Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) é um órgão de Estado vinculado ao Governo Federal do Brasil destinada a localizar e reconhecer os desaparecidos pela Ditadura Militar em decorrência de suas atividades políticas no período de 1961 até 1979. Criada por decreto em 1995, é composta por sete membros, nomeados livremente pelo presidente da República.[1][2]

É atualmente presidida por Marco Vinicius Pereira de Carvalho, assessor da ministra Damares Alves. Carvalho assumiu o cargo em agosto de 2019, substituindo Eugênia Augusta Gonzaga, procuradora da República, no rescaldo de uma polêmica envolvendo declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a morte de Fernando Santa Cruz, a qual a comissão declarou ter sido provocada pela Ditadura Militar.[3][2]

Referências

  1. «Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos - CEMDP». Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Consultado em 29 de julho de 2019 
  2. a b Vitor Sorano e Felipe Néri (1º de agosto de 2019). «Bolsonaro e Damares trocam integrantes da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos». G1. Consultado em 29 de julho de 2019 
  3. Rubens Valente (29 de julho de 2019). «Comissão sobre mortos e desaparecidos políticos vai pedir explicações a Bolsonaro». GaúchaZH. Consultado em 29 de julho de 2019