X Japan

Banda Japonesa De Heavy Metal

X Japan (エックス・ジャパン Ekkusu Japan?) é uma banda japonesa de rock de Chiba, formada em 1982 pelo baterista Yoshiki e vocalista Toshi. Inicialmente uma banda predominantemente de power/speed metal com elementos sinfônicos pesados, eles mais tarde moveram em direção a um som progressivo com ênfase em baladas. Além de ser uma das primeiras bandas japonesas a alcançar o sucesso mainstream em um selo independente, o grupo é amplamente creditado como um dos fundadores do movimento visual kei, onde seu nome é derivado do slogan do X Japan "Psychedelic Violence Crime of Visual Shock" (Crime de Violência Psicodélica do Choque Visual).

X Japan
X Japan na Comic Con de Nova Iorque em 2014. Da esquerda para direita: Heath, Pata, Yoshiki, Toshi e Sugizo.
Informação geral
Origem Chiba
País Japão
Gênero(s)
Período em atividade 1982–1997
2007–presente
Gravadora(s) Sony Records
Extasy Records
Atlantic Records
Afiliação(ões)
Integrantes Yoshiki
Toshi
Pata
Heath
Sugizo
Ex-integrantes Taiji
hide
Página oficial www.xjapan.com

Originalmente chamado apenas de X (エックス Ekkusu?), lançaram o álbum de estreia Vanishing Vision (1988) pela gravadora fundada por Yoshiki, Extasy Records, um ano após finalizar sua formação incluindo o baixista Taiji, o guitarrista principal Hide e o guitarrista rítmico Pata. Eles alcançaram grande sucesso em 1989 com o lançamento de seu segundo álbum e primeiro em uma grande gravadora, Blue Blood. Após Jealousy (1991), Taiji deixou a banda no início do ano seguinte. Ele foi substituído por Heath e o grupo mudou alterou seu nome para X Japan antes de gravar Art of Life (1993), composto exclusivamente pela faixa-título de 29 minutos. Em 1995, o grupo abandonou grande parte de sua estética extravagante a favor de um visual mais casual e lançou Dahlia (1996), que assim como seus dois álbuns anteriores, estreou em primeiro lugar na Oricon. O X Japan realizou seu último show no Tokyo Dome em 31 de dezembro de 1997, tornando-se o último de cinco shows esgotados consecutivos de véspera de ano novo que o grupo realizou no estádio.

Após dez anos, o X Japan se reuniu em 2007 e gravou a canção inédita "I.V.". Nos dois anos seguintes, eles realizaram vários shows, incluindo seu primeiro show no exterior em Hong Kong e uma turnê pela América do Norte em 2010. Sugizo entrou como guitarrista solo no lugar de Hide, que faleceu em 1998. Em 2011, a banda fez sua primeira turnê mundial com datas na Europa, América do Sul e Ásia. Pouco depois de se reunir, começaram a produzir seu sexto álbum de estúdio. Contudo, durante seus dez anos de produção, várias datas de lançamento foram anunciadas mas ele permanece inédito, apesar de Yoshiki afirmar que foi concluido em setembro de 2018.

X Japan lançou cinco álbuns de estúdio, seis álbuns ao vivo e 21 singles. Em 2003, o HMV Japan classificou a banda em 40º lugar em sua lista dos 100 artistas pop japoneses mais importantes. Em 2007, a Rolling Stone Japan classificou o Blue Blood em 15º lugar em sua lista dos 100 maiores álbuns de rock japonês de todos os tempos.[1] Em 2017, o portal Loudwire nomeou X Japan a Melhor Banda de Metal do Japão. Foi relatado que o X Japan vendeu mais de 30 milhões de discos no total.[2][3]

CarreiraEditar

Formação e primeiros anos (1977–1986)Editar

Por causa de nossa roupa e maquiagem hardcore, os críticos não levavam a música a sério e nos rejeitavam, dizendo: "Eles não estão fazendo música" ou "É algum tipo de show ou festa à fantasia". Mas à medida que o público cresceu e os shows começaram a se esgotar em todos os lugares que íamos, percebi que o que estava fazendo era certo.

Yoshiki, sobre o início do X[4]

Em 1977, Yoshiki e Toshi formaram uma banda chamada Dynamite em sua cidade natal, Tateyama, Chiba, quando eles tinham apenas 11 anos. Dynamite alterou seu nome para Noise em 1978, quando eles estavam no ensino médio.[5][6] Suas atividades nessa época, onde Toshi era guitarrista e Kurata era o vocalista,[7] se resumiam a concursos locais ou escolares. Em 1981, Yoshiki e Toshi ganharam individualmente o concurso Eastwest patrocionado pela Yamaha.[8] Em 1982, o Noise se separou e Yoshiki e Toshi formaram uma nova banda com o nome provisório X,[9] que acabou se tornando oficial. Eles originalmente tentaram contribuir com o movimento punk underground do Japão, mas a banda não se encaixou nisso, pois eram considerados muito comerciais e extravagantes.[10]

