Abrir menu principal
Emblem-scales.svg
A neutralidade deste artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão.

Armando Cosani Sologuren foi um jornalista, correspondente, tradutor e escritor peruano, célebre pela publicação, em 1953, do livro "O Voo da Serpente Emplumada" onde narra o encontro dele, o autor, com Judas de Kariot, discípulo de Jesus de Nazaret, e contrapondo-se ao "mito" de que este houvera sido um traidor.

Índice

BiografiaEditar

A família de Armando era radicada na cidade de Tacna, no Peru. [1] Lá viviam seus avós Manuela Esther Basadre Forero [2] [que depois de casada passou a assinar Manuela Esther Sologuren Vargas] e o esposo Mariano Casimiro Sologuren Vargas.[3] Dentre os filhos do casal estavam: Carmem Sologuren y Basadre; Santiago Sologuren y Basadre;[4] Luisa Sologuren y Basadre; [nota 1] Esther Sologuren y Basadre (mãe de Armando Cosani Sologuren); Ricardo Sologuren y Basadre [5]; Enrique Sologúren Basadre nascido em 1885 e Sara Sologuren y Basadre, nascida em 1887, no Chile e morta em 1888 (também no Chile), com apenas 1 ano de vida. [6] e foi em Tacna que nasceu Armando [7] filho do casal, o italiano Giussepe Cosani de Francesqui [nota 2] [nota 3]. A esposa de Armando chamava-se Graciela [9] e o casal teve uma filha cujo nome era o mesmo da mãe. [10]

Armando era irmão de Esther Cosani Sologuren (1914-2001 [nota 4] renomada escritora chilena. [11] Ilustradora e novelista e autora de "Lendas da velha casa" e "Lendas da flauta", (1938); "Para saber e contar" (1939); "As desventuras de Andrajo" (1942); "Contos a Pelusa" e "A casa dos ratos" (1943); "Contos a Beatriz" (1957); "Uma história de anjos" e "Rimas" (1994); "Contos de Tocorí da Serra" (1995). [nota 5]

A família Sologuren, além do Peru, tinha também suas ramificações em Arica e Santiago, no Chile; Espanha [14]; Colômbia; Venezuela [15]; Bolívia, etc.

Em uma definição de si próprio Cosani, dizia-se ser um agnóstico, mas não cético; de visão científica da vida, porém, não materialista ou ateu. Confusamente, Cosani, era católico e frequentava com certa regularidade uma igreja local, aonde ia com a intenção maior de solicitar ajuda ao Jesus Cristo para por um fim em sua complicada situação econômica e foi ali ali naquele templo religioso que, em uma de suas idas e vindas, ele deparou-se com um intrigante e misterioso senhor, cuja definição assim ele descreve: “todo ele era um sorriso”

Em 1939 ele era correspondente de imprensa do United Press, no Chile e foi o responsável por cobrir o Terremoto de Chillán, ocorrido em Chillán, e, 24 de janeiro, daquele mesmo, atingindo todas as cidades próximas com uma intensidade de 7,8 na escala de Richter, registrando mais de 30.000 vítimas. A situação era calamitosa e Armando, acampado em Concepción, transmitia, por ondas de rádio, para Santiago, as notícias. Assim se reportavam os jornais da época:

As “... autoridades na zona do terremoto apreenderam todos os suprimentos de comida e estabeleceu cozinhas comunitárias. Mortos insepultos... [...] ...o técnico de rádio, Rodrigues Johnson, voltou para Santiago a partir de Concepción, uma das grandes cidades duramente atingidas pelo terremoto, e relatou a situação alimentar tão aguda que Armando Cosani, a equipe do United Press e assistentes não tiveram nada para comer durante dois dias, e que somente mínimas quantidades de água potável estavam disponíveis.[16] [17]

Do Chile Cosani vai [provavelmente] para a Argentina, a considerar pelo fato de que em 1942, durante a Segunda Grande Guerra Mundial, ele havia sido recrutado pela Abwehr, o [18] serviço de inteligência alemão, sediado no Chile, como correspondente, para fornecer informações sobre os assuntos norte-americanos e três anos mais tarde, em 1945, ele foi preso pelas autoridades argentinas e deportado [19] para a Bolívia, sua terra natal.

