. O padre Vicente Cañas, da ordem dos Jesuítas, que trabalhava com o povo Enauenê-Nauê, foi assassinado em 6 de abril de 1987. O corpo foi deixado em sua casa, onde foi encontrado 40 dias após sua morte. padre Antonio Iazzi. - padre Bastos Ávila. - Agostinho Pretto, - Mario Pringol (missionário da ordem Salentina) - Os padres Florentino Maboni e Hilário Costa em 24 de outubro de 1976, foram presos e torturados. Hilário foi libertado em 8 de novembro de 1976, porém Maboni foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional e foi transferido para uma prisão em Belém (PA), em 12 de novembro, onde ficou 27 dias incomunicável. - Natanael José da Silva e Jorge Gonzaga, Guy Tibault e Carlos Rosa MICHEL MARIE LE VEN - FRANÇOIS MARIE XAVIER BERIOU - HERVÉ GROGUENEC - JOSÉ GERALDO DA CRUZ - padre Francisco Lage assessor da Juventude Estudantil Católica (JEC), em Belo Horizonte, foi preso em Brasília, em 14 de maio de 1964, sofreu tortura e, sob pena de banimento em processo da justiça ditatorial, foi exilado no México. O padre Michel Le Ven foi preso entre 22 de agosto de 1968 e 6 de fevereiro de 1969. Fernando Brito, Ives Lesbaupin e Roberto Romano; João Valença; Giorgio Callegari, Laercio Bastos dos Santos - José Pontim - François Jentel - Giulio Vicini - Yara Spadini - Giulio Vicini - Yara Spadini - Hervé Croguenec, Francisco Xavier Berthou e José Geraldo da Cruz, Laercio Bastos dos Santos - Ubaldo Pupi - Guilherme de Nery Pinto - Frei Mateus Rocha (1923 – 1985) - Frei Ratton Mascarenhas - Sinval Itacarambi Leão - Sebastião Bailão - Gonçalo Ochoa - Jean Talpe - Vinícius Caldeira Brandt - Luiz Alberto Gómez de Souza - Arquimedes Bruno - Tarcísio Santiago - Rute Cavalcante - Paulo Lincoln Carneiro Leão Matos - Nildes Alencar - Thomas Cardonnel - Luiz Sávio de Almeida - Marcos José Castro Guerra - Agamenon Magalhães - Iza Guerra - Instituto de Ação Cultural (IDAC) - Centro Inter Universitário de Estudos da América Latina (CIELA) - José Groff - documentário Osasco é o exemplo: 1968, de Luís Moura, em 2011. - Albertino de Souza Oliva - Roque Aparecido da Silva - Antonio Roberto Espinosa - José Ibrahin - Inácio Pereira Gurgel - Teresinha Gurgel - Risomar Fasanaro - Helena Pignatari Werner - Maria Santina - Iracema dos Santos - Ana Maria Gomes - Sônia Miranda - Amira Ibrahin - Sandra Nogueira - Maria Dolores Barreto e Abigail Silva - José Campos Barreto - Paulo Krischke - Ida Kremer, Clemens Schrage, Padre Antônio Soligo, George Casalis, Jean-Jacques de Félice, Michel de Certau – redator da revista Notre Combat, Frente Brasileira de Informações - Onofre Pinto - José Le Borgne - Pythagoras Daronch Silva - William Schisler Filho - Ernesto Then de Barros - Onésimo Cardoso - George Peters - João Parahyba da Silva - Prócoro Velasques - Otília Chaves - Adahyr Cruz - Luiz Roberto Couto Pereira - revista da juventude metodista “Cruz de Malta” - União Brasileira de Juventude Ecumênica (Ubraje) - União Latino-Americana de Juventude Evangélica (ULAJE) - Fernando Cardoso da Silva e Celso Cardoso da Silva - Azieber Cardoso da Silva - Flávio Fróes - Domingos Alves de Lima e Clara Amélia Evangelista - União Brasileira de Juventude Evangélica (Ubraje), Alanir Cardoso - Osvaldo Rocha - Celso Lola - Limoel Nascimento - Célio Garcia - Simon Schwartzman - Antônio Otávio Cintra - Antônio Joaquim Machado - Cid Benjamin - Vilmar Faria - Chaim Cates - Teatro Galpão - Jan Rocha - Conselho Latino Americano de Igrejas (CLAI) - Francisco Capó - José Assan Alaby - Wilson Mendes - Davi Witler - Jack Humper - Ligas Bolino - Artur Bartoldo - Rubens de Amorim Nunes - Sérgio Torres, Pablo Richard - Leonardo Franco - Oscar Boglioli - Jessica Moura - Wilson Guerreiro - Felipe Mesquita - Renato Navarro - Marlene Campante - James Luther Adams - Robert Cox, “Buenos Aires Herald" - James Baldwin - James Cone - Cornel West - Alan Roxburgh - David Talbot - Thomas Paine - Miguel Darcy de Oliveira - Instituto de Ação Cultural (IDAC) - Rosiska Darcy de Oliveira - Instituto de Estudo da Religião (ISER) - Centro de Criação da Imagem Popular (CECIP) - Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Comitê Brasileiro de Solidariedade aos Povos da América Latina (CBS) - Francis G. Peabody - Robert de Lamennais (1782-1852) - Frederick Denison Maurice, Charles Kingsley, era reivindicar para "o reino de Cristo" sua autoridade verdadeira sobre os "domínios da indústria e do comércio", e para o socialismo seu caráter verdadeiro como a grande revolução cristã do século, Le Play e Villeneuve-Bargemont. Washington Gladen (1836-1918), George D. Herron; Josiah Strong(1847-1916), Warwick Estevam Kerr, do Dr.Theodoro Henrique Maurer Jr e do Professor Rev. Gerson Soares Veiga - Protestantismo ecumênico e realidade brasileira, - Comunhão Mundial de Igrejas Reformadas (CMI), a Aliança de Igrejas a Presbiterianas e Reformadas da América Latina (AIPRAL) Comissão Evangélica de Direitos da Terra (CEDITER. Comissão Ecumênica de Defesa dos Direitos da Terra - Lauro Bretones - Jūrgen Moltmann, criador da “teologia da esperança”, Alfred Delp e Rupert Mayer, Maximiliano Kolbe e Bernhard Lichtenberg


