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Classe Queen Elizabeth
O HMS Queen Elizabeth, em 2017.
Origem   Bandeira da marinha que serviu
Nome Classe Queen Elizabeth
Operador(es) Reino Unido Marinha Real Britânica
Construtor(es) Aircraft Carrier Alliance, Rosyth Dockyard
Custo £ 6,2 bilhões[1]
Unidade inicial HMS Queen Elizabeth (R08)
Unidade final HMS Prince of Wales (R09)
Período de construção 2010-2017
Construídos 2
Ativos 1
Características gerais
Tipo Porta-aviões
Deslocamento 65 000 ton
Comprimento 280 m
Boca 73 m
Calado 11 m
Propulsão Totalmente integrada e elétrica
4 × Conversores de potência GE 20 MW (27 000 hp)
Motor de indução avançado
2 × hélices
Velocidade 46 km/h
Autonomia 19 000 km
Armamento 3x Phalanx CIWS
Metralhadoras automáticas 30mm DS30M Mark 2
M134 Miniguns
Aeronaves 40 (podendo ser aumentado de 50 a 70)
Tripulação/Equipagem 679 marinheiros
921 pessoal de voo e tropas

A Classe Queen Elizabeth é uma classe de porta-aviões da Marinha Real Britânica. Sua primeira embarcação, o HMS Queen Elizabeth, recebeu seu nome em homenagem a um Drednought da Primeira Guerra Mundial, que por sua vez foi batizado em honra à Rainha Elizabeth I. [2] Foi comissionado em 7 de dezembro de 2017,[3] sendo colocado operacional em 2018.[4] O segundo navio da classe, o HMS Prince of Wales, foi lançado ao mar em dezembro de 2017 e deverá ser comissionado em 2020.[5]

O contrato para as duas embarcações foi anunciado em 25 de julho de 2007, pelo então Secretário de Estado para a Defesa, Des Browne, após anos de atrasos e reestruturação dos estaleiros. Os contratos foram assinados em julho de 2008, através da Aircraft Carrier Alliance, uma pareceria entre a Babcock International, o Thales Group, o A&P Group, o Rosyth Dockyard, o Ministério da Defesa britânico e a BAE Systems. O HMS Queen Elizabeth é a maior embarcação construída para a Royal Navy e também é o maior navio militar em atividade que não pertence a Marinha dos Estados Unidos. O projeto custou cerca de £ 6,2 bilhões de libras.[1]

Com uma tripulação de 1 600 (entre marinheiros e pessoal de voo) e a capacidade de suportar de 50 a 70 aeronaves, é uma das maiores e mais modernas classes de navios atualmente em serviço. O HMS Queen Elizabeth carregará os modernos aviões F-35B e F-35C, ampliando a capacidade do porta-aviões para suporte CATOBAR e STOVL.[6]

Referências

  1. a b Philip Hammond (6 de novembro de 2013). «Aircraft Carriers and UK Shipbuilding». House of Commons. Consultado em 19 de junho de 2018 
  2. «HMS Queen Elizabeth is named by Her Majesty The Queen». www.royalnavy.mod.uk (em inglês). 4 de julho de 2014 
  3. «HMS Queen Elizabeth crew switch on its radar for first time». Naval Technology. Consultado em 29 de agosto de 2015 
  4. «F-35 jets, Apache Choppers To Fly From UK's HMS Queen Elizabeth Carrier in 2018». Defenseworld.net. Consultado em 6 de julho de 2017 
  5. Maddox, David (23 de março de 2013). «600 Royal Navy personnel may be stationed at Rosyth». The Scotsman 
  6. «The Queen Elizabeth Class». Aircraft Carrier Alliance. Consultado em 19 de junho de 2018 
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