X começou a se apresentar ativamente na área de Tóquio em 1985, após a dupla se mudar para lá no ano anterior. Em contrapartida, os membros da banda mudavam frequentemente, exceto pelos dois fundadores. Com a formação consistindo por Toshi nos vocais, baterista Yoshiki, guitarristas Terry e Tomoyuki e o baixista Atsushi, seu primeiro single, "I'll Kill You", foi lançado pela Dada Records em junho, esgotando todas as 1.000 cópias. O lado-B "Break the Darkness" foi incluído na compilação promocional Heavy Metal Force III em novembro, que também contou com uma música de Saver Tiger (antiga banda de hide).[8][5] Em novembro, o baixista Taiji, antes da banda Dementia, se juntou ao X, embora tenha deixado o grupo logo em seguida.[8]

Devido a temática da banda, a banda não conseguiu entrar uma gravadora facilmente.[5] Para garantir uma saída contínua para suas músicas, Yoshiki fundou o selo independente Extasy Records utilizando os recursos obtidos após sua mãe vender o comércio de quimonos da família.[11] Plea Extasy, lançaram seu segundo single, "Orgasm", em abril de 1986, desta vez com o guitarrista Jun e baixista Hikaru. As 1.500 cópias do single esgotaram quase imediatamente. Isto levou o X a fazer sua primeira aparição na televisão, representado por Yoshiki, Toshi e Jun. Taiji voltou oficialmente para a banda em novembro do mesmo ano.[8] As canções "Stab Me in the Back" e "No Connexion", presentes na a compilação promocional da Victor Records, Skull Thrash Zone Volume I, foram gravadas com o suporte do guitarrista Pata, ex integrante da banda Judy. Enquanto isso, hide do Saver Tiger, havia decidido desistir da carreira musical, mas após a insistência de Yoshiki ele entrou como guitarrista do X logo após estas gravações. Depois que Pata mais uma vez deu suporte, desta vez em um show ao vivo, ele se juntou oficialmente para completar a primeira formação clássica do grupo.[8]

Ínicio do sucesso (1988–1993)Editar

Em agosto de 1987, eles se apresentaram no evento Rock Monster no Kyoto Sports Valley e lançaram seu primeiro home video, Xclamation.[8] Em 14 de abril de 1988 lançaram seu álbum de estreia, Vanishing Vision através da Extasy Records[12] e fizeram extensas turnês para divulgá-lo. A primeira impressão do álbum, de 10.000 cópias, esgotou em uma semana e liderou a parada de álbuns independentes da Oricon e ainda alcançou a décima nona posição na parada principal, tornando-os a primeira banda independente a aparecer na Oricon Albums Chart.[8] A Vanishing Tour Vol.2 levou a banda a 20 locais para 24 shows de junho a julho, enquanto a Burn Out Tour contou com 12 apresentações em outubro.[8] Em 26 de dezembro de 1987, o X havia participado de uma audição realizada pela CBS/Sony que resultou em um contrato com a gravadora em agosto de 1988.[5][8] Em novembro, participaram do show sediado pela revista musical Rockin'f, Street Fighting Men, no Differ Ariake Arena.[8] Naquele ano, os membros também fizeram uma breve aparição no filme americano Tokyo Pop, estrelado por Carrie Hamilton e Diamond Yukai.[13]

Em 1989, o X assina um contrato com a Sony Records do Japão.[14] O seu primeiro álbum major é o Blue Blood Em 1991 é lançado o álbum Jealousy e, no ano seguinte, é iniciada uma tradição: um mega show no Tokyo Dome, um grande estádio do Japão. No mesmo ano, Taiji desentende-se seriamente com Yoshiki, devido a diferenças musicais, acabando por abandonar a banda.[14]

Mudança de nome, Art of Life e Dahlia (1992-1996)Editar

 
X Japan logo, usado pela banda após a troca pelo nome em 1992

Quando a banda surgiu o seu nome era Noise, mas depois de uma grande mudança de membros logo nos primeiros anos, passou a se chamar X como nome provisório. Nome este que acabou por ser o definitivo. O X realizava várias viagens para os EUA (há uma Extasy Records lá, que hoje é a sede) e em uma delas, no ano de 1992, foi descoberta uma banda punk californiana que também se chamava X.[14] Yoshiki então muda o nome da sua para X Japan.[14] Ainda em 1992, Heath junta-se ao grupo para substituir Taiji. A partir daí, a banda lança o álbum Art of Life (que contém apenas uma música de 29 minutos[14]). Depois disso, os membros concentram-se em trabalhos solo e o grupo produz pouco até 1995, quando é iniciada a turnê Dahlia. Em 1996 é lançado o álbum Dahlia.[14]

Fim da banda e morte de hide (1997-1998)Editar

Em Abril de 1997, Toshi anuncia que deixará a banda.[14] Abalado pela saída do amigo, Yoshiki dissolve a banda. Havia planos para o retorno do X Japan em 2000 com hide nos vocais, mas este faleceu a 2 de maio de 1998.[14] Antes de morrer, hide, comparando com os outros membros, tinha uma vasta carreira solo. Sua morte reuniu o X Japan para uma performance: "Forever Love", cantada como adeus no funeral do guitarrista.

