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Brasão de armas da Venezuela

Brasão de armas da Venezuela adoptado em 2006

O atual brasão de armas da Venezuela é no essencial o mesmo adoptado no dia 18 de Abril de 1836 pelo Congresso do país, tendo sido alvo de algumas alterações desde então. A Lei da Bandeira, Escudo e Hino Nacionais (Ley de Bandera, Escudo e Himno Nacionales), publicada a 17 de Fevereiro de 1954, especifica a configuração oficial do brasão usado actualmente.

Índice

DescriçãoEditar

O brasão é composto por escudo dividido em três quartéis, cada um dos quais preenchido com uma das cores da bandeira da Venezuela. O quartel da esquerda é vermelho e contém um feixe de espigas, que simbolizam a união dos estados da República e a riqueza da nação. O quartel da direita é amarelo, apresentando armas (lança e espadas) e dois pavilhões nacionais entrelaçados por uma coroa de louro, representando o triunfo alcançado durante a Guerra de Independência do país. O terceiro quartel é azul e ocupa a parte inferior do escudo, nele figurando um cavalo branco indomado, símbolo da liberdade e da independência.

Como timbre o escudo tem duas cornucópias, que derramam frutos e flores do país. O escudo encontra-se rodeado à esquerda por um ramo de oliveira (alusão à paz) e à direita por um ramo de palmeira (alusão à virtude), estando estes atados na parte inferior por uma fita composta pelas cores da bandeira nacional. Na parte azul da fita podem ser lidas as seguintes inscrições a dourado: à esquerda do escudo, 19 de Abril de 1810 (superior), Independencia (inferior) (19 de abril de 1810, Independência); à direita, 20 de Febrero de 1859 (superior), Federación (inferior) (20 de fevereiro de 1859, "Federação"); e, ao centro, República de Venezuela (República da Venezuela).

Mudanças de 2006Editar

No dia 9 de Março de 2006 a Assembleia Nacional da Venezuela reformou parcialmente a lei da bandeira nacional. A nova lei estipula que o quartel vermelho, situado à esquerda, tenha o molhe com tantas espigas quanto o número de estado do país. Assim sendo, serão a partir de agora 24 espigas em vez de 20. Na faixa passa a estar escrito Republica Bolivariana de Venezuela.

No quartel amarelo, para além da espada e da lança, foram incorporados um arco e uma flecha (simbolizando as armas dos povos indígenas) e um machete (representando a luta dos camponeses e dos negros).

O cavalo branco passará a galopar no sentido da esquerda. O próprio Chávez revelou no ano de 2008 que mudou a direção do cavalo para atender a um capricho da sua filha mais nova Rosinés que já provocou outras polêmicas no país.[1]

Nas cornucópias foram adicionados frutos e flores tradicionais, como a orquídea.

O Heraldista Fabio Cassani Pironti, encarregado pela Assembleia Nacional, realizou a reforma do brasão de armas nacional[2].

Evolução do brasão de armas venezuelanoEditar

Referências

  1. [1]
  2. El Nacional, 12/03/2006.

Ligações externasEditar

Referências


 
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