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Direccionamento duvidoso?Editar

Questão de Vitor MadeiraEditar

Olá. Verifiquei que a ligação sobre o tema "Central Geral do Dízimo" que o usuário FML introduziu está a direccionar para a secção "Central Geral do Dízimo" no artigo '"Pró-Vida".

A minha questão é esta: Esse artigo de redireccionamento, tal como está, segue as normas da wikipédia, ou estará a violar alguma directiva? Não me parece boa prática o que aqui se está a fazer.

A minha sugestão é criar um artigo APENAS dedicado a esse assunto "Central Geral do Dízimo", pois da forma como isto está, mais parece que, quem procura saber sobre algo o assunto propriamente dito, tem que passar primeiro pelo artigo "Pró-Vida". Não sei, mas isto parece-me proselitismo... :/

Obrigado. Cumprimentos, --Vitor Madeira 17:16, 2 Agosto 2006 (UTC)

Colgate e DízimosEditar

Questão de Vitor MadeiraEditar

Olá! Gostaria de saber se é possível confirmar se o Sr. Colgate (fundador da empresa Colgate-Palmolive) dava grandes somas de dízimos à sua igreja, e se, por alturas do final da sua vida, em vez dos típicos 10%, ele passou a dar cerca de 90% de dízimos dos seus rendimentos tal como indica a Bíblia.

Os pastores das igrejas evangélicas afirmam por diversas vezes esta história como forma de exemplificar a correcta forma de entregar os dízimos dos rendimentos para a igreja, mas não consigo confirmar a veracidade desta história. Isto é boato ou é verdade?

Alguém consegue ajudar-me neste assunto?

Muito obrigado. Vitor Madeira 17:41, 8 Novembro 2006 (UTC)

Olá Vitor...
Essa história também já bateu à minha porta. A questão é Por que motivo deveria ser importante ou não para mim o facto do Colgate dár ou não os Dízimo?
Os primeiros Dízimos foram pagos a Melquisedeque, o sábio de Salém, e foi ele quem o instituíu. Mas não foi como forma de subsidiação de qualquer organização religiosa, mas como o principio de um plano social da época. Esse dízimo funcionava como um seguro e fomentou a prosperidade daquela comunidade na altura.
Como funcionou, foi adoptada pelos sacerdotes religiosos de outras localidades e mais tarde passou a servir aqueles que dedicavam a sua vida somente à religião e mesmo a aumentar os bolsos daqueles que não queriam trabalhar. Os sacerdotes eram os poderosos "juízes" da altura e era a sua fonte de rendimento obter o Dízimo.
Lembre-se disto Victor. O verdadeiro conceito inicial do Dízimo tinha como objectivo um plano social. Ele servia para prover ajuda no caso de catastrofes e problemas às próprias familias doadoras. Melquisedeque formou o primeiro "banco" no planeta dessa forma. - Seja atento. Deus ajuda quem trabalha, nós por vezes é que somos enganados a ajudar quem não quer trabalhar... Os meios divinos não são dependentes de um Dízimo, ou qualquer outra materialidade. Em vez de dár o Dizimo contribua com o valor que achar justo para um qualquer objectivo especifico com que se identifica.


Oi Vitor... Sou cristão a vinte e cinco anos. Ja estive de ambos os lados, ou seja, de quem contribui ou não com o dízimo. Se esta preocupação chegou até você, é um bom sinal. Afinal, acredito que esteja procurando fazer as coisas de forma correta. Veja bem, poderíamos entrar em várias questões históricas para aprovar ou reprovar tal ato. Mas, acredito ser por demais simples, basta que busquemos direto na fonte. Jesus disse: "Ninguem pode servir a dois senhores. Pois haverá de aborrecer, ou um, ou outro".Isto Ele disse se referindo a Deus e as riquezas. A pergunta então seria...onde está o teu coração ? em Deus ou nas riquezas. Não importa se o dízimo esta certo ou errado. O que realmente interessa é a postura do teu coração. Se for tocado por Deus a dar tudo, dê tudo. Caso contrário, não faça nada. Deus só recebe o que for de coração. Mas lembre-se; a natureza humana é perversa. No reino de Deus o que vale é a prática e não a teoria. Pratique a bondade e colherá seus frutos. Deus abençõe. Estou a disposição no email gpmkt@uol.com.br.

"Término de Dízimo"Editar

Nao há um minimo de estudo por parte do autor ao falar sobre encerramento da obrigaçao no pagamento do dizimo. A Biblia sim relata sobre o sacerdocio de Melquisedeque e sobre a sobreposiçao do de Cristo, mas nao diz NADA, absolutamente nada sobre nao pagar dizimos. Ora, se o dizimo foi instituido para manutençao de uma igreja, com a vinda Cristo a Terra(como prega a religiao cristã), nao anulou a existencia das necessidades "fisicas" e "sociais" da Igreja. Se ele puder provar escatologicamante, ou seja, a luz da Biblia, ficarei grato. O dizimo tambem,vale ressaltar, nao foi criado apenas pra a manutençao da igreja, mas tambem para provar o Amor de seus seguidores para DEUS, valendo assim a "libertaçao" das coisas terrenas, Em I Joao, um livro do Novo Testamento( pregaçao da Religiao Crista Evangelica Protestante).