Trabalhos pós-separação do grupo (1998-2006)Editar

Toshi, que havia iniciado uma carreira solo com baladas de violão, anunciou sua aposentadoria em 2004, embora continue no ramo da healing music influenciado por Masaya. Em Julho de 2008, ele criou uma nova banda chamada "Toshi with T-Earth"[15] e começou a fazer turnês pelo Japão. A nova banda é conhecida pelo novo tipo de música, "Eco Hard Rock",[15] que fala sobre proteger o planeta da poluição que o homem causa. Um álbum foi lançado em 8 de Agosto de 2008, chamado "EARTH SPIRIT".[15]

Toshi with T-Earth se apresentou no Brasil no dia 12 de Outubro de 2008, em São Paulo.[16]

Pata e Heath passaram pela banda DopeHEADz[17] e hoje têm seus respectivos projetos: Ra:IN,[18] de Pata, e RATS, de Heath, que também tem um projeto solo e uma banda chamada Lynx.

Taiji, após sua saída do X Japan, integrou o famoso Loudness,[19] mas por muito pouco tempo, e seu projeto D.T.R[20] não deu certo. Passou pelo Cloud Nine e sua banda mais recente se chama OTOKAZE.[21]

Yoshiki além de administrar os estúdios da Extasy Records, produziu alguns artistas no Japão, como os famosos Dir en Grey; nos Estados Unidos, como Laura Dawn; e a banda sul-coreana the TRAX. Também participou do quarteto de J-pop, o globe[22] (KEIKO, Komuro Testuya, Marc Panther e eventualmente YOSHIKI). Trabalha em alguns filmes e peças, em seu actual projeto, o Violet UK[23] e também em sua nova banda chamada "S.K.I.N."[24][25][26], composta pelo cantor Gackt (ex-Malice Mizer), o guitarrista Sugizo (ex-Luna Sea) e Miyavi (ex-Due'le Quartz).

O regresso e morte de Taiji (2007-2011)Editar

Em 4 de Junho de 2007, foi anunciada que a banda iria se reunir[27] com uma nova canção liberada através de download digital em janeiro de 2008.[28]

Após o Lançamento da música, chamada "I.V.", foi oficialmente anunciado o retorno da banda com um show no Tokyo Dome nos dias 28, 29 e 30 de Março. Lançaram também um DVD-Box intitulado X-Japan Returns. A banda fez diversos shows, incluindo um no Brasil, no dia 11 de Setembro de 2011, na casa de shows HSBC Brasil, em São Paulo,

Em 11 de julho de 2011, o ex-baixista do grupo Taiji foi preso por causar uma confusão em um avião que ia do Japão para Saipan.[29][30] Ele foi acusado de crimes federais nos Estados Unidos pelo incidente.[29] Em 14 de julho, Taiji foi levado as pressas para a unidade de terapia intensiva após tentar se suicidar por enforcamento com um lençol de sua cela,[30][31] o que levou a sua morte cerebral e necessitando de suporte à vida para manter-se vivo.[31][32][33] Taiji morreu em 17 de julho às 11 da manhã, após sua família concordar em desligar os aparelhos que o mantinham vivo.[33][34]

Show no Madison Square Garden (2014-atualmente)Editar

Em 2014, durante a turnê solo de Yoshiki pela divulgação do álbum Yoshiki Classical, foi anunciado que o X Japan se apresentará no dia 11 de Outubro no lendário Madison Square Garden, onde se apresentam artistas consagrados. Segundo Yoshiki, o concerto será a realização de uma promessa feita pela banda quando o X foi pela primeira vez aos EUA. Dias antes do aguardado concerto em Nova York, a banda sobe novamente aos palcos, no Yokohama Arena durante duas noites, em 30 de setembro e 1 de outubro.

Em 2015, a banda anuncia um novo álbum de inéditas em 20 anos, com lançamento marcado para 11 de Março de 2016, seguido de um show na Wembley Arena e lançamento do filme sobre a banda. A música "Born to be Free", que se tornou constante em shows recentes, foi lançada em 6 de novembro de 2015,[35] e seu vídeo estreou no site da revista Kerrang!no dia 19 do mesmo mês.[36]

Aparência e imagemEditar

Quando tocávamos música pesada... Eu era o oposto e fazia algo feminino. Quando tocávamos baladas, eu vestia cabelo espetado.