Em La Paz, Cosani manteve contato direto com embaixadores de diversos países, porém o mais destacado dos contatos, foi com o presidente Gualberto Villarroel López. Todavia a sequência de acontecimentos no país, marcada pelo assassinato de opositores políticos, em fins de 1944, pelo autoritarismo e pela intolerância, levou o governo de Villarroel ao desastre e à consequente renúncia, em 21 de julho de 1946. A multidão, em sua maioria operários e estudantes, juntamente com o oposicionista PIR (Partido de Isquierda Revolucionária). Os inssurrectos invadiram o "Palácio Queimado", lincharam e penduraram-no pelo pescoço, ao já morto ex-presidente, na sacada do palácio no mesmo dia de sua renúncia. Temendo por sua vida, Cosani deixa a Bolívia e segue [provavelmente] para o México.

Sobre esta época assim se reporta Cosani:

"... foram destruídos quatro agências oficiais de inteligência aqui e em todos os edifícios, outras repartições foram danificadas. Novas detenções. Revoltas Antifascistas pelo ditador..." [20]

No México, pelos idos de 1948 [segundo relatos, juntamente com Rodney Collin, [nota 6] discípulo de Ouspenski, fundam um Grupo de Estudos do Quarto Caminho na América Latina. Deste grupo fazem parte alguns britânicos, entre eles o próprio Collin e John Grepe, alguns mexicanos e integrantes de outras nacionalidades, a exemplo de Cosani. No ano seguinte, Cosani começa a trabalhar na tradução de alguns livros de Ouspenski e Maurice Nicoll e, para editar e difundi-los, Collin, fundou a "Editorial Sol".[21]

Em 1954, Cosani figura como colaborador em um complemento literário do jornal “Solidaridad Obrera”, cujo conteúdo era direcionado a trabalhadores da CNT da Espanha (Confederação Nacional do Trabalho da Espanha, exilados na França.[22] Eram também colaboradores: F. Gomez, Enrique Rioja, Luis Capdevila, Prosper Alfaric, J. Prado Rodríguez, Puyol, J. Chicharro de León, Julio de Huici, J. Cañada Puero, C. G. Bjurstrom, Waldemar Kaempffert, El Lego de Cluny, Juan Sin Tierra, P. Calderon de la Rambla, Enrique Rioja, Emilio Ucar, Arturo Calderon, Garcia Tella e Mariano Viñuales. No ano seguinte, em 1955, ele e Collin levam os ensinamentos do Quarto Caminho para Buenos Aires e Peru, onde fundam grupos da instituição. Alguns anos mais tarde, Cosani dedica-se à tradução de autores diversos de esoterismo, desta vez radicada no Argentina.[23]

O Voo da Serpente EmplumadaEditar

Primeira parte Na primeira parte do livro, o autor faz uma apresentação do que viria a se desenrolar na obra escrita, fala de seu encontro com aquela que o inspiraria a escrever o livro, fala sobre sua profissão de jornalista e um tanto do que a América Latina vivia por aqueles anos da década de 1940.

Fala um tanto sobre suas desventuras e através de diálogos enriquecidos e de grandes lições, apresenta-nos aquele, que seria uma espécie de preceptor para ele. E, por fim fala nesta primeira parte sobre a necessidade de escrever o livro

Segunda parte A segunda parte do livro, dona de uma beleza mística e poética, fica devotada quase que exclusivamente, a discorrer sobre a antiga cultura maia (a “Sagrada Terra Maya”) e os seus ensinamentos misteriosos ou secretos. Fala também sobre a “Sagrada Princesa Sac-Nicté” ou a “Branca Flor do Mayab”. [nota 7]

Terceira parte Já na terceira parte o autor fala sobre o estranho personagem que se apresentara a ele na primeira pare do livro, e que é identificado como Judas de Kariot. Os acontecimentos entre Jesus de Nazaré e Judas de Kariot, desde o seu encontro até o drama da crucificação, são narrados segundo uma nova ótica, onde Judas é apresentado, como como traidor e sim como o mais exaltado dos discípulos de Jesus: O único capaz de suportar as dores daquele papel de “traidor”.

Outros autoresEditar

Outros autores igualmente dispuseram-se a discorrer sobre o tema da "Serpente emplumada" ou o "Pássaro serpente", como Jack Farrel, D. H. Lawrence, Alberto Beuttenmuller, Xu Xiaobin, Nivaldo Cruz (Ordem da Serpente emplumada), Armando Torres, discípulo de Carlos Castañeda (O segredo da Serpente emplumada), Luís A. Weber Salvi (A Serpente Emplumada) falando sobre a A Tradição Tolteca. A mitologia maia faz referência a Quetzalcoatl, ou o pássaro serpente (Serpente Emplumada), a principal divindade do panteão “azteca/maia”.

