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Vodafone Portugal
Razão social Vodafone Portugal - Comunicações Pessoais S.A.
Empresa de capital fechado
Slogan O futuro é incrível. Ready?
Atividade Telecomunicações
Fundação 18 de outubro de 1992
Sede Lisboa, Portugal Portugal
Área(s) servida(s) Portugal Portugal
Proprietário(s) Vodafone
Pessoas-chave Mário Vaz (CEO)
Produtos Telefonia Móvel
Serviços de Internet
Receita Aumento EUR 1.026,9 milhões (2016)[1]
Lucro Baixa EUR 27 milhões (2016)[1]
LAJIR Baixa EUR -23,5 milhões (2016)[1]
Renda líquida Baixa EUR -8,8 milhões (2016)[1]
Significado da sigla Vodafone: voice data fone
Antecessora(s) Telecel (1992-2001)
Website oficial www.vodafone.pt

Vodafone Portugal (antigamente Telecel - Comunicações Pessoais, S.A) teve grande impacto nas telecomunicações móveis nacionais por ser, durante alguns anos, a única concorrente da TMN, e ainda por ter introduzido novos planos de tarifas desenhados para o perfil de cada cliente.

HistóriaEditar

A sociedade foi constituída em 1991, apresentando como principais acionistas os grupos Amorim e Espírito Santo, ambos com uma posição de 31,25% cada. A Pacific Telesis Internacional (mais tarde Airtouch) detinha 23% enquanto a Efacec, a Centrel e a LCC Eurofon reuniam no seu conjunto uma posição de 14,40%.[2]

A empresa apresentou em junho de 1991 a candidatura a uma de duas licenças do ICP (atual ANACOM) para operar uma rede de telemóvel digital em Portugal.[2] Em outubro de 1991, a empresa obteve a segunda licença GSM (a primeira foi obtida pela TMN).[2]

O início das operações no sistema GSM ocorreu a 18 de outubro de 1992.[2]

Em 1993, a Efacec aliena a sua participação, seguida da Centrel em 1994, e a LCC Eurofon sai da estrutura acionista da empresa um mês antes da Oferta Pública de Venda (OPV), em novembro de 1996. Nesta altura, o grupo Amorim e o grupo Espírito Santo constituem a empresa Telepri, que reúne as ações da empresa detidas por ambos - 62,5% - e reduzem a posição para 10%. Assim, na OPV a posição da Airtouch é reforçada para 51%, seguida da Telepri com 10%, ficando as restantes ações dispersas no mercado.

Em junho de 1997, o grupo Espírito Santo e o grupo Amorim, através da Telepri alienam em Bolsa a posição de 10%, passando as ações em Bolsa a 49%. A 30 de junho conclui-se o processo de fusão da Vodafone com a Airtouch.

Em 2000, a Vodafone adquire os restantes 49% do capital da Telecel disperso em Bolsa.

A empresa reformulou a sua denominação, passando a chamar-se Telecel Vodafone em janeiro de 2001 e finalmente Vodafone a partir de 22 de outubro desse ano.[2]

Mesmo com este nome começou a disponibilizar serviços criados pela Vodafone, como por exemplo o Eurocall, Centro de Mensagens, Serviço de Apoio ao Cliente e Voice Mail, e o acesso a estes serviços no estrangeiro na mesma forma como em Portugal.[2]

Em julho de 2015, é a primeira operadora de televisão em Portugal a lançar um canal de televisão em 4K.[3]

Já em 21 de outubro de 2015, a Vodafone faz parceria com a Netflix para esta estrear em Portugal.[4]

Em julho de 2016, a Vodafone Portugal entra no capital da Sport TV, juntando à NOS e à Olivedesportos, ficando com um terço do capital e do direito de voto.[5]

No último semestre de 2017, em setembro, a Vodafone Portugal assina um acordo com a NOS para a partilha das redes de fibra ótica e infraestruturas móveis, conseguindo ambas chegar assim a 4,4 milhões de casas e disponibilizar velocidades de internet na ordem do gigabit por segundo.[6]

Ligações externasEditar

Referências

  1. a b c d «Relatório & Contas: abril 2016 - março 2017». Vodafone Portugal. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  2. a b c d e f «Principais Marcos da História da Vodafone Portugal» (PDF). Vodafone Portugal. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  3. Catarina Gomes (1 de julho de 2015). «Vodafone aposta em 4K com novo canal». B!t Magazine. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  4. Mário Rui André (20 de outubro de 2015). «A TV da Vodafone vai ter Netflix». Shifter. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  5. Ana Marcela (29 de julho de 2016). «Vodafone entra no capital da Sport TV». Dinheiro Vivo. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  6. Flávio Nunes (29 de novembro de 2017). «Nos e Vodafone vão partilhar torres de telecomunicações e fibra». ECO. Consultado em 15 de novembro de 2018 
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