A aparência do X Japan foi inspirada no glam rock, como Kiss e David Bowie, bem como no tradicional teatro kabuki japonês, onde era costume os atores masculinos interpretarem papéis femininos e se vestirem como mulheres. Artistas visual kei ainda costumam empregar visuais e trajes femininos em suas apresentações.[38][39][40] De acordo com Josephine Yun, "assim como sua música, o visual de X era individualista. Toshi de ombros quadrados vestiu couro e metal, se assemlhando a um personagem do anime Gundam. Taiji se embonecou em um perfeito, lindo glamour. O comportamento sonolento de Pata no banco de trás e a garrafa de uísque se tornaram sua marca registrada, enquanto Hide sempre incitava o público. E Yoshiki era um paradoxo só dele, enfeitiçantemente afeminado em um momento - e um furacão no concerto, de força total, quebrando os pulsos (literalmente) em outro."[39] Will Hodgkinson do The Times descreveu o X Japan como tendo "a grandiosidade do Queen, a histeria do heavy metal do Iron Maiden e a sofisticação sinfônica da música clássica, tudo ligado a uma boa dose de melodrama".[10]

Sua imagem inicial era caracterizada por maquiagem pesada, como delineador e sombra escuros, pintura de rosto e cabelo arrepiado, que um crítico descreveu como "cabelo de arranha-céu". A aparência altamente andrógina de Yoshiki, vestida com rendas e pérolas, era referida como "decadente". A banda também usou acessórios que lembram o gótico glam (joias de metal, cruzes). O palco refletia a dualidade natural da banda: as fortes canções de heavy metal "masculinas" foram equilibradas pela voz tenor aguda de Toshi e o piano suave de Yoshiki, onde ele costumava usar longos vestidos femininos e agir de forma afeminada.[40]

Com o lançamento de seu álbum de estúdio de 1995 Dahlia, a banda suavizou sua aparência no palco, cortando o cabelo e vestindo roupas mais inspiradas no rock tradicional.[40] Em uma entrevista de 2010, Yoshiki afirmou que o abandono de uma maquiagem mais pesada e de roupas escandalosas foi uma progressão natural em seu estilo, no entanto, eles ainda usam maquiagem no palco, "às vezes pesada, às vezes nem tanto", e que ele ainda considera a banda visual kei.[41]

Legado e influênciaEditar

 
Fãs fazendo cosplay do X Japan
 
Museu de hide em Yokosuka

O X Japan é considerado um dos fundadores do visual kei, um movimento entre músicos japoneses comparável ao glam rock ocidental, com o próprio nome sendo derivado de seu slogan "Psychedelic Violence Crime of Visual Shock" (Crime de Violência Psicodélica do Choque Visual) presente na capa de Blue Blood.[42][43] Em 2011, Yoshiki descreveu brevemente seus primeiros anos e o desenvolvimento do movimento, dizendo "quando começamos a banda, o problema era que não pertencíamos a lugar nenhum, dado que estávamos tocando músicas muito pesadas, usando toneladas de maquiagem e roupas extravagantes. Então não poderíamos pertencer a lugar nenhum", e completou "Isso eventualmente se tornou o visual kei."[44] Ele acrescentou: "Mas o visual kei é mais como um espírito, não é um estilo musical ou, você sabe... Eu acho que é a liberdade de me descrever, uma liberdade de me expressar, isso é o que eu acredito que o visual kei seja."[44] Após a morte do ex-guitarrista Hide em 1998, menos de um ano após a separação da banda, Steve McClure da Billboard declarou "o fim de uma era", explicando "X foi a primeira geração de bandas visual kei [...] Para a próxima geração de bandas, é como: É isso. A tocha foi passada para nós."[42]

Muitas bandas e artistas, a maioria relacionados ao visual kei, os contam como uma influência ou os admiram, incluindo Miyavi,[45] Dir en grey,[46][47] Syu e Fumiya de Galneryus,[48][49] The Gazette,[50] D,[51] Mao do Sadie,[52] Tōru Kawauchi de 12012,[53] Maya de LM.C,[54] Flow,[55] Yuuki de Unsraw,[56] Nightmare,[57] Kei de Dio - Distraught Overlord,[58] aie de Deadman,[59] Sena do JILUKA[60] e Sora do Dezert.[61] Os membros do Versailles nomearam X e Luna Sea como influências, com o vocalista Kamijo dizendo "Acredito que não há ninguém no mundo da música japonesa que não tenha sido influenciado por eles."[62] Da mesma forma, Leda de Galneryus e Deluhi afirma que nem mesmo estava interessado em música até que um amigo tocou para ele X Japan e Luna Sea, e também declarou a música do X Japan sua "Bíblia".[63] Os conhecidos músicos Dancho (Nogod), Miya (Mucc), Yuu (Merry), Akane (ex-The Scanty) e Daisuke (Jupiter) ocasionalmente tocam em uma banda cover do X Japan chamada X Suginami.[64] O músico americano Marty Friedman chamou o X Japan de a maior banda visual kei e "de longe a mais versátil musicalmente", e os citou como a razão pela qual ele entrou no rock japonês.[65]