José Oscar Beozzo, José Ricardo Ramalho, Paulo Botas, Carlos Mesters, Anita Slade, Letícia Cotrim, Carlos Cunha, Paulo Ayres Mattos, Edin Abumanssur, Regina Novaes, Faustino Teixeira, Leonardo Dutra de Moraes Horte, AGOSTINHO JOSÉ SARTORI, HENRIQUE FROELLICH, Pastor GERNOTE KIRINUS

https://www.museeprotestant.org/en/notice/pierre-maury-1890-1956-2/ Pierre Maury, etc. https://en.wikipedia.org/wiki/The_Moot https://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Mannheim https://en.wikipedia.org/wiki/T._S._Eliot https://en.wikipedia.org/wiki/John_Middleton_Murry https://en.wikipedia.org/wiki/Fred_Clarke_(educationist) https://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Polanyi https://en.wikipedia.org/wiki/Reinhold_Niebuhr https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Tillich https://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Hamilton_Moberly https://en.wikipedia.org/wiki/John_Baillie_(theologian) https://en.wikipedia.org/wiki/Geoffrey_Vickers https://en.wikipedia.org/wiki/Alec_Vidler https://en.wikipedia.org/wiki/Adolph_Lowe https://en.wikipedia.org/wiki/Christopher_Dawson https://en.wikipedia.org/wiki/Kathleen_Bliss

https://en.wikipedia.org/wiki/Eugene_Carson_Blake - https://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Potter_(church_leader) - https://en.wikipedia.org/wiki/Konrad_Raiser - https://en.wikipedia.org/wiki/Samuel_Kobia - https://en.wikipedia.org/wiki/Olav_Fykse_Tveit

https://es.wikipedia.org/wiki/Federico_Jos%C3%A9_Pagura https://es.wikipedia.org/wiki/Mortimer_Arias Franz Hinkelammert e Ulrich Duchrow Jorge Pixley - Pablo Richard - Severino Croatto (1930-2004) e Milton Schwantes (1946-2012) Marcella Althaus-Reid

Harry Hopkins - https://en.wikipedia.org/wiki/Will_W._Alexander - Mary McLeod Bethune - https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_Wallis - https://en.wikipedia.org/wiki/John_Steinbruck - https://en.wikipedia.org/wiki/Interfaith_Worker_Justice - https://en.wikipedia.org/wiki/Christians_Against_Poverty - https://en.wikipedia.org/wiki/J._S._Woodsworth - https://en.wikipedia.org/wiki/Tommy_Douglas - https://en.wikipedia.org/wiki/Charlotte_Whitton - https://en.wikipedia.org/wiki/Albert_Edward_Smith - https://en.wikipedia.org/wiki/William_Ivens Em Seus Passos o Que Faria Jesus? - Charles Sheldon - https://en.wikipedia.org/wiki/Samuel_Zane_Batten

https://en.wikipedia.org/wiki/Mark_A._Matthews

https://en.wikipedia.org/wiki/Brotherhood_of_the_Kingdom

https://en.wikipedia.org/wiki/Settlement_movement

Richard T. Ely , Josiah Strong , Washington Gladden e Walter Rauschenbusch

Henri de Lubac, SJ, La postérité spirituelle de Joachim de Flore, tome II : de Saint-Simon à nos jours

Gérard de San Donnino

American Federation of Labor

Eugene Debs

Industrial Workers of the World

Walter Rauschenbusch

Lyman Abbott

William Jennings Bryan

Social Gospel Movement

Onésime Lacouture https://en.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9once_Crenier

Benedictine Dom Léonce Crenier of the monastery Saint-Benoît-du-Lac

Louis Farina

Charles Owen Rice

https://www.fatherjohnhugo.com/HugoAbout.html

Jack Kerouac

strike Johns-Manville Company Coadjutor Bishop of Sherbrooke, Philippe Desranleau

Rodolphe Dubé – François Hertel

Walter Rauschenbusch (1861-1918)

Louis Riel (1844-1885)

Pacifique Roy

Paul Hanley Furfey

Emmanuel Mounier

the Benedictine Dom Virgil Michel,

David O’Brien

John Tracy Ellis

Marie Rose Ferron [1902–36]

Virgil Michel (1890-1938)

Frank Sheed Catholic Evidence Guild

Richard Hofstadter’