Caro colega, mas por que Jesus nada se refere a ele? e por que algumas denominações protestantes não o cobram e outras acreditam que p pagamento dos dízimos e ofertas são o ponto central do cristianismo? hoje em dia acredito que tornou-se uma forma de enriquecimento sacerdotal (especialmente protestante)

--200.193.211.229 02h06min de 15 de Outubro de 2007 (UTC)

No Novo Testamento, Jesus Cristo deixou isto escrito, para acabar com qualquer polêmica:

Mateus 23:23 "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas."

Lucas 11:42 "Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e desprezais o juízo e o amor de Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar as outras."

Para bom entendedor, fica comprovado, pela Bíblia, que Jesus Cristo não aboliu o dízimo, apenas determinou que é importante também a prática do amor e do perdão. . .

S. PAULO É CLARÍSSIMO SOBRE O FIM DO DÍZIMOEditar

Caro colega aí de cima

Sobre a citação e Lucas 11:42, Jesus fez as referidas colocações não a um católico ou a um cristão, mas a um judeu. Mas Ele, como Sacerdote segundo a ordem de Melquisedec, ab-rogou SIM o sacerdócio levítico, com todas as suas leis, dízimos e costumes. São Paulo é claríssimo nesse aspecto. Basta ler a Carta endereçada aos Hebreus no capítulo VII, onde confirma a fraqueza e inutilidade do mandamento precedente, isso após citar incansavelmente o dízimo levítico. Vai lá, abre Hebreus capítulo 7 e leia todos os versículo. Só não entende quem não quer entender.

Dizimo e Ab-rogação, Paulo e a Carta aos HebreusEditar

O dízimo se constitui na forma prevista na lei mosaica para o sustento dos levitas, dos estrangeiros, das viúvas e dos órfãos, e não apenas do primeiro grupo. E não apenas o dízimo, mas toda a produção agrária israelita (Dt 26.12).

O profeta Malaquias diz "trazei todos os dízimos à Casa do Senhor, para que haja mantimento na minha casa". Tal mandamento vem na época da reconstrução do Templo e volta dos israelitas de seu último cativeiro, quando os levitas, os órfãos e as viúvas precisavam ser alimentadas conforme a lei judaica. Entretanto, é ponto pacífico que a Casa do Senhor, caracterizada no Templo, foi transposta para o ajuntamento de cristãos, que se chama igreja, com a destruição do primeiro no ano 70. Logo, a obrigação de dizimar, no cristianismo, foi mantida com a mesma finalidade -- sustentar os apóstolos, alimentar os necessitados e prover dignidade às pessoas. De fato, uma das decisões do Primeiro Concílio foi levantar coleta de dízimos às igrejas necessitadas, o que prova que o ato de dizimar e sua finalidade permaneciam as mesmas.

Quando Cristo encarnou no mundo, Ele afirmou que veio ab-rogar ou invalidar a Lei e os Profetas. E aqui é onde muitos caem. Os israelitas possuíam vários códices legais dentro da Torá, sendo as principais as leis cerimonialistas e as leis morais. As leis cerimonialistas tratam, sem exceção, da paga de sengue pela falta cometida. As morais tratam das relações dos homens entre si e com Deus. Cristo ab-rogou as leis cerimonialistas com o Seu Sangue, rasgando o Véu do Templo e permitindo que o homem obtivesse acesso direto a Deus sem a intermediação de um sacerdote. Já as leis morais, essas ficaram, porque representam o mesmo moral de Deus. Se assim não o fosse, não diria S. Paulo que "a lei é boa, e o mandamento, santo, justo e bom", porque não haveria, para os cristãos sob a Dispensação da Graça, responsabilidade quanto à lei. Alimentar os necessitados é ato de moral, e não obrigação ritualística.

Quanto à Carta aos Hebreus, apesar de não haver ponto pacífico sobre isso, não foi escrita por Paulo. Nenhum dos Pais da Igreja jamais associaram Hebreus diretamente a Paulo, e a carta carece de vários elementos paulinos, principalmente quando comparada a obras mais complexas, como a Carta aos Romanos, e mais incisivas sobre o judaísmo, como a Carta aos Gálatas. É possível que o autor tenha sido um colaborador de Paulo, dadas as similaridades de texto, mas sem as características típicas de Paulo, é errado afirmar que se trata de uma obra dele. O uso enciclopédico vigente é usar o termo neutro "o autor de Hebreus" ao se referir a este escritor desconhecido.

J. Santana (discussão) 12h06min de 14 de outubro de 2012 (UTC)

Conhecimento indispensávelEditar

Prezados,
O assunto objeto deste artigo está [perdoem-me] muito mal elaborado.
O tema — apesar de simples em sua essência — tem sido tornado complexo, com vieses incorretos.
O artigo necessita de boa conformação, removendo-se as fortes parcialidades católicas romanas (que, à luz verdadeira da Bíblia Sagrada, são incorretas).
As apreciações feitas sobre as visões do Cristianismo não católico também estão eivadas de incorreções.
Ao citar "incorreções", refiro-me principalmente à ideia expressa, sem deixar de lado a boa gramática.
"Dízimo" é um ótimo exemplo de artigo da imperatividade de conhecedores escreverem uma enciclopédia.
Por não entenderem nem do assunto, nem do bom mérito dialético aqui (e em tantas ocasiões) suscitado...
... os mais afoitos [perdoem-me], como os muito zelosos [perdoem-me] cuidarão de taxar-me de subversão.
Não é o que pensam, contudo.
Agradeço. Aainitio (At!) 11h09min de 11 de novembro de 2018 (UTC)
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