Segundo a lenda o deus Kukulkam (ou Kukumatz), uma serpente voadora, chegou à Terra na figura de Quetzalcoatl:

"Ele veio de uma terra estranha do sol nascente,
em trajes alvos e usava barba.
Ensinou ao povo todas as ciências, artes, costumes
e decretou leis de muito bom senso.
Sob sua orientação, as espigas de milho alcançavam o porte de um homem
e o algodão já era colhido colorido.
Quando Quetzalcoatl deu por concluída sua missão,
saiu a pregar sua doutrina, caminhando em direção ao mar.
Na costa embarcou num 'navio' que o levou até a estrela d'alva.
Quetzalcoatl prometeu voltar quando as grandes obras arquitetônicas,
previstas no calendário maia, estivessem prontas."
Fonte: The Riddle and Rediscovery of a lost Civilization - 1985

Entretanto o livro "O Voo da Serpente Emplumada" de Armando Cosani, escrito em meados da década de 1950 e editado pela primeira vez em 1953, é um relato enriquecido e de conteúdo esotérico, etc. No livro percebe-se uma ligação direta entre o autor, Armando Cosani e o seu, por assim dizer, preceptor, cujo nome permanecerá uma incógnita. Em diversas passagens do texto, entretanto, observa-se, que o estranho personagem é, na verdade, Judas de Kariot, o discípulo de Jesus. O encontro entre ambos é suposto como sendo entre 1938-1939, na Argentina.[25]

No enredo rico e poético, além de estabelecer a unidade do ensinamento esotérico notadamente os escritos, tradições e costumes maias, com trechos do Chilam Balam de Chuyamel, o Popol Vuh, etc, nota-se uma profunda relação de confiança e amizade entre ambos, os quais passam a figurar como mestre e discípulo.

O livro foi escrito provavelmente entre 1938 e 1939 na Argentina quando lá esteve o autor, por esta época e para onde retornou depois da Segunda Guerra Mundial. Cosani era membro da Marinha e após sua baixa, que se deu por ferimentos de guerra, especialmente em sua perna, foi-lhe dada "baixa" para que pudesse prosseguir sua vida. O livro é dividido em três partes distintas e ao mesmo tempo integradas.

Textos correlatosEditar

A articulista Ana Paula Chinelli, em um artigo para a Revista Super interessante de maio de 2006, relativamente ao Evangelho de Judas diz o seguinte:

"...O evangelho segundo Judas Por dois milênios, Judas foi apontado como o maior traidor de Jesus. Agora, documentos sugerem que ele pode ser sido o mais fiel de seus seguidores... [...] o documento narra os episódios ocorridos durante a semana que antecede a Páscoa judaica no ano de 33 d.C. (os dias imediatamente anteriores à prisão de Jesus) e mostra uma versão completamente diferente da que tínhamos acesso até hoje. No relato, Judas é descrito como o discípulo mais próximo de Jesus, o único capaz de compreender a essência de seus ensinamentos.

Por fim, Jesus revela que Judas será superior a todos os homens porque ”sacrificará o homem que me veste”. E revela a missão do discípulo: matar a parte física para livrar o mestre de seu corpo, ou seja, do reino inferior que aprisionava o espírito divino de Jesus. Judas cumpre à risca as ordens: imediatamente procura os sacerdotes para denunciar o líder. Pelo serviço, embolsou algum dinheiro – o valor não é especificado. Nesse momento, o evangelho acaba, abruptamente.[26]

Kenneth Hanson em seu livro "Segredos da bíblia perdida", pg, 239, diz:

"...No evangelho [apocrifo] de Judas consta o seguinte: Jesus diz:" Mas tu, Judas superarás a todos, pois deverás sacrificar o homem exterior que reveste o meu ser interior... [...] em uma passagem do Evangelho de João, quando Jesus se dirige a Judas e diz: “O que tens de fazer, faze-o depressa” (João 13,27). A narrativa diz que os outros discípulos se perguntavam por que Jesus havia feito essa comunicação pessoal a um deles. Havia alguma coisa subentendida, implícita? Alguma coisa combinada antecipadamente? O Evangelho de Judas oferece os detalhes dessa relação especial."[27]

Outro autor, Enrico Galavotti, à pg 250 de seu livro "Umano e Politico. Biografia demistificata del Cristo", diz que a [suposta] "traição" foi uma "...solução mística, seguramente eficaz... [...] e que "...precisamente por causa da traição, Jesus foi capaz de mostrar até que ponto foi o seu grande amor para os seres humanos. Justificando a traição de Judas..."