Em We Are X, Gene Simmons afirma que se os membros do X Japan "nascessem na América ou na Inglaterra e cantassem em inglês, eles poderiam ser a maior banda do mundo".[66] Devido aos vários infortúnios na banda como o suicídio de membros, a lavagem cerebral de Toshi e a falta de sucesso no exterior, o X Japan foi descrito pelo The Times como: "A banda mais azarada do mundo", em um artigo publicado sexta-feira, 13 de outubro de 2017.[10] Quando questionado em uma entrevista se a banda teve azar, Yoshiki respondeu: "Talvez? Quero dizer, você sabe, com tantas loucuras que aconteceram ao longo dos anos. Mas, ao mesmo tempo, temos fãs incríveis ao redor do mundo, então não posso dizer 'a banda mais azarada do mundo', porém posso dizer que é 'a banda mais sortuda do mundo'. Graças aos nossos fãs."[67]

O grupo era popular entre os jovens rebeldes, que eram atraídos, como disse Asiaweek, pelo "tom de alienação e frustração pelo qual X era reverenciado".[68] Sua música foi descrita pela Asiaweek como sendo "um som raivoso que rejeitava os princípios básicos da sociedade japonesa".[68] Em 1998, o apresentador de rádio e TV Bryan Burton-Lewis explicou: "No Japão, a imagem que temos da audiência do X é a de crianças do campo passando por uma fase rebelde. Eles dedicam suas vidas para serem fãs de X: eles se vestem como tal, eles respiram isso."[68] No documentário Global Metal, Yoshiki afirmou que a indústria musical e a mídia odiavam a banda e nem mesmo os entrevistavam, "mas acabamos vendendo 20 milhões de álbuns, então eles não tiveram escolha".[65]

O X Japan também foi nomeado um dos primeiros artistas japoneses a alcançar o sucesso mainstream enquanto eram produzidos por uma gravadora independente.[42][69] Em 1990, eles conquistaram o "Grande Prêmio de Novo Artista do Ano" no 4º Japan Gold Disc Awards.[70] A HMV Japão classificou a banda em 40º lugar em uma lista de 2003 dos 100 artistas pop japoneses mais importantes, e em 2010 eles ficaram em terceiro lugar em uma pesquisa da Oricon sobre quais bandas japonesas as pessoas desejam passar para as gerações futuras.[71][72][73] Em 2011, o Consequence of Sound nomeou o X Japan como um de seus 15 Principais Atos de Culto.[74] Em abril de 2012, o X Japan ganhou o prêmio Revolver Golden Gods de "Melhor Artista Internacional".[75] Eles foram premiados com "Fãs Mais Devotados" no Loudwire Music Awards de 2012,[76] e venceram a votação novamente dois anos depois, em 3 de fevereiro de 2015.[77] Mais tarde naquele ano, eles também ganharam o torneio Melhor Banda ao vivo do site, em agosto, derrotando o Pearl Jam na rodada final.[78] LA Weekly classificou o X Japan em décimo lugar na lista de outubro de 2014 das 10 melhores bandas de Prog Metal.[79] Em março de 2017, a Loudwire nomeou X Japan como a Melhor Banda de Metal do Japão, escrevendo que "seu power metal de alta octanagem e seus shows ao vivo empolgantes os tornam o auge da música pesada na Terra do Sol Nascente."[80]

No entanto, o X Japan também deixou sua marca fora da indústria musical. Em 1999, a pedido do governo japonês, Yoshiki compôs e executou uma canção clássica para o imperador japonês Akihito em uma celebração em homenagem ao décimo aniversário de sua entronização.[81][82] O ex-primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, é um conhecido fã da banda.[81][83][84] Seu partido político, o Partido Liberal Democrático, chegou a usar a canção "Forever Love" do X Japan em vários comerciais em 2001.[85] Também foi relatado que Koizumi influenciou na abertura do Museu de Hide em Yokosuka, em 2000.[86]

Yoshiki afirmou que amava "os elementos punk" dos álbuns Iron Maiden e Killers do Iron Maiden.[87] Ele também citou Sex Pistols, The Clash, GBH e Chaos UK suas bandas favoritas.[87]

MembrosEditar

Formação atualEditar

Antigos membrosEditar

  • Hideto "hide" Matsumoto (松本秀人 Matsumoto Hideto) – guitarra solo, violão, vocais de apoio (1987-1997)
  • Taiji Sawada (沢田泰司 Sawada Taiji) – baixo, violão, vocais de apoio (1985, 1986-1992)
  • Isao Hori (堀功 Hori Isao) – guitarra solo, vocais de apoio (1987)
  • Satoru Inoue (井上悟 Inoue Satoru) – guitarra base (1986-1987)
  • Masanori "Kerry" Takahashi (高橋雅則 Takahashi Masanori) – guitarra solo (1986-1987)
  • Hikaru Utaka (宇高光 Utaka Hikaru) – baixo (1985–1986)
  • Hisashi "Jun/Shu" Takai (高井寿 Takai Hisashi) – guitarra solo/base, vocais de apoio (1985, 1986)
  • Kazuaki "Xenon" Mita (三田一光 Mita Kazuaki) – guitarra solo/base, vocais de apoio (1985-1986)
  • Yoshifumi "Hally" Yoshida (吉田良文 Yoshida Yoshifumi) – guitarra base (1985)
  • Kenichi "Eddie Van" Koide (小出健一 Koide Kenichi) – guitarra base (1985)
  • Tomoyuki "Tomo" Ogata (オガタトモユキ Ogata Tomoyuki) – guitarra base (1984-1985)
  • Yuji "Terry" Izumisawa (泉沢裕二 Izumisawa Yuji) – guitarra solo, vocais de apoio (1982-1985), guitarra base (1984-1985)
  • Atsushi Tokuo (徳応アツシ Tokuo Atsushi) – baixo (1982–1985)

