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Caros editores, bom dia

Gostaria de saber o motivo pelo qual VVSSa. insistem em cortar meu artigo "Antimaçonaria", quando eu tenho citado as fontes e não estou sendo parcial, mas somente mostrando um estudo interessante sob uma outra ótica, diferente de tudo que se tem escrito sobre Maçonaraia no Brasil, baseado nas fontes citadas no rodapé do artigo?

Solicitaria que aqueles que dizem que o artigo é parcial, que me mostrem, COM ARGUMENTOS E FONTES FIÁVEIS, onde está o erro da Revisão de 10:14, Setembro 26, 2007 (editar), que eu fiz quando ainda não tinha uma conta wikipedia.

Pôxa, gente... dá um trabalho imenso redigir este texto nos intervalos do meu trabalho no Poder Judiciário paulista, sem falar nos gastos que tenho com a aquisição de livros de conteúdo exclusivo de membros da Maçonaria e vocês ficam editando o artigo sem o menor critério, sem a menor consideração pelo meu trabalho e pelos meus 13 anos de pesquisas?

Eu tenho em minha biblioteca mais de 200 livros exclusivos de maçons, conseguidos à muito custo, alguns até mesmo no exterior, então eu SEI DO QUE FALO... não estou "defendendo a Maçonaria", mas tão somente expondo argumentos que acho interessante sejam de conhecimento público.

Eu mesmo estou escrevendo um livro sobre este assunto e que já tem 1580 páginas, cotejado com documentos conseguidos até mesmo no exterior e contando a história geral dos ataques feitos à Maçonaria.

Gostaria de poder compartilhar um pouco disso tudo que eu consegui descobrir com os leitores da wikipedia, mas pediria que vocês, que editaram e viram tanto problema no meu artigo, pudessem me explicar o motivo de tanta implicância num assunto que nem é de domínio de tanta gente assim, logo como determinar que há "vandalismo" ou "parcialidade" nele?

Espero que possamos dialogar a respeito, pois eu sei que posso fortalecer em boa parte a qualidade das pesquisas na wikipedia, mesmo porque desde que ela foi criada ninguém, exceto eu mesmo antes de me cadastrar, se dispôs a falar sobre este tema da antimaçonaria.

Agradeço a atenção de todos e espero vossos comentários e explicações. atenciosamente,

Nemex 11h03min de 28 de Setembro de 2007 (UTC)Nemex

Nos três primeiros parágrafos você conversa com o leitor, além de ser imparcial e não citar as fontes para as suas afirmações. Frases como "Nossa intenção com este artigo não é criticar os críticos..." e "Esperamos contar com sua imparcialidade e raciocínio..." não devem ser utilizada. Você é que precisa apontar as fontes de suas afirmações, conforme o Wikipedia:Verificabilidade e os fazê-lo de maneira neutra (Wikipedia:Ponto de vista neutro). Giro720 13h59min de 28 de Setembro de 2007 (UTC)


Caro Giro720, bom dia e obrigado por me responder. Sem qualquer problema eu posso retirar estes parágrafos citados por você, mas pelo que entendi sobre as fontes de afirmações, os quatro ou cinco livros que já citei como "referências bibliográficas" não servem??Nemex 19h54min de 28 de Setembro de 2007 (UTC)Nemex

Servem sim. O problema anterior era mesmo a subjetividade e a parcialidade com que a informação era apresentada. Giro720 04h07min de 29 de Setembro de 2007 (UTC)

Índice

Redação sobre o tema. Abordar o tema proposto.Editar

Apenas um comentário: este artigo é bem-vindo, porém não deve ser redigido como uma defesa da Maçonaria dita regular. Existem artigos que explicam o ponto de vista de outras correntes. Este artigo deve incluir os pontos de vista da Antimaçonaria, sejam estes favoráveis ou não à outras idéias. Imaginem, por exemplo, que no artigo sobre "Ateísmo" sejam encontradas apenas criticas e motivos para acreditar em um ser superior chamado Deus. Ou então, digamos que o artigo "Maçonaria" incluísse apenas criticas à própria maçonaria. Isso não faz sentido.

É evidente que o texto deste artigo não deve tratar a maçonaria de forma positiva, pois a Antimaçonaria, como o próprio nome já indica, não é uma forma positiva de encarar a maçonaria. O leitor, no entanto, certamente saberá que este texto se refere à Antimaçonaria e poderá visitar igualmente o artigo sobre Maçonaria.


Observo que esse artigo trata de um tema real (a oposição à maçonaria), porém sem a forma objetiva que se espera dele.

Na realidade, se fosse fazer uma "costura", ainda muita coisa deveria ser feita, e talvez o próprio artigo tenha que se dividir em dois, para abordar: 1) a oposição à maçonaria, de forma geral; b) a antimaçonaria, enquanto movimento.

Com o perdão da minha observação, mas os anos de pesquisa e as fontes estudadas ficaram muito aquém do que se esperaria desse artigo, e restou apenas uma crítica direcionada ao princípios religiosos da suposta "Antimaçonaria", mas sem explicar o que é, como age, ou que motivações possui. Por exemplo, houve uma antimaçonaria ativa não apenas nos Estados Unidos, mas também na Europa, desde o final do século XVIII. Contudo, situava-se no contexto das sociedades secretas daquele período, e não como um confronto de princípios como muito mais tarde se delineou.