Paul Hanly Furfey (1896-1992)

Charles Owen Rice Radical Catholic Alliance

https://en.wikipedia.org/wiki/Ronald_Knox

Emmanuel Mounier - Nicholas Berdyaev

Peter Maurin, Thomas J. Hagerty, William B. Greene - Gnosticismo - Valentianismo - Montanismo - Paulicianismo - https://en.wikipedia.org/wiki/Tondrakians - Bogomilismo - https://en.wikipedia.org/wiki/Gundolfo - Arnoldistas - https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_de_Bruys - Henrique de Lausanne - Irmãos do Livre Espírito - Apostólicos - Dolcinianos - Frei Dolcino - Gerardo Segarelli - Fraticelli - Adamitas - taboritas - Begardo - https://en.wikipedia.org/wiki/Nicholas_of_Basel - Pedro Helchitsky - Escavadores - Gerrard Winstanley - Thomas Müntzer - https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_J._Hagerty - https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_J._Hagerty - https://en.wikipedia.org/wiki/Back-to-the-land_movement - Adin Ballou - Liev Tolstói - Nikolai Berdiaev - Mário Ferreira dos Santos - Philip Berrigan - Dorothy Day - Ammon Hennacy - https://en.wikipedia.org/wiki/David_Lipscomb - https://en.wikipedia.org/wiki/Dave_Andrews_(activist) - https://en.wikipedia.org/wiki/Vernard_Eller - https://en.wikipedia.org/wiki/Ernst_K%C3%A4semann - https://en.wikipedia.org/wiki/Ciaron_O%27Reilly - Théodore Monod - https://en.wikipedia.org/wiki/Brotherhood_Church - https://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Maurin - https://en.wikipedia.org/wiki/Catholic_Worker_Movement - https://www.catholicworker.org/

https://en.wikipedia.org/wiki/Proto-orthodox_Christianity

Cesaropapismo - Igreja estatal do Império Romano - https://en.wikipedia.org/wiki/Constantine_the_Great_and_Christianity

Reviravolta de Constantino

Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação

Livros deuterocanônicos

Desenvolvimento do cânone da Bíblia hebraica

Cânon bíblico

Ortopraxia

https://en.wikipedia.org/wiki/Christian%E2%80%93Jewish_reconciliation

Visões cristãs sobre a Antiga Aliança

https://en.wikipedia.org/wiki/Church%27s_Ministry_Among_Jewish_People

Conversão dos judeus ao Cristianismo

Dispensacionalismo

Hebreus católicos

https://en.wikipedia.org/wiki/Hebrew_Roots

Crítica histórico-literária da Bíblia

https://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_in_the_Talmud

Jesuísmo

Linha do tempo da Igreja Católica

Jews for Jesus

História das missões cristãs

Judaísmo messiânico

Rume

Cristãos de São Tomé

https://en.wikipedia.org/wiki/Knanaya

https://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_of_Cana

Evangelhos judaico-cristãos

https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_the_Apostle_and_Jewish_Christianity

Septuaginta

Targum

Desenvolvimento do cânone do Novo Testamento

Lei bíblica

História do cristianismo

Cronologia do cristianismo

Epístola de Barnabé

Primeira guerra judaico-romana

https://en.wikipedia.org/wiki/Sherira_Gaon

https://en.wikipedia.org/wiki/Second_Temple_Judaism

https://en.wikipedia.org/wiki/Second_Temple_period

Concílio de Jamnia

Concílio de Jerusalém

Grande Apostasia

Restauracionismo

Paulinismo

https://en.wikipedia.org/wiki/Wisdom_(personification)

https://en.wikipedia.org/wiki/God-fearer

Adocionismo

Prosélito

Judaizantes

https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_the_Apostle_and_Jewish_Christianity

Visões cristãs sobre a Antiga Aliança

Incidente em Antioquia

https://en.wikipedia.org/wiki/Maccabean_Revolt

Censo de Quirino

Sicário

literatura apocalíptica

Escatologia

https://en.wikipedia.org/wiki/Messiah_in_Judaism

https://en.wikipedia.org/wiki/Flight_to_Pella

https://en.wikipedia.org/wiki/Proto-orthodox_Christianity Marcionismo

https://en.wikipedia.org/wiki/Historical_background_of_the_New_Testament Jesus histórico

https://en.wikipedia.org/wiki/Quest_for_the_historical_Jesus

Evangelho dos Hebreus - https://en.wikipedia.org/wiki/Jewish%E2%80%93Christian_gospels - https://en.wikipedia.org/wiki/Gospel_of_the_Nazarenes

https://en.wikipedia.org/wiki/Knanaya - Cristianismo sírio - Cristãos de São Tomé