Linha do TempoEditar

FormaçõesEditar

DiscografiaEditar

Álbuns de estúdioEditar

 Ver artigo principal: Discografia de X Japan

PrêmiosEditar

Ano Prêmio Categoria
1989 Japanese Cable Grand Prize Melhor Artista Debutante no Japão[88]
1989 Japanese Cable Grand Prize Artista mais Talentoso do Japão[88]
1989 Prêmios Oricon 1989 Prêmio para os singles mais vendidos[88]
1990 Japanese Gold Record Grand Prize Artista do ano[88]
1991 Japanese Gold Record Grand Prize Melhor vídeo músical[88]
1992 Japanese Gold Record Grand Prize Melhor álbum escrito[88]
2012 Golden Gods Awards Melhor Banda Internacional[89]
2013 Golden Gods Awards Melhor Banda Internacional[89]

Referências

  1. «Finally! "The 100 Greatest Japanese Rock Albums of All Time" Listed». Exclaim! (em inglês). 14 de novembro de 2007. Consultado em 17 de maio de 2012. Cópia arquivada em 28 de setembro de 2012 
  2. «X Japan's Incredible Ride: Meet Rock's Most Flamboyant Survivors». Rolling Stone (em inglês). 10 de outubro de 2010. Consultado em 18 de abril de 2015 
  3. «X Japan: They're huge (really), and they're (finally) coming to the U.S.». Chicago Sun-Times (em inglês). 1 de agosto de 2010. Consultado em 5 de maio de 2013. Cópia arquivada em 24 de maio de 2013 
  4. «X Japan's Yoshiki Talks Defying Expectations, Defining Success & Delivering Timeless Music». Billboard. 29 de novembro de 2016. Consultado em 18 de abril de 2017 
  5. a b c d «The Jrock Legend: X JAPAN». jrockrevolution.com (em inglês). Consultado em 3 de setembro de 2010. Arquivado do original em 23 de outubro de 2015 
  6. 小松成美 (2009). Yoshiki yoshiki (em japonês). [S.l.]: 角川書店. ISBN 9784048836876 
  7. ToshI Last Concert: 武士JAPAN (live stream) (em japonês). dmm.com. 24 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2010 
  8. a b c d e f g h i j «Indies eXplosion: The Early History of X JAPAN». jrockrevolution.com (em inglês). 29 de outubro de 2007. Consultado em 3 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 1 de julho de 2015 
  9. «X Japan's Yoshiki on Touring the U.S., the Loss of Hide, and the Future of the Band». SF Weekly (em inglês). 5 de outubro de 2010. Consultado em 10 de abril de 2017 
  10. a b c Hodgkinson, Will (13 de outubro de 2017). «The world's unluckiest band: the bizarre story of X Japan». The Times. Consultado em 14 de outubro de 2017 
  11. jklein (25 de agosto de 2007). «Visual Kei and EXTASY RECORDS». Jrockrevolution (em inglês). Consultado em 22 de julho de 2021 
  12. «X JAPAN». JaME. 27 de fevereiro de 2014. Consultado em 2 de agosto de 2021 
  13. X JAPAN 初の映画出演作品『TOKYO POP』1988年公開 メジャーデビュー前のエックスの貴重映像 (em japonês). Consultado em 2 de agosto de 2021 
  14. a b c d e f g h Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome jame
  15. a b c TOSHI - artistas - JaME Brasil Arquivado em 22 de agosto de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009 (em português)
  16. «Show TOSHI with T-EARTH». yamatomusic.com 
  17. Dope HEADz - ドープヘッズ - artistas - JaME Brasil Arquivado em 21 de julho de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  18. Ra:IN - artistas - JaME Brasil Arquivado em 6 de maio de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  19. LOUDNESS - ラウドネッス - artistas - JaME Brasil Arquivado em 17 de setembro de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  20. Dirty Trashroad - artistas - JaME Brasil Arquivado em 19 de maio de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  21. OTOKAZE - 音風 - artistas - JaME Brasil Arquivado em 29 de agosto de 2010, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  22. globe - artistas - JaME Brasil Arquivado em 9 de setembro de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  23. Violet UK - artistas - JaME Brasil Arquivado em 30 de abril de 2009, no Wayback Machine. Obtido em 25 de Julho, 2009. (em português)
  24. JaME Arquivado em 21 de julho de 2009, no Wayback Machine. 14 de Fevereiro, 2008 (em inglês)
  25. JaME Arquivado em 10 de julho de 2009, no Wayback Machine. 14 de Fevereiro, 2008 (em inglês)
  26. Jrock Revolution 14 de Fevereiro, 2008 (em inglês)
