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Baby Boom (em tradução literal "Explosão de Bebês") é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão demográfica. Dessa forma, quando se define uma geração como baby boomer é necessário especificar a qual Baby Boom, ou explosão populacional, estamos nos referindo. Em geral, a atual definição de baby boomer refere-se as pessoas nascidas depois da Segunda Guerra Mundial, já que logo após a essa houve uma explosão populacional e aumento importante da natalidade nos Estados Unidos. Nascidos entre 1946 e 1961, hoje são indivíduos que foram jovens durante as décadas de 60 e 70 e acompanharam de perto as mudanças culturais e sociais dessas duas décadas, como exemplo a música disco.

Hoje nos Estados Unidos existe a expectativa de ocorrência de novo Baby Boom, devido ao fato de casais terem muitas crianças estarem ficando associados com luxo e ostentação, visto que se constatou a tendência da elite americana, devido a maior capacidade financeira, ter até 50% mais filhos que os pobres americanos. Alguns exemplos de ricos americanos com muitos filhos são Donald Trump, Angelina Jolie, Will Smith, Tom Cruise e Madonna.[1]

Motivos e impactosEditar

O crescimento vegetativo em período de prosperidade social com ambiente favorável apresenta caráter linear e não costuma reproduzir o padrão espicular do "baby boom".

O impacto socioeconômico de um evento de "baby boom" é causa de controvérsia entre os estudiosos da demografia socioeconômica, pois gera alteração importante e complexa na composição da pirâmide etária populacional, com repercussões na organização das cidades, no mercado de trabalho e na população economicamente ativa, incluso que, economicamente, cada bebê que nasce é uma fonte de consumo (por parte de seus progenitores), cuja criança passa a consumir, mesmo que não tenha, inicialmente, noção de consumo; durante seu crescimento, continua a consumir e, quando chega à idade adulta, além de consumir, será mão de obra para o mercado, entrando para o mercado consumidor, que por sua vez, dá origem ao mercado de trabalho. Com isso, o consumo aquece a economia, permitindo a circulação de riquezas produzidas e consequente uma maior demanda de bens fez com que mais deles fossem produzidos.

Referências

Ver tambémEditar

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