Tanaíta - Concílio de Jamnia - Antijudaísmo - Adocionismo

Judaísmo helenístico - Religião helenística - Teologia da substituição

Paulinismo

Concílio de Jerusalém

https://en.wikipedia.org/wiki/Paul_the_Apostle_and_Jewish_Christianity

https://en.wikipedia.org/wiki/Christian_views_on_the_Old_Covenant

Incidente em Antioquia

https://en.wikipedia.org/wiki/Historical_background_of_the_New_Testament

https://en.wikipedia.org/wiki/Life_of_Jesus_in_the_New_Testament

Jesus histórico

Censo de Quirino

Ministério de Jesus

https://en.wikipedia.org/wiki/Messiah_in_Judaism

fariseus, saduceus, zelotes, essênios

Escatologia judaica, https://en.wikipedia.org/wiki/Messiah_in_Judaism , https://en.wikipedia.org/wiki/Messiah_ben_Joseph , Rejeição de Jesus

https://en.wikipedia.org/wiki/Second_Temple_Judaism

https://en.wikipedia.org/wiki/Christianity_in_the_1st_century

Simeão de Jerusalém

https://en.wikipedia.org/wiki/Book_of_Elchasai

Carpócrates

Cerinto

Elcasaitas

Sabeísmo

Gnosticismo

Mandeísmo

Samaritanos

Recabitas

Evangelho dos Hebreus

https://en.wikipedia.org/wiki/Jewish%E2%80%93Christian_gospels

https://en.wikipedia.org/wiki/Gospel_of_the_Nazarenes

https://en.wikipedia.org/wiki/Knanaya

Hebreus católicos

Cristianismo sírio

Cristãos de São Tomé

https://en.wikipedia.org/wiki/Messianic_Judaism

https://en.wikipedia.org/wiki/Jews_for_Jesus

https://en.wikipedia.org/wiki/Sect_of_Skhariya_the_Jew

Judaísmo messiânico

https://en.wikipedia.org/wiki/Subbotniks

https://en.wikipedia.org/wiki/Khlysts

https://en.wikipedia.org/wiki/Skoptsy

https://en.wikipedia.org/wiki/Raskol

https://en.wikipedia.org/wiki/Bezpopovtsy

Paulicianismo

Turlupins

Dunkers

https://fr.wikipedia.org/wiki/Amauriciens

https://it.wikipedia.org/wiki/Arbor_vitae_crucifixae_Jesu_Christi

https://it.wikipedia.org/wiki/Giovanni_da_Parma

Ângela de Foligno

https://it.wikipedia.org/wiki/Pietro_di_Giovanni_Olivi

Ubertino de Casale

https://it.wikipedia.org/wiki/Pauperismo_medievale

Frei Dolcino

Dolcinianos

Joaquimitas

Joaquim de Fiore

Apostólicos

Peter Olivi

Gerardo Segarelli depois

Michael de Cesena

Lollardismo

Wat Tyler

John Ball (padre)

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_peasant_revolts

Revolta camponesa de 1381

John Wycliffe

Jan Hus

Guerras Hussitas

Reforma Radical

Rebelião de Münster

Guerra dos Camponeses

William Barclay - crítico dos monarcômacos

Thomas Müntzer

Confissão de Schleitheim

Claude de Seyssel A Monarquia da França

Liga de Smalkaden

Jacques Clément dominicano Henrique III

George Buchanan (1506-1582) Martín de Azpilcueta

Wikipédia:Pedidos a administradores/Discussão de bloqueio/DrikaFire

Direito de resistência

https://en.wikipedia.org/wiki/Parliament_of_England

Em um sistema monárquico de governo, os monarcas costumavam consultar e buscar o apoio de seus súditos mais poderosos para as suas políticas. Pois, desse modo, poderiam obter uma cooperação mais efetiva. Os primeiros reis da Inglaterra não tinham grandes exércitos permanentes e, portanto, dependiam do apoio dos súditos mais poderosos. No sistema feudal que evoluiu após a conquista normanda de 1066, as leis da Coroa não poderiam ser mantidas sem o apoio da nobreza e do clero. Os nobres controlavam mais diretamente a maior parte dos recursos econômicos e militares, pois tinham grandes propriedades de terra e poderiam exigir obrigações feudais e militares de seus vassalos. A Igreja tinha grande influência moral e possuía seu próprio sistema de tribunais religiosos.

Nesse contexto, os monarcas ingleses posteriores à conquista normanda chamavam Grandes Conselhos, que contavam com condes, barões, arcebispos, bispos e abades.

Inicialmente, os parlamentos eram convocados principalmente quando o rei precisava arrecadar mais dinheiro através de impostos. Depois da Magna Carta.

CartismoEditar

https://en.wikipedia.org/wiki/Chartism

O cartismo defendia eleições parlamentares anuais, como método para reduzir a eficácia de abuso do poder econômico em eleições;

Frustração com a aprovação da das Reformas de 1832, que não estenderam o direito ao voto aos trabalhadores;

https://en.wikipedia.org/wiki/Reform_Act_1832

https://en.wikipedia.org/wiki/Irish_Reform_Act_1832

Naquele ano, a Reforma eleitoral da Inglaterra e do País de Gales, aumentou o eleitorado de 400.000 (no caso da Inglaterra, 4% da população tinha direito ao voto) para 650.000 eleitores (6,5% da população), enquanto que a Reforma eleitoral escocesa, aumentou o eleitorado de 5.000 (0,2% da população) para 65.000 eleitores (2,6% da população - 13% dos homens adultos).

O eleitorado escocês aumentou de 5.000 para 65.000, ou seja, para 13% dos homens adultos, isso porque houve uma redução dos valores de bens e propriedades imóveis exigidos para a obtenção do direito ao voto. Também foi permitido o voto para não proprietários que pagassem valores de aluguéis anuais superiores a determinado piso.