  27. «X Japan Reunites for New Single, Tour». blabbermouth.net. 4 de Junho de 2007. Consultado em 6 de agosto de 2007. Arquivado do original em 12 de agosto de 2007 
  28. Jrock Revolution[ligação inativa] Acessado em 19 de Abril de 2008.
  29. a b «Unruly plane passenger arrested». mvariety.com. Consultado em 14 de julho de 2011. Arquivado do original em 18 de julho de 2011 
  30. a b «Former "X" member, TAIJI arrested in Saipan + attempted suicide». tokyohive.com. Consultado em 15 de julho de 2011 
  31. a b «Sawada tries to kill self in jail». saipantribune.com. Consultado em 15 de julho de 2011. Arquivado do original em 18 de maio de 2013 
  32. «Unruly plane passenger brought to ICU». mvariety.com. Consultado em 15 de julho de 2011 [ligação inativa]
  33. a b «Musician Sawada dies». saipantribune.com. Consultado em 17 de julho de 2011. Arquivado do original em 19 de julho de 2011 
  34. «Former X member Taiji dies in Saipan». Natalie (em japonês). Consultado em 17 de julho de 2011 
  35. «X Japan stream historic single release». Metal Hammer. 13 de outubro de 2015. Consultado em 18 de outubro de 2015 
  36. Hingle, James (19 de novembro de 2015). «X Japan Premiere New Video, Born To Be Free». Kerrang!. Consultado em 21 de novembro de 2015 
  37. «Sects, suicide & speed metal: the unreal story of X Japan». Dazed. 1 de março de 2017. Consultado em 18 de abril de 2017 
  38. Josephine Yun (2005). «Introduction». Jrock, Ink.: A Concise Report on 40 of the Biggest Rock Acts in Japan. [S.l.]: Stone Bridge Press. ISBN 9781880656952 
  39. a b Josephine Yun (2005). «X Japan». Jrock, Ink.: A Concise Report on 40 of the Biggest Rock Acts in Japan. [S.l.]: Stone Bridge Press. ISBN 9781880656952 
  40. a b c Ian Chapman, Henry Johnson, ed. (2016). Global Glam and Popular Music: Style and Spectacle from the 1970s to the 2000s. [S.l.]: Routledge. pp. 203–205. ISBN 9781317588191 
  41. «EXCLUSIVE INTERVIEW WITH X JAPAN'S YOSHIKI HAYASHI». MetalSucks. 8 de outubro de 2010. Consultado em 18 de abril de 2017 
  42. a b c Strauss, Neil (18 de junho de 1998). «The Pop Life: End of a Life, End of an Era». The New York Times (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2007  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "NYTimes" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  43. Dejima, Kouji. «Bounce Di(s)ctionary Number 13 – Visual Kei». bounce.com (em japonês). Consultado em 10 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 1 de março de 2008 
  44. a b «Interview with YOSHIKI in Brazil». 20 de novembro de 2011. Consultado em 19 de abril de 2017 
  45. «Exclusive interview with miyavi». jame-world.com. 17 de setembro de 2006. Consultado em 19 de abril de 2017 
  46. «X Japan Interview». jerseybeat.com. Consultado em 19 de abril de 2017 
  47. «Shock-rock act Dir En Grey snub cartoons for cred». The Japan Times. 17 de dezembro de 2010. Consultado em 19 de abril de 2017 
  48. «Exclusive interview with Syu». jame-world.com. 15 de dezembro de 2006. Consultado em 19 de abril de 2017 
  49. «NEW DISC REVIEW + INTERVIEW 【GALNERYUS : ULTIMATE SACRIFICE】». Marunouchi Muzik Magazine. 30 de setembro de 2017. Consultado em 1 de outubro de 2017 
  50. «The GazettE Interview». jame-world.com. 4 de agosto de 2006. Consultado em 19 de abril de 2017 
  51. Geisha (14 de maio de 2012). «Was verrieten D in Wien, München, Köln und Hamburg?». jame-world.com (em alemão). Consultado em 13 de julho de 2017 
  52. «VISUAL JAPAN SUMMIT 2016 Day 2: Part 1». jame-world.com. Consultado em 16 de novembro de 2016 
  53. «12012 in 2010». JRock Revolution. 18 de abril de 2011. Consultado em 2 de março de 2013. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2014 
  54. «An Interview with LM.C in France». jame-world.com. 2 de junho de 2009. Consultado em 19 de abril de 2017 
  55. «[live report + interview] Power FLOWing Through Music at Anime Matsuri». Purple Sky Magazine. 16 de abril de 2012. Consultado em 19 de abril de 2017 
  56. «Morning Meeting with UnsraW». jame-world.com. 3 de junho de 2010. Consultado em 19 de abril de 2017 
  57. «Nightmare Interview». Ongaku Senkasha. SHOXX. 176: 39–49. Outubro de 2007 
