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Wolney de Assis
Nascimento 24 de agosto de 1937
Porto Alegre
Nacionalidade brasileiro
Morte 6 de dezembro de 2015 (78 anos)
São Paulo
Ocupação Ator , Diretor e Dramaturgo
Cônjuge Berta Zemel (1961-2015)

Wolney de Assis (Porto Alegre, 24 de agosto de 1937 - São Paulo, 6 de dezembro de 2015) foi um ator, diretor e dramaturgo brasileiro.[1]

BiografiaEditar

Wolney de Assis cursou artes cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul no final de década de 1950, quando foi ao Festival de Teatro Amador de Santos, com seu grupo, para apresentar a peça Egmont, de Goethe. Por seu desempenho recebeu o prêmio de melhor ator do festival e chamou a atenção do crítico Sábato Magaldi, que o incentivou a seguir carreira em São Paulo.

A partir de então, iniciou sua trajetória profissional, passando pelo Teatro Bela Vista e Teatro Oficina, onde atuou na montagem de Pequenos Burguese, de Máximo Gorki, e pelo Teatro de Arena, onde teve seu primeiro contato com o movimento político que lutava contra o regime militar que se instaurara no país depois de 1964.

Sua ligação com a política o afastou dos palcos durante cerca de 20 anos, quando se formou em psicologia e clinica. Em 1997 foi convidado pelo diretor de cinema Beto Brant para voltar a atuar no filme Os Matadores. Só aceitou depois de ser incentivado por sua mulher, a atriz Berta Zemel, com quem mantinha o 7Cênico - Teatro Móvel de São Paulo.

De volta à ativa, dedicou-se ao cinema e atuou em O Cheiro do Ralo e Enciclopédia do Inusitado e do Irracional, pelo qual ganhou o prêmio de melhor ator do Festival de Brasília de 2007.

Além de atuar e dirigir, escreveu uma trilogia teatral, composta pelos textos O Armário, O Dormitório e uma terceira peça sobre os últimos dias do Bandido da Luz Vermelha.

Faleceu aos 78 anos vítima de câncer no pulmão decorrente do tabagismo.[1]

DireçãoEditar

  • 1997- Igual Contra Igual, de Fernando Pessoa
  • 1997- Lady Vaselina, de Tennesse Williams
  • 1997- O Assalto, de José Vicente
  • 1997- O Mais Belo Suicídio, de Alípio Cézar Nascimento
  • 1997- Manuel Bandeira do Brasil
  • 1997- Vinícius de Moraes
  • 2003- Cecéu, o Agitador, de Wolney de Assis e Fagner Pavan
  • 2006- O Marinheiro, de Fernando Pessoa

AtuaçãoEditar

Referências

  1. a b Estadão

Ligações externasEditar