Por outro lado, observou-se que, em um contexto no qual o voto não era secreto, o voto dos inquilinos era fortemente influenciado pelos proprietários e isso permitiu aos conservadores reconquistarem a maioria do parlamento em 1841.

Sete de junho de 1832.

Limitou a duração da votação a dois dias. (Anteriormente, as pesquisas podiam permanecer abertas por até quarenta dias.)

A França adotou o sufrágio universal masculino em 1848.

https://en.wikipedia.org/wiki/House_of_Commons_of_the_United_Kingdom

https://en.wikipedia.org/wiki/House_of_Commons_of_England

https://en.wikipedia.org/wiki/Simon_de_Montfort%27s_Parliament

https://en.wikipedia.org/wiki/Second_Barons%27_War

https://en.wikipedia.org/wiki/Magna_Carta

https://en.wikipedia.org/wiki/First_Barons%27_War

Origens do parlamento britânicoEditar

https://en.wikipedia.org/wiki/Midland_Revolt

https://en.wikipedia.org/wiki/Parliament_of_England

https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_democracy

Em um sistema monárquico de governo, os monarcas costumavam consultar e buscar o apoio de seus súditos mais poderosos para as suas políticas. Pois, desse modo, poderiam obter uma cooperação mais efetiva. Os primeiros reis da Inglaterra não tinham grandes exércitos permanentes e, portanto, dependiam do apoio dos súditos mais poderosos. No sistema feudal que evoluiu após a conquista normanda de 1066, as leis da Coroa não poderiam ser mantidas sem o apoio da nobreza e do clero. Os nobres controlavam mais diretamente a maior parte dos recursos econômicos e militares, pois tinham grandes propriedades de terra e poderiam exigir obrigações feudais e militares de seus vassalos. A Igreja tinha grande influência moral e possuía seu próprio sistema de tribunais religiosos.

Nesse contexto, os monarcas ingleses posteriores à conquista normanda chamavam Grandes Conselhos, que contavam com condes, barões, arcebispos, bispos e abades.

Inicialmente, os parlamentos eram convocados principalmente quando o rei precisava arrecadar mais dinheiro através de impostos, principalmente depois da Magna Carta de 1215.

O apoio do parlamento era necessário para arrecadar mais tributos pois, a nobreza era o único estrato da sociedade com capacidade e autoridade para coletar e remeter as formas mais significativas de tributação disponíveis no nível local. Portanto, se o rei queria garantir uma arrecadação tranquila de receitas, precisava da cooperação da nobreza, pois se a nobreza se recusasse a cobrar os impostos do rei em escala nacional, a Coroa não dispunha de meios práticos para arrecada-los.

Até o final do início do Século XIVEditar

Quando Henrique I, assumiu o trono em 1100, fez diversas de concessões à nobreza por meio da Carta das Liberdades, considerada uma precursora da Magna Carta. Nessa Carta, Henrique prometeu prometeu evitar os abusos reais contra os direitos de propriedade dos barões, garantindo uma volta aos costumes gentis de Eduardo, o Confessor, o que deu início à limitação do poder do Rei na Inglaterra. No entanto, o próprio Henrique I não cumpriu com as promessas feitas por meio da referida Carta[1] [2].

Entre 1202 e 1204, o Rei João perdeu a maior parte de suas terras ancestrais na França para o Rei Filipe II, depois disso, lutou para recuperá-las por muitos anos, até a derrota definitiva na Batalha de Bouvines, em 27 de julho de 1214, que encerrou aquela Guerra anglo-francesa[3] [4]. Todo esse processo exigiu um aumento dos tributos sobre os nobres. Com o Rei enfraquecido pelas derrotas, houve uma grande pressão dos nobres, liderados por Robert Fitzwalter, que forçou o Rei João a assinar a Magna Carta, em 15 de junho de 1215, para evitar uma guerra civil.

A Carta prometia a proteção dos direitos da igreja, proteção contra prisão ilegal, acesso à justiça rápida e, mais importante, limitações de impostos e outros pagamentos feudais à Coroa, pois exigia que os nobres concordassem com instituição de novos impostos[5]. Apesar de ter maior ênfase nos direitos dos nobres, também concedia direitos aos servos, nos artigos 16, 20 e 28[6] [7].

Para que a Carta não fosse ignorada, a cláusula 61 previa a instituição de um conselho de 25 nobres que teriam como função monitorar e garantir a adesão do Rei à Carta.

Por outro lado, para evitar a aplicação da Carta, o Rei João recorreu ao Papa Inocêncio III, que, em 24 de agosto de 1215, expediu uma Carta que declarava a nulidade da Carta Magna[8] [9].

Essa situação, fez eclodir a Primeira Guerra dos Barões que foram apoiados por pelo filho do Rei da França, que, no futuro, seria o Rei Luís VIII[10] [11].

Após a morte do Rei João, em 16 de outubro de 1216, muitos nobres passaram a entender que seria melhor fazer um acordo com o herdeiro do Rei João, que seria o Rei Henrique III, do que colaborar com um processo que colocaria Luís no controle do Reino da Inglaterra.

Nesse contexto, buscando uma divisão entre os nobres rebeldes, em 12 de novembro de 1216, foi publicada um nova versão da Magna Carta, assinada por William Marshal, regente de Henrique III, que da época tinha apenas 9 anos. Essa nova versão tinha algumas das cláusulas a menos, dentre elas a cláusula 61, que previa um instrumento capaz de, efetivamente, impor limites à autoridade do Rei.