ObrasEditar

  • O Voo da Serpente Emplumada (em castelhano) [28]
    • [editado em italiano com o título:] Judas - Traição ou Plano Divino?[29]

TraduçõesEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

BibliografiaEditar

  • BOLIO, Antonio Mediz - La Tierra del Faisán y del Venado.[41]
  • Muñoz, Manuel Peña. Historia de la literatura infantil chilena, Editorial Andrés Bello Santiago do Chile, 1982
  • Solidaridad Obrera Suplemento Literario, 1954, n 498-10
  • The National Archives, Kew - 15 de fevereiro de 1946-24 de agosto de 1946
  • Humanismo: revista de orientación democrática, Edições 7-16. Periódico, revista: Periódico: Espanhol - Editora: Não identificada, Mexico, D.F., 1952-[1961]
  • Hispano americano. Editora: Tiempo SAdeCV, México D.F, 1953 - Formato - Periódico, revista : Periódico : Espanhol. 1946-1997.
  • América Latina : convergencias y divergencias. Universidad Nacional Autónoma de México, Centro de Investigaciones sobre América Latina y el Caribe, 2007 - 366 páginas
  • Sanches, Horacio Flores. Un nuevo modelo del universe, Mexico City: Ediciones Sol, 1950, 590p., index; translated by Armando Cosani Sologuren, Buenos Aires: Editorial Kier, 1977, 610p.
  • Ouspensky, Piotr Demianov. Un Nuevo Modelo de Universo. Paperback, Kuchapishwa 1997 na Kier Editorial. ISBN 978-950-17-0318-4, ISBN 950-17-0318-5
  • Vieira, Waldo. Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano, pg 1061. Editora: Rio de Janeiro : Edição do Autor, 1986.
  • Byrd, Susannah Mississippi. Welcome! pg 63. - Bienvenidos! Welcome. Editora: Amer Library Assn, 2005.
  • Guardia, Alex Amstalden. Síntese para Despertar Consciência / Através do conhecimento de si mesmo pg 39, 43. 146. Piracicaba SP Adição do autor 2011
  • Driscoll, J. Walter. Gurdjieff: An Annotated Bibliography pg 140. Gurdjieff Foundation Of California. Garland Pub., 1985 - 363 páginas
  • Ramos, Claudia Adriana. La noción de mal en Segundo Sueño de Sergio Fernández pg 304. Universidad nacinal autónoma de México. Mexico DF 2000. ISBN 968-36-7810-6
  • La palabra y el hombre. pg 15,40,73. Universidad Veracruzana. Editora: Universidad Veracruzana. Xalapa, México, 1957
  • Castello, Rosarui. Yoga - Piccola guida per conoscerlo. Youcanprint Self-Publishing, 6 de nov de 2012 - 238 páginas. Via Roma 73 ISBN 9788867518166
  • El Misterio 27 (Google e-Livro) - Zalomón Chicomekóatl. Palibrio, 17 de abr de 2015 - 376 páginas
  • Revista de psicología, Volumes 7-8, pg 122 – 1962 - Universidad Nacional de Colombia. Instituto de Psicología.; Universidad Nacional de Colombia. Facultad de Psicología.; Universidad Nacional de Colombia. Departamento de Psicología. Bogotá, D.E. : Instituto de Psicología, Universidad Nacional de Colombia, -1991.
  • Texto y contexto, Edições 26-28, pg 95 - Comité Interdisciplinario de la Universidad de Los Andes, 1995. Universidad de los Andes (Bogotá, Colombia). Comité Interdisciplinario. Bogotá, Colombia: Comité Interdisciplinario de la Universidad de Los Andes, [1984-1998]