  58. «DIO ~Distraught Overlord~ Press Conference». JRock Revolution. 29 de dezembro de 2008. Consultado em 2 de março de 2013. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2014 
  59. «Biography Special: aie». jame-world.com. 7 de janeiro de 2011. Consultado em 19 de abril de 2017 
  60. «【対談インタビュー】MASATO(defspiral)×Sena(JILUKA)、「ギタリスト&メインコンポーザーとして」». BARKS (em japonês). 20 de setembro de 2019. Consultado em 20 de maio de 2021 
  61. «【動画】X JAPAN ToshlがDEZERT SORAと2ショットインタビュー!2月12日開催「VISUAL ROCK NIGHT」について語る!「X JAPANがいなければいまの自分は存在しない」». WWSチャンネル (em japonês). 7 de fevereiro de 2017. Consultado em 21 de julho de 2021 
  62. «Descendants of Roses: Versailles Interview Part 2». JRock Revolution (em inglês). 6 de março de 2008. Consultado em 2 de março de 2013. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2014 
  63. «Interview: DELUHI». JRock Revolution. 14 de maio de 2009. Consultado em 2 de março de 2013. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2014 
  64. «ムック・ミヤら在籍のX SUGINAMI、イエモン&時雨コピバンと競演» (em japonês). Natalie. 2 de julho de 2015. Consultado em 7 de abril de 2019 
  65. a b Marty Friedman (20 de junho de 2008). Global Metal (Motion picture) (em inglês) 
  66. «Japanese Superstar Yoshiki Finally Gets the Rock Documentary He Deserves». LA Weekly. 19 de outubro de 2016. Consultado em 25 de março de 2017 
  67. «Interview: How rock saved Yoshiki's life but destroyed his body». J Rock News. 24 de outubro de 2017. Consultado em 24 de outubro de 2017 
  68. a b c Seno, Alexandra A.; Murakami, Mutsuko. «Isolated in Their Grief». Asiaweek. Consultado em 20 de abril de 2013. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2006 
  69. Yang, Jeff; Can, Dina; Hong, Terry (1997). Eastern Standard Time. Boston: Houghton Mifflin. ISBN 978-0-395-76341-4 
  70. «The Japan Gold Disc Award 1990». golddisc.jp (em japonês). Consultado em 15 de maio de 2012 
  71. «Top 100 Japanese pops Artists – No.40». HMV Group (em japonês). Consultado em 4 de setembro de 2011 
  72. 後世に残したい日本のロックバンド、1位は「B'z」. Oricon (em japonês). 9 de junho de 2010. Consultado em 20 de abril de 2013 
  73. «Most wanted J-Rock bands for the next generation». tokyohive.com. 16 de junho de 2010. Consultado em 20 de abril de 2013 
  74. «List 'Em Carefully: The Top 15 Cult Acts». Consequence of Sound. 30 de novembro de 2011. Consultado em 20 de abril de 2013 
  75. «X Japan Take Home 'Best International Band' Award at Golden Gods». loudwire.com. Consultado em 15 de maio de 2012 
  76. «X Japan Win Most Devoted Fans in the 2012 Loudwire Music Awards». loudwire.com. Consultado em 17 de janeiro de 2013 
  77. «X Japan Win Most Devoted Fans in 4th Annual Loudwire Music Awards». loudwire.com. Consultado em 6 de março de 2015 
  78. «X Japan Win Loudwire's Best Live Band Tournament». Loudwire. 11 de agosto de 2015. Consultado em 25 de março de 2017 
  79. «The 10 Best Prog Metal Bands». LA Weekly. 17 de outubro de 2014. Consultado em 25 de março de 2017 
  80. «The Best Metal Bands From 30 Countries». Loudwire (em inglês). 22 de março de 2017. Consultado em 25 de março de 2017 
  81. a b Kageyama, Yuri (8 de março de 2011). «Yoshiki seeks global rock glory for X Japan». The Washington Post. Consultado em 2 de março de 2013 
  82. «Nimaime wa so-so, baby». The Japan Times. 13 de fevereiro de 2002. Consultado em 27 de abril de 2013 
  83. «Koizumi Junichiro». Japan-Zone.com. Consultado em 2 de março de 2013 
  84. «Japanese PM's son seeks limelight». BBC News. 1 de agosto de 2001. Consultado em 2 de março de 2013 
  85. «LDP unveils new TV commercials, poster featuring Koizumi». thefreelibrary.com. 16 de maio de 2001. Consultado em 2 de março de 2013 
  86. «Crystal Skulls: 'hatsumode' for the groove generation; Yokosuka joins the party». The Japan Times. 1 de fevereiro de 2003. Consultado em 3 de fevereiro de 2014 
  87. a b 柿沢ちづか(KAKIZAWA Chizuka) (17 de janeiro de 2016). ヘドバン(Headbang) (em japonês). 9: 40–49 
  88. a b c d e f http://www.hide-city.com hide-city] Obtido em 2007.(em inglês) (em japonês)
  89. a b «Cópia arquivada». Consultado em 7 de maio de 2012. Arquivado do original em 6 de maio de 2012 
 
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre X Japan