O acordo de rendição dos nobres rebeldes na "Primeira Guerra dos Barões", resultou na realização de uma grande reunião nos meses de outubro e novembro de 1217, que resultou em uma nova versão da Carta Magna, que era semelhante àquela assinada em 1216, mas continha algumas cláusulas adicionais que protegiam os direitos dos nobres sobre seus súditos feudais, e reduziram as restrições dos poderes do Rei para cobrar impostos[12].

No início de 1225, o Rei Henrique III precisou de recursos para defender seus domínios na Gasconha, o que foi conseguido em uma reunião com os nobres, que exigiram que o Rei, agora com 17 anos, reafirmasse seu compromisso firmado, em seu nome por William Marshal, na época seu regente regente, na Carta de 1217[13] [14].

O parlamento britânico tem suas origens remotas nas grandes reuniões de nobres que ocorreram nas décadas de 1230 e 1240 durante o reinado de Henrique III. O principal objeto dessas reuniões era o debate sobre o aumento de impostos, destinados a apoiar as receitas rei para projetos específicos. Durante o reinado de Henrique III, os condados começaram a enviar delegações regulares de modo que esses parlamentos passaram a representar um setor mais amplo da população do que simplesmente os principais barões[15].

Henrique III fez uma série de despesas tentando ampliar seu poder na Europa sem obter êxitos. Isso fez elevar suas exigências tributárias sobre os nobres que geraram insatisfações que resultaram na revolta, liderada por Roger Bigod, que eclodiu em 30 de abril de 1258. A situação forçou Henrique III a passar a governar por meio de um conselho de 24 nobres e clérigos, metade escolhida pelo rei e metade pelos nobres[16].

Em junho de 1258, o parlamento se reuniu e aprovou uma série de medidas conhecidas como Provisões de Oxford, que Henrique III aceitou. Essas disposições criaram um conselho de 15 integrantes, eleito apenas pelos nobres. Esse conselho tinha o poder de nomear o juiz, o chanceler e o tesoureiro da Inglaterra, que seriam monitorados por meio de reuniões do parlamento que ocorreriam a cada três anos. Parte das disposições protegiam os nobres de menor poder contra os abusos de poder dos nobres mais poderosos. Em 1259, foram aprovadas as Provisões de Westminster, que fortaleciam ainda mais as limitações do poder do Rei.

No 4 de dezembro de 1259, foi assinado o Tratado de Albeville que encerraria uma longa disputa entre os reis da Inglaterra e da França por terrar que atualmente se situam na França. Nesse contexto, Henrique III se sentiu em condições para restabelecer o poder absoluto do monarca. Esse processo contaria com resistência dos nobres e resultaria na Segunda Guerra dos Barões, travada entre 1264 e 1267, vencida por Henrique III. Em 19 de novembro de 1267, foi assinado o Estatuto de Marlborough, que efetivamente reeditou grande parte das disposições de Westminster, limitando os poderes das autoridades reais locais e dos principais nobres, mas sem restringir a autoridade real central[17].

Em 13 de novembro de 1295, Eduardo II deu posse a um parlamento unicameral com 49 representantes da alta nobreza e alto clero (Câmara dos Lordes) e 292 representantes da baixa nobreza (cavaleiros) e comerciantes (burgueses) - Câmara dos Comuns. Esse parlamento também podia analisar queixas dirigidas ao rei e cobrar providências relativas as tais queixas, como contrapartida para a aprovação de aumento de tributos.

Em 1297, o Rei Eduardo I, que havia cobrado muitos tributos naquela década, enfrentava grande oposição dos nobres contra novos tributos, razão pela qual publicou uma confirmação da Carta Magna de 1225, em troca da aprovação de uma novo tributo, trata-se do "Confirmatio Cartarum". Mais uma vez era firmado o compromisso de que a tributação deveria ocorrer com o consentimento dos nobres[18] [19] [20].

Para que esse compromisso fosse respeitado, buscou-se dar-lhe publicidade, por meio de dispositivos que previam que cópias da carta fossem distribuídas em catedrais em todo Reino para que fossem lidas perante o povo duas vezes por ano [21]

Em 1300, foi assinada uma nova confirmação das Cartas, com uns dispositivos adicionais que buscavam aperfeiçoar a aplicabilidade das Cartas, conhecidos como "Articuli super Cartas", tais como aqueles que previam que as Cartas:

  1. deveriam ser entregues aos xerifes de cada município;
  2. deveriam ser lidas quatro vezes por ano nas reuniões dos tribunais do condado;
  3. cada condado deveria ter um comitê de três homens para ouvir queixas sobre violações das Cartas[22] [23].

Em 1305, o Papa Clemente V, anulou o "Confirmatio Cartarum", por defender a doutrina do direito divino dos reis, entretanto, Eduardo I, talvez para evitar um novo enfrentamento com a nobreza, preferiu entender que somente seriam nulos os dispositivos adicionais de 1300.

Entre 1215 e o final do Século XV, diferentes monarcas ingleses se comprometeram a cumprir a Carta, totalizando dezenas de atos de compromisso[24] [25].

