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Chacina da Sé
ou
Massacre da Sé[1]
Local do crime Praça da Sé, região central da cidade de São Paulo
Data 19 e 22 de agosto de 2004
Tipo de crime Assassinato
Vítimas 15 (das quais sete morreram)[2]

A chacina da Sé, também chamada de Massacre da Sé[1] foi uma série de atentados violentos contra moradores de rua da Praça da Sé, na cidade de São Paulo, entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004.[2]

HistóriaEditar

InvestigaçãoEditar

Investigações da época indicavam que o motivo do crime seria para silenciar possíveis testemunhas que teriam observado policiais em esquemas de tráfico de drogas da região. Na época, foi preso um segurança particular, denunciados seis policiais militares, três soldados foram presos, porém foram soltos por falta de provas.[2] A partir de então ninguém mais foi acusado de ter cometido o crime.[3]

ProtestoEditar

Foi realizado um ato para relembrar a chacina em 2015.[3] O representante do Movimento Nacional da População de Rua, Sebastião Nicomedes de Oliveira disse em 2015: "O problema continua, a violência continua. Então, estamos mostrando que não esquecemos, porque essas pessoas não podem ter morrido em vão. Os moradores de rua continuam sofrendo perseguições, morrendo sem atendimento. O massacre não acabou."[2]

Referências

  1. a b «Manifestantes fazem ato para relembrar Massacre da Sé em SP». Terra. Consultado em 4 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2019 
  2. a b c d Flávia Albuquerque (15 de agosto de 2015). «Ato em São Paulo lembra 11 anos do massacre de moradores de rua na Praça da Sé». Agência Brasil. EBC. Consultado em 4 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2019 
  3. a b Carolina Pompeo (18 de agosto de 2015). «Chacina da Sé é relembrada por Movimento de População de Rua». Gazeta do Povo. Consultado em 4 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2015