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Santo Apríngio, Episcopus pacensis (Beja, Lusitânia), viveu na primeira metade do século VI. Escreveu um Comentário ao Apocalipse com estilo brilhante e de uma extrema agudeza teológica (subtili sensu atque illustri sermone[1], segundo Santo Isidoro de Sevilha, de quem obtemos algumas informações acerca de Apríngio).

Isidoro de Sevilha (op. cit.) diz-nos o seguinte:

Apríngio, Bispo da Igreja pacense das Hispânias, eloquente no uso da língua, e erudito no saber, interpretou o Apocalipse do Apóstolo João com inteligência subtil e ilustres palavras, quase melhor do que o parecem ter comentado os antigos eclesiásticos, Escreveu também algumas coisas mais, que todavia chegaram a nossos olhos apenas em mínima parte. Brilhou no tempo de Teudis, príncipe dos Godos.[2]

BibliografiaEditar

Fontes:

  • CUNHA ANTUNES, J. - PEREIRA LAMELAS, Isidro, (Ed.) APRÍNGIO, Comentário ao Apocalipse, Philokalia 8, Lisboa, Alcalá, 2007.
  • CAMPO HERNÁNDEZ, A. del, Comentario al Apocalipsis de Apríngio de Beja. Introducción, texto latino y traducción, Instituición San Jerónimo 25, Estella, Verbo Divino, 1991.

Estudos:

  • ALVES DE SOUSA, Pio G., “O Símbolo nos Autores da Literatura Patrística Galaico-Lusitana”, in Didaskalia 32 (2002) 25-30.
  • _____, Patrologia Galaico-Lusitana, Lisboa, Universidade Católica Editora, 20012, 75-83.
  • COSTA, Avelino de J. da, - NASCIMENTO, A. Augusto, “Apríngio de Beja”, in Dicionário de História da Igreja em Portugal, I, Lisboa, 1980, 462-464.
  • DÍAZ Y DÍAZ, Manuel C., “Apríngio de Beja”, in DI BERARDINO, Angelo (Dir.), Patrología IV: Del Concilio de Calcedónia (451) a Beda. Los Padres Latinos, Madrid, BAC, 2000, 83-84.
  • JORGE, Ana Maria, “Church and culture in Lusitania in the V-VIII Centuries: A late romam province at the crossroads” in FERREIRO, Alberto (Ed.) The Visigoths: Studies in culture and society, London, Brill, 1999, 99-122.
  • OLIVEIRA E SILVA, Paula, “Apríngio de Beja: O Tractatus in Apocalypsin”, in História do pensamento filosófico português, CALAFATE, Pedro (Dir.), I: Idade Média, Lisboa, Ed. Caminho, 1999, 107-116.
  • PEREIRA LAMELAS, Isidro, “Patrologia (lusitana)”, in MOREIRA AZEVEDO, Carlos (Dir.), Dicionário de História Religiosa de Portugal, XXXX, Círculo de Leitores, XXXX, 405.

Referências

  1. Isidoro de Sevilla, De viris illustribus, XXX, 40 Fonte: PL 83, 1098-1099.
  2. Tradução da nossa responsabilidade. A partir do original latino. Cf. nota 1.