Até o início da Dinastia TudorEditar

Em 1341, ocorreram as primeiras separadas para a Câmaras Alta, Câmara dos Lordes, que reunia a alta nobreza e o alto clero, e para a Câmara Baixa, Câmara dos Comuns, que reunia a baixa nobreza (cavaleiros) e os comerciantes (burgueses).

Durante o reinado de Eduardo III ficou estabelecido que nenhuma lei poderia ser feita, nem qualquer imposto cobrado, sem o consentimento de ambas as Casas e do Soberano, o que resultou em um fortalecimento do parlamento. Isso em um contexto no qual o Rei precisava arrecadar mais tributos para manter as despesas da Guerra dos Cem Anos.

Durante o Parlamento que tomou posse em 1376, o Presidente da Câmara dos Comuns, Peter de la Mare, reclamou dos impostos pesados, exigiu uma contabilidade das despesas reais e criticou a administração das forças armadas pelo Rei. A Câmara dos Commons chegou a propor a destituição de alguns ministros do rei. Durante o Reinado de Ricardo II, a Câmara dos Comuns também pediu a destituição de ministros do Rei, eles entendiam que não deveriam apenas controlar os aumentos de tributos, mas também os gastos públicos.

Em 1430, foi estabelecido que somente pessoas que tivessem propriedades de valor superior à 40 xelins poderiam votar em eleições para a Câmara dos Comuns.

Em meados do século XV, os monarcas reafirmaram a sua autoridade e a Magna Carta deixou de ocupar um papel central na vida política inglesa, entretanto, continuou a ser um texto útil para advogados como um protetor dos direitos de propriedade, e tornou-se mais amplamente lida à medida em que circulavam as versões impressas e mais pessoas se alfabetizavam[26].

Na época da Dinastia TudorEditar

Na época da Dinastia Tudor, iniciada em 1485, quando Henrique VII, que assumiu o trono após a vitória na Guerra das Rosas. Existiram períodos nos quais governou-se sem atividade parlamentar. Nesse período, em regra, os parlamentos somente eram convocados durante os períodos necessários para aprovar aumento de tributos e/ou algumas outras leis de interesse dos monarcas.

Estima-se que, nessa época, somente cerca de três por cento da população masculina adulta tinha o direito ao voto para eleger representantes na Câmara dos Comuns, além disso, a votação não era secreta. Portanto, as eleições podiam ser controladas por grandes personalidades locais, pois muitos eleitores tinham razões para não desagradar os eleitores mais poderosos dos distritos. Em alguns casos, havia a compra de votos de modo bastante evidente.

Entre 1535 a 1542, o País de Gales foi anexado à Inglaterra, desse modo, a partir de 1542, parlamentares eleitos no País de Gales começaram a participar da Câmara dos Comuns da Inglaterra.

Em 1548, a Câmara dos Comuns foi instalada onde antes ficava a Capela de Santo Estevão no Palácio de Westminster, desse modo, os parlamentares passaram a ocupar o local onde antes ficava o coral.

Atualmente, ainda existe, formalmente, o direito de veto pelos monarcas mas, na prática, esse direito não é exercido desde 1707[27].

Século XVIIEditar

Entre 1597 e 98, o futuro Rei Jaime I da Inglaterra, que, na época, já era Rei da Escócia, escreveu duas obras que defendiam o direito divino dos reis: "A Verdadeira Lei das Monarquias Livres" e "Dom dos Monarcas" (Basilikon Doron). Na primeira obra ele defendeu uma teoria absolutista da monarquia, pela qual um rei pode impor novas leis por prerrogativa real, mas também deveria prestar atenção à tradição e a Deus, que seria o responsável pela punição dos reis perversos.

Dom dos Monarcas foi escrito como um livro de instruções para o Príncipe Henrique, e pretendia ser um guia prático da arte de reinar. Nessa obra, James demonstrou desprezo pelos parlamentos[28].

Nas primeiras horas do dia 24 de março de 1603, a Rainha Elizabeth I morreu e, naqueles mesmo dia, James foi proclamado rei em Londres, sendo coroado no dia 25 de julho daquele ano[29].

Em 1610, houve um impasse envolvendo as dotações financeiras do Rei, que levaram à dissolução do parlamento no dia 31 de dezembro de 1610[30].

Um novo parlamento foi instalado em 05 de abril de 1614, mas teria curta duração, sendo dissolvido em 7 de junho daquele ano.

Em 1621, um novo parlamento foi instalado, pois Jaime I precisava de fundos para um expedição militar em apoio a seu genro, Frederico V, Conde Palatino[31] Esse parlamento destituiu o Ministro do Rei: Sir Francis Bacon[32]. A primeira destituição desde 1549. Foi dissolvido em janeiro de 1622.

Em 1624, foi instalado um novo parlamento que destituiu o Ministro das Finanças, Lionel Cranfield. Em 1626, esse parlamento foi dissolvido quando tentava destituir o Duque de Buckingham.

Em março de 1629, Charles I voltou a dissolver o parlamento e prendeu alguns de seus líderes. A partir dessa data, Charles I, iniciou um período de governo de 11 anos sem funcionamento parlamentar [33] [34].

