Centre contre les manipulations mentales

O Centre contre les manipulations mentales (Centro contra o controle da mente), também conhecido por CCMM ou Centro Ikor Roger, é uma associação anticulto francesa.

HistóriaEditar

A associação foi fundada em 1981 pelo escritor Roger Ikor, vencedor do Prix Goncourt em 1955, após o suicídio do seu filho, que era adepto da dieta macrobiótica zen.

O CCMM foi presidido de 1997 a 1998 por Alain Vivien.[1] Antes de renunciar, a fim de se tornar presidente da Missão Interministerial de Luta contra as Seitas (MILS), ele contratou sua esposa Patricia Vivien como diretora executiva.[2] Patricia teve um papel importante no CCMM, e eventualmente chegou a se dizer que ela tinha mais poder do que o presidente.[3]

CríticaEditar

Os escritos do CCMM são uma fonte de informação para organizações como a MIVILUDES.[4] O CCMM foi por vezes criticado, notavelmente devido à divulgação financeira e ao importante papel da Sra. Vivien quando o seu marido era presidente da MIVILUDES, o que conduziu a conluio entre as duas associações.[3]

O padre Jean Vernette criticou a associação pela publicação de seu livro intitulado Dictionnaire des sectes, que contém uma lista de cultos, incluindo alguns grupos católicos romanos.[5]

Referências

  1. Richardson, James T. (2004). Regulating religion: case studies from around the globe. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers. OCLC 52773633 
  2. Lardeur, Thomas (28 de agosto de 2002). «Pourquoi la bataille anti-sectes a échoué?». VSD (em francês) 
  3. a b «Sectes, les pourfendeurs se déchirent». Le Point (em French). 19 de janeiro de 2009. Consultado em 12 de agosto de 2010 
  4. «Rapport au Premier ministre — Les dérives sectaires — Année 2003 — Mission interministérielle de vigilance et de lutte contre les dérives sectaires - MIVILUDES -» (pdf) (em francês). MIVILUDES. p. 40. Consultado em 12 de agosto de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 5 de maio de 2005 
  5. «La lutte anti-secte pourrait conduire à imposer un "religieusement correct"» (em francês). Liberté politique. 21 de fevereiro de 2001. Consultado em 12 de agosto de 2010