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Gravura de 1881 da "Cuba de Duris" perto de Duris, no Líbano[1]

Cuba (em árabe: قُبَّة; transl.: Qubba; pl. قُبَّات, qubbāt) é um termo árabe para estruturas mortuárias, sobretudo ermitérios ou mausoléus de mestres sufitas no Alandalus e Magrebe.[2] O termo originalmente era usado para indicar uma tenda de peles,[3] mas também pode ser usado para locais de tumbas se forem locais de peregrinação.[4] Ainda é usada para o domo no topo de mausoléus ou arquitetura medieval islâmica.[5]

Referências

  1. Jessup 1881, p. 452.
  2. Alves 2014, p. 419-420.
  3. Meri 2002, p. 264-5.
  4. Meri 2002, p. 264.
  5. Petersen 2001, p. 326.

BibliografiaEditar

  • Alves, Adalberto (2014). «Cuba». Dicionário de Arabismos da Língua Portuguesa. Lisboa: Leya. ISBN 9722721798 
  • Jessup, Samuel (1881). «The Wady Barada». Picturesque Palestine, Sinai, and Egypt, Division II. Nova Iorque: D. Appleton & Co. pp. 444–452 
  • Meri, Josef F. (2002). «The cult of saints among Muslims and Jews in medieval Syria». Oxford Oriental Monographs. Oxônia: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-925078-3 
  • Petersen, Andrew. A Gazetteer of Buildings in Muslim Palestine (British Academy Monographs in Archaeology). 1. Oxônia: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-727011-0