Em 1639, na Escócia, teve início uma rebelião contra reformas religiosas que Charles I tentava impor, nesse contexto, Charles precisava de recursos para reprimir a rebelião e, portanto, teve que convocar novas eleições parlamentares no início de 1640. Em março de 1640, o Parlamento irlandês aceitou um aumento de tributos para financiar a campanha militar de Charles I. Mas a situação foi diferente na Casa dos Comuns Inglesa, onde os adversários de Charles tinham bastante força. Essa casa parlamentar iniciou as sessões em 13 de abril de 1640, mas os pedidos dos parlamentares por mais reformas foram ignorados por Charles, que dissolveu o parlamento em 05 maio de 1640 sem obter os aumentos de tributos almejados[35] [36] [37].

Derrotas militares na Escócia, forçaram Charles I a convocar novas eleições parlamentares em 24 de setembro de 1640, que deveria iniciar os trabalhos em novembro daquele ano. Os adversários de Charles I foram amplamente vitoriosos nas eleições para a Câmara dos Comuns, onde conquistaram 350 assentos de um total de 493[38].

O novo parlamento começou os trabalhos em 03 de novembro de 1640 e rapidamente iniciou procedimentos para destituir altos conselheiros do Rei, desse modo: o Conde de Strafford foi preso em 10 de novembro, o arcebispo William Laud foi destituído em 18 de dezembro; John Finch foi destituído no dia seguinte e fugiu para Haia[39].

No dia 04 de janeiro de 1642, Charles I tentou prender 5 parlamentares por alta traição, mas estes fugiram.

A maioria parlamentar iniciou um movimento para depor o Rei que rapidamente dominou a cidade de Londres. Nesse contexto, Charles I, no dia 10 de janeiro, refugiou-se no Palácio Hampton Court e, dois dias depois, mudou-se para o Castelo de Windsor. Depois disso, enviou sua esposa e sua filha mais velha para a segurança no exterior em fevereiro e viajou para o norte. Foi o início da Guerra Civil Inglesa[40] [41] [42].

Rebelião de KettEditar

https://en.wikipedia.org/wiki/Vagabonds_Act

https://en.wikipedia.org/wiki/Resistance_theory_in_the_Early_Modern_period

Guerra CivilEditar

Dentre os que defendiam um maior poder ao parlamento estavam aqueles que tinham interesse em uma maior liberdade religiosa. Nesse contexto, cabe lembrar que a Igreja Católica era uma instituição muito importante na defesa da doutrina do direito divino dos reis e que, embora a ruptura da monarquia inglesa com a Igreja Católica, que deu origem à Igreja Anglicana, não tenha trazido liberdade religiosa plena, abriu espaço para diversas disputas sobre a interpretação da Bíblia, ambiente propício ao surgimento e fortalecimento de grupos que defendiam uma maior liberdade religiosa.

No entanto, durante o reinado de Maria I (1553-1558), houve uma tentativa de restauração do catolicismo e perseguição a muitos líderes religiosos que se opunham, à referida restauração. Nesse contexto, muitas dessas lideranças buscaram exílio em regiões protestantes da Europa onde radicalizaram suas visões quanto à necessidade de Reforma Religiosa.

Uma das consequências dessa ruptura foi uma maior liberdade religiosa e o surgimento de uma interpretação da Bíblia distinta dos interesses dos senhores de terras. Sendo estas interpretações fortalecidas pelo fato de que com o surgimento da imprensa, mais pessoas tiveram acesso à Bíblia e outros textos que veiculavam ideias.

Um dos elementos que fortaleceu o parlamento foi a

As posições defendidas por Thomas Rainsborough, decorrem do fato de que muitos integrantes do Exército de Cromwell eram pessoas pobres que buscavam objetivos muito mais radicais do que os procurados por seus líderes. Posteriormente, muitos deles se tornariam Levellers, que defendiam escolas e hospitais gratuitos para todos, assim como para uma sociedade mais igualitária[43]

As posições defendidas por Thomas Rainsborough, decorrem do fato de que muitos integrantes do Exército de Cromwell eram pessoas pobres que buscavam objetivos muito mais radicais do que os procurados por seus líderes. Posteriormente, muitos deles se tornariam Levellers, que defendiam escolas e hospitais gratuitos para todos, assim como para uma sociedade mais igualitária[44]

Após a Primeira Fase da Guerra Civil Inglesa (1642–1646), mais precisamente, entre 28 de outubro e 11 de Novembro de 1647, ocorreram os "Debates de Putney", entre líderes do exército liderado por Oliver Cromwell, que tinha sido vitorioso naquela fase do conflito.

Esses debates tiveram como objeto o novo sistema político que seriam instaurado após a derrota das tropas do Rei Charles I. Nesse contexto, os radicais, liderados por Thomas Rainsborough, queriam um parlamento eleito com base no sufrágio universal dos homens adultos ("um homem, um voto"), com eleições a cada dois anos e uma reorganização dos distritos eleitorais, além disso, a Câmara dos Comuns deveria concentrar toda a autoridade e não os reis e senhores. Os radicais também defendiam a existência de direitos naturais que seriam cláusulas pétreas, tais como: liberdade de consciência, liberdade de recrutamento nas forças armadas e igualdade perante a lei.

Entretanto, tais propostas foram rejeitadas por Oliver Cromwell, que entendia que deveria-se defender algo que possibilitasse um acordo com o Rei e seus apoiadores. Desse modo, foi mantida a regra que permitia o direito ao voto apenas para proprietários de terras[45].

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