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Visconde de Ouguela

Carlos Ramiro Coutinho (Lisboa, 30 de Julho de 1828Lisboa, 5 de Janeiro de 1897), 3.º Barão de Barcelinhos e 1.º e único Visconde de Ouguela.

Índice

FamíliaEditar

Filho de Ricardo de Sylles Coutinho (Lisboa, Santa Justa) e de sua mulher (Lisboa, Conceição Nova, 5 de Novembro de 1825) Rosa Máxima da Silva, neto paterno de Manuel Francisco Coutinho e de sua mulher Genoveva Teresa de Jesus e neto materno de João Rodrigues e de sua mulher Mariana Rosa da Conceição.

BiografiaEditar

Foi preso por ter participado do golpe conhecido por A Pavorosa, juntamente com o General Cruz Sobral, o 1.º Conde de Magalhães, Francisco Coutinho de Miranda, Augusto de Lafaya e Francisco dos Santos Reis.

Foi 17.º Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho afecto ao Grande Oriente Lusitano e 6.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido entre 1889 e 1895.[1]

TítuloEditar

Recebeu o baronato de Barcelinhos pela contração do matrimónio com a viúva e sobrinha do primeiro barão e viúva do segundo barão. O viscondado foi-lhe instituído por decreto de D. Luís I de Portugal de 3 de Maio de 1868.

Casamento e descendênciaEditar

Casou-se em Lisboa, Conceição Nova, a 26 de Novembro de 1860 com Rita Soares de Oliveira (1 de Dezembro de 1825), viúva de Manuel José de Oliveira, 1.º Barão de Barcelinhos, e de Manuel Correia da Silva Araújo, 2.º Barão de Barcelinhos.

Tiveram um filho:

Referências

  1. «Dirigentes das Maçonarias Portuguesas». Tripod.com. Consultado em 2 de Fevereiro de 2015 


Precedido por
José Elias Garcia
Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido
1889 – 1895
Sucedido por
Bernardino Luís Machado Guimarães
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