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Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo

(Redirecionado de 1º ETA)
O Bandeirante é a principal aeronave empregada nos ETA´s.



O 1º Esquadrão de Transporte Aéreo (1º ETA) ou Esquadrão Tracajá é uma unidade aérea da Força Aérea Brasileira. Cada esquadrão de transporte aéreo está subordinado a um Comando Aéreo Regional, assim, o 1º ETA fornece apoio aéreo ao I COMAR. Sua missão é realizar missões de transporte aéreo e de tropa, ligação de comando e evacuação aeromédica.

Está sediado na Base Aérea de Belém e opera aeronaves C-95B (Embraer EMB-110 Bandeirante), C-98 (Cessna 208 Caravan) e C-97 (Embraer EMB-120 Brasília).

Os ETA's tem importante função logística na força, permitindo o fluxo de material e pessoal, dando capilaridade ao transporte realizado pelos Grupos de Transporte que operam aeronaves de grande porte. Também executam ações em proveito de outros órgãos da administração pública federal, atendendo também aos governos estaduais e municipais, nos casos de calamidade pública, transporte de enfermos e ações de cunho social.

HistóricoEditar

O atual Comandante do Esquadrão é o Tenente Coronel Aviador Toni Roberto Carvalho Teixeira. Os Esquadrões de Transporte Aéreo foram criados em 12 de maio de 1969, pela Portaria R012/GM3, com o objetivo de descentralizar as operações do Comando de Transporte Aéreo (COMTA) e realizar missões de transporte aeroterrestre, logístico, lançamento de cargas, evacuação aeromédica, humanitárias e de socorro a vítimas em casos de desastres naturais, atuando subordinados diretamente a cada Comando de Zona Aérea (COMZAE) onde estavam baseados. A partir de 1986, as Zonas Aéreas foram redenominadas Comandos Aéreos Regionais (COMAR).

Sediado na Base Aérea de Belém, no Pará, o Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo (1º ETA), o Esquadrão Tracajá, está subordinado diretamente ao I COMAR, realizando suas missões na parte oriental da Amazônia brasileira, compreendendo os estados do Pará e Amapá. Com a retirada de serviço dos Convair CA-10 Catalina (em junho de 1982) e Douglas C-47 Dakota (em junho de 1983), o Esquadrão Tracajá teve seu nome alterado temporariamente para Esquadrão Uiraçú e passou a operar os Embraer C-95 Bandeirante, depois substituídos pelos C-95A, recebendo os C-95B em 1984. Durante o ano de 1989 chegaram os primeiros Cessna C-98 Caravan, em 2007 chegaram os primeiros Embraer C-97 Brasília. Em 2009 chegaram os primeiros Cessna C-98A Grand Caravan, com aviônicos mais modernos.

O Embraer C-95B Bandeirante está equipado com duas turbinas Pratt & Whitney PT-6A-34 com 750 shp cada, tem velocidade máxima de 452 km/h e autonomia de 1.900 km, peso vazio de 3.400 kg e peso máximo de decolagem de 5.900 kg. O comprimento é de 15,33 metros e a envergadura de 14,22 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

O Embraer C-97 Brasília está equipado com duas turbinas Pratt & Whitney PW-118 com 1.850 shp cada, tem velocidade máxima de 556 km/h e autonomia de 1.750 km com 30 passageiros, peso vazio de 7.580 kg e peso máximo de decolagem de 11.500 kg. O comprimento é de 20,02 metros e a envergadura de 19,78 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

O Cessna C-98A Grand Caravan está equipado com uma turbina Pratt & Whitney PT-6A-114, tem velocidade máxima de 341 km/h e autonomia de 2.000 km, peso vazio de 1.748 kg e peso máximo de decolagem de 3.630 kg. O comprimento é de 10,72 metros e a envergadura de 15,88 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

O símbolo do 1º ETA é um tracajá, uma espécie de tartaruga típica da região, de grande robustez, dotado de asas imaginárias. O seu lema é "Devagar, mas chego lá", representando a lentidão dos Catalinas, mas que sempre cumpriam suas missões.

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

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