Nos Estados Unidos, existiu na primeira metade do século XIX até mesmo um partido anti-maçom (com esse nome), que chegou a disputar seriamente a presidência da república. Contudo, não tinha nem de longe um perfil fundamentalista (até porque o fundamentalismo cristão surgiria décadas depois). Esse partido anti-maçom dos Estados Unidos preocupava-se principalmente com o conspiracionismo e combatia a corrupção do Partido Democrata na era de Andrew Jackson e seu sucessor, Van Buren. Não existiam princípios religiosos em jogo.

Bem mais tarde é que, como sabemos, houve a participação ativa de ocultistas de linha rosacruciana na Grande Loja de Paris e aí, sim, criou-se uma imagem de ocultismo dentro da maçonaria. Contudo, essa imagem demorou a surgir e não vigorou em todos os continentes. Nos Estados Unidos, por exemplo, não existiu ocultismo dentro da maçonaria, embora tenha surgido crítica dentro de uma parcela do cristianismo por outras concepções comuns entre os maçons. Os movimentos totalitários do século XX também hostilizaram a maçonaria, embora em outro contexto e motivações bem diferentes.

Como se pode deduzir, diante de conceitos tão díspares, é impossível encarar a "Antimaçonaria" como um movimento coordenado, de uma feição única ou como uma ideologia.

Sugiro que se aponte um estudo muito profundo, ou se vá para reciclagem.--Leandro Deon (discussão) 05h40min de 13 de setembro de 2009 (UTC)

Muito maçônicoEditar

Este artigo está apoiando demais a maçonaria (ou maconharia). Vamos torná-lo mais neutro--João Vítor Vieira (discussão) 16h46min de 11 de junho de 2010 (UTC)

  • essa de dizer que o antimaçonismo é só coisa de fundamentalista religioso é falso, pois existem muitos ateus anti-maçonicos..

Ateus anti-maçonsEditar

Alguns ateus são anti-maçons pq o q se leva em consideração não é a crença,e sim a brutalidade e a´prisão como alguns mulheres são tratadas

Pequeno erro de História no final do artigoEditar

O rei Luís XIV morreu em 1715, portanto não pode ter proibido a Maçonaria na França em 1737. Em 1737, o rei da França era Luís XV.

Resp.: De fato, há esse erro que eu já tinha identificado, mas as fontes buscadas, o livro "TEIXEIRA, Descartes S. “Antimaçonaria”. Editora da GLESP", do qual se extraiu os dados para o livro "INÁCIO, Fabio G. “As mentiras maçônicas e eclesiásticas” 4v., Clube de Autores, 2010" mencionavam expressamente o Rei Luis XIV e achei que não poderia alterar a menção sem incorrer em possível censura neste artigo. Nemex1975 (discussão) 12h28min de 10 de março de 2015 (UTC)

Resp: Você não só pode alterar, como você DEVE. Não há problema algum em corrigir um erro que esteja clara e objetivamente presente em qualquer fonte, desde de que você indique. Você deve colocar no texto a informação correta: Luís XV e escreva uma nota de rodapé dizendo "A fonte original, por equívoco, atribui a proibição de 1737 a Luís XIV, mas ele faleceu em 1715 e quem reinava na França em 1737 era Luís XV".

Sobre a natureza dos "anti-maçons"Editar

O artigo definitivamente não se mostra sério. Aliás, ele é policiado por maçons - ao que tudo indica. Conforme um colega disse numa das objeções acima, não apenas existem religiosos, mas também ateus que denunciam as sociedades maçônicas. Malgrado a Maçonaria tenha um passado de crimes já diluído em movimentos históricos recentes, até mesmo uma revista leiga como a Superinteressante já trouxe à baila o papel da Bucha durante a República Velha, por exemplo (só não vinculou a Bucha com o golpe aplicado ao Império). Quem não se lembra dos crimes das diversas maçonarias desde a unificação da Itália e na Revolução Francesa? Resposta: Quem evidentemente nunca estudou a fundo a historiografia brasileira por fontes diversas. Lembremos que qualquer pessoa com interesses bons para a Humanidade os proclama e coloca em debate. Só mesmo criminosos os escondem para executá-los à revelia dos indivíduos que são cobaias e realmente afetados por tais ações. Para se ter nojo da maçonaria só é preciso estudar um pouco, nada mais. Não é preciso ser religioso ou ateu. O artigo é um embuste notoriamente editado por maçons ou simpatizantes dessa - como diriam os religiosos - "seita" que desgraçou o Brasil desde que entrou nele. Acusam os outros de palpitarem sobre o que ali acontece sendo que eles é que sempre palpitaram em todos os meios que secretamente rejeitam e vêem com malícia e mendacidade psicopáticas. Só um rematado idiota é capaz de comprar a conversa mole de que a maçonaria apenas reúne bons amigos solidários uns com os outros.

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