Notas

  1. (Luisa Sologuren y Basadre era casada com Juan José Vidal e pais de Carlos Vidal Sologuren, Augusto Vidal Sologuren, Emilio Vidal Sologuren, Consuelo Sologuren Vidal e três outros filhos. Carlos Vidal Sologuren (19031951, nasceu em Tacna em 11 de fevereiro de 1903.
  2. Giussepe Cosani de Francesqui era filho de Pietro Giussepe Cosani, Conde De Boccalaro) [8] e Esther Cossani de Francesqui
  3. O nome de solteira da mãe de Armando Cosani era Esther Sologuren y Basadre. Ela era filha de Esther Sologuren Vargas e irmã de Santiago Sologuren Basadre e tinha ainda mais 3 irmãos.
  4. Esther Cosani Sologuren, depois de seu casamento com Ruperto Concha Varas, passou a assinar como Esther Concha Varas. O casal teve três filhos: Ruperto Concha Cosani, Beatrz Concha Cosani e Maria Esther Concha Cosani.
  5. Esther Cosani Sologuren morreu em 4 de março de 2001 em Santiago [12] Nascida em Arica, no Chile foi uma das mais renomadas escritoras chilenas. Viveu grande parte da infância em Tacna, com a avó, pelos incovenientes das viagens de seu pai.[13]
  6. Collin, Após a morte de Ouspenski, de quem era discípulo, dedicou-se a difusão do Quarto Caminho, sobretudo na América.
  7. Nesta segunda parte do livro, em sua tradução e edição italiana, que figura com o nome de "Judas - Traição ou Plano Divino?", figura, um exclusivo prefácio, com textos dos renomados antropólogos, Samael Aun Weor e J. M. Duarte.[24]

Referências

  1. https://www.myheritage.com.br/names/santiago_sologuren
  2. https://horadomate.wordpress.com/2017/10/09/o-advogado-de-judas-iscariotes-armando-cosani-o-voo-da-serpente-emplumada/
  3. https://gw.geneanet.org/antonioalvistur?lang=en&n=sologuren+vargas&oc=0&p=mariano+casimiro
  4. https://gw.geneanet.org/joseluisbo?n=sologuren+basadre&oc=&p=julio
  5. https://gw.geneanet.org/joseluisbo?lang=en&pz=mariano+casimiro&nz=sologuren+vargas&ocz=0&p=ricardo&n=sologuren+basadre
  6. https://gw.geneanet.org/joseluisbo?lang=en&pz=mariano+casimiro&nz=sologuren+vargas&p=sara&n=sologuren+basadre
  7. Sobre Armando Cosani e que, atestando sua origem, assim diz o texto: "En 1955 Armando Cosani, junto con Rodney Collin, fundó los grupos del Cuarto Camino en Buenos Aires y Perú, su tierra natal" (ipsis litteris).
  8. https://gw.geneanet.org/herediasittig?lang=en&pz=bartolome&nz=heredia&p=ester&n=sologuren+basadre
  9. Graciela Villagra
  10. María Graciela del Carmen Cosani Villagra
  11. Muñoz, Manuel Peña. Historia de la literatura infantil chilena, Editorial Andrés Bello Santiago do Chile, 1982
  12. Defunciones
  13. Biografias
  14. A Família Sologurén
  15. A Família Sologurén
  16. Oshkosh Daily Northwestern - Oshkosh, Wisconsin - 27 de Janeiro de 1939.
  17. Oshkosh Daily Northwestern - Oshkosh, Wisconsin - 28 de Janeiro de 1939
  18. ]https://ia801707.us.archive.org/1/items/FBI-Special-Intelligence-Service-History/SIS-FBI-History.pdf FBI - Special Intelligence Service History]
  19. O Arquivo Nacional - Serviço de Segurança: Pessoal (Série PF) - Referência: KV 2/3566 - Data: 15 de fevereiro de 1946 to 24 de agosto de 1946.
  20. Nevada State Journal - Reno, Nevada - 28 de Set de 1945
  21. Sobre Armando Cosani, pg 1
  22. Suplemento Literário, 1954, n 498-10
  23. Sobre Armando Cosani, pg 2
  24. http://www.ilgiardinodeilibri.it/libri/__giuda.php
  25. O autor do Voo da serpente emplumada
  26. Revista Super interessante - maio de 2006, artigo de Ana Paula Chinelli
  27. Kenneth Hanson (2007). «Segredos da biblia perdida, pg, 239".». Consultado em 21 de maio de 2015 
  28. [1] México: Ediciones Sol, 1953.]
  29. do original em italiano: Giuda - Tradimento oppure Disegno Divino?
  30. Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano, pg. 1061, Por Waldo Vieira
  31. Um Novo Modelo do Universo, de P.D. Ouspensky
  32. Editora: Buenos Aires: Kier, 1967.
  33. Editora: México: Ediciones Sol, 1952.
  34. Editora: México: Ediciones Sol, 1953.
  35. [2] - Editora: México: Ediciones Sol, 1953.
  36. El asesinato debe esperar
  37. Editora: México.: Novaro-México, 1956.
  38. Editora: México: Editorial Novaro-México, 1956.
  39. Editora: México: Novaro, 1956
  40. Editora: México: Alameda, 1955. Base de Dados: WorldCat
  41. "El Vuelo de la Serpiente Emplumada" de Armando Cosani