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Cerridwen ou Ceridween (lê-se Querríduen) é a deusa dos antigos celtas/galeses. É chamada de Deusa Tríplice por mostrar-se em três diferentes formas: donzela, mãe e anciã (os ciclos da vida).

Também pode ser conhecida como Grande Mãe ou Senhora. É comumente associada à Lua e suas fases, pois acreditava-se que a lua era a representação do Sagrado Feminino, a energia que move a Terra, influenciando a agricultura, as colheitas e até a menstruação, gestação e fertilidade feminina, o poder de criação da vida.

O Caldeirão é onde a deusa prepara suas poções, feitiços, rituais, sendo este o principal objeto dos cultos pagãos antigos para representá-la, considerado o útero divino da Grande Mãe, de onde ‘nasciam’ os encantamentos, mais um símbolo de fertilidade. Os famosos bardos celtas deviam sair em uma perigosa busca pelo Caldeirão de Cerridwen como iniciação. Alguns acreditam ser esta uma das lendas que poderiam ter originado a busca pelo Graal.

É uma deusa sempre associada à magia e renascimento, fertilidade, regeneração, inspiração, magia, astrologia, ervas, poesia, encantamentos e conhecimento. Seu consorte na cultura pagã é geralmente o deus Cernuno e juntos representam a dualidade da natureza.

Enquanto a deusa cria, o deus destrói, formando o infinito ciclo de vida e morte, começo e fim, ressurgimento contínuo, renovação.

Ainda hoje é conhecida pelos adeptos do druidismo, neo-paganismo ou Wicca (religião baseada nos conceitos pagãos, criada na década de 1950 por Gerald Gardner).

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