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António Caetano do Amaral (Lisboa, 13 de junho de 1747 — Lisboa, 13 de janeiro de 1819) foi um presbítero da Igreja Católica Romana que se destacou como um dos pioneiros da moderna historiografia portuguesa. Teve notável importância na fixação dos critérios historiográficos modernos, teorizados implicitamente na sua obra Memórias sobre a forma do Governo, e costumes dos Povos que habitavam o terreno Lusitano (1792).[1][2]

BiografiaEditar

Bacharel formado em Cânones pela Universidade de Coimbra, foi deputado do Santo Ofício, cónego da Sé Metropolitana de Évora, cargo a que renunciou em 1806, e por último inquisidor da Inquisição de Lisboa, nomeado em 31 de agosto de 1816.

Foi um dos primeiros sócios da Academia Real das Ciências de Lisboa, admitido em 1780. Faleceu em Lisboa, «extenuado de forças e num estado de magreza verdadeiramente pasmoso» a 13 de Janeiro de 1819.[3]

Notas

  1. Amadeu Torres, "António Caetano do Amaral, como autor das "Memórias" e tradutor das obras latinas de S. Martinho e S. Frutuoso". Evphrosyne: Revista de filología clássica, ISSN 0870-0133, n.º 21, 1993, pp. 319-328.
  2. Luís A. de Oliveira Ramos, António Caetano do Amaral e a História Portuguesa. Coimbra, Separata da Rev. Univ. Coimbra, 1983.
  3. Sebastião Francisco de Mendo Trigoso, Elogio histórico. Memórias da Academia Real das Sciencias, t. VIII, parte II.
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