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Carlos Cardoso
Nascimento 1951
Beira
Morte 22 de novembro de 2000 (49 anos)
Maputo
Cidadania Moçambique
Alma mater Universidade das Witwatersrand
Ocupação jornalista, político

Carlos Cardoso (Beira, 1951 – Maputo, 22 de novembro de 2000) foi um jornalista moçambicano assassinado quando investigava um presumível caso de corrupção em um dos maiores bancos de Moçambique. [1]

BiografiaEditar

Depois de vários anos trabalhando em órgãos de imprensa do Estado (os únicos que existiam em Moçambique até à abertura política), Cardoso foi membro fundador da primeira cooperativa de jornalistas, a Mediacoop, proprietária do semanário "Savana" e do diário Mediafax, em 1992. Em 1997, fundou o seu próprio diário, também distribuído por fax, o "Metical" que, tal como o nome indica (Metical é a moeda de Moçambique), era virado essencialmente para questões económicas. [1]

Iniciou a atividade jornalística em 1975, no semanário Tempo. Continuou na Rádio Moçambique e na Agência de Informação de Moçambique (AIM), onde foi diretor por dez anos. Durante vinte anos exerceu o jornalismo como uma forma de contribuir com o seu país.[2]

O jornalista também dedicou-se às artes plásticas e realizou sua primeira exposição de pintura no ano de 1990, na cidade de Maputo, denominada de "Os habitantes do forno".[2]

BibliografiaEditar

  • Fauvet, Paul e Marcelo Mosse. 2004. "É Proibido pôr Algemas nas Palavras - Uma Biografia de Carlos Cardoso". Editorial Caminho. Lisboa.

Referências